terça-feira, 31 de agosto de 2010

GORONGOSA , PROVINCIA DE SOFALA, 11 - SAFARI FOTOGRÁFICO

Agosto, 2010, A graciosidade deste antílope na mata da Gorongosa.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

TETE - 15 - PÔR - DO - SOL

30 de Agosto de 2010, Pôr - do -sol, Tete, Aeroporto do Chingódzi.

GORONGOSA , PROVINCIA DE SOFALA, 10 - SAFARI FOTOGRÁFICO

Agosto, 2010, O Rei Leão e a Rainha Leõa, já podem ser vistos na sua pacata vida no Parque Nacional da Gorongosa.

MOÇAMBIQUE - FACIM - 3 - "NA FACIM: SOFALA VAI EXIBIR NOVOS PRODUTOS"

"Na Facim: Sofala vai exibir novos produtos

A PARTICIPAÇÃO da província de Sofala na Feira Internacional de Maputo (FACIM), que decorre de hoje a 5 de Setembro próximo, será marcada por novas exibições. Assim, os visitantes poderão ver nos pavilhões reservados a esta província produtos da fábrica de licores, que vai mostrar diferentes sabores de refrigerantes e pela primeira vez também serão exibidos arroz de Búzi, ananás de Muxúnguè, guano de Estaquinha e produtos da Cooperativa de Gado Leiteiro da Beira como leite e iogurte. Todos estes produtos vão juntar-se ao tradicional camarão do banco de Sofala. Ao todo, Sofala vai levar uma tonelada de produtos diversos.Maputo, Segunda-Feira, 30 de Agosto de 2010:: Notícias Entre outras presenças de vulto da província de Sofala na FACIM, mas já habituais, destacam-se o Parque Nacional da Gorongosa e a Cornelder de Moçambique, entidade gestora do Porto da Beira que constitui a única saída ao mar dos países do “hinterland” como Zimbabwe, Malawi e Zâmbia. Por outro lado, serão apresentadas actividades ligadas às potencialidades da região no que tange à agropecuária, indústria e serviços para interessar os investidores a apostarem na região, sendo que toda a informação sobre as potencialidades daquela província será apresentada num vídeo de cerca de 20 minutos a ser exibido no dia 3 de Setembro.Tudo isto acontece numa altura em que a província de Sofala se prepara para lançar o seu plano estratégico de desenvolvimento previsto para até ao fim deste ano, sendo que a oportunidade vai servir de pré-mobilização dos investidores.
A informação a ser passada em revista inclui a área disponível para a produção agrícola, regadios existentes e a forma de organização dos próprios camponeses.No entender do presidente da Associação Comercial da Beira (ACB), Prakash Prehlad, desta vez a província de Sofala vai participar na FACIM com algum peso, destacando-se as indústrias de empacotamento e embalagens que através do Instituto de Pequenas e Médias Empresas (IPME) se espera venha a atrair investimento e suprir lacunas que existem nesta área.
Segundo ele, o grande atractivo de Sofala, além do Parque Nacional da Gorongosa, será a possibilidade de se projectar o Porto da Beira para que seja mais utilizável a nível da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC). Trata-se de uma oportunidade não só de mostrar as potencialidades da província de Sofala, mas também de atrair algumas parcerias de forma a aumentar as capacidades, tanto institucionais como empresariais, esperando-se, acima de tudo, ganhos económicos. Ficámos a saber que esta organização empresarial da Beira vai assinar na FACIM um acordo de entendimento com o IPME de Moçambique que visa essencialmente a troca de serviços e informações, sobretudo na gestão de parcerias na atracção de mais investimentos para Sofala.“Vamos usar toda a nossa criatividade para ver se conseguimos ter um stand melhor ornamentado e com maior diversidade de produtos, informação e presença de um oficial de qualidade para tentarmos superar os outros”.No ano passado, as exportações da província de Sofala renderam cerca de 115 milhões de dólares, destacando-se o camarão entre 40 e 50 milhões com mercados preferenciais na Ásia, Europa e na República da África do Sul.
HORÁCIO JOÃO"

MOÇAMBIQUE - OS TRANSPORTES SÃO DETERMINANTES - 3 - PORTO DE NACALA

"Porto de Nacala entra na logística da Zâmbia

O CORREDOR de Desenvolvimento do Norte está, desde sexta-feira, ligado à Zâmbia, com a inauguração de um troço de 27 quilómetros de linha-férrea entre Mitsinje, no Malawi, e Chibatam, no território zambiano. A cerimónia foi testemunhada pelos presidentes da Zâmbia e do Malawi, Rupia Banda e Bingu Wa Mutharika, respectivamente, e pelo ministro dos Transportes e Comunicações de Moçambique, Paulo Zucula, em representação do Chefe do Estado moçambicano.Maputo, Segunda-Feira, 30 de Agosto de 2010:: Notícias Há já compromissos para mercadorias como algodão tabaco, no sentido descendente-Chipata/Nacala-e no sentido inverso de fertilizantes e combustíveis. A ligação ao mar, por esta via, encurta-se para a Zâmbia em cerca de 600 quilómetros. No entanto, haverá que investir em equipamentos, já que a nível da ferrovia há um forte cometimento das autoridades malawianas em melhorar o estado da via.
O ponto mais alto da cerimónia de inauguração da linha consistiu numa viagem de comboio com os presidentes, altos dignitários dos governos da Zâmbia e do Malawi, e da delegação moçambicana, a bordo.
Na ocasião, foi assinado um protocolo de entendimento, tendo como signatários os ministros dos transportes de Moçambique, do Malawi e da Zâmbia, no âmbito da iniciativa do Corredor de Nacala, que envolve os três países, naquilo que constituiu o acto mais importante desta iniciativa regional.Foi igualmente assinado um acordo comercial entre a Zambia Railways e o CEAR-Central East Africa Railways, ao abrigo do qual a operação do troço ferroviário na Zâmbia será feita com equipamento do Malawi e pessoal da empresa ferroviária. A estrutura accionista do CEAR, pertence integralmente a empresas moçambicanas, naquilo que constitui o maior investimento realizado fora do país a nível de infra-estruturas de transportes.
Na cerimónia, o presidente Ruphia Banda homenageou o presidente Kaunda, visionário desta ligação, e enfatizou a sua importância económica para o seu país, afirmando que toda a construção deste troço, interrompida em 1982 e retomada pelo seu Governo, há cerca de dois anos, foi feita com fundos próprios.
Frisou que o passo seguinte será a construção de uma terminal seca em Chipata, convidando o sector privado a participar no investimento. Por seu turno, o presidente Bingu wa Mutharika traçou o historial e disse que a ligação acabada de inaugurar constituía a prova das boas relações entre os países.Enquanto isso, o ministro Paulo Zucula reafirmou a política de Moçambique relativa ao trânsito de mercadorias, bem como o empenho do Governo na melhoria de infra-estruturas, classificando o evento de histórico para a integração regional.Contactado pelo “Notícias”, Fernando Amado Couto, administrador-delegado do CDN e coordenador do corredor, que esteve em Chipata, mostrou-se optimista nas suas palavras. “O facto de o investimento realizado na parte zambiana ter sido feito integralmente com recursos do Governo da Zâmbia, a presença política nesta cerimónia, traduz bem a importância económica que esta ligação representa. Encurta distâncias entre a província Este da Zâmbia e Nacala e liga-a directamente ao mercado internacional. Este é um exemplo concreto da cooperação regional a nível da SADC”.Sobre o significado comercial desta ligação, Couto disse que foi já estabelecido um acordo comercial com um representante em Chipata, que deve fazer o marketing das cargas. “Não prevemos o transporte de passageiros a curto prazo”. O Corredor de Nacala cresceu 27 quilómetros, passando a integrar mais um país e a envolver três administrações ferroviárias que, aliadas ao porto, constitui caso único na sadc e um dos projectos topo a nível do mundo."

MOÇAMBIQUE - FACIM - 2 - "HOMENS DE NEGÓCIOS HOJE NA FACIM 2010"

"Homens de negócios hoje na FACIM 2010

ABRE a meio desta tarde a quadragésima sexta edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM 2010), em cerimónia a ser dirigida pelo Presidente da República, Armando Guebuza. Constituindo uma ocasião para o intercâmbio empresarial entre homens de negócios, o evento junta expositores de 14 países, 32 empresas estrangeiras, 201 empresas nacionais, totalizando mais de 489 expositores.Maputo, Segunda-Feira, 30 de Agosto de 2010:: Notícias Dados da organização do evento, que terá como palco o habitual espaço na baixa da cidade de Maputo, indicam que este ano denota uma considerável presença da região, sendo que dos 14 países presentes, metade são da Comunidade de Desenvolvimento da Africa Austral (SADC). Entre esses países figuram a África do Sul, Tanzania, Malawi, Zimbabwe, Suazilândia, Zâmbia e Botswana. Vão participar também oficialmente Portugal, Espanha, Itália, Brasil, a região autónoma de Macau, Indonésia e o Quénia.Desde o último sábado até ao meio da tarde de ontem o recinto da feira registava um movimento intenso de pessoas, próprio dos últimos dias de preparativos de uma feira desta dimensão. Por um lado, os expositores a correrem em contra relógio nos derradeiros arranjos dos seus stands e, por outro, a organização a fazer de tudo para que nada falhe, particularmente na cerimónia de abertura, tendo em conta a presença do Chefe do Estado.Num breve contacto com a nossa Reportagem, o Presidente do Instituto para a Promoção das Exportações (IPEX), João Macaringue, garantiu que está tudo a postos para a abertura deste certame anual que se vem tornando referência, sobretudo a nível da SADC, desde os meados da década de 1960.A avaliar pelo nível de participação dos agentes económicos, quer nacionais, quer estrangeiros, Macaringue mostrou-se optimista quanto ao alcance dos objectivos da feira, nomeadamente a promoção dos produtos e serviços das empresas moçambicanas e o consequente aumento do volume de vendas, particularmente para exportação.A expectativa da organização é que a quadragésima sexta edição da FACIM seja visitada por mais de 50 mil pessoas.Segundo ainda a programação avançada pela organização, hoje, primeiro dia, será comemorado o Dia do Exportador, uma cerimónia que contará com a presença do Chefe do Estado, na qual serão premiadas algumas empresas que se notabilizaram nas exportações ao longo do exercício económico de 2009.Portugal é o país estrangeiro que mais espaço vai ocupar na feira, ao reservar cerca de 864 metros quadrados, seguido da República da África do Sul e da Itália, com 457 e 360 metros quadrados, respectivamente."

domingo, 29 de agosto de 2010

TETE - 15 - MATEMA - PALMEIRA EM VIVENDA

Agosto, 2010, Esta maravilhosa palmeira de jardim que bem fica na Vivenda do Casal Ferreira na Matema, margem esquerda do Zambeze e bem próxima do Aeroporto do Chingódzi.

sábado, 28 de agosto de 2010

TETE - 14 - A NOVA PONTE DO ZAMBEZE EM TETE, MPADWE BENGA MPADWE, È JÀ UMA REALIDADE!

28 de Agosto de 2010, Sábado, as obras em curso da nova ponte que tanto se anseia.Para quem não saiba é nos arredores da cidade a caminho da estrada Tete Songo/ Changara/Beira.

TETE - 13 - A NOVA PONTE DO ZAMBEZE EM TETE, MPADWE BENGA MPADWE, È JÀ UMA REALIDADE!

28 de Agosto de 2010, as obras já em curso da nova ponte de Tete.

TETE - 12 - BRASILEIROS DIVERTEM-SE ESTA TARDE NO SNACK BAR ETHEPO

Esta tarde de Sábado, 28 de Agosto de 2010, aqui em Tete, dezenas de brasileiros, moçambicanos e portugueses, quiçá CIMEIRA CULTURAL DA CPLP EM TETE, em amena cavaqueira, cantam ouvem música, em cordial, são e divertido ambiente. TETE, hoje é assim.Venha daí se tiver dúvidas, mas claro convém que esteja por perto para não chegar no fim.Um aniversário é a razão fundamental deste encontro,PARABÉNS AO ANIVERSARIANTE brasileiro que em Tete nos prendou com o seu aniversário!

TETE - 11 - SNACK BAR ETHEPO - ENCONTRO CULTURAL MÚSICA E POESIA - JUVENTUDE EM MOVIMENTO!

