segunda-feira, 29 de maio de 2017

JOSÉ CAPELA, SOARES MARTINS COLÓQUIO INTERNACIONAL HOMENAGEM PÓSTUMA NA FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DO PORTO, 29 E 30 DE MAIO

COLÓQUIO INTERNACIONAL “José Capela e a história de Moçambique: 45 anos depois de O vinho para o preto” 29-30 de Maio - 2017 Faculdade de Letras da Universidade do Porto PROGRAMA PROVISÓRIO 29 de Maio 9h – Distribuição da documentação aos participantes 9h15 – Sessão oficial de abertura Intervenções de abertura: FLUP – Diretora da FLUP - Prof. Dr.ª Fernanda Ribeiro Universidade Pedagógica de Moçambique – Ex.mo Reitor - Prof. Dr. Jorge Ferrão CEAUP – Coordenadora da Unidade I&D CEAUP – Prof. Dr.ª Ana Guedes Conferência de abertura: Moçambique pelo seu povo. Mozambique: Many People, Many Stories Jeanne Marie Penvenne (Tufts University) 1. Representações de Moçambique na época moderna Sessão 1 (10:30 – 11:30) A África do Sudeste nos relatos de naufrágios do séc. XVI. Para uma compreensão genealógica das categorias de representação geográfica e antropológica Glória de Santana Paula (Centro de História da Universidade de Lisboa) “Rotas e esfarrapadas”: a precariedade da vida militar na Capitania de Moçambique e Rios de Sena no século XVIII Ana Paula Wagner (Universidade Estadual do Centro-Oeste e Centro de História da Universidade de Lisboa) De muanamuzungos a pardos: representações sociais dos mestiços em Moçambique no período moderno Eugénia Rodrigues (Centro de História da Universidade de Lisboa) Debate Organização: 2 Apoios: 2. Escravatura e tráfico de escravos em Moçambique Sessão 2 (11:30 – 12:30) Os conceitos de escravidão na obra de José Capela: uma leitura jurídica Margarida Seixas (Faculdade de Direito, Universidade de Lisboa) O Kairós da análise do fenómeno da escravatura na obra de José Capela Pedro Pereira Leite (Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra) O outro lado do tráfico ou como “todos são negreiros” em Moçambique (1820) Maria Bastião (Leiden University e CHAM, FCSH-UNL/UAç.) Debate ALMOÇO (13 :00 - 14 :30) Sessão 3 (14:30 – 15:30) O negócio do tráfico negreiro de João Rodrigues Pereira de Almeida, o Barão de Ubá, em Moçambique, c. 1808-c.1830 Carlos Gabriel Guimarães (Universidade Federal Fluminense) Diáspora, Memória e Cultura: Moçambique e as Ilhas do Índico Aurélio Rocha (Universidade Eduardo Mondlane) Dinâmicas sociais no norte de Moçambique no século XIX: escravidão, deslocamentos e mobilidade social Regiane Augusto de Mattos (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) Debate Pausa (15:30 – 15:45) Organização: 3 Apoios: 3.1A sociedade colonial em Moçambique – importações e aculturações Sessão 5 (15:45 -16:30) Equids in Mozambican history William G. Clarence-Smith (SOAS, University of London) Vinho e álcool na história de Inhambane, sécs. XIX-XX Bárbara Direito (Instituto de História Contemporânea, FCSH, Universidade Nova de Lisboa) Debate 3.2 A sociedade colonial em Moçambique – representações e ideologia Sessão 6 (16:30 – 17:30) Cidadania imperial e assimilacionismo(s) Cristina Nogueira da Silva (Faculdade de Direito, Universidade Nova de Lisboa) “Miss Britania” e Lourenço Marques: as “negras tentações” nas caricaturas sobre as colonias Paulo Jorge Fernandes (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa Memória de Ngungunhana entre os pescadores axiluanda na Ilha de Luanda, Angola, em 1983 Éva Sebestyén (Centro dos Estudos Africanos da Universidade do Porto) Debate 17:30 Lançamento do livro José Capela – “O Sopro do Vento Sul no Silvo das Locomotivas da Linha do Norte” Edições Afrontamento Apresentação a cargo de: Joaquina Soares Martins Jorge Ribeiro