sexta-feira, 30 de novembro de 2012

PORTO DE MAPUTO VISITADO POR MOL WISDOM, MAIOR PORTA CONTENTORES DO MUNDO

"PORTO de Maputo recebeu quinta-feira, pela primeira vez, o maior navio de contentores do mundo, o “Mol Wisdom” que passará a escalar regularmente o porto da capital do país proveniente da Ásia.
Maputo, Sábado, 1 de Dezembro de 2012:: Notícias .Com uma arqueação bruta de 39,814 toneladas, comprimento de 245 metros, calado de 11,63 metros e uma capacidade para o transporte de contentores de 2,992 TEU, este navio bem como o navio gémeo “Mol Bravery” passarão a escalar Maputo, em substituição de outros porta-contentores menores. A japonesa MOL, pioneira no serviço directo entre Moçambique e Ásia, mostra o quão está comprometida em servir o Porto de Maputo, apesar das adversidades económicas que afectam o comércio da Marinha a nível mundial." Fonte Jornal NOTICIAS.

MOÇAMBIQUE NOS TOP TEN DOS MELHORES DESTINOS TURISTICOS DO MUNDO

"Moçambique no 'Top Ten' dos melhores destinos turísticos do mundo
Ilha Matemo, Arquipêlágo das Quirimbas, norte de Moçambique
Moçambique integra um grupo dos 10 países do mundo considerados melhores destinos turísticos para 2013, de acordo com a escolha do Globe Spots, um guia de viagens internacionais para turistas.Na lista dos 10 melhores destinos turísticos, Moçambique figura na segunda posicao. A lista é liderada por Portugal e ao nível dos países africanos também integra o Ruanda e o Malawi. Outros países integrantes nessa lista são o Quirguistão, Panamá, Arménia, Cuba, Ucrânia e o Canadá.Para a sua escolha, o Globe Spots – que se afirma ser um grupo independente de viajantes apaixonados que gostam de partilhar os lugares do seu gosto – considera o critério temperatura, particularmente calor, pressuposto que se baseia em especulações e experiências de viagens.“Moçambique é um bom lugar para uma mudança de paisagem para quem esteja cansado de viagens safari nos países vizinhos. Com uma linha costeira de 2.500 quilómetros, pode-se encontrar algumas praias e tê-las quase sozinho”, indica o argumento sobre Moçambique.“Também não se pode perder de vista grandes ilhas, algumas das quais com uma história horrível do comércio de escravos”, acrescenta a fonte.Contudo, o Globe Spots refere que, apesar dessas praias e ilhas paradisíacas, a exploração desses recursos exige muito esforço e isso as vezes torna-se a parte difícil da viagem.“Provavelmente, as viagens longas e difíceis irão tornar-se fáceis com as boas maneiras e o bom humor dos moçambicanos, que também são uma boa razão para visitar o país”, indica o guia.(RM/AIM)"Fonte Rádio Moçambique.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

INVESTIMENTO EM MOÇAMBIQUE - 7 DE DEZEMBRO DE 2012, SEXTA-FEIRA, ASSOCIAÇÃO PORTUGAL MOÇAMBIQUE, PORTO, PARTICIPE.


PALESTRA/DEBATE  INVESTIMENTO EM MOÇAMBIQUE

07 de Dezembro de 2012 - SEDE DA APM

18:00 - Recepção dos participantes

18:20 - Sessão de Abertura - Dr. Felizardo Bouene - Presidente da APM

18:30 - Palestra/Debate sobre INVESTIMENTO EM MOÇAMBIQUE - Dr. Macedo Pinto

20:30 - Jantar com sabores típicos de Moçambique

A entrada na Palestra/Debate está sujeita a inscrição prévia, sendo as vagas

limitadas e mediante o pagamento de 35 Piri-Piri.

A inscrição poderá ser feita através dos seguintes números: 2222037876 (APM

das 14H00 às 18H00), 912611375 (Dr. Felizardo), 914906847 (Dr. Biltes). Por

e-mail:  espacomocambique@sapo.pt. Morada: largo Duque da Ribeira, 32/54, 4050 PORTO (entrada pela Mouzinho da Silveira pela escadaria abaixo do fontanário).

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

OSCAR MONTEIRO "DE TODOS SE FAZ UM PAÍS" , EDITOR ASSOCIAÇÃO DOS ESCRITORES MOÇAMBICANOS, LANÇAMENTO A 6 DE DEZEMBRO DE 2012 NO AUDITORIO DAS TDM EM MAPUTO

OSCAR MONTEIRO, MEMBRO DA FRELIMO, ANTIGO MINISTRO, PROFESSOR DE DIREITO, ESCRITOR, LANÇA NO DIA 6 DE DEZEMBRO DE 2012 NO AUDITÓRIO DAS TDM EM MAPUTO, "DE TODOS SE FAZ UM PAIS", 1ª EDIÇÃO NOVEMBRO 2012, EDITOR ASSOCIAÇÃO DOS ESCRITORES MOÇAMBICANOS.  A OBRA EM MAIS DE DUZENTOS PAGINAS EXPÕE NA PRIMEIRA PESSOA O PERCURSO DO AUTOR, COM EPISÓDIOS PASSADOS EM VÁRIAS REGIÕES DE MOÇAMBIQUE DESDE A SUA INFÂNCIA, JUVENTUDE EM PORTUGAL, NO PORTO RUA DO LIDADOR, ESPANHA, FRANÇA, ARGÉLIA, REVELAÇÕES INÉDITAS QUE PASSAM PELA LEITURA DA OBRA QUE SÓ HOJE TIVE ACESSO E FICA A SURPRESA..EÇA DE QUEIRÓS NÃO É ESQUECIDO.

VALE FUNDAÇÃO VALE - MOÇAMBIQUE EM CATEME MOATIZE TETE COMEÇA A ENTREGAR BICICLETAS À POPULAÇÃO

"Bicicletas da Vale para residentes de Cateme (Tete)
A Fundação Vale-Moçambique entrega quarta-feira, 5 de Dezembro, 100 bicicletas, de um total de 750, que serão distribuídas como meio de transporte alternativo para os residentes do Bairro de Cateme, província central de Tete. Trata-se do primeiro lote de bicicletas que irão beneficiar pessoas desta comunidade engajadas nos projectos da Fundação Vale. A oferta, segundo um comunicado da companhia Vale-Moçambique recebido pela AIM, destaca que a iniciativa enquadra-se num programa avaliado em cerca de 115 mil dólares que visa melhorar as condições de mobilidade das famílias reassentadas neste bairro. As restantes bicicletas serão distribuídas a partir de Janeiro de 2013 nas comunidades de Cateme e no Bairro 25 de Setembro, em Moatize. Joaquina Saranga, Directora Executiva da Fundação Vale, é citada como tendo dito que a Vale espera que “estas bicicletas auxiliem as famílias na deslocação às suas áreas de interesse como postos de trabalho, escolas, machambas entre outros”.Antes de receberem as bicicletas, os beneficiários passarão por um curso sobre prevenção de acidentes e técnicas de manutenção e reparação de bicicletas.A Fundação Vale tem como missão promover o bem-estar da sociedade e o desenvolvimento socioeconómico sustentável de Moçambique, através da cooperação com entidades públicas, privadas e comunidades. Em actividade desde o ano de 2011, a Fundação desenvolve programas e projectos nas áreas de educação, cultura, saúde, actividades económicas, saneamento básico e infra-estrutura social e ambiental.
(RM/AIM)" Fonte Rádio Moçambique.

