segunda-feira, 4 de março de 2024
CAMÕES CENTRO CULTURAL PORTUGUÊS NA BEIRA, SOFALA, MOÇAMBIQUE APRESENTA A PROGRAMAÇÃO DE 04 A 09 DE MARÇO DE 2024 PARTICIPAÇÃO LIVRE.
O Camões Instituto Português – Centro Cultural Português na Beira tem o prazer de lhe apresentar a Programação para esta semana, de 04 a 09 de março:
04.03 | 15H30 – Na Biblioteca do CCP-Beira
Inauguração da exposição “Sons de Moçambique”
Uma iniciativa do CCP-Beira, em parceria com a Casa da Cultura
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05.03 | 17h30 – Na Galeria do CCP-Beira
Lançamento do livro “Sarau cultural Nyunga-Nyunga, preservando a diversidade cultural”
Autor: NBC Gás Butano
Apresentadora: Vânia Óscar
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06.03 | 09h30 – Na Galeria do CCP-Beira
Workshop de introdução à execução de M’bira Nyunga Nyunga
Com o músico NBC Gás Butano
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07.03 | 10h – No Auditório da Universidade Zambeze
À conversa com… Ungulani Ba Ka Khosa
Mediador: Mestre Fernando Chicumule
07.03 | 17h30 – Na Galeria do CCP-Beira
07.03 | 17h30 – Na Galeria do CCP-Beira
Lançamento do livro “Confissões da madrugada”
Autor: Zacarias Lázaro Nguenha
Apresentador: Fernando Safo Chicumule
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08.03 | 17h – No recinto do CCP-Beira
Festa da Capulana
Desfile de moda
08.03 | 18h – Na Galeria do CCP-Beira
Serão de Stand-Up Comedy, em parceria com o Clube de Comédia Haya Haya
Com Hélder Melembe, “O dia a dia”
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09.03 | 09h-12h
Sábados Mágicos
ELDEVINA MATERULA MINISTRA DA CULTURA E TURISMO DE MOÇAMBIQUE PARTICIPA COM UM DELEGAÇÃO NA BOLSA DE TURISMO DE TURISMO DE LISBOA 2024 - BTL, A MAIOR FEIRA DE TURISMO DE PORTUGAL.
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Moçambique participa na maior Feira de Turismo de Portugal
O País
04/03/2024
11:37
Uma delegação de Moçambique, chefiada pela ministra da Cultura e Turismo, Eldevina Materula, encontra-se em Lisboa, onde participou na Bolsa de Turismo de Lisboa 2024-BTL, a maior feira de turismo de Portugal.
No dia de abertura, o Presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, fez uma visita oficial à BTL, onde percorreu vários pavilhões, passando por dezenas de stands e marcando assim a abertura do evento que vai durar cinco dias.
A ministra da Cultura e Turismo, Eldevina Materula, acompanhou o presidente português no seu percurso, que passou pelo stand de Moçambique, onde foi recebido pela delegação composta por 12 empresas e instituições nacionais que representam o sector público e privado.
Eldevina Materula disse que, com a participação, Moçambique pretende estender os seus contactos com o mundo, ao nível do turismo, estabelecer negócios e promover o Programa de Medidas de Aceleração Económica (PAE), que contempla a isenção de vistos para 29 países, incluindo Portugal. O país anfitrião do evento é o maior fornecedor de turistas europeus a Moçambique.
BTL é um evento anual que dedica os três primeiros dias aos profissionais e os restantes dois ao público em geral.
Para o público profissional, a Bolsa de Turismo de Lisboa, permite dinamizar a rede de parceiros de negócio na área do turismo e constitui uma oportunidade para encontrar compradores profissionais assim como conhecer a concorrência, analisar as tendências do mercado e posicionar a sua oferta de forma inovadora e competitiva. Para o público, constitui uma forma de conhecer novos destinos e soluções e comprar a preços altamente competitivos. "
FONTE O PAIS
domingo, 3 de março de 2024
HCB HIDROELECTRICA DE CAHORA BASSA FOI A EMPRESA DO ESTADO DE MOÇAMBIQUE QUE MAIS PAGOU DIVIDENDOS EM 2023, PARABÉNS, ÓPTIMO!
"ACTUALIDADE, EMPRESAS, NACIONAL, NEGÓCIOS
HCB foi a empresa do Estado que mais pagou dividendos em 2023
1 DE MARÇO DE 2024POR JOSÉ CAETANO0
HCB foi a empresa do Estado que mais pagou dividendos em 2023
A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) foi a empresa que mais pagou dividendos ao accionista Estado, em 2023, na ordem de 4,643.3 milhões de meticais, segundo o Balanço do Plano Económico e Social e Orçamento do Estado (PESOE) do ano passado, tornado público recentemente.
O valor dos dividendos de 2023 representa um aumento de 42.5% comparativamente ao ano anterior, ou seja, o bolo distribuído ao Estado cresceu em termos absolutos em 1,384 milhões de meticais em um ano, informa a RM citando o documento.
A contribuição da HCB constitui metade (50%) dos dividendos pagos pelo Sector Empresarial do Estado, estando à frente das empresas Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) – 1,382.2 milhões de meticais -, Companhia Moçambicana de Papeline – 1,250.6 milhões de meticais – e Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) – 577.7 milhões de meticais.
Outro indicador, demonstra a robustez da HCB é a receita de concessão, tendo sido a empresa que contribuiu com a quantia mais significativa.