Organização: 4 Apoios: 30 de Maio Sessão 6 (9.30-10.30) 3.3 A sociedade colonial em Moçambique – a sociedade “tradicional” Chazuca: tensões e ambiguidades entre o régulo e a administração local no contexto colonial em Moçambique Joel das Neves Tembe (Universidade Eduardo Mondlane) Os Khokholo dos Chopi no contexto político dos finais do século XIX no sul de Moçambique Mario Jose Chitaute Cumbe (ICS, Universidade de Lisboa e Universidade Eduardo Mondlane) A religião tradicional Ndau: ambiguidades classificatórias Fernando Florêncio (DCV/FCT, Universidade de Coimbra e CRIA-Polo UC) Debate 3.4 A sociedade colonial em Moçambique – sindicalismo e imprensa Sessão 7 (10.30-11.30) As greves ferroviárias em Moçambique através da imprensa Maciel Santos e Miguel Silva Moçambique na vida e obra de Carlos Rates Luís Carvalho (FCSH, Universidade Nova de Lisboa) As vicissitudes do jornal Voz Africana na defesa dos Africanos Augusto Nascimento (Centro de História da Universidade de Lisboa) Debate Pausa 11:30 – 11:45 Sessão 8 (11:45 – 12:45) 3.5 A sociedade colonial em Moçambique – Igreja e Estado A história e as dinâmicas sociais: As missões católicas femininas em Lourenço Marques nos anos 50 do século XX Nuno Simão Ferreira (Centro de História da Universidade de Lisboa) José Capela, Dom Sebastião Soares de Resende e a história da Igreja Católica em Moçambique Eric Morier-Genoud (Queen's University Belfast) Organização: 5 Apoios: La terreur en colonie comme prélude au fascisme João-Manuel Neves (Centre de Recherches sur les Pays de Langue Portugaise, Université Sorbonne Nouvelle - Paris 3) Debate ALMOÇO (12:45 – 14:30) 4 José Capela na historiografia de moçambique Sessão 9 (14:30 -15:30) A especificidade portuguesa face à historiografia de José Capela José Pimentel Teixeira (Centro em Rede de Investigação em Antropologia) José Capela, transversalidade de discursos e práticas em sistemas existenciais excludentes em Moçambique Martinho Pedro (Universidade Pedagógica, Moçambique) Desfazendo “longas histórias enfabuladas”: dos estudos do tráfico às aringas de Moçambique; dos estudos históricos ao encantamento da obra de José Capela Cristina Wissenbach (Departamento de História / FFLCH, Universidade de São Paulo) Debate Sessão 10 (15:30 – 16:30) 5 Historiografia e poder político em Moçambique Islão, Macuas e questões de poder: o caso de Naherenque, Nacala Maria João Baessa Pinto e Eduardo Costa Dias (Centro de Estudos Internacionais, Instituto Universitário de Lisboa) A Renamo, um assunto para cientistas sociais Michel Cahen (Casa de Velázquez) A memória política em Moçambique Albert Farré (Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra) Debate Pausa (16 :30 – 16:45) Organização: 6 Apoios: 6 Identidades culturais moçambicanas Sessão 11 (16:45-17.30) Fluxos migratórios e trocas culturais na constituição do cinema em Moçambique Alex Santana França (Universidade Federal da Bahia, Universidade Nova de Lisboa e CAPES) A construção da Marrabenta como símbolo da identidade nacional moçambicana Marilio Wane (ARPAC - Instituto de Investigação Sócio-Cultural, Ministério da Cultura e Turismo de Moçambique) 17:30 - Exibição do documentário: “José Capela – uma passagem por Moçambique” Realizado por Isabel Galhano (CLUP - CEAUP ) APOIOS: Fundação para a Ciência e a Tecnologia FLUP Cooperativa do Povo Portuense Para informações adicionais contactar: Centro de Estudos Africanos – U.P. Faculdade de Letras da Universidade do Porto Via Panorâmica s/n 4150-564 Porto – Portugal Email: ceaup@letras.up.pt Website: http://www.africanos.eu Tel./Fax: +351 22 607 71 41"
FONTE: ASSOCIAÇÃO PORTUGAL MOÇAMBIQUE, PORTO, PORTUGAL