Prevê - se a realização de um EVENTO CULTURAL DE JOVENS -  MÚSICA E POESIA, no Snack Bar Ethepo pelas 18h30m, dia 2 Setembro 2010, Quinta-feira, é uma iniciativa a não perder em Tete.

GORONGOSA , PROVINCIA DE SOFALA, 9 - SAFARI FOTOGRÁFICO

Agosto, 2010, "Obelix,Obelix, nada de brincadeiras", estará este facocero a pensar!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

PORTUGAL E MOÇAMBIQUE - 6 - Portugal é o País estrangeiro com maior representação na FACIM.

Facim: quase 100 empresas portuguesas à procura de negócios em Moçambique

27/08/2010 Quase uma centena de empresas de capital português vão estar na Feira Internacional de Maputo (FACIM) a partir de segunda-feira, no certame empresarial em Moçambique que junta 14 países.
Portugal é o país mais representado na maior exposição empresarial e comercial do país, a seguir a Moçambique (com 489 expositores), ocupando um pavilhão de 850 metros e tendo ainda mais 41 empresas portuguesas ou de capitais portugueses fora do pavilhão. No ano passado, contaram-se 90 presenças nacionais portuguesas, chegando este ano às 95, como explicou esta sexta-feira à agência Lusa o director do escritório da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal em Maputo, Fernando Carvalho. Cerca de 60% das empresas presentes vêm de Portugal, «em busca de oportunidades de negócio» e as restantes já operam em Moçambique. E vêm das mais variadas áreas: equipamentos de som, ambiente, energia, construção civil, informática ou saúde, às quais se juntam as associações empresariais de Leiria, Santarém, Aveiro, bem como a Associação Nacional de Empresas de Metalurgia e Metalomecânica.
«A FACIM, como o único evento de dimensão significativa em termos empresariais, é um momento para reafirmar a presença portuguesa aqui, mostrar que estamos em força, e também uma oportunidade para as empresas portuguesas que têm o mercado moçambicano como objectivo virem aqui mostrar-se e terem contactos com a realidade», defendeu o representante do AICEP. Daí que esta feira seja considerada o «momento certo» para «estabelecer relações comerciais» e «encontrar parcerias». Uma oportunidade também para pequenas e médias empresas. Portugal foi o maior investidor em Moçambique no primeiro semestre deste ano, com 58,9 milhões de dólares (46,3 milhões de euros), à frente da Itália, Espanha, China e África do Sul. A 46ª edição do certame decorre de 30 de Agosto a 5 de Setembro. " Fonte Radio Moçambique.

GORONGOSA , PROVINCIA DE SOFALA, 8 - SAFARI FOTOGRÁFICO

Agosto, 2010, esta bonita ave também há no rio Zambeze, vi muitas vezes estas aves nos caniços junto à margem do rio na cidade de Tete.Lembram-se?

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

PORTUGAL E MOÇAMBIQUE - 5 - MISSÃO EMPRESARIAL PORTUGUESA E FACIM

"Empresários lusos de visita ao país REPRESENTANTES de nove empresas portuguesas de diversos ramos de actividade chegam amanhã a Moçambique para uma missão orientada para o estabelecimento de parcerias de negócio com contrapartes moçambicanas. Maputo, Sexta-Feira, 27 de Agosto de 2010:: Notícias Ligados a sectores estratégicos como energias renováveis, materiais de construção, indústria de panificação, mobiliário, rações para animais, agro-alimentar, ensino superior e peças plásticas, os empresários lusos vão permanecer no país por um período de uma semana, devendo, além de encontros com parceiros previamente identificados, visitar a Feira Internacional de Maputo – FACIM – que abre próxima segunda feira."Fonte jornal Notícias

PORTUGAL E MOÇAMBIQUE - 4 - NOVO BANCO

"Empresários portuguêses e moçambicanos lançam novo banco em Moçambique

26/08/2010 O empresário português Américo Amorim, em parceria com a Visabeira e sócios locais, vai lançar um novo banco comercial em Moçambique liderado pelo antigo presidente executivo do Millennium bim, João Figueiredo, revelaram à agência Lusa pessoas que integram o projecto.A nova instituição financeira tem como principal promotor e accionista maioritário Américo Amorim, que tem já projectos na área financeira em Portugal e em Angola, como um dos maiores accionistas do Banco BIC, e que é também accionista de relevo do espanhol Banco Popular. Américo Amorim, contactado pela agência Lusa, não quis para já prestar quaisquer esclarecimentos sobre o novo projecto e a sua aposta no mercado moçambicano, depois de Angola. Neste projecto, o empresário português tem novos parceiros, surgindo a Visabeira como segundo maior accionista. A empresa está presente há vários anos no mercado moçambicano, com projectos nos sectores das infra-estruturas de telecomunicações e turismo. O principal sócio moçambicano de Américo Amorim é Salimo Abdula, empresário e presidente da Confederação da Associações Económicas de Moçambique (CTA), o qual, em declarações feitas em Maio, revelava que «nos próximos meses» haveria no país novas instituições bancárias portuguesas. A Rádio Moçambique, apesar de várias tentativas nesse sentido, não conseguiu confirmar junto de Salimo Abdula a sua eventual ligação com o projecto. O presidente da Confederação da Associações Económicas de Moçambique (CTA), Salimo Abdula, revelou em maio último que “nos próximos meses” haverá no país novas instituições bancárias portuguesas. “Estamos a apreciar com algum interesse a movimentação do setor financeiro português em Moçambique. Penso que vamos ter surpresas agradáveis nos próximos meses, de algumas movimentações de novas instituições a fazerem parcerias ou a entraram no país”, disse na altura, em entrevista à Lusa e ao jornal Notícias de Maputo. Salimo Abdula não avançou então mais dados sobre as movimentações, embora seja agora público que o banco português Espírito Santo (BES), comprou 25 por cento do Moza Banco (criado há dois anos e com capitais moçambicanos, portugueses e macaenses).Para liderar o novo banco, a escolha recaiu em João Figueiredo, antigo presidente executivo do Millennium bim, o maior banco em Moçambique, detido maioritariamente pelo Millennium bcp. Além de João Figueiredo, que deixou o Millennium bim há já alguns meses após mais de uma década a gerir a instituição, outros altos quadros desta instituição financeira foram recrutados para o novo projecto. O projecto da constituição do novo banco tem estado a ser trabalhado por um escritório de advogados e terá já sido submetido à apreciação do Banco Central de Moçambique. A nova instituição financeira, que terá sede em Maputo, vai ser a terceira de capitais portugueses a desenvolve actividade em Moçambique, onde o Millennium bim é líder de mercado e o BCI, da Caixa Geral de Depósitos e do BPI, ocupa também lugar de destaque. Lusa/RM" Fonte Rádio Moçambique

GORONGOSA , PROVINCIA DE SOFALA, 7 - SAFARI FOTOGRÁFICO

Agosto, 2010, Macacos atentos, embora tenha sido fortemente mordido por um macaco cão no pescoço em Tete quando criança, continuo a gostar deles e achar piada aos macacos,claro!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

MOÇAMBIQUE - DIPLOMACIA PARA O DESENVOLVIMENTO

"Diplomacia para o desenvolvimento - Oldemiro Balói dirigindo-se aos quadros do MINEC

O MINISTRO dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Balói, considerou ontem, em Maputo, que um dos principais desafios da sua instituição é adequar os recursos humanos, materiais e financeiros ao serviço de uma diplomacia cada vez mais actuante e ao serviço do desenvolvimento económico e social do país. Maputo, Quarta-Feira, 25 de Agosto de 2010:: Notícias Falando na abertura do VI Conselho Coordenador do seu ministério, Oldemiro Balói disse que a diplomacia moçambicana demonstrou estar à altura da sua missão e das suas responsabilidades nos desafios da implementação da agenda nacional de luta contra a pobreza. Depois de se ter congratulado pelo facto de a diplomacia nacional mostrar um crescimento nos últimos dois anos, Baloi referiu que, como fruto disso, Moçambique continua a ser uma referência de destaque no concerto das nações. “O país continua igualmente a ser um parceiro credível, resultando disso um crescente aumento dos fluxos de investimento externo que estão a contribuir para colocá-lo definitivamente na senda do desenvolvimento”, afirmou. Apesar dos progressos registados, o governante reconheceu existirem ainda “grandes desafios” por ultrapassar. De entre eles, enumerou, no âmbito da luta contra a pobreza, a busca constante de soluções inovadoras para a satisfação das necessidades do povo. “O nosso contributo para o desenvolvimento do país deve ser cada vez mais expressivo, por isso não basta apenas dizermos que cumprimos com as actividades planificadas, mas afigura-se igualmente imperioso avaliarmos o impacto das nossas acções na vida do nosso povo”, afirmou o chefe da diplomacia nacional.Na sua intervenção, o Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação destacou ainda o papel desenvolvido pelo nosso país na região, afirmando que Moçambique desempenhou com sucesso a presidência do órgão da SADC para a Política, Defesa e Segurança, durante a qual a diplomacia nacional participou activamente nos processos de mediação de crises políticas na região, nomeadamente no Zimbabwe, Lesotho, Madagáscar e RD Congo. “Gostaria de salientar que como resultado da nossa diplomacia, o nosso país tem o desafio de assumir a presidência da Comunidade dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP’s), durante a qual, para além de questões políticas, o nosso país deverá fazer diferença na impulsão, a par das questões linguísticas, duma dinâmica das questões económicas, bem como na contribuição para a estabilidade política dos seus Estados membros, com particular destaque para a Guiné Bissau”, referiu. Sobre o desenvolvimento institucional do pelouro que dirige, Baloi disse que o mesmo registou um significativo desenvolvimento, sobretudo no que aos recursos humanos diz respeito, muito embora tenha reconhecido que a componente financeira continua a ser o “Calcanhar de Aquiles”." Fonte Jornal Noticias.

BEIRA - SOFALA - 9 - PORTO DA BEIRA - NOVO TERMINAL DE CEREAIS

"Investimento orçado em 18 milhões de dólares - Porto da Beira inaugura Terminal de Cereais
Beira (O Autarca) – Entrou em funcionamento domingo último, 22 de Agosto, no Porto da Beira, a nova
Terminal de Cereais. Trata-se da primeira infra-estrutura do género a ser erguida neste porto. A sua construção responde a dinâmica de desenvolvimento do Porto da Beira, que impõem a disponibilidade
de equipamentos e serviços modernos, tornando-o um dos mais eficientes. A nova Terminal de Cereais do Porto da Beira nesta primeira fase está dotada de cilos com capacidade para manusear trinta mil toneladas métricas. O investimento foi na ordem de 18 milhões de dólares norte americanos,disponibilizados pela Merek do grupo Sasseka em parceria com a Cornelder de Moçambique, operadora concessionáriado Porto da Beira. A primeira operação da nova terminal iniciada ontem compreendeu o descarregamento de um navio com capacidade entre 15 e 17 mil toneladas métricas de cereais. A carga é bombeada do porão do paquete directamente para os cilos da terminal, num processo que envolve equipamentos e tecnologias avançados e competitivos na região." O AUTARCA, Sede: Rua do Aeroporto – Desvio 2141 – Casa 711 – Beira,E-mail: oautarca@teledata.mz; oautarcabeira@yahoo.com.br Ano XI – Nº 2003 – Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010 Editor: Falume Chabane – Cell: 82 5984510; 84 2647589
E-mail: falumechabane@hotmail.com

GORONGOSA , PROVINCIA DE SOFALA, 6 - SAFARI FOTOGRÁFICO

Agosto, 2010, Parque Nacional da Gorongosa - graciosidade, encanto, harmonia,beleza!

