quinta-feira, 29 de setembro de 2016

CPLP CIMEIIRA REALIZA-SE A 31 DE OUTUBRO E 1 DE NOVEMBRO 2016 EM BRASILIA


Cimeira da CPLP marcada para 31 de outubro e 01 de novembro em Brasília

Lisboa - A cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) vai decorrer em Brasília a 31 de outubro e 01 de novembro, após ser adiada em julho devido à instabilidade política do Brasil, anunciou a organização.
A data foi concertada numa reunião do Conselho de Ministros da CPLP que decorreu na semana passada em Nova Iorque à margem da Assembleia-Geral das Nações Unidas, pode ler-se num comunicado da organização lusófona a que a Lusa teve acesso."
FONTE: LUSA MOÇAMBIQUE.

CABO VERDE SOBE DOIS LUGARES NO INDICE MUNDIAL DE COMPETITIVIDADE

Cabo Verde sobe dois lugares no índice mundial de competitividade

Lisboa - Cabo Verde subiu duas posições no índice mundial de competitividade do Fórum Económico Mundial, impulsionado sobretudo pelo seu desempenho na saúde, educação e tecnologia.
De acordo com dados do Relatório Global de Competitividade (2016-2017) do Fórum Económico Mundial, Cabo Verde surge na 110.ª posição entre os 138 países, quando no ano passado estava em 112.º entre 140 Estados."
FONTE: LUSA MOÇAMBIQUE

CRESCIMENTO ECONÓMICO DE MOÇAMBIQUE EM 2017 GOVERNO PREVÊ 5,5%

   MOÇAMBIQUE

Governo prevê crescimento económico de 5,5% em 2017

Maputo - O Conselho de Ministros de Moçambique prevê um crescimento económico de 5,5 por cento para o país em 2017, mais um ponto percentual em relação a 2016, segundo o Plano Económico e Social aprovado terça-feira em Maputo.
Falando em conferência de imprensa no final da sessão semanal do Conselho de Ministros, o porta-voz do órgão, Mouzinho Saíde, afirmou que o Governo aposta para o próximo ano na redução do défice de produção agravado este ano pelas calamidades naturais."
FONTE: LUSA MOÇAMBIQUE.

PAULO AUADE GOVERNADOR DA PROVINCIA DE TETE RECOMENDA: A CLASSE EMPRESARIAL MOÇAMBICANA DEVE CAPACITAr-se para explorar a oportunidade de negócios aberta com a implementação da zona franca industrial de revúboé, ESTABELECENDO INCLUSIVÉ PARCERIAS COM O CAPITAL ESTRANGEIRO

OS empresários moçambicanos devem capacitar-se para explorar a janela de oportunidades de negócios aberta com a implantação da Zona Franca Industrial de Revúboè, na província de Tete.
A recomendação nesse sentido foi feita há dias pelo governador de Tete, Paulo Auade, o qual destacou a necessidade de a classe empresarial moçambicana estabelecer parcerias com o capital estrangeiro para a maximizar os ganhos.
Conforme considerou o governador, a Zona Franca Industrial de Revúbè, recentemente aprovada pelo Conselho de Ministros, vai contribuir para impulsionar o desenvolvimento da província e do país em geral.
A Zona Franca Industrial de Revúboè, na qual está projectada a construção de uma fábrica de aço, um empreendimento a ser levado a cabo pela empresa Capitol Iron Steel, está localizada na zona limítrofe entre os distritos de Moatize e Chiúta, ocupando uma área de 4484 hectares.
Nela está projectada a injecção de um investimento estimado em cerca de 770 milhões de dólares norte-americanos, com ganhos para o Governo moçambicano, com a implantação da fábrica de aço, que vai atrair uma série de indústrias de prestação de serviços, com destaque para a produção de clinquer e cimento, material rolante, travessas ferroviárias, refinarias de ferro vanádio, entre outras que vão contribuir para a criação de mais postos de emprego.
“O projecto contempla ainda a produção de telas mecânicas, betão reforçado e cabos metálicos, o que vai criar oportunidades de emprego para mais famílias moçambicanas”, anotou Paulo Auade.
FOMENTAR ECOTURISMO
Ainda para a criação de oportunidades de desenvolvimento económico e financeiro da província, o Executivo de Tete está à procura de parceiros para a implementação de vários projectos de fomento do ecoturismo ao longo da albufeira de Cahora Bassa, que abarca o distrito com o mesmo nome, para além de Magoè, Marávia e Zumbu.
A propósito, o director provincial da Cultura, Juventude e Turismo, Fernando Manjate, disse no encerramento da Semana do Turismo, no passado dia 27 do mês em curso, que a albufeira, com uma área de 2900 quilómetros quadrados, possui um grande potencial para o turismo e actividade piscatória.
“O Governo está a publicitar as potencialidades existentes ao longo da albufeira de Cahora Bassa para a sua exploração”, disse, indicando que um dos grandes projectos que o Governo tem em manga é a introdução de transporte fluvial para turistas.
Entretanto, o actual ambiente político e militar, caracterizado pelas incursões dos homens armados da Renamo, está a influenciar negativamente o desenvolvimento do ecoturismo nos distritos ao longo da albufeira de Cahora Bassa.
BERNARDO CARLOS"
FONTE: NOTICIAS, JORNAL DE MOÇAMBIQUE.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