NACALA NAMPULA MOÇAMBIQUE INVESTIDOS 1,7 BILIÕES DE DÓLARES NO CORREDOR DE NACALA

"Investidos 1,7 biliões de dólares no corredor de Nacala

Maputo, 28 Nov. (AIM) – As autoridades moçambicanas aprovaram projectos orçados em 1,2 bilião de dólares norte-americanos do sector privado que estão a ser implementados no Corredor de Nacala e mobilizaram 500 milhões para o sector público para a reabilitação da barragem, sistema de abastecimento de água, energia e telecomunicações, criando sete mil postos de trabalho. Danilo Nalá, director-geral do Gabinete das Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado (GAZEDA), é citado pelo jornal “Notícias”, como tendo dito que a promoção do desenvolvimento do Corredor de Nacala passa pela promoção de investimentos no sector da agricultura.O projecto do “Corredor de Nacala” abrange as províncias de Nampula, Niassa, Cabo Delgado, Zambézia e Tete e visa formular estratégias apropriadas para orientar o desenvolvimento e estimular investimentos na região. Nalá disse que a Estratégia de Desenvolvimento daquele corredor para o período (2013-2017), define como área central o investimento na agricultura para garantir a coexistência de grandes plantações e a agricultura de pequena escala, através do estabelecimento de um mecanismo de mútuo apoio.
“O transporte de mercadorias vai ser resolvido com três grandes projectos que estão a ser implementados na zona, designadamente, a construção do Aeroporto Internacional de Nacala, reabilitação do Porto de Nacala e a conclusão da reabilitação de estradas e ferrovias”, disse Nala.
As primeiras indicações dos estudos em curso, cujo conteúdo foi apresentado e debatido esta segunda-feira, em Maputo, referem que o Governo deve apoiar os pequenos agricultores para que possam tirar maior proveito da melhoria do acesso aos mercados e dos meios tecnológicos, através da cooperação com o crescente investimento estrangeiro no sector.O estudo atribui particular importância à operacionalização do sistema de transporte de mercadorias, um dos principais empecilhos do corredor, cujas soluções começam a ser implementadas. Os estudos recomendam ainda a pertinência de assegurar o fornecimento de energia eléctrica de qualidade para Nampula e Nacala, através da reabilitação de linhas de subestações da Electricidade de Moçambique.
A estratégia, que está a ser desenhada pelo Governo em parceria com a Agência Japonesa para o Desenvolvimento Internacional (JICA), há cerca de seis meses, recomenda ainda a adopção de uma abordagem integrada para atrair investimento do sector agrário, em resposta ao aumento da procura de vegetais frescos motivada pelos megaprojectos de pesquisa de hidrocarbonetos e exploração de carvão, em Cabo Delgado e Tete." Fonte PORTAL DO GOVERNO DE MOÇAMBIQUE.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

HCB HIDROELÉCTRICA DE CAHORA BASSA É UM INSTRUMENTO DE UNIDADE NACIONAL E DE REFORÇO DA MOÇAMBICANIDADE REFRIU O PRESIDENTE DA REPUBLICA ARMANDO GUEBUZA NA SUA VISITA AO ZUMBO

"Guebuza diz que HCB é instrumento de unidade de todos os moçambicanos
Zumbo, 27 Nov. (AIM) – O Presidente da República, Armando Guebuza, disse que a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) além de ser um empreendimento de todos os moçambicanos é um instrumento de unidade nacional e de reforço da moçambicanidade pelo seu contributo nesse sentido.
O estadista moçambicano falava segunda-feira no distrito de Zumbo, província central de Tete, que dista a 526 quilómetros da capital provincial, no comício popular que orientou no local por ocasião da visita inserida nas festividades do 5º aniversário da Reversão da HCB das mãos de Portugal para as autoridades moçambicanas. Na ocasião, marcada por descargas pluviométricas, Guebuza, que inaugurou três empreendimentos (o hospital distrital, uma rádio comunitária e um centro multimédia), afirmou que havia tempos em que os moçambicanos não podiam ter certas coisas, mas hoje já podem ter porque a HCB está ao serviço dos concidadãos. A HCB, segundo o presidente, foi para vários pontos das províncias de Manica, Sofala, Gaza, Inhambane até mesmo Nampula, Niassa e Cabo Delgado, no norte do país, por isso “dizemos que a HCB é de todos os moçambicanos e é um instrumento de unidade assim como de contributo para todos”. No entanto, o Chefe de Estado teve o cuidado de ressaltar que a HCB ainda não está em todo o país, porque para ela chegar a um determinado lugar são necessários meios para o transporte da corrente (torres e cabos eléctricos), cuja aquisição tem custos elevados. “A HCB não pode chegar a todo o país de um dia para o outro”, disse Guebuza, apontando que ela ainda está no Zumbo, mas que o distrito (o ponto extremo mais a oeste do país) "tem uma sorte impar porque ali está a HCB na forma do hospital" segunda-feira inaugurado, a rádio comunitária e do centro multimédia. “A HCB está entre nós e a prova disso é o que recebemos hoje”, disse o presidente, apelando aos vários beneficiários e residentes do distrito para fazerem um uso devido das infra-estruturas sociais construídas pela hidroeléctrica visando minorar o sofrimento das pessoas. O centro multimédia, em particular, vai ajudar sobremaneira os estudantes nas actividades de pesquisa de informação de valor didáctico-pedagógico recomendada pelos professores, que era até então difícil por não haver nenhuma oferta desses serviços a nível distrital.
A rádio comunitária é, na óptica dos residentes de Zumbo-sede, um dos serviços que fazia muita falta as comunidades sobretudo aquelas que estão no raio abrangido, dado que a difusão da informação vinha sendo assegurada pelos serviços noticiosos da vizinha Zâmbia, versando sobre conteúdos que em quase nada têm a ver com a sede dos residentes do distrito. Mas com a nova oferta de serviços radiofónicos, será, segundo os residentes, possível ouvir conteúdos e temas musicais nacionais, feito que constitui um valor acrescentado na educação das comunidades que há muito estavam a espera de coisa igual.Os serviços, segundo o presidente, vão contribuir em grande para a formação dos moçambicanos que têm de estudar e sair formados em várias áreas de extrema importância para o desenvolvimento do país como, por exemplo, a construção de estradas, pontes, engenharia eléctrica entre outras. Os residentes de Zumbo pediram ao presidente Guebuza uma unidade bancária no distrito, para poderem evitar o dispêndio das suas poupanças ou que os lucros que delas podem advir e evitar que sejam aproveitados pela Zâmbia, pois é onde recorrem para guardar o dinheiro conseguido nas actividades de geração de renda. A energia eléctrica que ilumina o distrito de Zumbo entra no país via Zâmbia, situação que inquieta os residentes que, na ocasião da visita do estadista moçambicano, pediram que a corrente que clareia o distrito seja da rede nacional, com vista a garantir que possam fazer uso e aproveitamento em acções de desenvolvimento pessoal e colectivo. Os residentes pediram, por outro lado, o alargamento do ensino para o pré-universitário (11ª e 12ª classes), porque quando os jovens do distrito terminam a 10ª classe não têm como dar continuidade, porque os pais ou encarregados de educação, em geral, não estão em condições de custear o seu envio à cidade de Tete, onde existe até o nível superior." Fonte PORTAL DO GOVERNO DE MOÇAMBIQUE.

PRODUÇÃO -LOGISTICA - MERCADO, PRIMEIRO MINISTRO ALBERTO VAQUINA, ANUNCIOU ESTAR EM CURSO PARA 2013/ 2020 UMA ESTRATÉGIA DESDE O PRODUTOR ATÉ AO CONSUMIDOR FLUINDO OS PRODUTOS DAS ZONAS EXCEDENTÁRIAS PARA AS DE CONSUMO

