sábado, 10 de dezembro de 2016

VILANKULOS MOÇAMBIQUE FESTIVAL DE MARISCOS 10 E 11 DE DEZEMBRO, VOA MOÇAMBIQUE A VOZ DA AMÉRICA

Festival de Mariscos atrai atenções em Vilanculos

dezembro 09, 2016
  • Francisco Júnior

Praia de Vilanculos, Moçambique
Praia de Vilanculos, Moçambique
Distrito na província moçambicana de Inhambane quer promover turismo em tempo de crise.
Vilanculos, um dos principais destinos turísticos de Moçambique, acolhe este fim de semana, 10 e 11 de Dezembro, o primeiro Festival de Mariscos.
Com este evento, as autoridades locais pretendem não só divulgar as potencialidades pesqueiras que aquele distrito da província de Inhambane tem, mas, sobretudo, relançar o turismo numa altura em que, por causa da crise económico-financeira, e das hostilidades militares, os turistas andam com receio de ir a Moçambique.
Ernesto Guivala, secretário permanente de Vilanculos, diz que estão todos ansiosos e que espera grande afluência.
Praia de Vilanculos, Moçambique
Praia de Vilanculos, Moçambique
Em Moçambique, o pico do turismo acontece normalmente nos meses mais quentes do ano,Dezembro e Janeiro e, apesar da crise económico-financeira, Guivala acredita que 2016 vai ser um bom ano.
O primeiro Festival de Mariscos é uma oportunidade que as autoridades e os operadores turísticos locais vão aproveitar para relançar o turismo numa zona que tem das praias mais especataculares a nível da costa Oriental de África e que é muito procurada e frequentada sobretudo por cidadãos sul-africanos.
O evento é organizado pelo Governo do distrito, em coordenação com o Instituto Nacional de Promoção do Turismo e a Direcção Provincial de Turismo de Inhambane e, ainda, o envolvimento também da Associação dos Operadores Turísticos de Vilanculos."

FONTE:VOA MOÇAMBIQUE, A VOZ DA AMÉRICA 

CINFÃES HOJE E AGORA NA RTP 1 EM DIRECTO, NATAL 2016


DECLARAÇÃO UN IVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, COMEMORA HOJE 68 ANOS, MOÇAMBIQUE COM NOTA POSITIVA, TENSÃO POLITICO MILITAR COMPROMETE DIREITOS HUMANOS EM SOFALA , CONSELHO PROVINCIAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DE MOÇAMBIQUE