NAÇÕES UNIDAS E UNIÃO AFRICANA ASSINAM ACORDO PARA AUMENTAR APOIO FUNCIONAL A PROCESSOS DE MANUTENÇÃO DA PAZ

ONU e UA assinam acordo para aumentar apoio funcional a processos de manutenção da paz Nova York - As Nações Unidas e a União Africana (UA) assinaram semana passada dois acordos para o reforço da cooperação no apoio à manutenção da paz. O primeiro entendimento permite que o pessoal da UA seja formado em administração e receba recursos para áreas como liderança, reforço de competências técnicas e evolução de carreiras. O subsecretário-geral para o Apoio às Operações no Terreno da ONU, Athul Khare, e o vice-chefe da União Africana, Erastus Mwencha, também firmaram um entendimento para o intercâmbio de profissionais. Vários funcionários das duas organizações vão passar três meses a operar com a área logística na manutenção da paz e sectores como tecnologia, administração e finanças. Em nome da UA, Mwencha disse que num mundo virtual é rara a partilha de conhecimentos face a face e que a sua entidade valoriza o enriquecimento através da nova abordagem na contínua colaboração. Khare revelou que as Nações Unidas também esperam ter benefícios com a experiência da União Africana ao mandarem funcionários do Departamento de Apoio às Operações no Terreno ao continente.■ (Redacção/ África 21)"
FONTE: O AUTARCA, JORNAL DE MOÇAMBIQUE.

CENTRO DE DISTRIBUIDOR DE ÁGUA DO ALTO - MAÉ, MAPUTO, MOÇAMBIQUE INAUGURADO PELO MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, HABITAÇÃO E RECURSOS HIDRICOS, CARLOS BONETE MARTINHO E PELO PRESIDENTE DO CONSELHO MUNICIPAL DE MAPUTO DAVID SIMANGO