"Comercialização terá estratégia integrada - segundo Primeiro-Ministro


UMA estratégia integrada de comercialização agrícola para o período 2013/2020 está neste momento em processo de elaboração tendo em vista sustentar uma cadeia que vai desde o produtor até ao consumidor garantindo que os produtos possam fluir das zonas excedentárias para as de consumo.
Maputo, Terça-Feira, 27 de Novembro de 2012:: Notícias O facto foi anunciado pelo Primeiro-ministro, Alberto Vaquina, durante a sessão de perguntas ao Governo que tiveram lugar na quarta-feira no Parlamento.Segundo a visão do Governo, a comercialização assume uma importância estratégica em todo o ciclo de aumento da produção e produtividade ao estimular aos camponeses a buscarem melhores rendimentos e desta forma fazer face a pobreza.Conforme indicou, a referida estratégia tem como referencia o Plano Estratégico de Desenvolvimento do Sector Agrário e o Plano Quinquenal do governo 2010/2014.A referida estratégia prevê um conjunto de acções nos domínios das infra-estruturas de suporte da comercialização, promoção da agro-indústria, financiamento a comercialização agrícola e intervenção do estado na compra de excedentes.O plano prevê, igualmente, a promoção da descentralização e participação inclusiva na comercialização agrícola e promoção das exportações.É reconhecendo o papel da comercialização na luta contra a pobreza que o Governo aprovou, em Agosto de 2011, o plano de intervenção directa do estado na compra de excedentes das campanhas 2011 e 2012, através do Instituto de Cereais de Moçambique.O referido plano tinha em vista incentivar o aumento da produção agrícola, melhorar, dinamizar e desenvolver o processo de compra, escoamento, conservação e venda de cereais e outros produtos agrícolas, bem como realizar acções que visem garantir a segurança alimentar e gestão das reservas de comida.
Na óptica do Primeiro-ministro, a comercialização agrícola desempenha um papel importante na economia, constituindo a principal fonte de rendimento da população nas zonas rurais. É também um dos principais impulsionadores das ligações entre os camponeses e o mercado, contribuindo, assim, para a dinamização da relação económica e social entre as zonas rurais e urbanas.“A comercialização é parte da intervenção do Governo em toda a cadeia de valor que inclui, com a mesma importância, o agro-processamento”, disse.Segundo Vaquina, para além do agro-processamento industrial, estão em curso acções com vista a divulgação, nas comunidades, de técnicas domésticas de conservação de alimentos, com vista a melhoria da disponibilidade em quantidade e qualidade.Tendo em vista a criação de condições para o processamento de produtos agrícolas locais através de unidades industriais, estão em construção em Ulónguè, província de Tete, uma unidade de processamento de milho e ração, uma fábrica de arroz em Namacurra na Zambézia e outra de descaroçamento de algodão em Guro, em Manica. Todas elas deverão entrar em funcionamento no início do próximo ano.A expectativa do Governo é que a construção de silos também induza o surgimento de fábricas de agro-processamento de milho, arroz e outros cereais, uma vez que passará a haver localmente matéria-prima em quantidade suficiente." Fonte Jornal NOTICIAS.

JICA AGÊNCIA JAPONESA PARA A COOPERAÇÃO INTERNACIONAL EM PARCERIA COM O MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE MOÇAMBIQUE E GAZEDA APRESENTAM HOJE EM MAPUTO RELATÓRIO SOBRE PROJECTO DAS ESTRATÉGIAS DE DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO DO CORREDOR DE NACALA

"Avanços no projecto de desenvolvimento de Nacala


O MINISTÉRIO da Planificação e Desenvolvimento (MPD) e o Gabinete das Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado (GAZEDA), em parceria com a Agência Japonesa para a Cooperação Internacional (JICA), apresentam hoje, em Maputo, o relatório-progresso do Projecto das Estratégias de Desenvolvimento Económico do Corredor de Nacala. Maputo, Terça-Feira, 27 de Novembro de 2012:: Notícias .A reunião tem como objectivo proceder à apresentação e discussão do relatório-progresso do projecto das Estratégias de Desenvolvimento Económico do Corredor de Nacala. O evento visa formular estratégias apropriadas para orientar o desenvolvimento e estimular o investimento naquele corredor, cobrindo as províncias de Nampula, Niassa, Cabo Delgado e Tete. O Governo far-se-á representar pelo Ministro do Plano e Desenvolvimento."Fonte Jornal NOTICIAS.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

VALE MINERADORA BRASILEIRA EM TETE MOÇAMBIQUE EM PARCERIA COM A DIRECÇÃO PROVINCIAL DE AGRICULTURA PROMOVEM PRIMEIRA FEIRA AGROPECUARIA E NEGÓCIOS EM TETE

"Em TeteVale promove Primeira Feira Agropecuária e Negócios

A Vale Moçambique em parceria com a Direcção Provincial de Agricultura, lançam nesta semana em Tete, a Primeira Feira Agropecuária e Negócios, evento que contará com a presença de mais de 30 expositores da província que irão promover produtos e serviços e explorar possibilidades de realização de novos negócios.No âmbito da preparação da campanha agrícola 2012-2013, o evento que se realizará durante 3 dias, tem como objectivo promover melhor planificação da produção, do processamento e da comercialização de produtos através do uso de assistência técnica de qualidade. Ricardo Saad, Director da Vale Moçambique refere que com esta iniciativa "a Vale pretende adoptar um mecanismo eficaz em apoio aos planos do Governo e aprimorar o engajamento com as comunidades". Efectivamente, a Feira promoverá uma larga troca de experiências com todos os intervenientes da cadeia de valor abrangendo áreas como armazenagem e técnicas de conservação apropriadas, serviços de mecanização agrícola, o agro-processamento bem como o acesso aos serviços financeiros. Por seu turno, Abdul Adamo, responsável pelo Desenvolvimento Social da empresa, salientou que a Feira permitirá ainda promover e difundir boas práticas de produção através de visitas aos campos de produção da Fazenda Modelo, em Cateme. "Queremos com esta oportunidade partilhar
práticas já implementadas como a produção de hortícolas, sistema de irrigação gota a gota, produção em estufa, hidroponia, entre outros. De referir que na Fazenda Modelo, onde se desenvolvem as actividades agrícolas de empresa em Cateme, a Vale já iniciou a campanha agrícola junto com as comunidades, e em parceria com a Direcção Provincial de Agricultura, que apoia no fornecimento
de sementes e assistência técnica para culturas de milho e mapira, sendo responsabilidade da
Vale Moçambique a assistência no período de produção e comercialização.
Redacção"Fonte DIÁRIO DO PAÍS.

MEGA PROJECTOS QUE FUTURAMENTE SE PRETENDAM INSTALAR EM MOÇAMBIQUE TERÃO DE PAGAR IMPOSTO SOBRE OS RENDIMENTOS

"Futuros grandes projectos em Moçambique vão ter de pagar 32% de imposto sobre o rendimento
Mineiros-mozambique-perfuradoresOs novos projectos de exploração de recursos mineiros e petrolíferos em Moçambique vão ter menos incentivos do que os já em execução, anunciou quinta-feira na Assembleia da República em Maputo o primeiro-ministro moçambicano Alberto Vaquina.De acordo com o primeiro-ministro, citado pelo matutino estatal Notícias, de Maputo, os novos projectos passam obrigatoriamente a ter de pagar o Imposto sobre os Rendimentos de Pessoas Colectivas, cuja taxa é de 32%, enquanto até à data as empresas envolvidas tinham os seus rendimentos isentos de qualquer obrigação fiscal.Os únicos incentivos de que os grandes projectos beneficiam agora são os previstos na Lei 13/2007, de 27 de Junho e que apontam apenas a isenção, por um período de cinco anos, de direitos para a importação e utilização de camiões e outro tipo de maquinaria usada em pesquisas.Respondendo a perguntas dos deputados, Vaquina disse que os grandes projectos têm de passar a contribuir mais para as receitas do Estado e reafirmou que a alteração das condições fiscais acordadas com os projectos já em execução não pode ser feita de forma precipitada.“Antes de mais nada temos de verificar o enquadramento legal das alterações a efectuar e avaliar os possíveis impactos de tais medidas na imagem internacional de Moçambique, bem como nos esforços que o governo tem estado a levar a cabo para a criação de cada vez mais emprego”, disse o primeiro-ministro.
Leia também:
* Participação do Estado moçambicano nos projectos mineiros manter-se-a entre 5% e 20%
* Imagem de Moçambique não deve ser apenas de gás e carvão - diz economista

(rm/macauhub)"Fonte Rádio Moçambique.

PORTUGAL E MOÇAMBIQUE COOPERAM NA EDUCAÇÃO, AUGUSTO JONE MINISTRO DA EDUCAÇÃO DE MOÇAMBIQUE RECEBE JOÃO CASANOVA SECRETÁRIO DE ESTADO DE PORTUGAL

"Moçambique/Portugal: Governos cooperam no sector da educação
Portugal e Moçambique concordaram criar um grupo de trabalho conjunto para a cooperação no sector da educação, disse hoje (segunda-feira) à Lusa o secretário de Estado português do Ensino e da Administração Escolar."O objectivo é que, em função da organização de cada um dos sistemas educativos nos dois países, percebamos quais as áreas em que poderemos cooperar", disse João Casanova, falando em Maputo, à saída de uma audiência com o ministro moçambicano da Educação, Augusto Jone Luís.O responsável português adiantou que a parte moçambicana vai criar um grupo de trabalho para definir as áreas que considera prioritárias e quando esse balanço ficar concluído formar-se-á, então, o grupo de trabalho conjunto."Não queremos ficar apenas pelas intenções", declarou João Casanova, que hoje (segunda-feira) terminou uma visita oficial a Moçambique durante a qual participou nas celebrações dos 13 anos da Escola Portuguesa e manteve reuniões com vários responsáveis pelo sector." Fonte Rádio Moçambique.