PORTUGAL E MOÇAMBIQUE - 3 - TURISMO

"Turismo: operador português propõe «Especial Noivos» em hotéis e praias de Moçambique
25/08/2010 O operador turístico português Quadrante lançou no mercado daquele país europeu uma oferta especial para noivos em Maputo e praias de Moçambique, num combinado de duas noites na capital moçambicana (uma à chegada e outra à partida) e 5 noites na praia. Com partidas em voos das Linhas Aéreas de Moçambique às segundas, terças, quintas e sábados, o programa da Quadrante tem preços desde 1805,75 euros por pessoa em duplo, válidos até 15 de Dezembro.Os preços referidos são para duas noites no Hotel Pestana Rovuma (Maputo) e 5 noites no Pemba Beach Hotel & Spa, em Pemba, em regime de alojamento e pequeno-almoço. Inclui, como oferta do Pemba Hotel & Spa, um cesto de fruta e uma garrafa de vinho à chegada, um jantar romântico, no pátio ou na praia e presente surpresa. Outra opção de alojamento combina os hotéis Afrin Prestige e Indigo Bay Island Resort & Spa, em APA e PC, respectivamente, com preços desde 2.878,75 euros por pessoa em duplo. O Índigo Bay oferece vinho espumante à chegada, um cruzeiro de Dhow (excluindo bebidas e dependendo das condições atmosféricas), um tratamento Spa para noivos e um presente surpresa Já o combinado Afrin Prestige e Matemo Istand Resort apresenta preços desde 2908,75 euros, também com alojamento em APA e PC, respectivamente. A oferta do Matemo Island Resort para os noivos consiste num cesto de fruta e uma garrafa de vinho à chegada, um jantar romântico, no pátio ou na praia, uma excursão à aldeia com a bênção do Iman, uma pintura facial e um presente surpresa. Por último, o combinado Afrin Prestige e Medjumbe Island Resort tem preços desde 3.124,75 euros por pessoa em duplo, APA e PC, sendo que o Medjumbe oferece aos noivos um cesto de fruta e uma garrafa de vinho à chegada, um jantar romântico, incluindo vinho, no pátio ou na praia, um cruzeiro ao por do sol, um passeio para a prática de snorkelling e um presente surpresa." Fonte Rádio moçambique.

GORONGOSA , PROVINCIA DE SOFALA, 5 - SAFARI FOTOGRÁFICO

Agosto, 2010, Elefantes caminhando no Parque Nacional da Gorongosa.Chega-se de avião às cidades da Beira em Sofala ou de Chimoio em Manica e vai-se de carro até lá em boa estrada e aloja-se em boas instalações e tem-se refeições de qualidade.Esta e todas as fotos que se irão seguir foram gentilmente cedidas por Vasco Galante.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

GORONGOSA , PROVINCIA DE SOFALA, 4 - SAFARI FOTOGRÁFICO

Agosto, 2010, Gorongosa, foto gentilmente cedida por Vasco Galante. Quem de facto pretender visitar um PARQUE NATURAL, terá de vir a Moçambique e pode ser à Gorongosa.

BEIRA - SOFALA - 8 - HOJE TEM ESTADO CINZENTONA! Outra perspectiva

24 de Agosto 2010, Terça-Feira, a Beira vista do Bairro Maquinino, neste dia de Inverno.Mas de manga curta...

BEIRA - SOFALA - 7 - HOJE TEM ESTADO CINZENTONA!

24 de Agosto de 2010, Terça-feira, hoje a Beira tem um dia típico do Inverno africano, chuva e fresco,estamos no tempo dele.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

MOÇAMBIQUE E BRASIL - 2

"Rogério Manjate lança livro no Recife (Brasil) e participa em debate sobre culturas periféricas

23/08/2010 Por Thiago Corrêa (Diário de Pernambuco) Mesmo a um oceano de distância da sua terra natal, o escritor moçambicano Rogério Manjate abriu o sorriso ao descobrir que o jornalista que lhe abordava na Bienal Internacional do Livro de São Paulo era do Diario de Pernambuco: "Você é do Recife? Me sinto em casa naquela cidade", disse. Embora o seu nome ainda não seja tão conhecido na capital pernambucana como o conterrâneo Mia Couto e outros autores africanos de língua portuguesa, como José Eduardo Agualusa, Pepetela e Ondjaki, Manjate tem muitos motivos para se sentir à vontade no Recife.
Desde 2001 vem construindo um intenso intercâmbio cultural com Pernambuco por conta do desdobramento de um grupo de intelectuais de Moçambique formado para discutir a questão da identidade. As discussões romperam as fronteiras de Moçambique e se integraram a um projecto que envolvia Portugal, Cabo Verde e Brasil. No ano seguinte, Manjate retornou ao Recife para ministrar oficinas oferecidas pelo Programa de Erradicação de Trabalho Infantil (Peti) e acabou estreitando as relações com a cidade, o que lhe rendeu um filho e amizades com os poetas Miró e Pedro Américo de Farias.Com toda essa afinidade, Manjate tem agora uma chance para difundir a sua obra entre os leitores pernambucanos, ao integrar a programação do festival A Letra e a Voz. Ele divide a mesa Literatura & Identidades - Culturas periféricas com o escritor paulista Ferréz. O encontro está agendado para hoje (23), às 17h, na Livraria Cultura. Nesse bate-papo, o moçambicano certamente fará um relato das condições de ser escritor no seu país. "Quase ninguém comete esse sonho de ser escritor. A literatura em África não acontece na sua própria língua, não conseguimos colocar os nossos pensamentos na língua nativa", disse Manjate.Num contexto de poucos leitores na terra natal, Manjate diz que os escritores africanos terminam dependentes dos mercados editoriais de Portugal e do Brasil. "Há casos de escritores que só conseguem fazer sentido quando são publicados no exterior. Só assim ele começa a ser conhecido no próprio país", observou o escritor, que está a lançar por aqui o livro infantil O Coelho Que Fugiu da História.Segundo ele, o idioma português funcionou como uma estratégia política do governo para manter a unidade de Moçambique no processo de descolonização, frente ao desafio dos três idiomas nativos falados no país. "No Zimbabwe, por exemplo, já é diferente. Lá a língua materna ganhou uma relação política que serviu para cortar os laços com os colonizadores", comparou ele.
Apesar de todas as recentes transformações causadas pela cicatriz deixada pelo processo de pós-colonização, Manjate acredita que a literatura africana já está superando o trauma e partindo para outros temas, além dos políticos. "Antes de 1975, a literatura era muito política, de luta. Depois veio a euforia da independência, modificando as histórias da literatura oral para servir à questão da unidade. Depois dos anos 1980, houve uma necessidade de sair disso. Apareceram novas vozes para partilhar as coisas deste tempo", encerrou o moçambicano." Fonte Rádio Moçambique.

TETE - 10- UMA BOA NOTICIA PARA AS POPULAÇÕES QUE VIVEM NO CAMPO.

"Tete: Zona rural com mais água potável

DUZENTOS e vinte e cinco novos furos de abastecimento de água potável serão abertos até Outubro deste ano em quase todos os distritos da província de Tete no âmbito de alargamento da rede de abastecimento de água potável à região rural, segundo disse ao nosso Jornal Brito Soca, director provincial das Obras Públicas e Habitação.Maputo, Terça-Feira, 24 de Agosto de 2010:: Notícias Aquele responsável apontou que com a conclusão destas unidades a província vai aumentar a rede de abastecimento de água potável no campo das actuais 1800 para 2025 que passarão a beneficiar cerca de 110 mil habitantes.“Vamos até ao fim de Outubro próximo concluir os 225 novos furos de abastecimento de água potável ao campo iniciados em meados de 2009. Com este lote a província passa a abastecer de água boa para o consumo a cerca de 55 porcento do universo da população desta região central do país”- disse SocaO director provincial das Obras Públicas e Habitação apontou que o grosso das fontes está sendo aberto nos distritos de Angónia, Chiúta, Chifunde, Changara, Marávia, Moatize, Mutarara, Tsangano e Zumbo onde há muita falta de água em relação aos outros distritos da província.Actualmente a taxa de cobertura de abastecimento de água e saneamento rural situa-se na ordem de 52,7 porcento, representando 1518 fontes operacionais, abastecendo cerca de 800 mil pessoas, incluindo as 26.875 pessoas servidas por pequenos sistemas de abastecimento de água das sedes distritais e postos administrativos do universo de 1.783.967 habitantes da província, de acordo com o censo de 2007.“Já construímos e estão em pleno funcionamento 193 fontes de abastecimento de água, das 225 planificadas, dentre as quais 191 saíram positivas, o que representa a 98 porcento do grau de execução, beneficiando cerca de 73.500 pessoas nos distritos de Angónia, Changara, Chifunde, Marávia, Moatize, Mutarara, Tsangano e Zumbo, representando um crescimento da taxa de cobertura de 2,3 porcento”, disse Brito Soca.O director provincial das Obras Públicas e Habitação em Tete apontou que das 441 fontes de abastecimento de água avariadas, foram durante o primeiro semestre do ano em curso reparadas 107, das 100 planificadas para este ano. Em relação à cidade de Tete, segundo Soca, a taxa de cobertura no abastecimento de água potável situa-se na ordem de 59 porcento, o correspondente a 90.055 pessoas beneficiárias de um universo de 152.637 pessoas que habitam na cidade de Tete." Fonte jornal Noticias.

HOTEL POLANA, O NASCER DO SOL A PARTIR DO MAR É RECONFORTANTE,TRANQUILO E SERENA QUALQUER ESPÍRITO!

Agosto, 2010, O nascer do Sol de facto SERENA qualquer espírito, é assim em Moçambique, Maputo, Hotel Polana.

BROA DE AVINTES, MIKATE, ESPANHA, PORTUGAL E MOÇAMBIQUE -11- Hotel Polana

22 de Agosto de 2010, Moçambique, Maputo, Hotel Polana, a Broa de Avintes de "AS QUELIMANES" de Vila Nova de Gaia em Portugal, provada em Moçambique por três pessoas parecia ser originária de Cabo Delagado, Tete e Inhambane, vejam agora os "escribas" dizer porquê? Em Moçambique há forte produção de ameixoeira no Niassa, em Tete, em Manica e possivelmente noutras Provincias. O trigo originário do Egipto também se produz no planalto da Angónia em Tete, o centeio originário da Ásia Menor não sei, o milho em Moçambique há por todo o lado.Aguardemos que o MIKATE se desenvolva também em Portugal.

BROA DE AVINTES, MIKATE, ESPANHA, PORTUGAL E MOÇAMBIQUE -10- Hotel Polana

22 de Agosto 2010, Moçambique, Maputo, Hotel Polana, cá está a Broa de Avintes de "AS QUELIMANES"

domingo, 22 de agosto de 2010

BROA DE AVINTES, MIKATE, ESPANHA, PORTUGAL E MOÇAMBIQUE - 9 - NA TVM MOÇAMBIQUE EM CONCERTO

A PROCISSÃO AINDA  VAI NO ADRO. Gostaria que tivessem presenciado, já nos bastidores do programa de hoje Domingo 22 de Agosto de 2010, na TVM Televisão de Moçambique, MOÇAMBIQUE EM CONCERTO, QUEM TE CONHECE JAMAIS TE ESQUECE!, do Gabriel Júnior, tirei a Broa de Avintes e desafiei três personalidades a prová-la, omitindo eu deliberadamente a sua origem.O que disseram: um este Mikate é de Cabo Delgado e tem mel, outro este Mikate  é de Tete e tem ameixoeira e outro este Mikate é de Inhambane e tem farinha de mandioca.
CONCLUSÃO: Aguardem pelo desenrolar dos próximos capítulos.
Augusto Macedo Pinto

MANICA - 1 - Empresa moçambicana vai construir fábrica de descaroçamento de algodão.

Empresa moçambicana vai construir fábrica de descaroçamento de algodão em Manica

20/08/2010 Uma nova fábrica de descaroçamento de algodão irá ser construída este ano no distrito de Mossurize, província de Manica, um investimento de 6 milhões de dólares disse ao jornal Notícias, de Maputo, o director-geral da Olam Moçambique.Vjwalkanta Venapati, director geral da Olam Moçambique, empresa que tem três concessões algodoeiras em diferentes províncias do centro e norte de Moçambique, referiu que a empresa pretende, a médio prazo, posicionar-se no topo dos maiores produtores moçambicanos de algodão, passando das actuais 12 mil toneladas para 60 mil toneladas.Para evitar depender de terceiros relativamente ao processamento da sua produção de algodão, a administração da Olam Moçambique decidiu construir uma fábrica que deverá estará pronta para iniciar a laboração no primeiro trimestre de 2011, decorrendo neste momento a importação do equipamento.À margem da inauguração das novas instalações daquela empresa em Nampula, Vjwalkanta Venapati precisou que a Olam Moçambique vai investir cerca de quatro milhões de dólares na campanha agrícola 2010/2011, nomeadamente na compra de fertilizantes, pesticidas e outros meios de produção.A Olam Moçambique trabalha actualmente com 35 mil produtores do sector familiar sendo que as perspectivas apontam para uma subida desse número para cerca de 75 mil. (macauhub)", Fonte Rádio Moçambique.