NOÉ NHANTUMBO, JORNALISTA, HOMEM DAS LETRAS, DA RÁDIO DA AGRICULTURA E DA CULTURA, DEIXOU-NOS, MAIS POBRES, PARTIU, PAZ À SUA ALMA

Tributo a Noé Nhantumbo Beira (O Autarca) – Calou-se para sempre uma voz intelectual mais críticia e interventiva da sociedade moçambicana, particularmente beirense. Uma voz que já era eternamente incomoda ao regime do dia. Uma voz bastante contribuitiva para a promoção da intelectualidade, da democracia e da cidaania em Moçambique. Noé Nhantumbo, escritor, jornalista e colaborador do Jornal O Autarca desde a sua fundação em junho de 1998. A ilustre personalidade intelectual perdeu a vida de forma súbita na madrugada de domingo (28), no Hospital Central da Beira (HCB), onde acabara e dar entrada horas antes a sua morte, na sequência de um mal estar ocorrido depois de ter estado a conviver com amigos de sempre. Noé Nhantumbo, sozinho, representava uma magestosa instituição de saber e conhecimento. Noé Nhantumbo transportava em si uma carga intelectual, cícivica e cultural interminável. A sua partida repentida e eterna deixa inconsolá- veis à todos quanto o conheceram, conviveram com ele e admiram as suas qualidades humanas e sócio-profissionais. O Autarca, particularmente, que perde um dos seus maiores colaboradores e amigo de sempre. A sua morte precoce será vingada pela materialização dos seus princípios e ensinamentos. Vários segmentos da sociedade moçambicana e estrangeira choram o seu vazio. Um dos mais interventivos nas redes sociais, Unay Cambuma, classifica Noé Nhantumbo uma “Estrela”. Apagou-se uma Estrela! Um intelectual raro, extraordinário e de elite. É uma grande perda para o país. Em Moçambique não existiam três como o grande Noé Nhantumbo”. Uma mensagem assinada por uma membro da família, Carla Nhantumbo, postada na sua página do facebook. refere a uma “dor insanável. Estou completamente ató- nita, cabalmente plangente, pois um familiar “meu tio”, amigo, jornalista, analista e escritor foi-se embora sem volta. É com total e absoluto desagrado, é com descontentamento profundo que recebi a triste notícia que o meu tio Noe Nhantumbo desapareceu fisicamente. Da forma como o conhecia, sei que Beira, quis dizer Moçambique, perdeu bastante. O vazio que me deixa é insubstituível, a dor que me deixa é insanável, as recordações e obras que deixa são tesouros. No meio de tanto conhecimento trazido por si, jamais me esquecerei e recordar-me-ei sempre com sorriso no rosto que: “lixo varrido para debaixo do tapete continua na sala”. O seu legado fica entre nós e torcerei para que fa- çamos bom uso, pois acima de tudo sempre lutaste para um Moçambique melhor, uma África melhor, um mundo melhor! Noé Nhantumbo, Descanse em Paz, Deus Abençoe a sua Alma, e até sempre amigo de sempre!■ (Redacção) "
FONTE: JORNAL O AUTARCA DE MOÇAMBIQUE
NB: MUITO RECENTEMENTE ENCONTREI-ME COM O NOÉ NHANTUMBO, NO CAFÉ RIVIERA, NA BEIRA, ACORDAMOS ENTRE NÓS QUE IRIAMOS DEBATER PUBLICAMENTE O TEMA SER ADULTA OU ADULTO O QUE É?, SERIA NO FACEBOOK. COMO ELE NÃO TERIA DITO DE IMEDIATO, TORNEI-ME A ENCONTRAR COM ELE ISTO HÁ DIAS ATRÁS, ELE DISSE JÁ VI, VOU COMEÇAR A DAR A MINHA OPINIÃO...INFELIZMENTE PARTIU, ESTE HOMEM DAS LETRAS COM QUEM ULTIMAMENTE MANTINHA CORDIAL DIÁLOGO NA RUA OU NO CAFÉ RIVIERA. PAZ À SUA ALMA.

