segunda-feira, 27 de agosto de 2012

PAULO PORTAS MINISTRO DE ESTADO E DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS DE PORTUGAL EM MOÇAMBIQUE RECEBIDO PELO COLEGA MOÇAMBICANO OLDEMIRO BALÓI

MNE Paulo Portas quer "dar ânimo
aos empresários portugueses e não melancolia"
Maputo, 24 ago (Lusa) O ministro português dos Negócios Es­trangeiros, Paulo Portas, disse hoje em Maputo que está em Moçambique 'pa­ra dar ânimo aos empresários portu­gueses, e não melancolia', aludindo aos números da execução orçamental em Portugal. "Os empresários portugueses que aqui estão, estão a ganhar todos os dias a sua luta para exportarem mais, para defenderem postos de trabalho, portanto, eu vou dar-lhes urna palavra de ânimo e não de melancolia', disse Portas à Lusa. O ministro respondia a urna pergunta sobre a mensagem que vai le­var aos empresários portugueses, du­rante um encontro no domingo, em Maputo, com empresas que participarn na FACIM, numa altura de derrapagem dos números da execução orçamental relativos a Julho. “os empresários portugueses, os quadros portugueses que conseguem triunfar, arriscando, internacionalizan­do, exportando mais, colocando os seus produtos, fazendo investimento, estão a dar um contributo extraordinário à nossa economia e por isso mes­mo, eu vou, não só dar-lhes ânimo, co­mo vou ouvir os problemas deles", a­crescentou. Paulo Portas que recusou falar de assuntos de política nacional, como a privatização da RTP, por se encontrar "no exterior", chegou hoje a Maputo para participar na abertura, na segun­da-feira, da FACIM 2012, a mais im­portante feira económica de Moçambi­que, que este ano tem um número re­corde de empresas portuguesas, cerca de 140. "As trocas comerciais entre Portugal e Moçambique estão a viver um momento extraordinário, nunca an­tes conhecido", disse o ministro, após um encontro com o seu homólogo mo­çambicano Olderniro Balói. Corno exemplo desse momento, referiu que no primeiro semestre deste ano Portugal já exportou para Moçambique mais 30% do que em 2011, que tinha sido um ano recorde de vendas nacionais ao país do Indico. “A minha prioridade é a diplo­macia económica, é ajudar as empresas, as marcas e os produtos  portugueses a ganharem mercados no exterior, a internacionalizarem-se, isso significa defender postos de trabalho em Portugal”, disse Paulo Portas." FONTE JORNAL O AUTARCA.

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