ELECTRICIDADE EM MOÇAMBIQUE CHEGARA A TODOS OS DISTRITOS ATÉ 2014 E COM RECURSO A HCB


"Todas sedes distritais electrificadas até 2014


O GOVERNO prevê completar, com recurso à energia da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB,) a electrificação de todas as sedes distritais do país até 2014. Segundo o Ministro da Energia, Salvador Namburete, 109 sedes distritais já beneficiam da energia da rede nacional, faltando apenas dezanove por electrificar.Maputo, Segunda-Feira, 26 de Novembro de 2012:: Notícias O governante que falava recentemente em Maputo explicou que mais de seis milhões de moçambicanos beneficiam da energia de Cahora Bassa, enquanto outros três milhões usam energia de painéis solares.“Tudo isso é o resultado de um esforço gigantesco do Governo que elevou a taxa de acesso à electricidade para 38 por cento em 2012, contra apenas 7 por cento em 2004, colocando-se Moçambique acima da média da África Subsahariana, que é de 30.5 por cento”, disse.Salvador Namburete disse igualmente que em termos de ligações anuais, com 130.000 em 2011, o país posiciona-se em terceiro lugar no conjunto dos membros da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), numa classificação liderada pela África do Sul e com as Maurícias em segundo lugar.“O nosso país dispõe de recursos energéticos em quantidades expressivas, em termos de potencial hidroeléctrico, carvão, gás natural e fontes de energias renováveis, com uma capacidade instalada de 2.409MW”, disse. Questionado no Parlamento pelo Movimento Democrático de Moçambique (MDM), sobre o porquê da energia eléctrica estar cara e ser de má qualidade, sendo o país produtor, o ministro da Energia afirmou que a política tarifária no sector eléctrico prevê a aplicação de uma tarifa uniforme em todo o território nacional, com recurso ao subsídio cruzado, em que todos pagam o mesmo preço pela energia que consomem.“Os rendimentos da empresa Electricidade de Moçambique (EDM) nas zonas mais rentáveis são redistribuídos pelas zonas de menor rentabilidade, assegurando a electrificação simultânea de todo o país, para induzir um desenvolvimento mais integrado e equilibrado”, afirmou Namburete.O ministro que falava durante a recente sessão de respostas do Governo às perguntas da Assembleia da República, referiu ainda que o custo total do programa de melhoria da qualidade da energia em todo o país está estimado em mais de 2.7 biliões de dólares norte-americanos (cerca de 80 biliões de meticais), os quais são agravados anualmente em 12 milhões de dólares (360 milhões de meticais) pelo roubo e vandalismo dos equipamentos." Fonte Jornal NOTICIAS.

domingo, 25 de novembro de 2012

ARMANDO EMILIO GUEBUZA PRESIDENTE DE MOÇAMBIQUE VISITA TETE, SONGO E ZUMBO ESTÃO NA ROTA

AA TVM1 TELEVISÃO DE MOÇAMBIQUE ANUNCIOU NO SEU NOTICIÁRIO DAS 20H00M QUE O PRESIDENTE DA REPUBLICA DE MOÇAMBIQUE VISITA A PROVINCIA DE TETE, NOMEADAMENTE SONGO NO ÂMBITO DAS COMEMORAÇÕES DA REVERSÃO DE HCB E ZUMBO COM INAUGURAÇÃO DE UM HOSPITAL DISTRITAL.

ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES AFRICANOS DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE BRAGANÇA LIDERA CAMPEONATO NA 5ª JORNADA

"DESPORTO

A SEMANA

Estudantes africanos de Bragança criam equipa de futebol federado 25 Novembro 2012

Os estudantes africanos do Instituto Politécnico de Bragança, na sua grande maioria cabo-verdianos, criaram uma equipa de futebol que disputa a divisão de Honra da Distrital. A Associação de Estudantes Africanos do Instituto Politécnico de Bragança Futebol Clube entrou este ano e já está na liderança do campeonato na 5ª jornada.

Estudantes africanos de Bragança criam equipa de futebol federado
A equipa é constituída por 15 jogadores cabo-verdianos, que chegaram a Portugal para vencer nos estudos e agora também no futebol. Integram ainda o grupo um santomense e quatro portugueses porque, apesar de ser uma equipa de uma associação de estudantes, não quiseram passar a ideia de que estão fechados numa redoma.Mas foram os estudantes cabo-verdianos que tiveram a ideia de criar a primeira equipa federada de africanos que disputa a divisão de Honra da Distrital de Bragança. “Era um sonho aproveitar todo o pessoal que está em Bragança e que estava espalhado por vários clubes para constituir a nossa equipa”, revela Stênio Pereira.Em cinco jogos, a AEAB/IPB FC conseguiu quatro vitórias, concedeu uma derrota e a sua prestação já merece o respeito dos seus adversários. “Todos dizem que somos uma equipa forte a nível físico, com muito pulmão e capacidade para correr atrás da bola durante 90 minutos. Dificilmente vemos um companheiro nosso cansado ou a pedir substituição”, acrescenta.E todos os integrantes da AEAB/IPB FC são unânimes em admitir que o futebol também tem sido um modo de integração em Bragança, distrito que acolhe cerca de 200 estudantes cabo-verdianos, através de protocolos assinados entre o Instituto Politécnico e várias Câmaras Municipais de Cabo Verde.Em termos de apoio, contam com o Instituto Politécnico de Bragança PB que arca com as despesas ligadas à inscrição dos jogadores, equipamento, campo de jogos e treinos. Mas também recebem incentivos da Câmara de Bragança, Embaixada de Cabo Verde e de algumas empresas locais. A Federaçao Cabo-verdiana de Futebol também lhes apoiou com a burocracia para a legalização dos jogadores que jogam pela primeira vez em Portugal." Fonte Jornal A SEMANA DE CABO VERDE.

CABO VERDE GRANDE PROCURA DA PASSAGEM DO ANO PARA ESTE DESTINO

"ECONOMIA

A SEMANA :

Mais de 400 lugares vendidos para o Reveillon em Cabo Verde 25 Novembro 2012

A procura de turistas pelo destino Cabo Verde para as curtas férias de Natal e Fim-de-Ano começa a aquecer, com reservas sobretudo para as ilhas do Sal e Boa Vista. Esta demanda deixa adivinhar umas festas com boa taxa de ocupação nos hotéis do país, e destas duas ilhas turísticas em especial .

Mais de 400 lugares vendidos para o Reveillon em Cabo Verde
O operador turístico luso Solférias saiu na frente e já vendeu mais de 400 lugares nos programas que colocou no mercado, tendo esgotado um voo charter da Sata para a ilha da Boa Vista e os 140 lugares que tinha disponíveis no voo extra da TACV para o Sal.Para a ilha das dunas o operador encheu o voo charter, um avião A320 de 165 lugares que parte de Lisboa no dia 29 de Dezembro. Já nos programas para o fim de ano no Sal, os 140 lugares que tinha disponíveis já foram comprados num voo extra dos TACV, de 174 lugares, previsto para sair de Lisboa a 26 de Dezembro.O operador também já vendeu todos os lugares que tinha no mercado para o voo TACV para ilha do Sal com saída de Lisboa no dia 29 de Dezembro, num avião de 174 lugares que também está a ser comercializado por outros operadores turísticos portugueses.Os mais de 400 passageiros confirmados para o réveillon em Cabo Verde contabilizam ainda os lugares que o operador dispõe nos voos da TAP entre 28 e 31 de Dezembro" Fonte Jornal A SEMANA DE CABO VERDE.

sábado, 24 de novembro de 2012

PRIMEIRA DAMA DE MOÇAMBIQUE MARIA DA LUZ GUEBUZA VISITA PORTO E VILA NOVA DE GAIA; LUIS FILIPE MENESES CONSIDERA MOÇAMBIQUE PARCEIRO A PRIVELIGIAR POR PORTUGAL