Inaugurado Centro de Distribuidor de Água do Alto-Maé
Maputo (Canalmoz) – O Centro Distribuidor de Água do Alto-Maé, na cidade de Maputo, foi inaugurado na passada sexta-feira, 23 de Setembro, pelo ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, Carlos Bonete Martinho e pelo presidente do Conselho Municipal da David Simango, no âmbito do projecto de reabilitação e expansão do sistema de abastecimento de água à capital do país.cidade de Maputo, As obras de reconstrução daquele centro distribuidor consistiram na reconstrução de um novo depósito, com a capacidade de 10.000 metros cúblicos, que assegura um nível de reserva necessário para satisfazer as necessidades de água até ao ano 2035. Foi instalado um novo sistema de bombagem e um sistema gerador para manter o serviço em períodos de corte de energia da rede pública e foi feita a reabilitação e refor- ço de cerca de 63 quilómetros de rede de distribuição servindo os bairros do Alto-Maé, Central, Malanga, Maxaquene, Polana e a extensão para o Bairro da Mafalala. Com as obras, a capacidade de reserva e de distribuição de água foi duplicada, passando dos anteriores 4500 metros cúbicos para 10.000 metros cúbicos. As obras resultam de um co-financiamento do Governo moçambicano e da Agência Francesa de Desenvolvimento, no valor de 11,6 milhões de dólares norte-americanos, dos quais 5,8 milhões foram Nacional do Zinave, no distrito de Mabote, província de Inhambane. Uma nota da Administração Nacional das Áreas de Conservação informa que se trata do primeiro contingente de animais, dos 275 aplicados nas obras de reconstrução do Centro Distribuidor do Alto-Maé, e outros 5,8 milhões de dólares na reabilitação e reforço de 63 quilómetros da rede de distribuição. O ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hidricos disse que as obras de reconstrução do Centro Distribuidor enquadram- -se na segunda fase do projecto mais amplo de reabilitação, reforço e expansão do sistema de abastecimento de água a Boane, à Matola e à cidade de Maputo. O ministro disse que o projecto visava a construção de uma nova estação de captação e tratamento de água do Umbelúzi, a instala- ção de 27 quilómetros de conduta adutora entre o Umbelúzi e a Matola e a construção dos centros distribuidores em Tsalala, Matola- -Rio, Belo Horizonte, Boane e Catembe. Visava também a construção de dezasseis pequenos sistemas na zona norte das cidades de Maputo e Matola e de cerca de 1000 quilómetros de rede de distribuição e as respectivas ligações domiciliá- previstos para 2016, idos da África do Sul e da Gorongosa, num processo que vai terminar em 2021, com a movimentação de 500 cocones, 300 zebras, 1000 impalas, 65 pivas, 150 elandes, 50 cudos, 200 rias, beneficiando cerca de um milhão e quinhentas mil pessoas. O projecto pretende também apoiar o desenvolvimento da indústria e do comércio nas duas cidades. Segundo Carlos Bonete, as obras têm em vista o processo de capta- ção e tratamento de água, o reforço e a expansão de 650 quilómetros de rede de distribuição e 42.000 ligações, com o objectivo de reduzir perdas de água e servir zonas antes não servida, a construção do Centro Distribuidor de Intaka e reabilitação da Matola e do Chamanculo. Estão também em curso, na cidade de Maputo e na província de Maputo: as obras de construção de novas estações de captação e tratamento de água, na região de Corumana, no Sabié, para aumentar em 60.000 metros cúbicos por dia a capacidade da água produzida; a instalação de cerca de 100 quilómetros de conduta para transporte até ao centro distribuidor da Machava; a construção dos centros da Matola- -Gare, de Matlhamele, de Guava e de Marracuene. (Bernardo Álvaro)"
FONTE: CANALMOZ, JORNAL DE MOÇAMBIQUE

VANDÚZI, PROVINCIA DE MANICA, MOÇAMBIQUE PRODUÇÃO DE HORTICOLAS EXPORTADA PARA O REINO UNIDO E ÁFRICA DO SUL

A COMPANHIA de Vandúzi, uma unidade agro-industrial sediada na província de Manica, produz e exporta semanalmente 35 toneladas de hortícolas para o Reino Unido e África do Sul.
O facto foi anunciado há dias aos empresários nacionais e estrangeiros dos ramos agrário e pesqueiro que efectuaram uma visita àquela unidade agro-industrial vocacionada para a produção e exportação de “baby corn” (milho miúdo), piripiri, brócolos, soja de vagem, feijão verde e outros produtos de origem vegetal.
De acordo com explicações dadas aos visitantes, a unidade tem capacidade de processar 200 toneladas de hortícolas diversas por semana, mas a produção actual é de 35, projectando-se, a médio prazo, o incremento das áreas de produção para atingir os níveis instalados naquele empreendimento de agro-processamento.
Fundada em 2004, a Companhia de Vandúzi explora actualmente uma área de 1353 hectares, de um total de 2450 que constituem o seu potencial. O seu volume de produção situa-se na ordem de 800 toneladas por ano.
É das poucas empresas no país que operam o ano todo, com financiamento próprio, recorrendo, para o efeito, a tecnologias de mecanização e irrigação, empregando cerca de 200 trabalhadores.
De acordo com Augusto Jaime, director dos Assuntos Corporativos, a companhia exportou mais de um milhão e 500 mil quilogramas há duas campanhas, na sua maioria de “baby corn”, para o mercado inglês, que absorve e constitui o destino da maioria da produção desta unidade de capitais britânicos.
Para além de milho miúdo e piripiri, a Companhia de Vandúzi dedica-se, de forma sazonal e sobretudo no Inverno, à produção de abóbora miúda e fresca, feijão verde, maçaroca doce, ervilha e melancia.
Constitui um dos exemplos de produção que o país deve seguir para alavancar o seu desenvolvimento económico e social. Aliás, o Chefe do Estado moçambicano, Filipe Jacinto Nyusi, numa visita recente, considerou que a Companhia de Vandúzi, que faz de Manica uma referência no sector agrário, deve inspirar e constituir modelo paraprojectos de natureza agrícola a desenhar, para catapultar a agricultura no país e reduzir a dependência deimportações e incrementar as exportações nacionais.
VICTOR MACHIRICA"
FONTE: NOTICIAS, JORNAL DE MOÇAMBIQUE