NIASSA - 1 - DESCOBERTA ARQUEOLÓGICA COM COOPERAÇÃO PORTUGUESA

"Arqueologia: cientistas moçambicanos e portugueses descobrem fósseis de répteis que habitaram o Niassa há 250 milhões de anos

20/08/2010 Um estudo arqueológico realizado por cientistas moçambicanos e portugueses, revela a descoberta, na região de Metangula, província do Niassa, norte de Moçambique, de fósseis de répteis mamalianos (sinapsídeos), que se julgam ter habitador a terra há mais de 250 milhões de anos.A equipa de cientistas dos dois países, conseguiu recolher cerca de quinhentos quilos de ossadas de animais da época anterior ao aparecimento do homem à face da terra.O feito está inserido num projecto de prospecção e escavação de espécies de animais vertebrados em curso não só no Niassa, como também nas províncias de Tete (centro) e Cabo Delgado (norte), envolvendo cientistas de Moçambique e de Portugal.A pesquisa visa compreender melhor o passado remoto de Moçambique, promover a investigação científica e proteger o património arqueológico nacional.Ontem, na apresentação dos resultados das investigações, o cientista português Rui Castanhinha, afirmou estar-se perante uma importante descoberta, uma vez que se determinará o papel daqueles animais no surgimento dos actuais “mamíferos modernos”. O director do Museu da História Natural (MHN), Manuel Costa Júnior, disse que se espera desta descoberta, que se enquadra no projecto científico internacional denominado PalNiassa, mais novidades, facto que só irá garantir a compreensão do panorama geológico nacional. “Esperamos mais novidades sobre estes antepassados dos mamíferos modernos. Desta forma, espera-se poder compreender melhor como era o passado geológico de Moçambique e contribuir para o desenvolvimento científico nacional e internacional”, disse Júnior. Os exploradores dos fósseis afirmaram que apesar de Moçambique não ser o único país a fazer estas revelações, os materiais desvendados apresentam particularidades diferentes dos anteriormente descobertos, daí que vão contribuir de grande formar para desvendar certos mistérios da espécie.De referir que com este novo cenário geológico moçambicano, o país transforma-se na quarta bacia mundial com descobertas de género, atrás da África do Sul, China e Rússia.A bacia moçambicana será integrada às outras com a finalidade de se saber como é que estes animais surgiram naquele local e qual é a sua importância para o surgimento de mamíferos modernos.O material será levado a Portugal para a preparação das condições da sua conservação no MHN e não previsão das datas do regresso ao país, pois dependerá da data da finalização do preparo." Fonte Rádio Moçambique.

sábado, 21 de agosto de 2010

MOÇAMBIQUE - TURISMO - PROMOVENDO A PARTIR DE PORTUGAL - 9

Agosto 2010, Tete, Moatize, este monumento próximo da Estação de Caminhos de Ferro de Moatize, de onde se tudo correr como programado, ainda este ano se iniciará o escoamento de carvão das minas aqui em produção: MINAS DE MOATIZE, RIVERSDALE e VALE. Há uma forte comunidade brasileira presente em Tete, perdoem-me o que vou dizer,mas falta a pecanha, o rodízio, o samba e os festejos do Carnaval que sempre foram fortes em Tete vamos ver com o contributo brasileiro!

MOÇAMBIQUE - TURISMO - PROMOVENDO A PARTIR DE PORTUGAL - 8

Agosto, 2010,TETE,  o Pedro ontem, 20 Ago 2010, antes de regressar a Portugal deixou-nos este presente da terra onde nasceu, percorreu mais de quatro mil quilómetros por estrada, durante dezassete dias, entre Maputo Tete e regresso, não teve nenhuma avaria, nenhum furo, nenhum problema, conheceu muita gente e reviveu muitas amizades, comeu bem e barato, em particular na viagem.Bem o melhor será questioná-lo directamente sobre a sua experiência turistica moçambicana mais recente, pois a anterior NA ROTA DE MOÇAMBIQUE o limite entre o Sul e o Norte foi a Gorongosa.

MOÇAMBIQUE - OS TRANSPORTES SÃO DETERMINANTES - 2

Transporte de mercadorias: Zambianos atentos ao Porto da Beira

AUMENTAR a eficiência na prestação do Porto da Beira e incrementar as importações e exportações da Zâmbia através daquela infra-estrutura são dois dos compromissos práticos assumidos esta semana pelos Governos dos dois países vizinhos, no âmbito da visita oficial de três dias que o Presidente zambiano, Rupiah Banda, efectuou a Moçambique, a convite do seu homólogo moçambicano, Armando Guebuza.Maputo, Sábado, 21 de Agosto de 2010:: Notícias
O ilustre visitante deixou Maputo a meio da tarde de ontem de regresso ao seu país, levando na bagagem outras ideias práticas de cooperação com o nosso país em áreas como recursos minerais, educação, turismo, agricultura e gestão de desastres naturais. Ligado à operacionalização dos compromissos de cooperação, o Ministro dos Transportes e Comunicações, Paulo Zucula, explicou que uma das acções concretas previstas para os próximos tempos é a ida ao Porto da Beira de uma missão de empresários zambianos para se familiarizarem com aquela infra-estrutura e saberem um pouco mais sobre os benefícios que podem colher da sua utilização. Como ponto de partida, segundo Zucula, será necessário assumir-se que muitos homens de negócio zambianos conhecem pouco sobre o Porto da Beira e suas potencialidades, do mesmo modo que os operadores do Porto da Beira também não têm tido muito contacto de trabalho com clientes zambianos.“Por isso, uma das decisões que o Presidente Banda tomou foi que uma missão empresarial zambiana deverá visitar brevemente o Porto da Beira para se aperceber do seu potencial, ao mesmo tempo que vão discutir com os operadores do porto aspectos práticos visando a melhoria da eficiência nas operações portuárias”, disse Zucula. O interesse zambiano pelo Porto da Beira foi realçado durante a visita do Presidente Rupiah Banda, que incluiu na sua agenda uma deslocação ao terreno para verificar as condições específicas que aquela infra-estrutura oferece e avaliar a viabilidade do seu uso nas relações comerciais do seu país com o resto do mundo. Como pano de fundo está a intenção de reduzir para o mínimo os custos das importações e exportações zambianas, considerando a maior proximidade que Beira oferece comparativamente a outros portos da região, habitualmente usados nas transacções zambianas.Outro dado novo resultante da visita de Rupiah Banda a Moçambique tem a ver com a “abertura política” do espaço aéreo de ambos países à exploração pelas respectivas companhias de bandeira, num cenário que poderá estimular um maior movimento de cidadãos de parte-a-parte, propiciando o alargamento da cooperação a outras áreas de desenvolvimento.Moçambique e Zâmbia também trabalham na área de produção de vacinas para uso veterinário, razão por que a visita do estadista zambiano serviu igualmente para se definir um novo conceito de cooperação nesta área, que inclui a troca de informações e de resultados dos trabalhos de investigação e pesquisa feitas por instituições de ambos Estados. Na hora do balanço da visita de Rupiah Banda a Moçambique, o Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Balói, disse que se tratou de uma oportunidade que, acima de tudo, propiciou o reforço das relações nos domínios político e económico, resultado que, segundo ele, foi alcançado na sua plenitude.Já no Aeroporto Internacional de Maputo, o estadista zambiano e esposa receberam cumprimentos de despedida do Presidente da República, Armando Guebuza, e esposa, de membros do Governo e centenas de populares.", Fonte Jornal de Notícias de Moçambique.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

MOÇAMBIQUE - OS TRANSPORTES SÃO DETERMINANTES - 1

"Zâmbia vira-se para o porto da Beira para o seu comércio externo

20/08/2010 O Presidente zambiano, Rupiah Banda, visitou hoje (quinta-feira) o Porto da Beira, na capital da província de Sofala, no centro de Moçambique, para verificar no terreno as condições especificas que aquela infra-estrutura reúne para poder jogar papel fundamental no escoamento de produtos de e para aquele pais africano.Banda que se deslocou a Beira na companhia do ministro moçambicano dos Transportes e Comunicações, Paulo Zucula, garantiu que a Zâmbia está interessada em unir esforços com Moçambique para tornar o porto da Beira não só para negócios como também complemento das boas relações de cooperação entre os dois países.“Juntos temos que transformar o porto da Beira um instrumento de cooperação através do qual os zambianos vão aprender e conhecer a história que liga os dois países e povos. Os zambianos conhecem Moçambique entanto que país do mundo. Temos que passar a falar da Zâmbia, Beira e Moçambique, no âmbito do desenvolvimento”, disse.Banda reiterou que a Zâmbia está interessada em expandir o uso dos portos marítimos moçambicanos de tal forma que já projectou a construção de uma linha férrea ligando a Zâmbia e o Zimbabwe e outra ligando a Zâmbia, Tete e Nacala, entre outras infra-estruturas necessárias para poder se beneficiar do potencial de que Moçambique dispõe e reduzir os custos na importação e exportação de bens.Na ocasião, Paulo Zucula, disse que o objectivo da visita de Banda ao porto da Beira é, antes de tudo, ver como é que esta infra-estrutura está a funcionar para, daí, poder estudar as formas de como prestar apoio para o seu desenvolvimento logístico e equacionar a viabilidade da sua utilização de modo sustentável para o bem do desenvolvimento regional.“A Zâmbia começou a usar o porto da Beira há já algum tempo e só havia interrompido durante a guerra dos 16 anos e retomou agora e usa-o para a colocação de cobre, açucar, entre outros produtos no mercado internacional mas entende que pode usa-lo muito mais para aumentar o volume de suas exportações”, disse Zucula.
Esta iniciativa, segundo Zucula, vai trazer mais receitas e mais postos de emprego para Moçambique e consolidar a integração regional.Para acomodar os interesses de seus clientes a Cornelder de Moçambique, concessionaria daquele porto fez saber que possui um plano de investimento para os próximos cinco anos com vista a expandir terminal de contentores aumentando a sua capacidade e equipa-lo com tecnologia moderna.O porto da Beira pode vir a ser uma saída relativamente curta para as exportações da Zâmbia que actualmente dependem do Porto de Durban, na Africa do Sul percorrendo 2.381 quilómetros de estrada." Fonte Rádio Moçambique

HOTEL POLANA, RECUPERAÇÂO QUASE CONCLUIDA!

Agosto, 2010, Já reparou neste novo espaço irresistível do Hotel Polana? Terá de vir até cá. Moçambique, Maputo e outras cidades e Províncias esperam por si.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

HOTEL POLANA E UM "GALA GALA" QUE SE DIVERTE À NOSSA CUSTA!

Agosto 2010, Maputo, Hotel Polana, este "Gala Gala" que se vê apesar do seu mimetismo no tronco deste pinheiro no jardim inferior do Hotel, se nos aproximamos dele roda pelo tronco da árvore com se jogasse às escondidas, com muito maior velocidade do que nós em torno da árvore, se invertemos a rotação faz o mesmo.Lembram-se de um livro de contos moçambicanos do final da década setenta "O GALA GALA BISNAGA"???