"Moçambique parceiro incontornável de Portugal - Luís Filipe Meneses

MOMA, PROVINCIA DE NAMPULA MOÇAMBIQUE COM PRODUÇÃO AGRICOLA EM FRANCO CRESCIMENTO


"MOMA Produção agrícola supera 55 mil toneladas


O DISTRITO de Moma, a sul da província de Nampula, prevê o aumento da sua produção agrícola durante a presente campanha para mais de 355 mil toneladas de produtos diversos, onde se destacam as culturas alimentares como a do milho, mapira, arroz, mexoeira, mandioca, amendoim batata-doce e as de rendimento o gergelim e algodão, um crescimento que se espera atingir os cerca de 15 por cento em relação da safra do período homólogo anterior.Maputo, Sábado, 24 de Novembro de 2012:: Notícias Falando a margem da última sessão ordinária do governo provincial, o administrador do distrito, Araújo Chale Momade, disse que até ao último mês de Julho do ano em curso, Moma havia produzido 276 809.5 toneladas de diversos produtos num cumprimento da meta estabelecida em 77,9 por cento.Espera-se com aumento dos volumes de produção o distrito de Moma, não registe nenhuma bolsa de fome, garantido desde modo a segurança alimentar apesar de junto dos produtores haver reservas de produtos que poderão ficar nos seus celeiros até Março do próximo ano.O aumento da produção que se prevê registar durante a presente campanha de comercialização agrária, de acordo com a nossa fonte tem a ver com facto do incremento das áreas de cultivo que passou de pouco mais de 100 mil hectares para mais de 110 mil o que corresponde a um crescimento de 10 por cento de área preparada e semeada.Outro facto que contribuiu para o aumento da produção agrária, segundo Araújo Momade, resulta na potencialização da rede de extensão rural pública e de parceiros, nomeadamente organizações não governamentais que operam no sector agrário que passou para 16 extensionistas que se juntam a cinco supervisores que assistem pouco mais de dois mil produtores do sector familiar.“A rede de extensão pública coberta por apenas três extensionistas afectos aos postos administrativos de Chalaua e Moma-Sede, assistem pelo menos 862 produtores que prepararam a terra numa área de 3 367 hectares, onde semearam milho, arroz, amendoim, batata-doce, feijões, gergelim e hortícola diversa em diversas comunidades e povoados destes postos administrativos”, anotou Araújo Momade.Aponta-se ainda a introdução do uso da tracção animal que, pese embora, ainda não seja uma prática comum nos produtores locais, esta tecnologia está sendo usada e incentivada pelos técnicos extensionistas e assiste-se uma tendência de aumentar o seu uso. Alias, o distrito já conta com 108 cabeças de boi e 54 juntas para a tracção animal, algumas das quais foram distribuídas na localidade de Topuito, no âmbito da responsabilidade social da empresa Kenmare que explora areias pesadas naquela região.Num outro desenvolvimento, o administrador de Moma, referiu que com a parceria da ORAM, no âmbito do programa de apoio a delimitação e demarcação de terras comunitárias e promoção de uso sustentável dos recursos naturais foi feito um trabalho nos povoados de Jatone, Nampeia, Pilivili, Hori, Tororone e Nipanemi, no posto administrativo de Moma-Sede e nos de Mavuco, Nachiliua, Nanje, Nuli, Nikepa, Namijaia, Namagelo, Nivipo, Nono e Nochiua em Chalaua.Nestas comunidades há o registo da realização de 11 estudos de base em delimitação que abrangeu 339 pessoas, como forma de estabelecer indicadores mensuráveis de segurança de posse de terra e recursos naturais disponíveis e acessíveis as populações locais, assim como a protecção dos direitos dos grupos vulneráveis, a sua participação na administração da terra, o conhecimento sobre a lei da terra entre outros aspectos ligados a gestão dos solos aráveis.O administrador do distrito Moma, disse ainda que com o apoio da ORAM foram constituídos 11 comités de gestão de terra composto por nove elementos, envolvendo em 2 817 membros, na sua maioria mulheres que realizaram confrontação de limites em cinco comunidades que resultou na mediação de dois conflitos nos povoados de Nkhame e Nachiliua." Fonte Jornal NOTICIAS.

BCI , ACCIONISTA CGD CAIXA GERAL DE DEPOSITOS CONIDERA UMA BOA APOSTA EM MOÇAMBIQUE

"articipação no BCI satisfaz Caixa Geral de Depósitos


O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD) de Portugal, Faria de Oliveira, disse ontemoje à Lusa, em Maputo, que a instituição está "confortável" com a sua participação no moçambicano BCI e à altura de responder à procura de financiamento do sector empresarial local.Maputo, Sábado, 24 de Novembro de 2012:: Notícias Em declarações à margem da VII Conferência Anual da Associação dos Economistas de Moçambique (AMECON), na qual foi um dos principais oradores, Faria de Oliveira, afirmou que a CGD está apta para contribuir para a contínua necessidade de financiamento do empresariado moçambicano, no âmbito da sua presença no BCI."A CGD está confortável com a posição de controlo de 51 por cento no BCI e completamente preparada para realizar todos os esforços necessários para que o banco continue a crescer", afirmou o presidente do grupo financeiro português.A CGD, enfatizou Faria de Oliveira, quer consolidar a aposta que fez em Moçambique no passado, quando investiu num período "particularmente difícil para Moçambique"."Os bancos portugueses estarão na primeira linha de apoio às PME [Pequenas e Médias Empresas] e aos grandes projetos em sindicato financeiro com outros bancos", assinalou o presidente da CGD.Segundo Faria de Oliveira, a parceria com o também português BPI e os acionistas moçambicanos permitiu que o BCI registasse uma extraordinária evolução, cotando-se agora como um dos maiores bancos moçambicanos.O BCI é detido em 51 por cento pelo Grupo CGD, e no seu capital estão ainda o BPI (30 por cento) e o grupo moçambicano Insitec (18,2 por cento), cujo presidente, Celso Correia, foi eleito para o comité central da Frelimo, partido no poder, no último congresso, realizado em setembro.Os resultados do exercício da CGD até setembro reportam ganhos em Macau e Moçambique, mas insuficientes para impedir um balanço negativo da atividade internacional do grupo português, influenciado pelos prejuízos de 78,5 milhões de euros da operação em Espanha. A CGD obteve prejuízos de 130 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, penalizada por mais de mil milhões de euros em provisões e imparidades que teve de constituir, segundo divulgou o banco público no início do mês." Fonte Jornal NOTICIAS.

AMECOM ASSOCIAÇÃO MOÇAMBICANA DOS ECONOMISTAS VIII CONFERENCIA ANUAL DE ECONOMISTAS DE MOÇAMBIQUE REUNE EM MAPUTO


Expansão da banca continua um desafio - afirma Pinto de Abreu, vice-governador do BM