JULIO TAIMIRA VICE REITOR DO INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA ALBERTO CHIPANDE, PARABENS AO NOMEADO, PARABENS AO ISCTAC DA BEIRA

O Instituto Superior de Ciências e Tecnologia Alberto Chipande é uma instituição de ensino superior de Direito Privado, dotada de autonomia financeira, pedagógica e administrativa, juridicamente reconhecida pelo Decreto 27/2009 e publicado no BR nº 32 série I de 12 de Agosto de 2009. Tem a sua sede na Cidade da Beira - Sofala, Av. Correia de Brito nº 952 , e Delagação na cidade de Pemba e Maputo.
O ISCTAC oferece cursos de Licenciatura (1º ciclo) e Mestrados Integrado (2º ciclo) nas seguintes áreas:
  • Ciências Jurídicas e Criminais
  • Ciências Económicas
  • Ciências Políticas e Sociais
  • Ciências de Saúde
  • Ciências Agro-pecuárias
  • Ciências Tecnológicas
Cada uma das áreas de formação citadas acima é constituída por uma estrutura bietápica, contemplando um tronco comum onde durante 4 anos (1º ciclo) se providência uma formação básica em várias ciências, que culminará deste modo com a obtenção do grau de Licenciatura. O 1º ciclo dá acesso imediato ao 2º ciclo (mestrado integrado), onde durante (1,5 à 2 anos) se realiza o processo que culminará com formação atribuindo o grau de Mestre.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

AGOSTINHO VUMA ELEITO NOVO PRESIDENTE DA CTA

Agostinho Vuma eleito novo Presidente da CTA Maputo (O Autarca) – O conhecido jovem político e empresário do ramo de construção civil, o Engenheiro Agostinho Vuma, venceu na tarde de ontem, quinta-feira (25), Dia de África, a eleição para o cargo de Presidente do Conselho Director da CTA – Confederação das Associações Econó- micas de Moçambique. Candidado pela lista “A”, proposta pela Federação Moçambicana de Empreiteiros (FME) e suportada pelo actual Conselho Directivo da CTA encabeçado por Rogério Manuel, Agostinho Vuma derrotou Quessanias Matsombe, candidato pela lista “B”, proposta pela Federação Moçambicana de Turismo e Hotelaria (FEMETOUR) e que contou com o suporte de diversas do concorrente derrotado, uma diferen- ça de apenas seis votos, num processo que contou com a ausência injustificada de cinco potenciais eleitores e um voto nulo, do total de 112 membros definidos no caderno eleitoral. No final do processo os dois candidados saudaram-se, simbolizando a manutenção de ambiente de coesão no seio da CTA. Agostinho Vuma agradeceu a confiança que lhe foi depositada pelos associados para liderar os destinos da CTA no próximo triénio. Por seu turno, Quessanias Matsombe, não obstante ter sido derrotado, expressou satisfação e orgulho pela contribuição que prestou para a instala- ção de verdadeiro ambiente democrático no seio da CTA. Agostinho Vuma é desde esta quintafeira o novo homem forte da CTA agremiações empresariais associadas a CTA. Foi uma eleição muito bem disputada, em que o candidato vencedor recebeu 56 votos contra cinquenta do concorrente derrotado, uma diferen- ça de apenas seis votos, num processo que contou com a ausência injustificada de cinco potenciais eleitores e um voto nulo, do total de 112 membros definidos no caderno eleitoral. No final do processo os dois candidados saudaram-se, simbolizando a manutenção de ambiente de coesão no seio da CTA. Agostinho Vuma agradeceu a confiança que lhe foi depositada pelos associados para liderar os destinos da CTA no próximo triénio. Por seu turno, Quessanias Matsombe, não obstante ter sido derrotado, expressou satisfação e orgulho pela contribuição que prestou para a instala- ção de verdadeiro ambiente democrático no seio da CTA. Esta é a primeira ocasião em que a Presidência do Conselho Director da CTA é disputada por mais de um candidato. Refira-se, entretanto, que foi necessário recurso as instituições da Justiça para que a eleição de ontem contasse com mais de um candidato, depois de a Comissão Eleitoral da CTA ter recusado a admissão da candidatura de Quessanias Matsombe, facto que desiquilibrou o ritimo do candidato afectado pela decisão de exclusão. Uma eleição sem derrotados No seu discurso de encerramento da sessão da Assembleia Geral da CTA especialmente convocada para a eleição de novos corpos directivos da agremião, o Presidente da Mesa, o influente empresário e prestigiado líder de movimento associativo empresarial nacional e internacional, Salimo Abdula, afirmou que foi uma eleição sem derrotados. Enfatizando a importância da saudação pública dos dois candidatos no final da eleição de um deles, Salimo Abdula disse que o gesto é uma clara demonstração da unidade na CTA. “Este acto mostrou que a organização está em condições de resolver os seus problemas e de combater a desinformação que antecedeu este processo” – concluiu Salimo Abdula. Salientar que Agostinho Vuma e os integrantes da sua lista que venceu a eleição de ontem, tomam posse nesta sexta-feira, em Maputo. O novo Conselho Directivo da CTA encabeçado por Agostinho Vuma integra quatro vices-presidentes, nomeadamente Castigo Nhamane (FEMATRO), Kabir Ibrahimo (AICN), Daniel Dimas (FENAGRI) e Alvaro Massingue (CCM).■ (Chabane Falume) "
FONTE: JORNAL O AUTARCA DE MOÇAMBIQUE