MOÇAMBIQUE passou positivamente da avaliação realizada este ano pelo Mecanismo de Revisão Periódica Universal dos Direitos Humanos, uma plataforma das Nações Unidas na qual fazem parte 192 países, tendo recebido nota alta pelo bom desempenho no cumprimento de matérias relacionadas com os Direitos Humanos.
Por ocasião da celebração hoje, 10 de Dezembro, do Dia Internacional dos Direitos Humanos, Albachir Massacar, director nacional dos Recursos Humanos no Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, explicou que da avaliação anterior o Governo havia recebido recomendações que conseguiu implementá-las em 90 por cento, indicador este que serviu para o nosso país receber nota positiva pelo trabalho que vem sendo desenvolvido. Aliás, segundo ele, as atenções neste momento estão centradas no cumprimento dos 10 por cento em falta.
Ao todo são 192 países membros da plataforma, da qual Moçambique faz parte. Os 191 pares decidiram atribuir nota positiva pelos avanços registados, sobretudo nas áreas da justiça, educação e saúde, onde os cidadãos têm vindo a registar ganhos. Contudo, os 191 países que com Moçambique partilham a Convenção sobre os Direitos Humanos recomendaram às autoridades moçambicanas para melhorarem alguns aspectos descritos ainda como preocupantes nesta componente dos Direitos Humanos. 
“Estas recomendações não caem no vazio. Moçambique não teve nota positiva pelo que os países membros ouviram de nós ou porque, eventualmente, eles são nossos parceiros. Na verdade, os 191 países fizeram uma avaliação positiva do nosso desempenho porque muito está sendo feito, sobretudo na componente de educação, justiça, saúde e provimento de serviços básicos”, disse.   
Albachir Massacar explicou que dentro dos próximos quatro anos, isto é, até 2020, Moçambique deverá cumprir uma série de recomendações deixadas ficar pelo organismo. Para melhor implementação, a fonte disse que foi desenhado um plano no qual será atribuído, com clareza, actividades que cada sector deverá realizar. Segundo ele, haverá responsabilização de quem irá executar, o indicador por alcançar e o tempo de materialização.
SURGIMENTO DA DATA
EM 1945, depois do fim da II Guerra Mundial, em que houve grandes atrocidades, as Nações Unidas decidiram criar um instrumento que pudesse simbolizar pelo menos todos os cidadãos mortos e salvaguardar os direitos de todos os cidadãos no mundo. Foi assim que nasceu o Dia dos Direitos Humanos.
Esta declaração acaba sendo aprovada oficialmente pelas Nações Unidas, através da Assembleia Geral, no dia 10 de Dezembro de 1948. A partir dessa altura, esta data ficou simbolizada como aquela em que todos os países do mundo devem lembrar, primeiro, que a declaração existe e, segundo, o que ela simboliza para as pessoas.
CELEBRAÇÃO NO AEROPORTO
PARA comemorar melhor a data este ano, o Governo decidiu que, ao invés de cada uma das organizações que trabalha em prol dos Direitos Humanos celebrar de forma individual, o que tiraria o simbolismo que se pretende dar à efeméride, as cerimónias oficiais serão realizadas conjuntamente hoje, no Campo Comunitário do Aeroporto, perto da Base Aérea, na cidade de Maputo, com entrada livre.
“O que acontecia anteriormente é que cada indivíduo, organização ou instituição celebrava de forma isolada, tirando mérito e a importância desta data. Assim e de há quatro anos para cá, o Governo, a sociedade civil e os parceiros de cooperação passaram a comemorar a data no mesmo espaço”, explicou o director Massacar.
Ao que acrescentou, depois de uma marcha simbólica serão lidas mensagens de diferentes estratos da sociedade, incluindo do Governo, todos focando a questão e a necessidade da observância dos Direitos Humanos. No mesmo local, serão levadas a cabo actividades de cidadania relacionadas com a emissão de Bilhetes de Identidade, Registo Notariado, onde os técnicos do Instituto de Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) irão assistir a todos os cidadãos que estiverem com algum caso por resolver e que precisam de ajuda, assim como haverá feira de saúde. 
“Este é um momento de festa, pois falar dos Direitos Humanos é falar da Declaração Universal, que simbolizava na altura tristeza, pois morreu muita gente, mas também é falar de direitos de pessoas e garantir que os mesmos sejam transmitidos” – explicou.
O lema deste ano é “Levante-se pelos Direitos dos Outros”. Moçambique acaba adequando o lema à realidade local, sobretudo pelo momento que está a viver, daí que passou a “Juntos pela Defesa dos Direitos de Todos os Moçambicanos”.
“Isto simboliza que estamos todos juntos. Não importa a sua religião ou filiação partidária. O que se pretende é que estejamos todos unidos pela defesa dos direitos de todos os moçambicanos e sem diferenças”, explicou.
DESAFIOS GIGANTESCOS
O PAÍS tem como desafio impulsionar a divulgação dos Direitos Humanos para que mais cidadãos estejam a par dos seus direitos.
“Um direito de cidadania só existe, efectivamente, se a pessoa se transformar em cidadão. A pessoa só se transforma em cidadão se conhecer aquilo que são os seus direitos e reclamá-los. Sem conhecimento praticamente não vai conseguir nunca poder exercer a referida cidadania ou ter acesso à justiça. Muitas vezes pensamos que justiça é apenas o acesso ao tribunal. É parte disso. Mas o acesso à justiça começa exactamente com o exercício de cidadania, que é o conhecimento para que saiba como e onde reclamar os direitos violados, pois são passiveis disso”, explicou o director nacional dos Recursos Humanos no Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos.
O segundo desafio por ele apresentado tem a ver com a coordenação entre as diferentes entidades que trabalham em prol dos Direitos Humanos no país. Para Albachir Massacar, só com uma maior coordenação é que os resultados serão melhores.  
HÉLIO FILIMONE"
FONTE: NOTICIAS JORNAL DE MOÇAMBIQUE

