domingo, 30 de dezembro de 2012

ILHA DE MOÇAMBIQUE CHEIA DE TURISTAS NESTA ÉPOCA DO ANO


"QUADRA FESTIVA - Turistas abarrotam Ilha de Moçambique


A ILHA de Moçambique, na província de Nampula ficou sem nenhum alojamento disponível por “culpa” dos turistas maioritariamente nacionais idos dos vários cantos do país que pela primeira vez nos últimos vinte anos decidiram passar em massa os festejos da transição do ano naquela cidade histórica cultural, que acomoda alguns dos mais emblemáticos monumentos e lugares com valor imensurável no nosso país.Maputo, Segunda-Feira, 31 de Dezembro de 2012:: Notícias
Abdul Satar Naimo, responsável da área do Turismo no Governo da Ilha de Moçambique que revelou o facto ao nosso Jornal, explicou que a capacidade de alojamento instalada naquela cidade, que foi a primeira capital do país, está estimada em cerca de 200 camas ficou lotada e assim se vai manter por dez dias, depois da transição do ano para 2013, segundo indicam os dados das reservas efectuadas nas estâncias hoteleiras locais.“Procuramos alternativas em termos de alojamento e iniciamos o arrolamento das residências de particulares dentro da ilha e na região insular que reúnam as condições mínimas de alojamento. Seguidamente falamos com os respectivos proprietários no sentido de fazer o aproveitamento das oportunidades que se abrem neste momento para arrecadar alguma receita para a família, através do arrendamento das suas casas para alojar os turistas” - disse Abdul Naimo.No seu entender, a fraca presença de turistas estrangeiros como tem sido tradição na Ilha de Moçambique pelas alturas da passagem das festividades do Dia da Família e da transição de ano, está relacionada com a crise financeira e económica que alguns países do Continente Europeu estão a enfrentar neste momento, particularmente Portugal, Espanha e Itália a qual se reflecte no bolso dos seus cidadãos.Além dos locais histórico-culturais, a atracção dos turistas tem se concentrado pela gastronomia da Ilha de Moçambique, sobretudo pelas particularidades dos seus pratos típicos dominados por produtos marinhos e verduras que conquistaram corações não só a nível interno como na Europa, onde algumas mulheres daquela cidade foram participar num concurso internacional na capital italiana.“Mobilizamos todas as pessoas com larga experiência na culinária para se empenharem na preparação de pratos típicos que satisfaçam a procura que está em alta desde as festividades do Dia da Família, pois, é uma oportunidade impar para melhorar as suas receitas” - disse o entrevistado, tendo acrescentado que a subida vertiginosa do custo do pescado está a inquietar os operadores hoteleiros na ilha.O peixe está a ser comercializado ao preço médio de 120 meticais o quilograma e a lagosta, um dos mariscos mais apreciados naquele ponto de Nampula a ser vendido a 150 meticais, contra valores inferiores a 80 meticais praticados antes dos festejos de final do ano. Os pescadores artesanais na Ilha de Moçambique justificam a subida do custo com o facto de a temperatura, nos últimos dias, ser caracterizada por ventos moderados a fortes, o que não ajuda a navegabilidade de embarcações de pequeno porte.A prática de preços altos na comercialização do pescado influencia directamente no custo das refeições, podendo concorrer igualmente para que os turistas não afluam às casas de pasto construídas pelos operadores informais na costa e em outros locais considerados seguros ao longo da cidade." Fonte Jornal NOTICIAS.

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