MOÇAMBIQUE - TURISMO - PROMOVENDO A PARTIR DE PORTUGAL - 7

Agosto 2010,Tete, Zambeze, Cahora Bassa, Albufeira, o Pedro que lá esteve, ficamos sem saber quantos peixes pendes e  tigre, terá pescado,  e,  se são daqueles grandes tipo pescador!Ainda anda por Moçambique, já no Sul.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

TETE - 9 - MOATIZE - CARVÃO EM MOVIMENTO

"Riversdale Moçambique pondera construir ramal ferroviário e depósito de carvão

18/08/2010 A Riversdale Moçambique pretende construir um ramal ferroviário até à linha do Sena e um depósito de carvão para armazenar o produto extraído da mina de Benga, distrito de Moatize, província de Tete, disse à macauhub em Maputo uma fonte da empresa.A fonte da Riversdale Moçambique, subsidiária do grupo australiano Riversdale Mining, não adiantou, contudo, pormenores sobre a localização ou as dimensões do depósito de carvão, onde a produção será mantida até ao seu escoamento.Contudo, a fonte adiantou que a proposta do projecto será quinta-feira publicamente apresentado em Moatize.A Riversdale Mining pretende iniciar a exploração de carvão a partir do início de 2011, devendo a exportação começar a processar-se no segundo trimestre do ano.Uma segunda fase da exportação do carvão, de acordo com a fonte da macauhub, deverá iniciar-se em 2014, altura em que se prevê esteja em funcionamento o novo terminal de carvão no porto da Beira." Fonte Rádio Moçambique

MOÇAMBIQUE E BRASIL - 1

"Línguas moçambicanas: influência do macua e do ronga nas Américas será debatida em Salvador da Baía, Brasil

17/08/2010 A cidade brasileira de Salvador, capital do estado da Baía, vai receber de 1 a 3 de Setembro, o Seminário Internacional sobre as Línguas Africanas. Uma nota da International Networking Bantulink dá conta que o encontro é organizado sob coordenação de Yeda Pessoa, veterana linguista africanista de nacionalidade brasileira e vai decorrer na Universidade Nacional do Estado da Baía (UNEB).Além de especialistas do país hóspede, o encontro conta com outros investigadores de Angola, do Benim, da Nigéria, dos Estados Unidos de América e da Suécia. Cerca de 500 especialistas participam na reunião que vai discutir as novas abordagens da perpetuação das línguas negro-africanas sobre o continente americano e no conjunto insular caribenho. A influência no outro lado do Atlântico de línguas de origem bantu, particularmente o ronga e macua, de Moçambique, o kikongo, kimbundu e umbundu, de Angola, e ainda o mande, ewe-fong e yoruba é outros ponto marcante da agenda.A influência dos idiomas africanos no português falado e escrito no estado da Baía, que tem a maior população de afro-descendentes no mundo, vai também ser analisada." Fonte Rádio Moçambique

terça-feira, 17 de agosto de 2010

PORTUGAL E MOÇAMBIQUE - 2 - FACIM 2010

A 31 de Agosto de 2010, Terça - Feira, é o DIA DE PORTUGAL na FACIM - FEIRA INTERNACIONAL DE MAPUTO, pelas 18h00m no PAVILHÃO 15 haverá uma recepção oferecida por esta ocasião pelos Embaixador de Portugal em Moçambique, Presidente do Conselho de Administração da AICEP PORTUGAL GLOBAL e pelo Presidente do Conselho de Administração do BCI - Banco Comercial e de Investimentos.Prevê-se ainda a presença de um membro do Governo Português e de muitas outras individualidades.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

PETRÓLEO EM MOÇAMBIQUE? - 1

"Descoberto petróleo na Bacia do Rovuma – anuncia a Ministra dos Recursos Minerais, que diz haver ainda um longo caminho técnico para se saber se é ou não comercializável A ANADARKO Petroleum Cop, uma companhia norte-americana com sede no Texas, acaba de descobrir a presença de petróleo na Bacia do Rovuma. Trata-se ainda de uma presença técnica, pois carece ainda de um longo caminho para a avaliação, se se trata ou não de uma reserva comercial, mas é um factor encorajador para se intensificarem as pesquisas de petróleo na Bacia do Rovuma.Maputo, Terça-Feira, 17 de Agosto de 2010:: Notícias
Ontem, no final da tarde, a Ministra dos Recursos Minerais, Esperança Bias, convocou uma conferência de Imprensa, na qual afirmou que a presença de petróleo associado ao gás naquela bacia foi detectada a uma profundidade de 5100 metros, sendo, igualmente, a primeira vez que se descobre petróleo “off shore” na África Oriental.“Dizemos que há presença de petróleo porque ainda é necessário confirmar, através de pelo menos mais três furos que serão feitos, se essa presença significa uma descoberta comercial”, disse a ministra.Questionada sobre quando é que a ANADARKO iria proceder a abertura dos restantes três furos, a ministra dos Recursos Minerais disse que será provavelmente ainda este ano.“Neste momento está-se a fazer a avaliação das amostras que foram recolhidas e em função disso vai-se determinar quando é que serão feitos os outros furos”, afirmou.A ANADARKO rubricou em 2006 contratos com o Governo moçambicano para a abertura de seis furos na Bacia do Rovuma. O petróleo associado ao gás foi descoberto no terceiro furo denominado “Ironclad”, depois de no segundo furo, denominado “Windjammer”, aberto em Fevereiro último, a multinacional norte-americana ter anunciado a descoberta de gás em offshore a uma profundidade de 3600 metros e 147 de espessura.Para além da ANADARKO, existem mais três empresas a fazerem a pesquisa e prospecção de hidrocarbonetos na bacia do Rovuma, designadamente ENI da Itália, PETRONAS da Malásia e a STATOIL da Noruega.“Essas empresas estão a terminar a avaliação dos dados sísmicos, para posteriormente programarem a realização de furos. Temos também empresas que estão a fazer trabalhos de pesquisa na Bacia de Moçambique”, afirmou a ministra.
Esperança Bias disse ainda que o seu pelouro recebeu recentemente as propostas dos concorrentes ao quarto concurso para a pesquisa e prospecção de hidrocarbonetos no país e que os vencedores serão divulgados brevemente.
Paulo da Conceição" Jornal de Noticias, Moçambique.

HOTEL POLANA A CAMINHO DA CONCLUSÃO DAS OBRAS DE RECUPERAÇÃO

15 de Agosto de 2010, é emocionante assistir passo a passo ao desabrochar do Hotel Polana recuperado!

HOTEL POLANA À NOITE

16 de Agosto de 2010 - MAGNÍFICO!!!

MOÇAMBIQUE - FACIM - 1

"Catorze países na FACIM 2010

CATORZE países, metade dos quais da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), confirmaram a sua participação na quadragésima sexta edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM 2010) que vai decorrer entre os dias 30 de Agosto e 5 de Setembro próximo, na zona baixa da cidade capital.Maputo, Segunda-Feira, 16 de Agosto de 2010:: Notícias
Não obstante os efeitos da crise internacional que ainda se fazem sentir em algumas regiões, a organização também confirma a inscrição, até semana passada, de cerca de 29 empresas estrangeiras, número relativamente superior ao do ano passado quando entraram no certame, pouco acima de 20 companhias externas.Entre os países que confirmaram a sua participação figura a Itália, Portugal, Espanha, Brasil, África do Sul, Tanzânia, Macau, Zâmbia, Zimbabwe, Quénia, Malawi, Botswana, Indonésia, e Suazilândia.
Como habitualmente acontece, Portugal vai ocupar a maior área da feira, tendo para isso, solicitado cerca de 864 metros quadrados. A seguir constam a República da África do Sul e a Itália com 457 metros e 360 metros quadrados, respectivamente.Os dados em nosso poder indicam ainda que quer o número de países, quer de empresas estrangeiras poderão vir a subir ainda uma vez que continuam a decorrer contactos com algumas entidades interessadas em expor na FACIM 2010.Em termos de participações nacionais, foram inscritas até à última semana, cerca de198 empresas, número considerado positivo tendo em conta o ambiente económico que o país atravessa.A quadragésima quinta edição da FACIM, realizada no ano passado juntou cerca de 700 empresas nacionais – mais 200 em relação ao certame anterior – para além da participação oficial de 14 países, maioritariamente oriundos da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral.A realização da FACIM na baixa da cidade, contraria o plano que chegou a ser anunciado no ano passado de transferir a feira para a zona de Ricatla, no distrito de Marracuene, onde por estas alturas esperava-se ter um pavilhão multi-usos em fase final de construção ou já terminado, obras que ainda não começaram.Informações avançadas em Fevereiro último apontavam que o atraso nas obras das novas infra-estruturas da FACIM em Ricatla se deve, em parte, à demora na projecção dos desenhos do pavilhão multi-usos e da finalização de outros “itens” básicos, tais como o estudo do impacto ambiental e dos resultados do concurso público para a selecção do empreiteiro a ser encarregue da construção." Fonte Jornal de Notícias de Moçambique.

domingo, 15 de agosto de 2010

MOÇAMBIQUE - TURISMO - PROMOVENDO A PARTIR DE PORTUGAL - 6

Agosto 2010, Beira, Sofala, a praia do Clube Naútico, está-se muito bem também a almoçar, jantar, lanchar, chá ou café em amena cavaqueira, diz o Pedro e dizem muitos que lá vão.Então venha!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

MOÇAMBIQUE CULTURAL -1 - TANINHA TOMÉ

"Poetisa Tânia Tomé no festival da SADC

Maputo, Sábado, 14 de Agosto de 2010:: Notícias
A POETISA Tânia Tomé vai representar Moçambique no festival internacional de artes da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), a realizar-se em Gaberone, capital do Botswana, no próximo dia 27 de Agosto corrente.O Festival pretende reunir vozes em simbiose com a pintura, criando a interacção entre artistas de áreas diferentes.Além de Tânia Tomé, participarão no evento Zimbabwe Batsirai Chigama, Tinashe Muchuri, Bhekumusa Moyo e Siphosethu Mpofu em representação do Zimbabwe, Mwamba Mulangala (Zâmbia), Sandile Nxumalo (Suazilândia), Sheila Khala (Lesotho), Zanele Muholi, Donna Smith, Pamela Dlungwana e Bandile Gumbi (África do Sul) e Tuselde Kasita e Shiya Karuseb (Namíbia).
O evento é organizado por Artsinitiates-Southern Africa em parceria com a Township Productions da Namíbia." Noticias de Moçambique.
NB: FICO MUITO FELIZ PELA MINHA AFILHADA TANINHA,PARABÈNS!!!!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

MOÇAMBIQUE E OS OUTROS PAISES DA CPLP - 1.4 - ANGOLA

"Comunidade moçambicana em Angola “é bastante Dinâmica”, embaixador António Matonse

12/08/2010
A comunidade moçambicana que vive em Angola é constituída por “gente séria, honesta e bastante dinâmica”.
São cerca de 500 moçambicanos que vivem naquele país rico em petróleo, entre os quais se destacam empresários, funcionários de agências das Nações Unidas, e outros que lá se fixaram por motivos matrimoniais.
O Embaixador moçambicano em Angola, António Matonse, disse recentemente que o dinamismo se reflecte de várias formas, destacando-se o lado profissional.
Segundo o diplomata, esta comunidade visita Moçambique regularmente e festeja os dias nacionais, como aconteceu no passado mês de Junho por ocasião dos 35 anos da independência.
A acção dos moçambicanos em Angola parece ir de encontro com a forma como este país tem vindo a emergir como potencia regional e mesmo continental.
Muinhe Bin Mufahaia é um exemplo de moçambicanos que se destacam profissionalmente em Angola.
Ele reside naquele país há sensivelmente uma década e hoje é Director Geral e sócio da “Ecointer, Lda”, uma empresa que desenvolve projectos no sector das aguas, e que fornece e instala sistemas de bombagem e tratamento de agua.
Em algumas províncias angolanas, como é o caso de Benguela, esta empresa opera na agricultura, principalmente na área de regadios.
De acordo com este moçambicano, nascido em Ressano Garcia, província de Maputo, Sul do país, há toda necessidade de se olhar para Angola como um mercado, para além de que os dois países podem muito bem explorar mutuamente várias áreas, tendo em conta a diversidade das experiências que cada um possui.
“Moçambique tem vantagem de vários anos de paz em relação a Angola. Nós podemos emprestar a este país muita coisa como por exemplo a gestão da paz e a instalação da administração estatal”, disse Mufahaia.
Ele enfatizou o facto de Angola ter a particularidade de dificilmente aparecerem moçambicanos ‘aventureiros’, afirmando ser pouco provável que haja concidadãos em situação ilegal ou a viverem mal.
A fonte disse que a vida em Angola é bastante aberta o que é bom para o consumidor.
“Aqui há tudo, desde o supermercado mais caro até ao mais barato. Comprar em Luanda não é fácil, porque é preciso saber onde fazer isso tendo em conta o bolso de cada um”, explicou Mufahaia.
Quanto aos voos directos ligando as cidades de Maputo e Luanda, através das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), Mufahaia disse ter sido uma medida tardia mas fantástica.
Segundo ele, voar directo para casa é de louvar, apesar de neste momento haver mais fluxo de angolanos a viajarem para Maputo do que o inverso.
Cristina Carimo é uma outra moçambicana que vive em Luanda, onde é proprietária de um restaurante.
Denominado “Manjares do Indico”, o restaurante da prioridade a gastronomia e bebidas moçambicanas.
A viver em Angola há cinco anos, Carimo diz ser difícil operar na hotelaria pois tudo é praticamente caro mas acredita que com um pouco de cuidado o “negócio acaba sendo rentável”.
Ela diz importar os produtos moçambicanos em pequenas quantidades devido aos custos e que as coisas ficaram mais facilitadas com a introdução de voos directos entre Maputo e Luanda. (AIM)" Fonte Rádio Moçambique.