DOMINGOS DA CONCEIÇÃO BIÉ NOVO PCA DA EMODRAGA EMPOSSADO PELO PRIMEIRO MINISTRO CARLOS AGOSTINHO DO ROSÁRIO

PM empossa novo PCA da EMODRAGA-EP Primeiro Ministro, Carlos Agostinho do Rosário (a esquerda) no acto de conferência de posse ao novo PCA da EMODRAGA-EP, Domingos da Conceição Bié três mandatos consecutivos. O novo PCA da EMODRAGA-EP é desafiado a conceber e implementar acções concretas com vista a reposicionar a empresa no mercado.■ Maputo (O Autarca) – O Primeiro-Ministro Carlos Agostinho do Rosário conferiu posse na manhã de ontem, quinta-feira (25), no seu Gabinete de Trabalhos, em Maputo, ao novo Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Empresa Pública Moçambicana de Dragagem (EMODRAGA-EP), Domingos da Conceição Bié. Domingos da Conceição Bié, um oficial naútico de profissão, foi nomeado PCA da EMODRAGA-EP, com sede na cidade da Beira, no passado dia 9 de maio corrente, em substituição de Tayob Adamo, que por força da lei não podia mais continuar a frente dos destinos da empresa depois de cumprir três mandatos consecutivos. O novo PCA da EMODRAGA-EP é desafiado a conceber e implementar acções concretas com vista a reposicionar a empresa no mercado.■
FONTE: JORNAL O AUTARCA DE MOÇAMBIQUE

quarta-feira, 24 de maio de 2017

ÁGUA POTÁVEL INSTALAÇÃO DE ABASTECIMENTO EM TRÊS VILAS NECESSITADAS NO SUL DE MOÇAMBIQUE, O GOVERNO DE MOÇAMBIQUE, A UNICEF E A UNIÃO EUROPEIA DÃO O PRIMEIRO PASSO EM JANGAMO

Parceiros instalam sistemas de abastecimento de água em vilas de Moçambique

Maputo - O Governo de Moçambique, a UNICEF e a União Europeia (UE) inauguram terça-feira o primeiro de três sistemas de abastecimento de água em vilas necessitadas do sul de Moçambique.
A aldeia de Jangamo, na província de Inhambane, vai ser a primeira a ser beneficiada com um dos três sistemas de abastecimento reabilitados e expandidos através do programa Aguasani."
FONTE: LUSA MOÇAMBIQUE.

MOZ TECH: PORTUGAL, BRASIL E ÁFRICA DO SUL NA FEIRA DE TECNOLOGIAS DE MOÇAMBIQUE, DE 24 A 26 DE MAIO A DECORRER EM MAPUTO

 MOÇAMBIQUE

Portugal, Brasil e África do Sul na feira de tecnologias de Moçambique

Maputo - Portugal, Brasil e África do Sul vão ser alguns dos países com oradores presentes na MozTech, feira de tecnologias de Moçambique, que decorre de quarta a sexta-feira em Maputo.
"A ideia é criar um espaço para debatermos o impacto da tecnologia no cidadão e no negócio", disse à Lusa Enoque Massango, diretor-executivo da MozTech."
FONTE: LUSA MOÇAMBIQUE