terça-feira, 11 de dezembro de 2012

ACIANA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL, INDUSTRIAL E AGRICOLA DE NAMPULA, GOVERNO DA PROVINCIA DE NAMPULA DEFENDE A FORTIFICAÇÃO DO ASSOCIATIVISMO

"ACIANA convidada a reforçar associativismo


O governo da província de Nampula defende a fortificação do associativismo, não somente no seio das comunidades rurais como também no empresariado local, com vista à promoção do desenvolvimento social, económico, político e cultural. Maputo, Terça-Feira, 11 de Dezembro de 2012:: Notícias O posicionamento foi manifestado, recentemente, pelo director dos Recursos Minerais e Energia a nível daquela província, Moisés Paulino, em representação da governadora Cidália Chaúque, numa reunião da Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Nampula (ACIANA). Moisés Paulino acrescentou que desde a criação da ACIANA, em 1991, tem vindo igualmente a constituir um ponto de encontro e diálogo entre o sector privado e público, facto que faz com que haja um ambiente salutar para o desenvolvimento das suas actividades. “Reiteramos a necessidade do fortalecimento do associativismo na nossa província, de forma a promovermos o desenvolvimento social, económico, político e cultural. Gostaríamos que a ACIANA continuasse a promover o diálogo. Do lado do Governo, continuaremos a fazer o que temos feito com vista a incentivar o associativismo”, disse Moisés Paulino. Ainda de acordo com o director provincial dos Recursos Minerais e Energia em Nampula, a fortificação do associativismo deverá compreender também a formação dos associados, tanto é que com o surgimento de grandes projectos de exploração de recursos naturais, por exemplo, exige-se mão-de-obra qualificada. Gabir Ibrahimo, presidente do conselho directivo da ACIANA, depois de concordar com as palavras do director, destacou que um dos grandes desafios da sua associação é a institucionalização, próximo ano, do diálogo público-privado, na perspectiva de promover um ambiente de negócio cada vez mais salutar em Nampula.
Acrescentou que Moçambique vive um momento ímpar e atractivo para investimentos, devido às várias descobertas de recursos energéticos, minerais e dos incentivos fiscais que exigem a formação e capacitação da massa laboral para integrar ou ser empregue nos megaprojectos existentes no país.
“Nesse sentido, entendemos que, de um modo geral, os megaprojectos que se instalam em Moçambique, em parceria com o sector privado nacional, têm uma especial obrigação de contribuírem para a formação dos trabalhadores moçambicanos para que os possam servir”, anotou Gabir Ibrahimo. Para o presidente do conselho directivo da ACIANA, os novos paradigmas de crescimento económico colocam outros desafios na competitividade empresarial, como base para o sucesso, o que significa que sem crescimento das empresas será difícil alcançar o crescimento económico." FONTE JORNAL NOTICIAS. 

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