O KOVU À ESPERA DO PEDRO

Agosto 2010, o Kovu, natural de Moçambique transportado pela TAP, Maputo Porto, veio ainda bébé há uns anos atrás, encontra-se de férias em Vila Nova de Gaia.

MOÇAMBIQUE - TURISMO - PROMOVENDO A PARTIR DE PORTUGAL - 5

Agosto 2010, o TOFINHO visto pelo Pedro no seu percurso rodoviário Maputo Tete, em Tete sempre bem recebido, registo a amizade de todos e do casal Ferreira e do seu café melhor do Mundo, na Tangerina, o Tó Zé achou por bem não conhecer, paciência, vai ter de regressar...

MOÇAMBIQUE - TURISMO - PROMOVENDO A PARTIR DE PORTUGAL - 4

Agosto 2010, o Pedro viajando pelo litoral de Moçambique, passando por Závora, Tofo, Tofinho, Vilankulo e Inhassoro, esteve a fazer carícias a um TUBARÃO BALEIA, altamente meiguinho, dizem...

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

BEIRA - SOFALA - 6 - A DRAGAGEM DO PORTO COMEÇOU

"Operação de Dragagem levada a cabo pela holandesa VAN OORD decorre a bom ritmo

- Segundo manifestou Rosário Mualeia, PCA dos CFM-EP, que no último fim-de-semana inteirou-se no terreno dos trabalhos em curso no canal de acesso, cais e bacias de manobra do Porto da Beira
Beira (O Autarca) – A nova operação de dragagem do canal de acesso, cais e bacias de manobras do Porto da Beira, iniciada no passado dia 1 de Agosto, está a decorrer dentro dos padrões desejados – segundo referiu o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Empresa Pública Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM-EP), Rosário Mualeia, num encontro com a imprensa, ontem, na Beira. Mualeia disse ter se deslocado ao terreno durante o fim-de-semana tendo constatado com satisfação o ritmo dos trabalhos a cargo do empreiteiro holandês denominado VAN OORD, que nesta fase está a operar uma draga com capacidade de quatro mil metros cúbicos. A actual operação de dragagem do canal de acesso, cais e bacias de manobras do Porto da Beira tem a duração prevista entre 14 e 16 meses, dependendo das condições de trabalho, sobretudo o estado das marés que influenciam bastante nas operações marítimas – segundo preveniu o PCA dos CFM-EP. A fonte referiu que a operação em curso visa em parte preparar a área para permitir a intervenção de uma outra draga com capacidade maior de oito mil metros cúbicos, que deverá chegar dentro de aproximadamente cinco meses para reforçar os trabalhos. O projecto de dragagem do Porto da Beira, aguardado há bastante tempo, está orçado em 43 milhões de euros, dos quais 23 provém dum acordo de financiamento entre o Ministério das Finanças (MF) do Governo de Moçambique (GM) e o Banco Europeu de Investimentos (BEI); dez milhões provém de outro acordo desta feita de doação celebrado entre o MF do GM e a ORET (Agência de Desenvolvimento e Cooperação do Governo da Holanda; e os restantes dez milhões representam a contribuição da própria Empresa Pública Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique. Depois da conclusão da presente operação de dragagem, o canal de acesso do Porto da Beira a sua largura variará entre 130 e 200 metros, com uma profundidade de 9 a 12 metros, o que permitirá a entrada de navios com capacidade até 45 e sessenta mil toneladas.
Consequentemente isso vai permitir o aumento do volume de carga no Porto da Beira, perspectivando-se até 2012 os níveis de manuseamento atinjam entre oito e dez milhões de toneladas por ano, contando particularmente com o acréscimo de cinco milhões de toneladas por ano da carga de Carvão de Moatize. Actualmente, segundo revelou Rosário Mualeia, o volume de carga no Porto da Beira continua a crescer na ordem dos sete a dez por cento ano. Por outro lado, o PCA dos CFM-EP destacou o investimento paralelo que o concessionário portuário Cornelder de Moçambique está a realizar no sentido de garantir mais disponibilidade de equipamento para manuseamento de carga com vista a responder ao aumento dos volumes que já estão a vista. Destacou também outro investimento que nos próximos doze meses vai consumir cinco milhões de dólares, já iniciado pela própria Empresa Pública Portos e Caminhos de Ferro de Mo-R o s á r i o M u a l e i a, PCA dos CFM. Neste momento o porto está a operar apenas um rebocador, e o desafio para os próximos doze meses visa a aquisição de mais um e a reabilitação de outro que se encontra avariado. Além disso, Mualeia referiu-se a outro trabalho que será preciso a INAHINA levar a cabo, nomeadamente a colocação dos sistemas de ajuda a navegação (bóias de sinalização) e garantir o seu pleno funcionamento. O Porto da Beira representa um dos maiores empreendimentos económicos ao nível da Cidade da Beira e de toda Região Centro do País. Os seus préstimos beneficiam além dos operadores económicos nacionais, quase todo o Interland, com particular destaque para o Zimbabué, Malawi, Zâmbia,
Botsuana e ate República Democrática do Congo (RDC). (Falume Chabane)" Fonte O Autarca, 11 Ago 2010

terça-feira, 10 de agosto de 2010

TETE - 8 - O TELES RESTAURANTE NO CENTRO SOCIAL DO SONGO

Mais uma vez a cortesia do Manel Sousa Teles, além de outros amigos, recebeu muito bem, tudo se sabe, o meu filho Pedro que naquele local já lá tinha estado mas ainda na barriga da mãe Mina, algures em 1973, portanto não se devia lembrar bem. Soube também que o peixe pende e a matapa,entre outras iguarias, hoje estavam DIVINAIS. Porque amanhã também vão estar, têm dúvidas? Basta viajar até lá. À familia TELES o meu profundo reconhecimento e muito obrigado.UM ABRAÇÃO FORTE, Augusto Macedo Pinto

EMPREENDEDORISMO - MOÇAMBIQUE - 1

"Banco Mundial apoia agro-negócio em Moçambique

09/08/2010
O International Finance Corporation – IFC - membro do Grupo Banco Mundial, vai aumentar as acções de formação na área do agro-negócio em Moçambique om o objectivo de ajudar as micro, pequenas e médias empresas a melhor acederem aos mercados e meios financeiros.
Um comunicado do IFC refere que o objectivo é colaborar com três programas de agro-negócios em Moçambique.
O primeiro programa destina-se apoiar as iniciativas privadas no sector agrícola com vista ao melhoramento do rendimento dos pequenos agricultores a partir da comercialização da produção.O segundo prevê o melhoramento das cadeias de valor da banana, caju, amendoim, milho, manga, ananás, gergelim e soja.
Finalmente o IFC vai lançar ainda programas de apoio a diversas actividades, tais como avicultura, ligações florestais e moagem.
A IFC vai trabalhar em coordenação com a Agência Dinamarquesa para o Desenvolvimento Internacional (DANIDA) na componente comercialização agrícola, bem como com a USAID, através do programa AgriFUTURO, no melhoramento das cadeias de valor de diversos produtos, e com a Technolserve, na componente de desenvolvimento de actividades ligadas à exploração florestal e processamento de cereais.
O comunicado de IFC refere ainda que aquele organismo financeiro vai trabalhar em estreita ligação com sete parceiros na implementação do seu programa em Moçambique, incluindo a Escola Superior de Negócios e Empreendedorismo de Chibuto, da Universidade Eduardo Mondlane e a Sociedade de Investimentos (GAPI), para ajudar a organizar eventos educacionais, identificar necessidades de formação, adaptar conteúdos, gerir as actividades de formação, garantir a sua qualidade, acompanhar e avaliar o impacto da formação.(macauhub)" Fonte Rádio Moçambique

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O RIO ZAMBEZE PODE VIR A SER NAVEGÁVEL? - 4

"Navegação nos Rios Chire e Zambeze: Zimbabwe junta-se ao Malawi no interesse no projecto

09/08/2010
O Zimbabwe acaba de anunciar o seu interesse no projecto de navegação dos rios Chire e Zambeze até ao Oceano Índico, em Moçambique.
A revelação foi feita pelo ministro malawiano dos Transportes, Khumbo Kachali.
Desta forma sobe assim para quatro o número de países interessados no projecto.
Inicialmente, o projecto abrangia Moçambique, Malawi e Zambia.
O ministro malawiano anunciou que com a adesão do Zimbabwe, os governos de Malawi e de Moçambique estavam a rever os termos iniciais do Memorando de Entendimento sobre o projecto.
O Projecto de navegação dos Rios Chire e Zambeze visa permitir o acesso ao Oceano Índico por via fluvial a partir de Nsanje no Malawi até ao porto moçambicano de Chinde, na província moçambicana da Zambézia, numa distancia de 238 quilométros, tendo como mais-valia a redução dos custos de transporte para os países do hiterland.
O projecto inctlui, entre outras infra-instruturas, a construção de um porto fluvial em Nsanje avaliado em vinte milhões de dólares, cuja primeira fase poderá estar operacional em Setembro próximo, de acordo com o ministro malawiano, Khumbo Kachali.
No entanto, todas as componentes deste projecto estão estimadas em seis bilioes de dólares.
Moçambique tem reiterado que a execução deste projecto depende do estudo da avaliaçaão ambiental, o qual vai determinar o impacto sobre o ecossistema, o tipo de embarcações a utilizar, as dragagens necessárias, entre outras recomendações." Fonte Rádio Moçambique

Broa de Avintes, Mikate, Espanha, Portugal e Moçambique - 8 "País - A origem da Broa de Avintes - RTP Noticias, Vídeo"

País - A origem da Broa de Avintes - RTP Noticias, Vídeo

PROVÉRBIOS - 1

                                                              PROVÉRBIOS

VIVA +, BEM – ESTAR, Provérbios Saudáveis, Jornal de Noticias, 9 de Agosto 2010, Segunda – Feira, Pág. 25, “Investigadora estudou 290 adágios e concluiu que mais de metade encerra verdades científicas”. Afinal, sabedoria popular vale mesmo, é caso para dizer.

“ A SAÚDE NÃO É CONHECIDA SENÃO QUANDO É PERDIDA”.

“SAÚDE CUIDADA VIDA CONSERVADA”.

“PARA LONGA VIDA, REGRA E MEDIDA NO COMER E NA BEBIDA”.

“SAÚDE E LIBERDADE VALEM UMA CIDADE”.

“NÃO HÁ MAL QUE SEMPRE DURE NEM BEM QUE NUNCA ACABE”.

“ANDAR, VENTURA ATÉ À SEPULTURA”.

“SE ÉS VELHO COMILÃO ENCOMENDA O TEU CAIXÃO”.

“TABACO E AGUARDENTE TRANSFORMAM O SÃO EM DOENTE”.

“ÁGUA FERVIDA É MEIA VIDA”.