Tensão político-militar compromete direitos humanos em Sofala


Posicionamento foi feito pela Ordem dos Advogados a nível da província
A Ordem dos advogados de Moçambique, em Sofala, considera que a situação dos direitos humanos naquela região do país tende a degradar-se a cada dia, devido a actual instabilidade política e falta de segurança dos defensores dos Direitos Humanos.
O posicionamento foi manifestado na manhã de hoje, na cidade da Beira, no âmbito da celebração do Dia Internacional dos Direitos Humanos que hoje se assinala. “Quando temos centros de acomodação de pessoas que são vítimas do conflito armado, que não têm assistência médica, sanitária, não têm direito à habitação, alimentação, significa que a situação está a degradar-se. Degrada-se ainda mais por falta de segurança dos defensores dos direitos humanos e isso limita as suas actividades”, lamentou António Manjate, membro da Ordem dos Advogados naquela província.
Em Maputo, o dia foi celebrado com uma marcha de dezenas de pessoas, sob o lema “Juntos pela Defesa dos Direitos de todos os Moçambicanos”.
Na ocasião, algumas personalidades destacaram os avanços do país no respeito à dignidade humana, mas lamentaram o facto de ainda prevalecerem algumas práticas condenáveis, como torturas praticadas pela Polícia aos detidos bem como o rapto de albinos.
Por sua vez ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Isac Chande, afirmou que o Governo continuará a adoptar medidas para melhor o respeito pelos direitos humanos."
FONTE: O PAIS , JORNAL DE MOÇAMBIQUE

10 MAIORES EMPRESAS DE MOÇAMBIQUE SEGUNDO A KPMG

A EDIÇÃO das 100 Maiores Empresas de Moçambique deste ano foi marcada por ligeiras alternâncias de posições, culminando com as entradas no “top 10” da Mozambique Leaf Tobacco e do Banco Internacional de Moçambique (BIM).
O estudo, elaborado pela consultora KPMG, destaca também a Mota Engil - Engenharia Construção África, SA que saiu da 9.ª posição, ocupada na edição anterior, para o 3.º lugar, no presente ano.
O “ranking”, que voltou a ser liderado pela fundição de alumínio Mozal, mostra também a subida da Motraco, SARL da 8.ª para a 7.ª posição, bem como do BIM, que saiu da 11.ª para a 9.ª posição.
A Mozambique Leaf Tobacco saltou da 12.ª posição, ocupada na edição anterior, para o 10.º lugar, este ano.
A Cervejas de Moçambique, SARL (CDM) caiu da 3.ª para a 4.ª posição, enquanto que os CFM (Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique) desceram do 7.º para o 8.º lugar.
As restantes companhias mantiveram as posições ocupadas anteriormente, nomeadamente Mozal, primeiro, Petromoc (Petróleos de Moçambique), segundo, EDM (Electricidade de Moçambique), quinto, e Hidroeléctrica de Cahora Bassa, SARL, sexto.
A petroquímica Sasol, concessionária das áreas de exploração de gás natural em Pande e Temane, é a única que saiu do “top 10”, estando actualmente na 14.ª posição.
A pesquisa da KPMG Moçambique, que vai já na sua XVII edição, tem como objectivo promover a transparência empresarial no mercado nacional; dar credibilidade às empresas que operam no mercado nacional junto aos investidores; estimular a competitividade no mercado nacional; e fornecer uma base de análise e de comparação que sirva de ferramenta de apoio na tomada de decisão.
Segundo Quinto Cotão, director-geral da KPMG, não obstante a crise económica que Moçambique e o mundo estão a enfrentar, a pesquisa abrangeu 183 empresas que operam no mercado nacional nos sectores financeiro e de seguros; agricultura e pesca; alojamento e restauração e similares; comércio; comunicações; construção; indústria; serviços; transporte e armazenagem.
“A análise dos dados financeiros e económicos enviados pelas 183 empresas cinge-se na comparação dos anos 2014 e 2015. Reiterar que, como tem sido prática, todos os dados são da responsabilidade das empresas participantes que nos fornecem as informações”, disse."
FONTE: NOTICIAS, JORNAL DE MOÇAMBIQUE