O vice-Governador do Banco de Moçambique (BM), António Pinto de Abreu reconheceu ontem que, não obstante os avanços positivos registados nos últimos 20 anos ao nível da bancarização da economia, existem ainda problemas sérios na expansão dos serviços. Maputo, Sábado, 24 de Novembro de 2012:: Notícias A VIII Conferência Anual de Economistas de Moçambique, foi aberta pelo Presidente da República, Armando Guebuza que elogiou a evolução temática qualitativa que se regista na Associação Moçambicana dos Economistas (AMECOM) no debate dos assuntos que marcam o desenvolvimento do país.O Chefe do Estado recordou, na ocasião, que no início o foco de análise económica era a dívida externa, o ajustamento estrutural e o equilíbrio macro-económico, aspectos essenciais, na época, para a vida económica do país. Esse debate evoluiu depois para temáticas como integração regional e para aspectos sectoriais da nossa economia, vencida que tinha sido a batalha da dívida externa. Hoje, a realidade leva-nos para novos patamares e exige de todos maior proactividade, inovação e iniciativa criadora para “continuarmos a executar programas assentes em estratégias que assegurem que o crescimento económico em Moçambique se consolide como inclusivo: em termos territoriais; em termos demográficos; e em termos de abrangência de uma diversificada gama de ramos de actividade económica”.A Conferência Anual da AMECOM tinha como tema principal “Desafios para o Crescimento e Desenvolvimento Económico de Moçambique”. Chamado para dissertar sobre o Sistema Financeiro Moçambicano, Pinto de Abreu referiu que hoje os serviços bancários nacionais registam ainda uma grande concentração ao nível das cidades, sendo a capital do país aquela que mais balcões continua a concentrar.Sem avançar, se essa concentração nas cidades é boa ou não para o estado actual da economia moçambicana, Abreu apontou como um dos grandes desafios da banca nacional a necessidade do rompimento daquilo a que chamou de ciclo informal que domina a economia.Pronunciando-se sobre o grande défice dos serviços de intermediação financeira em Moçambique, ele apontou que se se tomar em consideração as estatísticas eleitorais, como indicadores da população elegível à conta bancária pode se concluir que entre sete a dez milhões de moçambicanos estão para 478 balcões actualmente existentes.“Se formos às zonas rurais, encontramos que o número de cidadãos por balcão é de 100 mil moçambicanos, o que representa uma grande carência de intermediação financeira”, disse.Por seu turno, o Presidente da Associação Moçambicana dos Economistas, Joaquim Tobias Dai, destacou que um dos principais desafios que Moçambique enfrenta, é que para além de crescer, deve desenvolver-se e alcançar níveis satisfatórios de diversificação económica ou diversificação das suas fontes de riqueza.Argumentou que Moçambique tem uma forte vantagem comparativa relativamente aos países da região que é a sua posição geográfica na costa oriental do Índico. “A maior parte dos commodities produzidas na região são compradas pelos países da bacia do Índico. Assim, Moçambique pode também ser conhecido como o país da logística, com a comercialização e transformação destas matérias-primas”." Fonte Jornal NOTICIAS.

MADE IN MOZAMBIQUE, MAIS EMPRESAS CERTIFICADAS

"Quatro empresas recebem selo “Made in Mozambique”


O MINISTRO moçambicano da Indústria e Comércio, Armando Inroga, entregou recentemente, em Maputo, o Selo ″Made in Mozambique" a quatro empresas.Maputo, Sábado, 24 de Novembro de 2012:: Notícias .Tra-se das empresas Blue Water Marrine Services, Bom Garfo Catering e Organização de Eventos, Consultec Consultores Associados e Marabil Imobiliária e Serviços.Com a concessão do direito do uso do selo “Orgulho Moçambicano”, segundo a AIM, a estas quatro empresas, a família do selo orgulho nacional passa a ter 248 membros.Este selo serve para distinguir produtos e serviços que tenham conteúdo nacional relevante e produzidos respeitando a legislação vigente. Os requisitos necessários para a atribuição deste selo foram recentemente revistos. ″A revisão da base legal para o uso do selo Made in Mozambique teve como objectivo aperfeiçoar os critérios e procedimentos de avaliação da elegibilidade, bem com assegurar a sustentabilidade do programa Orgulho moçambicano″, explicou o ministro.Por sua vez, Orlando Mavie, representante das quatro empresas, disse que a recepção do selo foi um momento marcante na trajectória destas empresas genuinamente moçambicanas. ″Sentimo-nos felizes por termos assinado o Contrato de Concessão do direito de uso da marca pois já fazemos parte da família orgulhosamente moçambicana″, acrescentou.Esta cerimónia é a primeira desde que o governo tomou a iniciativa de rever o quadro legal de uso do selo "Made in Mozambique", o que significa que as quatro empresas se qualificaram para o uso da marca na base de novos critérios e procedimentos mais rígidos.A nova abordagem deste programa surge num contexto em que a economia moçambicana dá sinais de crescimento vigoroso, o que oferece confiança ao tecido empresarial nacional." Fonte Jornal NOTICIAS.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

NAGUIB, CAHORA BASSA, TETE, "O REGRESSO DE SANDOANA" E " MONUMENTO À LIBERDADE EM COMEMORAÇÃO DO V ANIVERSÁRIO DA REVERSÃO DA HCB", INAUGURAÇÃO DESTES FANTÁSTICOS MONUMENTOS DE ARTE MUNDIAL 27 DE NOVEMBRO 2012

23 DE NOVEMBRO 2012, SEXTA-FEIRA, MONUMENTOS A SEREM CONCLUIDOS COM A EXECUÇÃO DE NAGUIB, IMAGENS AINDA DE UM LINDA TARDE JUNTO À BARRAGEM DE CAHORA BASSA.
 
"Naguib

Pintor moçambicano, Elias Abdula Naguib nasceu em 1955, em Tete, Moçambique.
Engenheiro civil de formação, Naguib foi aluno de pintura do mestre José Carlos Pádua e iniciou a sua carreira, em 1977, numa exposição coletiva, em Maputo. Em 1986, realizou a sua primeira exposição individual, também na capital moçambicana, onde passou a residir. Pela qualidade dos seus trabalhos, tem vindo a adquirir grande prestígio a nível internacional. Em Moçambique, está representado no Museu Nacional de Arte (Maputo), na Assembleia Nacional e no palácio presidencial, assim como em coleções públicas e privadas de Portugal, Suécia, Suíça, Itália, Estados Unidos da América e Zimbabwe. Sócio-honorário do Aeroclube de Moçambique, Naguib oferece, todos os anos, à instituição trabalhos caricaturais sobre aeronáutica. Nas suas obras, predominam referências não à cultura moçambicana, através de espontaneidade, força e colorido de alguns dos seus quadros, como também aos períodos de guerra e de reconstrução do país, cujos dramatismo e tensão estão bem acentuados. Destacam-se os quadros "Quero Ser Tambor", baseado no poema de José Craveirinha, "Canções para Meditar", "Grito de Paz "e "Sementes de Amor" Fonte INFOPEDIA

VAQUINA PRIMEIRO MINISTRO DE MOÇAMBIQUE ANUNCIOU A CONSTRUÇÃO DE TRÊS FÁBRICAS DE PROCESSAMENTO DE CEREAIS EM TETE, MANICA E ZAMBÉZIA

"Processamento de produtos agrícolas: Novas fábricas nascem a partir do próximo ano


O Primeiro-ministro moçambicano, Alberto Vaquina, anunciou quarta-feira, em Maputo, a construção de três fábricas de processamento de cereais nas províncias de Tete, Manica e Zambézia com início em 2013.Maputo, Sexta-Feira, 23 de Novembro de 2012:: Notícias . Segundo Vaquina, o distrito de Ulóngue, na província central de Tete, vai acolher uma moageira de milho e uma fábrica de ração animal.Enquanto isso, o distrito de Namacurra, na província da Zambézia, deverá acolher uma fábrica de descasque de arroz e o distrito de Guro, na província central de Manica, uma fábrica de descaroçamento de algodão.Vaquina falava recentemente na Assembleia da República (AR), o parlamento moçambicano, em resposta a questões feitas ao Governo pelos deputados.Na ocasião, Vaquina explicou que a construção das fábricas também visa a indução do surgimento de fábricas de agro-processamento de milho e de outros cereais, uma vez que passará a haver localmente matéria-prima em quantidade suficiente.Aliás, disse o Primeiro-ministro, “está em implementação o plano de construção e reabilitação de silos e armazéns com a capacidade total de 189.000 toneladas até finais 2014, na perspectiva de aumentar a capacidade de armazenamento do país e também fazer face às necessidades de reservas físicas de cereais para a segurança alimentar, assim como garantir o aprovisionamento de matérias-primas para as agro-indústrias que forem instaladas”.Os referidos silos serão construídos nas províncias de Sofala, Tete, Zambézia, Nampula, Cabo Delgado e Niassa.Sobre a gestão de reservas alimentares, Vaquina disse que decorre a construção de “Celeiros tipo Gorongosa”, que permitem as famílias aprovisionar quantidades de cereais superiores a uma tonelada e meia, em boas condições de conservação e por intervalos de tempo superior a um ano.“É uma tecnologia acessível, cujos custos de construção estão perfeitamente ao alcance dos camponeses estando neste momento em construção de dezenas destes celeiros em províncias como Sofala e Tete”, referiu.AIM" Fonte Jornal NOTICIAS.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