“SÓ PERCEBEMOS O VALOR DA ÁGUA DEPOIS DA FONTE SECA”.

domingo, 8 de agosto de 2010

MOÇAMBIQUE - TURISMO - PROMOVENDO A PARTIR DE PORTUGAL - 3

2010, Agosto, aqui vê-se o porto da Beira. O Pedro já anda pela Província de Sofala, cidade da Beira, acompanhado por bons amigos de visita à cidade, preparando-se para prosseguir por Manica e chegar a Tete, saíu de Maputo por carro a 1 de Agosto.Continuamos à espera das fotos dele.

sábado, 7 de agosto de 2010

MOÇAMBIQUE E OS OUTROS PAISES DA CPLP - 1.15

"Cidadania: Ministro Oldemiro Baloi diz que Estatuto do Cidadão da CPLP ainda vai demorar

06/08/2010
O Estatuto do Cidadão da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) ainda vai demorar para se tornar realidade, segundo avaliação do ministro moçambicano dos Negócios Estrangeiros, Oldemiro Baloi. Ele entende também que a adopção plena do Acordo Ortográfico enfrenta as mesmas dificuldades.
"São dois assuntos que estão a ser trabalhados no nível técnico", disse Baloi. "Tanto o Estatuto do Cidadão quanto o Dossiêr da Língua Portuguesa [o acordo ortográfico] são complexos, exigem um trabalho aturado [constante, perseverante] e muito sereno. É o que está a se fazer neste momento".
O Estatuto do Cidadão da CPLP seria um mecanismo para facilitar a circulação e integração das populações dos oito estados-membros da comunidade: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Portugal e Timor Leste. Ele foi discutido pela primeira vez na segunda reunião de líderes de Governo e Estado da CPLP, em 1998, quando foi criado um grupo de trabalho para tratar do assunto.
Em 2002, durante outro encontro, em Brasília, foram assinados sete acordos que modificaram a concessão de determinados tipos de visto entre os membros da CPLP e criaram balcões específicos para integrantes da comunidade em aeroportos. Mas, até hoje, nem todos os países ratificaram as decisões nos respectivos parlamentos.
O tema voltou à mesa em 2006, na reunião de cúpula de Guiné-Bissau, sem grandes avanços. Havia a expectativa entre técnicos e diplomatas de que voltasse agora, no encontro do mês passado em Luanda, Angola. Mas isso não aconteceu.
"É um objectivo para o futuro. Vai caminhar, mas é complicado", diz o embaixador de Angola em Moçambique, Garcia Bires. "É necessário que se defina bem quem é o cidadão da CPLP, encontrar o enquadramento jurídico mais adequado. Tem que se mexer com hábitos, costumes e leis nacionais."
Entre os pontos controversos, estão se o cidadão lusófono terá ou não todos os direitos que as constituições de cada país reservam exclusivamente aos seus cidadãos. Outros pontos são votar e ser votado, ter previdência social ou participar de determinados concursos públicos, por exemplo. Há uma corrente que defende que fiquem reservados a quem é nato ou residente. A restrição também envolveria direitos ligados à integração regional, como a União Europeia para Portugal e o Mercosul para o Brasil.
Quanto ao visto de trabalho, "o mundo está cada vez mais unido", disse o embaixador Bires. "Não é um empecilho. Cada país tem as suas normas e elas serão respeitadas."(Agência Brasil)", Fonte Rádio Moçambique.

BROA DE AVINTES, MIKATE, ESPANHA, PORTUGAL E MOÇAMBIQUE - 7

2010, Agosto, Avintes, Vila Nova de Gaia, Portugal, o forno em casa das "QUELIMANES", bem cheio de Broas de Avintes, há dois tipos de Broa que produzem, uma receita que vem publicada e a outra, nem por isso...Têm de provar para ver a diferença entre ambas...

BROA DE AVINTES, MIKATE, ESPANHA, PORTUGAL E MOÇAMBIQUE - 6

“BROA DE AVINTES PODE TER ORIGEM AFRICANA
VILA NOVA DE GAIA
A tradicional Broa de Avintes (Gaia) poderá ter origem no MIKATE, um tipo de pão produzido e consumido em Moçambique, Angola e Guiné Bissau pelo menos desde o século XVI, disse Macedo Pinto, autor de uma investigação sobre esta matéria. Citado pela LUSA, o ex – Cônsul honorário de Moçambique no Porto referiu que há uma “pista” importante que aponta para a existência de MIKATE em Moçambique no final do século XVI, quando o milho ainda era pouco vulgarizado em Portugal continental. “No livro “Ethiophia Oriental”, Frei João Santos refere que chegou a Sofala, Moçambique, em 13 de Agosto de 1586 e ficou a conhecer um pão a que chamou “MOCATES” afirmou.”Acredito que a Broa de Avintes tenha vindo de lá para cá. Com quase certeza científica, pode-se dizer que a origem não é de Portugal, poque ainda não havia cá milho”, acrescentou. O presidente da Confraria da Broa de Avintes, criada em 1992, Joaquim Costa Gomes, descarta a tese. “Não acredito que haja essa semelhança”, referiu.”, Notícia publicada no Jornal de Notícias do Porto, Portugal, página 18, Quarta-feira, 4 de Agosto de 2010, GRANDE PORTO.
NB: O facto é que o milho é originário da América Central, Brasil, Pedro Álvares Cabral chegou lá em 1500, o trigo é originário do Egipto, haverá pão e fornos a lenha neste País desde há 6.000 anos, o centeio é originário da Ásia Menor, estes dois últimos cereais, terão chegado à Europa Ocidental pela mão dos Gregos, Romanos ou Fenícios.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

MOÇAMBIQUE - OS TRANSPORTES SÃO DETERMINANTES - 1"- O RIO ZAMBEZE PODE VIR A SER NAVEGÁVEL? - 3

Sobre este tema a 23 de Setembro de 2009 Desafio Africano e Caminhos para o Desenvolvimento no Jornal de Negócios de Portugal e Revista Capital   de Moçambique em Outubro de 2009 ,já o havia abordado.
"Acesso ao Índico através de Moçambique: Malawi determinado a avançar com porto de Nsanje

02/08/2010
No Malawi poderá ser concluida nos finais deste mês a construção da primeira fase do Porto Fluvial de Nsanje, visando permitir o acesso daquele país ao Oceano Índico em Moçambique, atravês dos Rios Chire e Zambeze.
Com esta iniciativa, o governo do Malawi pretende reduzir os custos de transporte de mercadorias para os países do hiterland, incluindo a Zâmbia.
Avaliado em seis biliões de dólares, a conclusão definitiva do projecto está prevista para Setembro do próximo ano.
Neste momento o Malawi está a mobilizar financiamentos junto de parceiros internacionais para a execução das obras.
No entanto, Moçambique condiciona o início do transporte fluvial à realização de um estudo de viabilidade ambiental sobre a navegabilidade dos rios Chire e Zambeze, deste Nsanje até ao porto de Chinde, na província moçambicana da Zambézia.
Informações obtidas pela Rádio Moçambique indicam que a gestão do Porto de Nsanje foi concessionada por um periodo de quarenta anos ao Grupo português Mota Engil, de acordo com um contrato de exploração assinado com o governo malawiano.
A Mota-Engil estã igualmente envolvida na construção da infra-estrutura portuária.
No último fim-de-semana, o Secretário-Geral da COMESA, Mercado Comum da África Austral e Oriental, pediu ao Malawi para imprimir uma maior celeridade na conclusão do projecto de navegação dos rios Chire e Zambeze.
Numa audiência em Lusaka com o Presidente malawiano Bingu wa Mutharika, o Secretario-Geral da COMESA, Sindiso Ngwenya, disse que a região não vai poder esperar muito tempo pela conclusão do projecto.
Sindiso Ngwenya revelou que a COMESA está a negociar com o Banco Africano de Desenvolvimento a libertação de fundos, bem como o apoio tecnico necessario." Fonte Rádio Moçambique

PORTUGAL, ITÁLIA E ESPANHA - OS TRES MAIORES INVESTIDORES ESTRANGEIROS EM MOÇAMBIQUE 1º SEMESTRE 2010

"Segundo dados do CPI referentes a primeiro semestre de 2010 Sofala beneficia de oito novos projectos de
investimentos orçados em 24.7 milhões de dólares - Cabo Delgado foi a Província que teve maior valor de investimento, enquanto Maputo Cidade e Província voltaram a beneficiar de maior número de projectos - Portugal, Itália e Espanha destacaram-se ao ocupar as três primeiras posições da lista dos maiores investidores estrangeiros Beira (O Autarca) – A Província de Sofala, no Centro do País, beneficiou de oito novos projectos de investimento no primeiro semestre deste ano, os quais estão orçados em 24.7 milhões de dólares norte americanos.Segundo dados do Centro de Promoção de Investimentos (CPI), este montante representa 6.8 por cento.
O CPI não indica no seu informe semestral a que tivemos acesso as áreas a que os projectos aprovados para Sofala estão orientados.volume global de investimentos aprovados pela instituição governamental
para todo o País durante o período em referência, que se situou em 364.1 milhões de dólares.
Quanto ao emprego, os oito projectos de investimentos aprovados para a Província de Sofala perspectivam
proporcionar 732 novos postos de do trabalho, o correspondente a 10.6 por cento do total de 6.905 em todo o País." Fonte O AUTARCA, edição 5 Ago 2010.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

ARTISTA PLÁSTICO RELÓGIO OBRA EM MAPUTO E NO PORTO - 2

Francisco Relógio




"Artista plástico bejense nascido em 1926 e falecido em 1997. Além da pintura, sua actividade principal, teve muitos outros interesses: dedicou-se à cenografia teatral, à cerâmica, ao desenho e ao azulejo. Existem vários painéis seus de azulejos em Lisboa, mas o mais conhecido é o que se encontra no edifício do Banco Nacional Ultramarino de Maputo. Em determinada fase da sua carreira artística, iniciada em finais dos anos 40, esteve ligado ao movimento do Neo-Realismo."
Esta obra e a anterior pode ver - se na CUNHA no centro do Porto, é do ano de 1981. Aguardemos pela de Maputo.

ARTISTA PLÁSTICO RELÓGIO OBRA EM MAPUTO E NO PORTO - 1

Francisco Relógio




"Artista plástico bejense nascido em 1926 e falecido em 1997. Além da pintura, sua actividade principal, teve muitos outros interesses: dedicou-se à cenografia teatral, à cerâmica, ao desenho e ao azulejo. Existem vários painéis seus de azulejos em Lisboa, mas o mais conhecido é o que se encontra no edifício do Banco Nacional Ultramarino de Maputo. Em determinada fase da sua carreira artística, iniciada em finais dos anos 40, esteve ligado ao movimento do Neo-Realismo."
Por favor passem na 25 de Setembro junto ao Banco de Moçambique em Maputo e tirem a foto que falta,muito obrigado.

Canários carmelitas: Broa de Avintes pode ter origem africana

Canários carmelitas: Broa de Avintes pode ter origem africana

domingo, 1 de agosto de 2010

MOÇAMBIQUE- TURISMO - Ministro do Turismo, Fernando Sumbana, antevê: Seremos uma das jóias de África