COMUNIDADE PORTUGUESA EM MAPUTO ORGANIZA FESTA DE NATAL SOLIDÁRIA PARA: O CENTRO DE REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DAS MAHOTAS, ASSOCIAÇÃO VOLUNTÁRIA DE MÃES E CRIANÇAS CARENCIADAS E KUTSACA

Festa de Natal da comunidade portuguesa em Maputo angaria fundos para solidariedade

Maputo - A Fortaleza de Maputo vai acolher no sábado a 8.ª Festa de Natal da Comunidade Portuguesa, um evento que tradicionalmente angaria fundos para apoiar instituições de solidariedade locais, informou o Consulado-Geral de Portugal na capital moçambicana.
Além de música, dança e gastronomia, durante a festa serão sorteados prémios e a verba angariada será canalizada para apoiar três instituições em Maputo - o Centro de Reabilitação Psicossocial das Mahotas, a Associação Voluntária de Mães e Crianças Carenciadas, e Kutsaca, um projeto de capacitação das comunidades locais."
FONTE: LUSA MOÇAMBIQUE

UE UNIÃO EUROPEIA VAI APOIAR MOÇAMBIQUE COM 400 MIL EUROS PARA FINANCIAR UM PROJECTO PARA AUMENTAR O NIVEL DE SEGURANÇA NAS TRANSACÇÕES ELECTRONICAS ENTRE A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, OS CIDADAOS E AS EMPRESAS


UE financia em 400 mil euros sistema de segurança eletrónica

Praia - Moçambique vai receber 400 mil euros da União Europeia para financiar um projeto para aumentar o nível de segurança nas transações eletrónicas entre a Administração Pública, os cidadãos e as empresas.
O financiamento será disponibilizado ao abrigo de um protocolo no âmbito do Projeto de Apoio à Melhoria da Qualidade e da Proximidade dos Serviços Públicos nos PALOP e Timor-Leste (PASP), financiado pelo Fundo de Desenvolvimento Europeu, através do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua."
FONTE: LUSA MOÇAMBIQUE.

MARIA AMÉLIA PAIVA EMBAIXADORA DE PORTUGAL EM MOÇAMBIQUE: PORTUGAL DEFENDE ESTRATÉGIAS COORDENADAS NA AGROINDUSTRIA QUER POR PORTUGAL, QUER POR MOÇAMBIQUE

Portugal defende estratégias coordenadas na agroindústria com Moçambique

Maputo - A embaixadora de portuguesa em Moçambique, Maria Amélia Paiva, defendeu a coordenação de estratégias no setor da agroindústria entre Moçambique e Portugal, para se aproveitar o potencial que os dois estados dispõem.
"Estas estratégias específicas devem ser coordenadas entre os atores de um país e do outro", disse à imprensa Maria Amélia Paiva, à margem do primeiro dia de um seminário sobre agronegócio em Maputo"
FONTE: LUSA MOÇAMBIQUE