MPANDA NKUWA NOVA BARRAGEM NO ZAMBEZE EM TETE MOÇAMBIQUE

"Vem aí a barragem de Boroma
Rio-ZambezeEstá projectada para finais do próximo ano ou princípios de 2014 início das obras de construção da barragem hidroeléctrica sobre o rio Zambeze, na região do Baixo Zambeze, no distrito de Changara, a cerca de 24 quilómetros a montante da cidade de Tete.Segundo o matutino Notícias, a futura barragem hidroeléctrica de Boroma situa-se concretamente na região do Baixo Zambeze, na localidade de Boroma, entre os distritos de Changara e Moatize e a zona a inundar abrange algumas extensões dos territórios de Moatize, Changara e Chiúta.A finalidade da construção do empreendimento hidroeléctrico de Boroma, segundo Paulo Murilo de Albuquerque da ATP- Moçambique Engenharia e Consultoria Lda, proponente do projecto, é a produção de energia eléctrica e a barragem será do tipo «fio-de–água» concebida para descarregar tanta água recebida da montante. «A implementação da actividade abarca a construção de uma barragem de terra, com face de concreto, com a extensão de 1.295 metros assente sobre aluvião» referiu a nossa fonte.A infra-estrutura, com uma capacidade de potência unitária de 52,5 MW, vai estar dotada de cinco unidades de geradores, accionados por turbinas bulbo e a central hidroeléctrica terá uma potência instalada de 210 MW com um descarregador constituído por 12 comportas para o controlo da vazão.A partir do local de implementação da barragem partirá uma linha de transporte de energia eléctrica, para interligar a produção de Boroma ao sistema da rede nacional de energia eléctrica, na Subestação de Matambo, a cerca de 40 km da barragem, sendo que, em caso de produção de excedente de energia, poderá ser considerada a sua exportação.Neste momento uma equipa de pessoal técnico constituído por técnicos do IMPACTO, MICOA e a ATP- Moçambique Engenharia e Consultoria, estão em Tete a trabalhar nas regiões visadas nos distritos de Moatize, Chiúta e Changara com as autoridades administrativas locais e as comunidades para a recolha de subsídios no âmbito de consulta pública.«Praticamente já temos todo o dossier sobre o projecto de impacto ambiental já concluído e quase que aprovado. Iniciamos no passado dia 20 de Novembro corrente, a fase de contactos com as comunidades locais para consultas públicas e recolha de depoimentos e só depois desta fase é que vamos entrar no processo de financiamentos da obra e lançamento do concurso para a empreitada. Tudo indica que vamos arrancar a obra em finais do próximo ano ou princípios de 2014» - disse Paulo Murilo, citado pelo Notícias.
ESTUDOS DE VIABILIDADE REALIZADOS
Zambezi Water BasinOs estudos da viabilidade para este projecto hidroeléctrico de Boroma foram realizados em conformidade com as orientações e procedimentos da Empresa Electricidade de Moçambique, (EDM), parceiro representante do Governo de Moçambique no empreendimento. A escolha do local para a implantação do eixo hidroeléctrico de Boroma resultou da análise de uma série de alternativas, sendo que o local situa-se sobre o leito do Rio Zambeze, a aproximadamente 24 quilómetros da cidade de Tete e a 47 quilómetros a jusante do eixo proposto para a barragem de Mphanda Nkuwa.Devido a capacidade de armazenamento ser relativamente baixa da albufeira de Boroma, será possível proceder ao seu enchimento em qualquer período húmido do ano de regime hidrológico médio, sem causar impacto significativo a jusante.«Considerando uma capacidade, no nível normal, da ordem de 400 milhões de metros cúbicos e uma vazão média diária libertada por Cahora-Bassa da ordem de 1600m3/s para jusante e, neste caso, o enchimento se daria em cerca de apenas sete dias» - precisou Paulo Murilo.O enchimento da albufeira deverá ocorrer logo após o término da construção e antes de se proceder a operação será realizada uma série de actividades preparatórias, que deverão incluir a desmatação na área da futura albufeira, bem como o reassentamento da população residente nas áreas abarcadas pelo lago artificial.Segundo Murilo, a operação é bastante sensível e deverá ser cautelosamente planeada, de modo a assegurar que sejam aplicadas todas as medidas de segurança que permitam garantir a prevenção de acidentes, que possam afectar trabalhadores ou mesmo pessoas não envolvidas nas obras.Estão previstos alojamentos a serem localizados em área próxima do estaleiro industrial e administrativo para atender ao efectivo da obra estimado em aproximadamente 1.700 homens no período de pico ou utilizando-se a cidade de Tete como dormitório parcial. Cerca de 80%2525 do efectivo previsto de mão-de-obra será recrutada localmente.«Há que se considerar a hipótese de aplicação de módulos termo acústicos adquiridos ou arrendados, o que pode se configurar como a solução economicamente viável, evitando que se construam residências e alojamentos para uso num pequeno intervalo de tempo» - disse a fonte.O valor de investimento da futura barragem hidroeléctrica de Boroma é avaliado em cerca de 563.553.000 dólares norte-americanos." Fonte Rádio Moçambique.

CABO VERDE PRESENTE NO "PORTUGAL EXPORTADOR 21", CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA DESDE 21 DE NOVEMBRO

 

"ECONOMIA

A SEMANA :

Cabo Verde marca presença no “Portugal Exportador” 21 Novembro 2012

Cabo Verde vai marcar presença esta quarta-feira, 21, através da sua Embaixada, no “Portugal Exportador”, uma iniciativa que permite às empresas aceder à informação e contactos para exportação. Trata-se de um evento destinado às empresas que querem dar os primeiros passos de internacionalização, mas também para aquelas que já têm experiência mas que pretendem alargar as suas capacidades de exportação.

Cabo Verde marca presença no “Portugal Exportador”
O “Portugal Exportador” terá como palco o Centro de Congressos de Lisboa e conta com a presença de câmaras de comércio bilaterais, embaixadas acreditadas em Portugal e as mais relevantes entidades públicas e privadas de apoio à internacionalização com quem os visitantes profissionais poderão marcar encontros personalizados.O certame contempla ainda workshops, cafés temáticos, consultoria, networks áreas, entrevistas com consultores da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), entre outras iniciativas.Tudo com o intuito de beneficiar de apoio de consultoria na área de mercados, como aceder a empréstimos e serviços de financiamento estruturado e a financiamentos para realizar estudos de viabilidade de investimentos nos países da África, Caraíbas e Pacífico (ACP)." FONTE JORNAL A SEMANA DE CABO VERDE.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

CAZAQUISTÃO MINEIRA ENRC ANUNCIA CONSTRUÇÃO DE UMA LINHA FÉRREA ENTRE TETE E NACALA PARA ESCOAR CARVÃO

"Mineira do Cazaquistão anuncia construção de nova ferrovia Tete-Nacala

terça-feira, 20 de novembro de 2012

CONSELHO DE MINISTROS DE MOÇAMBIQUE SESSÃO DE 20 DE NOVEMBRO DE 2012


"O Conselho de Ministros realizou, no dia 20 de Novembro de 2012, a sua 40.ª Sessão Ordinária.Nesta Sessão, o Governo apreciou e aprovou os seguintes diplomas legais:

 

 
- Proposta de Lei que altera o Texto da Pauta Aduaneira e as respectivas nstruções Preliminares, a submeter à Assembleia da República.A proposta visa responder às preocupações do sector agrícola, da saúde, nomeadamente, dos cidadãos portadores de deficiência, traduzida na plicação de taxa zero, na importação de reprodutores de raça pura, sementes, adubos, e certos equipamentos agrícolas, de cadeiras de roda, mesmo com motor ou outro mecanismo de propulsão, aparelhos rtopédicos ou para fracturas, próteses articulares e outro material afim, aparelhos para facilitar a audição dos surdos, estimuladores cardíacos, dentes artificiais, material de leitura para deficientes visuais, lentes de vidro para óculos e armações de plástico para óculos.
- Pretende-se, ainda, actualizar em 50%, a franquia dos viajantes,passando de 5.000,00Mt para 7.500.00Mt, e alargar o âmbito da plicação da Taxa de Serviços Aduaneiros (TSA).

- A Resolução que ratifica o Protocolo sobre Fontes e Actividades Baseadas em Terra da Região Oriental e Austral de África, a submeter à ssembleia da República.
Ainda nesta Sessão, o Governo apreciou e aprovou:

-  Decreto que aprova o Regulamento de Uniforme do Serviço Cívico de


Moçambique.
 