"Ministro do Turismo, Fernando Sumbana, antevê: Seremos uma das jóias de África

O GOVERNO tem se concentrado em alterar substancialmente a geografia do turismo de Moçambique. Através do “Projecto Arco Norte”, o “Executivo” pretende posicionar as províncias de Cabo Delgado, Nampula e Niassa como importantes e sustentáveis destinos turísticos internacionais, com base na exploração dos recursos lá existentes. Em entrevista ao “Notícias”, o ministro do Turismo, Fernando Sumbana, disse que a decisão de se avançar com o projecto “Arco Norte” e outros “âncoras”deve-se, em parte, à constatação de que é possível beneficiar das vantagens comparativas que o nosso país tem, face aos fortes potenciais concorrentes na região, como são os casos da África do Sul e do Zimbabwe. “Temos águas mornas durante todo o ano, enquanto que os nossos concorrentes vizinhos têm água gelada. Temos também a vantagem de termos locais que reúnem praia e fauna bravia, são os casos da Reserva Especial de Maputo e do Parque Nacional das Quirimbas. Podemos fazer a ligação de locais com grande potencial histórico-cultural com praias e, aqui, posso apontar os casos de Mossuril e Ilha de Moçambique. Efectivamente, só podemos esperar por uma “explosão”, no sentido positivo, de novo produto turístico em Moçambique”, disse o ministro. Entretanto, passamos de seguida a transcrever os extractos mais significativos da entrevista que o ministro do Turismo, Fernando Sumbana, concedeu ao “Notícias”:Maputo, Segunda-Feira, 2 de Agosto de 2010:: Notícias
Notícias (Not) – Quais são os desafios para o sector do turismo nos próximos cinco anos?
FERNANDO SUMBANA (FS) - O grande desafio é iniciarmos os projectos âncora e o projecto Arco Norte. Se fizermos isso, de facto, já selamos o turismo em Moçambique; nada será como antes! O segundo desafio é a formação. Estamos a ter muitos projectos turísticos, mas que não são acompanhados pela a formação. Temos que formar cozinheiros, serventes de mesa e chefes de sala e é isso que está a levar muito tempo.
A terceira dimensão é continuarmos a fazer a promoção do nosso País. Queremos que Moçambique seja “a jóia” da África Austral. Quando as pessoas olharem para aqui deverão ver a combinação da simpatia do povo, os recursos naturais e a segurança. Esta é a nossa grande aposta.
Not – Se por um lado, os investidores estrangeiros trazem mais valia para a economia, por outro, vêm com alguns problemas para a população local, que tem reclamado por situações de racismo e de restrições no acesso a certas áreas de interesse turístico. O ministério do Turismo está ciente deste problema? Como combate estas situações?
FS - Para combater isso é preciso aplicar a lei. Uma coisa interessante é que Moçambique é dos poucos países que na sua lei de investimentos pôs uma cláusula que foca especificamente a questão da não discriminação em função da raça e religião. Claro que a própria Constituição já protege, mas não quisemos deixar de reafirmar para que, de facto, não haja dúvidas sobre essa matéria. O que fizemos foi percorrer todo o país com inspecções multisectoriais (envolvendo os sectores do Turismo, Trabalho, Finanças, Meio Ambiente e Transportes e Comunicações) e fomos visitar todos esses locais. Tenho que confessar que se ainda aparecerem casos, só podem ser esporádicos e se alguém apresentar evidências sacamos o alvará – não temos meias medidas nesse sentido. Temos estado a fazer uma sondagem, sobretudo, aos locais mais sensíveis que são os casos da Ponta de Ouro, na província de Maputo, e de Inhambane. O que constatamos é que houve uma altura em que quando se discutia sobre o turismo falava-se de racismo, mas esse já não é o debate. A matéria que se está a discutir em relação ao turismo é procurar ver como é que os investidores nacionais podem entrar; que emprego podemos colocar; e a questão das posturas, porque muitas vezes damos licenças para construir e o indivíduo em vez de fazê-lo no local indicado, aumenta a dimensão do terreno.
Not – Mas a população local continua a reclamar pelo facto de alguns desses investidores terem o descaramento de colocar placas com “No black”. O Sr. Ministro tem conhecimento destes factos?
FS – Se tiverem visto isso é capaz de ter sido há sete anos, agora não há essas placas em nenhum sítio. A questão do racismo é algo que preocupa a todos nós. Não podemos permitir que isso aconteça, de forma alguma. Já temos a nossa independência. Neste momento, a nossa batalha é contra o racismo subtil que se caracteriza na demora no atendimento, tendo como motivação a pigmentação ou então, por alguma razão, alguém de raça negra entra naquele local e lhe apresentam um preço bastante elevado para determinado produto. Essa é que é a nossa grande batalha, porque é difícil de verificar. O próprio cliente é o maior fiscal e ele imediatamente pode solicitar uma verificação. Nalguns momentos mandamos quadros nossos disfarçados para verificarem esse tipo de situações.
VENDER A TERRA É DESAFIAR A LEI
Maputo, Segunda-Feira, 2 de Agosto de 2010:: Notícias
A lei prevê que 20 por cento das receitas provenientes da exploração dos recursos naturais devem ser canalizado para as comunidades locais. Este facto está a acontecer?
FS – Estão todos a receber, pontualmente. Houve um momento em que havia uma certa demora porque não tínhamos a certeza sobre a quem entregar o cheque. Trabalhamos com as comunidades; elas se organizaram, abriram as contas e estão a receber o dinheiro e já aplicaram em moageiras, em furos de água e até em outras infra-estruturas sociais como salas de formação. Se olharem para a reserva do Niassa, Quirimbas, Bazaruto, Limpopo, enfim, está-se a distribuir o dinheiro. Não há uma única área que não esteja a receber. São muitos milhões de meticais que ajudam a população a se direccionar para algumas coisas que fazem diferença na sua própria vida. Mas para além disso, há uma outra dimensão que é da responsabilidade social. Por exemplo, o Parque de Gorongosa construiu uma escola moderna numa zona onde não havia aquele tipo de infra-estrutura. As crianças que não iam à escola já têm acesso à Internet, já há um posto de saúde com maternidade e com uma equipa médica que assiste ás comunidades à volta do parque. O Parque de Gorongosa desenvolveu um centro comunitário que permite às crianças irem para lá se inteirarem do que é o parque. Desenvolveu também uma fábrica de secagem da fruta para a venda local e posterior exportação. Também está a trabalhar com as comunidades na melhoria das machambas para terem melhores rendimentos.
Not – Que avaliação o Governo faz da concessão do Parque Nacional de Gorongosa à Fundação CARR?
FS – Não fizemos concessão nenhuma. Fizemos um acordo de gestão conjunta; temos um representante lá. As decisões são tomadas por esses dois – um da Fundação Carr e o nosso representante. Quando as coisas ultrapassam a sua dimensão, eles consultam o ministério do Turismo e daqui sai a voz do Governo e nós estamos satisfeitos pelo que está a acontecer.
Not – Há sectores que dizem que o Governo exagerou nas expectativas à volta do “Mundial” na África do Sul. Na verdade, o que falhou no marketing e na promoção turística externa para que Moçambique não tivesse tido um maior proveito deste evento?
FS – Respeito muito a opinião das pessoas, mas tenho estado a notar notícias que não são secundadas com dados estatísticos. Se nos pedissem os dados estatísticos talvez estivessem a fazer outro tipo de declarações, mas é muito natural que isso aconteça pela forma entusiástica com que fizemos a promoção do “Mundial”, e é essa a nossa maneira de ser como moçambicanos. Tínhamos o campeonato mundial a ser realizado pela primeira vez no continente africano, aqui ao lado; trabalhamos com o Governo sul-africano no sentido de abrir as oportunidades; trabalhamos com o sector empresarial para que aproveitássemos as oportunidades. É verdade que o Governo criou o ambiente possível e os investidores aproveitaram as oportunidades. O que aconteceu também é que os “media” locais e internacionais começaram a dizer que na África do Sul havia ameaças e sinais de terrorismo; problemas de xenofobia e tensão entre negros e brancos devido à morte de Terreblanch. As pessoas começaram a cancelar as reservas para a África do Sul.
A nossa expectativa e todo o nosso trabalho eram para drenar parte dos que fossem à África do Sul, visitarem Moçambique. Então, se reduziu lá na própria fonte, que é a África do Sul, naturalmente que Moçambique não há-de ter o mesmo número que esperava. Contudo, fizemos um trabalho de verificação em Inhambane e noutros locais e procuramos saber junto dos operadores e nos diziam que tinham muitas reservas para os meses de Junho e Julho. A conclusão a que chegamos é que o efeito do “Mundial” na África do Sul fez com que algumas pessoas saíssem daquele país para fugir do ‘stress’. Então, isso também é negócio para nós; e registamos crescimento. Comparativamente ao período homólogo do ano passado, registamos um crescimento em termos de turistas de cerca de 25 por cento.
(A. Marrengula)MOÇAMBICANOS ENTRE OS QUE GASTARAM MAIS
Maputo, Segunda-Feira, 2 de Agosto de 2010:: Notícias
Os dados publicados dizem que os moçambicanos estão entre os que mais gastaram neste período na África do Sul…
FS – No que respeita ao fluxo de ida para à África do Sul e vinda para Moçambique, tem que se ver que aqui há questões conjunturais. Nem todos os moçambicanos que vão para a África do Sul fazem-no por lazer. Qualquer ‘mukherista’ que atravessa a fronteira, para os sul-africanos é turista. Normalmente faz compras muito elevadas para vir vender no país e aquilo entra nas estatísticas dos sul-africanos. Eles têm a vantagem de fazer essas estatísticas e é nisso que estamos a trabalhar para também começarmos a registar aqui.
De facto, os moçambicanos e os angolanos têm sido os campeões em termos de visita e de receitas para a África do Sul, mas não só, todos os países vizinhos o são. Tal como para nós, os sul-africanos são os que mais nos visitam; a África do Sul por si, representa 40 por cento e o Zimbabwe contribui com 31 de todos os que visitam Moçambique. Portanto, uns vão para um lado e os outros para o outro. Hoje estamos a falar de 3.100.000 visitantes para Moçambique, quando em 2004 falávamos de 711.000. Então, há um crescimento muito grande em termos de movimento aqui para o país.
Not – Como é que se está a incentivar o turismo doméstico?
FS - Decidimos introduzir uma marca nacional que é “Capulana Hotéis e Resorts”. São empreendimentos de pequena dimensão que vão de 8 a 32 quartos. Já estão a ser desenvolvido ao nível dos distritos, sobretudo naqueles que têm pouco alojamento. Ao abrigo desse projecto, lançamos concursos para que os moçambicanos sejam os gestores desses empreendimentos. No momento em que cedemos ao moçambicano, primeiro ele é treinado na gestão do hotel. Quando ele inicia já não há aquela justificação de que o negócio caiu porque ele não tinha.
Para além disso, vamos fazer a monitoria constante. Tudo será padronizado; se vai à um “Capulana” na Moamba e vai a um outro em Alto Molócuè, encontrará exactamente o mesmo tipo de serviços e com reciclagem permanente. Isso vai trazer mais moçambicanos que, de outra maneira, não iriam para o turismo. É uma forma positiva de pôr investidores nacionais no negócio, mas também de levar a nós outros para visitarmos o potencial que existe nos distritos. Os preços vão ser feitos de maneira a caberem mais ou menos no nosso bolso.
(A. Marrengula)PERFIL DO ENTREVISTADO
Maputo, Segunda-Feira, 2 de Agosto de 2010:: Notícias
Durante a entrevista, procurarmos saber um pouco mais sobre quem é o Ministro do Turismo, que chegou a acumular as pastas com a da Juventude e Desportos. Afinal quem é Fernando Sumbana? É casado? Tem filhos?- Questionamos e sem reservas, respondeu:
FS – Nasci na Manhiça, província de Maputo, em 1954. Sou casado e tenho 2+2 filhos, isto é, tenho dois filhos meus e dois filhos que ficamos com eles que são de uma cunhada minha que faleceu. Para nós (eu e a minha esposa) estes também são nossos filhos, efectivamente. Vivi uma parte da minha vida na Manhiça, até cerca de 6/7 anos de idade e o resto passei aqui na cidade de Maputo, em bairros como Chamanculo e Xipamanine. Trabalhei no Comércio Externo toda a minha primeira fase. Nessa altura, estava na coordenação de lojas como supermercado (LM). Passei depois para as empresas de ferragens e muito cedo puseram-me a dirigir essas empresas e isso proporcionou-me muita experiência. Depois fui transferido para o ministério onde trabalhei na área de Relações Internacionais; Direcção de Importações; passei pelo Instituto de Cereais; fui ao Centro de Promoção de Investimentos e agora estou aqui, no Ministério do Turismo. A dado momento, fui docente na Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane, onde leccionava a cadeira de “Marketing Internacional”. Já não dou aulas por falta de tempo, mas voltarei na primeira oportunidade que tiver.
Not - Há quem o considere um dos moçambicanos mais ricos. Concorda? E qual é a fonte dessa riqueza?
FS – Eu é que gostaria de saber qual é a fonte dessa afirmação…e com que estatística é que apresenta isso… Já ouvi pessoas a dizerem o mesmo nos jornais. Até pensei que fosse uma brincadeira e nunca me preocupei com o assunto. O que acho que podem fazer é, de facto, verificarem onde é que está essa riqueza, a partir daí terão, então, a possibilidade de ver. Até porque fizeram bem em me perguntar isso, porque pode ser que haja pessoas que especulem sem conversar comigo. Gosto de trabalhar e ninguém vai me convencer a fazer o contrário; trabalho desde manhã até à noite e procuro usar muito bem a minha cabeça para o bem.
Not – Qual é a sua formação, Sr. Ministro?
FS - Sou mestrado em Administração de Negócios
Not – Qual é o seu ‘hobby’?
FS - Faço desporto e pinto. Ouço esporadicamente a música.
Not – Gosta de comida moçambicana?
FS – Gosto, mas se me perguntarem qual é o meu prato preferido hei-de ter problemas em indicá-lo. Mas gosto da matapa com caranguejo e também da feijoada.
Not – Sabe cozinhar ou aprecia o que os outros fazem?
FS – Quando não tenho alternativa cozinho e sai bem.
Not - Admira alguém em particular?
FS – Admiro, sim, aos meus pais.
NOT - Porquê a eles?
FS - Pela educação que nos deram. Somos irmãos muito unidos e quando um sente uma dor no dedo, praticamente os outros todos também sentem.
Not – Quantos irmãos tem?
FS – Treze. Oito são do mesmo pai e da mesma mãe. A minha mãe faleceu e o meu pai teve um segundo casamento de onde nasceram mais cinco filhos, mas temos uma relação muito próxima e que faz com que não sintamos essas diferenças. Somos irmãos solidários, amigos estamos juntos sempre que possível.
Not – Que tipo de desporto pratica?
FS – Sou um grande faltoso do judo. De vez em quando tenho ido treinar, mas o problema é que aqueles miúdos que lá estão batem-me muito, mas não deixa de me dar prazer. Também sou um frequentador assíduo das nossas avenidas e marginais onde ando cerca de sete quilómetros, entre cinco e seis vezes por semana.
Delfina Mugabe e Paulo da Conceição"