segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

NACALA HOJE É NOTICIA: AEROPORTO TVM TELEVISÃO DE MOÇAMBIQUE DEU ESTA MANHÂ UMA REPORTAGEM E RÁDIO MOÇAMBIQUE NO INICIO DA TARDE

A TVM  TELEVISÃO DE MOÇAMBIQUE EM SERVIÇO DE REPORTAGEM SOBRE O AEROPORTO DE NACALA REFERIU QUE A EXPERIMENTAÇÃO OPERACIONAL TERÁ INICIO DENTRO DE DUAS SEMANAS ENTRE OUTRAS FASES DE FINALIZAÇÃO DAS OBRAS.


"Porto de Nacala: Quatro anos para ser de dimensão mundial
Nacala porto contentores
O porto de Nacala, na província de Nampula, vai se transformar nos próximos quatro anos numa infra-estrutura económica de referência no contexto internacional após a conclusão das obras em curso avaliadas em 300 milhões de dólares norte-americanos, visando elevar para seis milhões de toneladas de carga geral e 750 mil toneladas anuais de mercadoria contentorizada, respectivamente, segundo anunciou o ministro dos Transportes e Comunicações, Gabriel Mutisse.No final de uma visita de trabalho efectuada há dias àquele importante empreendimento económico cujos operadores perspectivam manusear no presente ano cerca de dois milhões de toneladas de carga geral e cem mil contentorizada, o governante disse ser imperioso olhar para o desenvolvimento económico que o mundo no geral tem vindo a registar nos últimos tempos e de uma forma particular o continente africano, que tem havido cada vez mais necessidade de assegurar pontos estratégicos para escoamento da sua produção.Salientou que é preciso olhar com ambição a necessidade de melhorar os níveis de competitividade e eficiência do Porto de Nacala para atrair mercadorias diversas de países da região ao nível do continente em particular da República Democrática do Congo, Malawi e da Zâmbia que saem para o mar através de outros portos apesar de acarretar custos consideráveis de transporte para os operadores.
As obras de transformação do Porto de Nacala que contam com o co-financiamento do Governo e do Japão consistem essencialmente em melhorar as condições de segurança de atracação de navios de grande calado, do reforço e modernização dos equipamentos de manuseamento de cargas. Por outro lado criar condições seguras para o aprovisionamento transitório de mercadorias destinadas a exportação e importadas no recinto portuário.Visivelmente preocupado com a melhoria da eficiência do Porto de Nacala, Gabriel Mutisse recomendou aos gestores públicos e privados daquele empreendimento a fazer o levantamento dos pontos em que ele é relativamente fraco quando comparado aos restantes ao nível da região do continente.
No seu entender esse exercício concorre para atacar os pontos fracos identificados como constrangedores nas operações portuárias. Recomendou que após ultrapassar as barreiras os resultados obtidos em termos de eficiência e competitividade, devem ser publicitados, pois esse exercício estimula mais investimentos do sector privado no que tange sobretudo a preferência pelos portos nacionais e em particular o de Nacala.Por outro lado Gabriel Mutisse entende que é importante que os mecanismos de coordenação entre os operadores do porto e das Alfândegas sejam mais flexíveis, pois o que constatou do diálogo com os mesmos, o relativo atraso que se regista sobretudo no embarque de mercadorias no porto aparentemente resulta da falta de diálogo entre aqueles actores visando suplantar as suas diferenças.“Temos que dialogar constantemente para que os problemas de eficiência de uma instituição não se repercutam no nosso desempenho. Dialoguem para remover as barreiras que emperram o eficiente funcionamento do porto” – instou Mutisse aos gestores da Portos do Norte que opera o porto e as Alfândegas.A supressão das barreiras supracitadas vai concorrer certamente para o crescimento contínuo da capacidade de manuseamento do porto, mantendo deste modo a perspectivas de cumprimento da meta do ano que é de dois milhões de toneladas de carga diversa.Soubemos na ocasião que as obras de reabilitação e ampliação do Porto de Nacala regista algum atraso na sua execução e de acordo com Gabriel Mutisse o facto se deve a alguns problemas administrativos burocráticos vividos pela agência de cooperação internacional japonesa JICA que o governante moçambicano instou para que sejam removidos, privilegiando para tal o diálogo constante com as autoridades locais caso esse seja o motivo."
FONTE RÁDIO MOÇAMBIQUE.

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