- Decreto que aprova o Regulamento da Lei nº 17/2012, de 14 de Agosto, que Estabelece os Princípios e Critérios para a Criação, Elevação e Transferência de Áreas nas Unidades Territoriais de Província, Distrito, Posto Administrativo, Localidade e Povoação.
O Conselho de Ministros apreciou ainda, as informações sobre:

- Desafios do Mercado Laboral em Moçambique;

- Termos de Referência para a Passagem da Semana Internacional de «uta contra a Corrupção;

- ponto da situação da IV Sessão do Forum de Consulta sobre Terras e
sobre a Produção, Comercialização e Processamento do Algodão Caroço
em Moçambique;


- VII Festival Nacional da Cultura;
- A preparação da Quadra Festiva." Fonte PORTAL DO GOVERNO DE MOÇAMBIQUE.



segunda-feira, 19 de novembro de 2012

CHIMANIMANI RESERVA NACIONAL EM MANICA DISTRITO DE SUSSUNDENGA MOÇAMBIQUE

PREPARA EPOCA FESTIVA ESTE PARQUE NATURAL COM PINTURAS RUPESTRES EM MOÇAMBIQUE A 80 KM DO CHIMOIO COM UM DOS MAIORES MONTES DE AFRICA O MONTE BINDA. HÁ QUE VISITÁ-LO, DADO EM DESTAQUE HOJE NO NOTICIARIO DA TVM1 TELEVISÃO DE MOÇAMBIQUE E A SUA DIRECTORA DO PARQUE E RESERVA NATURAL CANDIDA LUCAS NA SEQUENCIA DA SUA ENTREVISTA.FAUNA E FLORA NATURAL A RESERVA DE CHIMANIMANI.

domingo, 18 de novembro de 2012

WIMBE PRAIA PEMBA CABO DELGADO MOÇAMBIQUE

DOMINGO, 18 DE NOVEMBRO, 2012, chegar ao aeroporto de Pemba, ir até ao PEMBA BEACH HOTEL, em boa companhia com o Sr Dadi Taxista eficiente e simpático, ver a PRAIA DE WIMBE, almoçar no DAUPHIN, ser bem recebido e gente muita gente desfrutando o vento no calor abrasador com a praia, a Laurentina, 2M e Manica a chamarem, BOM DOMINGO PARA TODOS!

LIBERALIZAÇÃO DO ESPAÇO AÉREO EM MOÇAMBIQUE

"oçambique liberaliza espaço aéreo
Lam-aviao-espaco-aereoO Governo moçambicano declarou sexta-feira que o espaço aéreo nacional está liberalizado e convida a todos os interessados a investirem no sector a explorar o mercado nacional.A declaração foi em Maputo pelo Ministro dos Transportes e Comunicações, Paulo Zucula, em reacção as vozes que repetidas vezes afirmam que o país precisa de liberalizar o espaço aéreo para que mais companhias nacionais possam operar.

“Tenho ouvido dizer que precisamos liberalizar o espaço aéreo para que mais companhias nacionais possam operar, mas saibam que o espaço aéreo está livre, venham investir, venham voar”, disse o ministro.

O titular da pasta dos transportes discursava na cerimónia de baptismo de duas aeronaves da companhia Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), que detém monopólio no mercado doméstico.

Zucula acrescentou que “quero aproveitar esta ocasião para encorajra a todas as companhias aéreas nacionais a sentirem-se incentivadas a participar activamente no desenvolvimento da economia nacional em geral e no desenvolvimento do turismo em particular”.

As reclamações relacionadas com o espaço aéreo apresentadas, sobretudo, pelo sector privado nacional, não tem a ver com a liberalização em si, mas sim com a burocracia excessiva a volta do processo de aquisição de licenças para operar.

Em Junho último, num encontro havido com o Governo representado pelo ex-Primeiro Ministro, Aires Ali, a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) disse que o elevado número de procedimentos para obter licenças torna proibitiva a entrada de agentes interessados em operar no espaço aéreo nacional.

Tal deve-se ao facto de, para além do tempo de espera de despacho dos requerimentos, ser necessário passar-se por um outro período de espera para a obtenção de autorização do Ministério da Defesa Nacional.

Na altura, a CTA disse categoricamente que o empresariado está insatisfeito com a actuação do Instituto de Aviação Civil de Moçambique (IACM).

“O actual desempenho do IACM permanece aquém das expectativas dos operadores aéreos nacionais e internacionais. Tal deve-se ao facto de os quadros de chefia não estarem aptos a liderarem a instituição”, lê-se num documento sobre as prioridades de reformas propostas pela CTA apresenta ao Governo na altura.

Assim, os empresários consideram que o mercado do transporte aéreo em Moçambique não é muito fácil, sobretudo para investidores nacionais e se a LAM resiste é mais porque conta com recursos públicos.

O Presidente do Conselho de Administração (PCA) da LAM, Teodoro Waty, numa clara contradição ao discurso do ministro disse, na ocasião, que “alguns, felizmente poucos, pensam que bastaria abrir o espaço aéreo que teríamos muitos aviões com voos mais baratos. A estes poucos não basta recomendar que consultem um oftalmologista”.

Waty, que também é deputado da Assembleia da República (AR), o parlamento moçambicano, disse que a LAM está em boa condição financeira, que há provas de vitalidade da companhia e que tal se deve as “boas decisões do Governo”.

No mesmo discurso, Waty reagiu ao banimento da LAM de voar para o espaço aéreo europeu, uma situação que se verifica há sensivelmente dois anos.

Em Abril último, a Comissão Europeia actualizou a sua lista negra de transportadoras aéreas, onde mantém a LAM e outras 12 companhias moçambicanas proibidas de voar para Europa.

A Comissão Europeia não avançou as razões para manter as companhias aéreas moçambicanas na lista negra, frisando que a proibição abrange todas as transportadoras aéreas certificadas pelas autoridades da República de Moçambique responsáveis pela supervisão regulamentar.

Em 2011, ano que veio a primeira notícia do banimento da LAM, o argumento da Comissão Europeia foi a sua preocupação relativamente a segurança das operações das transportadoras licenciadas no país, tendo também solicitado ao governo esclarecimentos sobre as acções empreendidas para corrigir a situação.

A decisão da Comissão Europeia foi baseada nos resultados de uma auditoria realizada em Janeiro de 2010 pela Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO), que detectou várias irregularidades no cumprimento de alguns requisitos no processo de certificação de operadores aéreos, regulamentação aeronáutica, capacitação técnica e institucional.

“Pensou-se que cortando as asas que nos alongava para novos e certos destinos para alcançar a Europa seria um golpe de misericórdia para Moçambique continuar a manter a sua companhia de bandeira viável. Enganaram-se. Aqui estamos, com mais investimentos e podendo exibir os certificados passados pela IATA (Associação Internacional de Transportes Aéreos) e ICAO emitidos em 2010, renovados em 2011 e 2012”, defendeu Waty.

“O nosso orgulho e auto-estima fazem-nos acreditar que manteremos estes certificados, o que se pode ter de melhor na companhia de aviação” sublinhou, acrescentando que “quem para ir a Beira precisa primeiro passar por Joanesburgo só demonstra que não tem respeito pelas finanças da sua instituição, seja ela empresa ou governo”.

Moçambique conta actualmente com 13 transportadoras aéreas certificadas pelas autoridades nacionais. Elas são: a LAM, Mozambique Express (Mex), Trans Airways/Kaya Airlines, Helicópteros Capital, CFA Mozambique, Unique Air Charter, Aerovis?o de Mozambique, Safari Air, ETA Air Charter Lda, Emílio Air Charter Lda, CFM-TTA Sa, Aero-Servicos Sarl e VR Cropsprayers Lda.

Entretanto, a maior parte destas companhias efectuam voos charters de Joanesburgo para vários destinos turísticos de Moçambique, com destaque para o arquipélago de Bazaruto, na província meridional de Inhambane, e das Quirimbas, em Cabo Delgado, no norte do país.

Geralmente, os voos charters são alugados ou fretados por uma determinada empresa para fins de turismo.

Para além da LAM, a Kaya Airlines efectua alguns voos domésticos, na Rota Maputo-Beira, Maputo-Vilankulo, Maputo-Tete e Maputo-Nampula." FONTE RADIO MOÇAMBIQUE