De acordo com o documento, a empresa de produção de energia pagou 2,323.9 milhões de meticais, um aumento de 37.8% relativamente a 2022.
Nas contas das receitas totais de concessão corresponde a 44%, seguida da Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC) – 24% – e Corredor de Desenvolvimento do Norte – 9.3%.
Em interacção com Tomás Matola, Presidente do Conselho de Administração da HCB, o responsável garantiu que “as contribuições da empresa, em 2024, serão ainda maiores muito por conta das previsões dos resultados líquidos de 2023 que poderão registar recordes históricos com impactos estruturantes sobre os dividendos e a taxa de concessão”.
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FONTE MOZ NEWS
NB: SER VELHO E TER VIVIDO EM TETE DESDE 1955, NÃO É SÓ PREJUIZO...DIGO EU, VEJAM O QUE ESCREVI SOBRE O TEMA HÁ 18 ANOS ATRAS:
13/10/2006
UE, PORTUGAL E CAHORA BASSA
É tema corrente em Moçambique, onde me encontro, entre portugueses e moçambicanos debater o denominado "dossier Cahora Bassa", acho que nos preocupa. Talvez pelo facto de ter chegado a Tete em 1955, onde vivi vinte anos, ser a nossa família desalojada de casa por mais de um mês, devido às cheias do Zambeze de 1958 e ter assistido também em Tete entre 1969/1970 ao anunciar pelo Engenheiro Vilar Queiroz, então Secretário Provincial, do inicio das obras da grande barragem de Cahora Bassa, sejam as razões que me levam também a reflectir hoje sobre este assunto.
Todos sabemos que a UE sempre foi sensível, na teoria e na prática, à aplicação de princípios como solidariedade, desenvolvimento, prosperidade, sintonia com a Carta das Nações Unidas, na sua cooperação com os países em vias de desenvolvimento. Uma análise cronológica e histórica talvez nos permita uma melhor reflexão. O Tratado de Roma ocorreu em 1957, Yaundé em 1963, a seguir Lomé e depois Cotonou, este vigorará até 2020. A UE é a maior fonte de ajuda pública ao desenvolvimento. É à luz desses princípios que vemos a questão da resolução urgente de CAHORA BASSA. Assim se fomentará o desenvolvimento económico e social sustentável de Moçambique, se contribuirá para a sua inserção na economia mundial e na luta contra a pobreza. É razoável e coerente que Portugal cumpra os seus compromissos de toda a natureza, incluindo os históricos.
A decisão encontra-se ainda sujeita a um parecer do Gabinete de Estatísticas da União Europeia (EUROSTAT), como sabemos é a organização estatística da Comissão Europeia que produz dados estatísticos para a União Europeia e promove a harmonização dos métodos estatísticos entre os estados membros. O EUROSTAT que é uma das Direcções Gerais da União Europeia, com sede no Luxemburgo, é conhecido pelo prestígio que goza pela sua imparcialidade e pela rejeição natural de qualquer tipo de tentativa de ingerência. Aliás, como qualquer outra instituição estatística mesmo que nacional.
Os europeus revêem-se, num bom relacionamento com Moçambique seja ele no âmbito da UE/ACP, da CPLP, da comunidade britânica ou da comunidade francesa. Moçambique exemplarmente dá uma lição ao Mundo, no caminho da estabilidade, da paz e do desenvolvimento económico.
Mas o que se passa verdadeiramente com "o dossier Cahora Bassa"? Quando não há informação, abre-se lugar à especulação....
Augusto Macedo Pinto, antigo Cônsul de Moçambique no Porto e Advogado,
macedopinto@teledata.mz , artigo de opinião publicado no jornal semanário de Moçambique Zambeze, pág.24, edição de 12 de Outubro de 2006, Zambeze@tvcabo.co.mz
THEUNIS CROUS NOVO DIRECTOR GERAL DA LAM LINHAS AÉREAS DE MOÇASMBIQUE, DECLAROU GARANTIU QUE UM DOS OBJECTIVOS É CONTINUAR COM A "REVISAO DOS ACTIVOS" E A REESTRUTURAÇÃO FINANCEIRA DA COMPANHIA, SALIENTOU AINDA QUE "A EXPANSÃO DAS ROTAS DOMÉSTICAS, REGIONAIS E INTERCONTINENTAIS TAMBÉM ESTÁ ENTRE OS OBJECTIVOS".
" Novo Director-Geral da LAM avança com plano estratégico para aplicar até 2030
O novo Director-Geral da Linhas Áreas de Moçambique (LAM), Theunis Crous, afirmou na sexta-feira, 1 de Março, que pretende avançar com um plano estratégico até 2030 no sentido de tornar a empresa rentável e de expandir as rotas.
2 de Março, 2024 in Economia, Mercados e Investimentos Reading Time: 2 mins read
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Novo Director-Geral da LAM avança com plano estratégico para aplicar até 2030
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Crous, que é também sócio da consultora sul-africana Fly Modern Ark (FMA), assumiu o cargo esta semana e garantiu que um dos objectivos é continuar com a “revisão dos activos” e a “reestruturação financeira” da companhia.
“Vamos rever as parcerias estratégicas, com a Boeing, Bombardier, Embraer e De Havilland e o mesmo será feito em relação às empresas de aluguer de aeronaves que trabalham com a Linhas Aéreas de Moçambique”, explicou.
O responsável apontou que se irá “trabalhar na criação do plano estratégico 2025-30, fazer a renovação e padronização da frota e consolidar as novas rotas, Maputo-Lisboa e Maputo-Cidade do Cabo”, salientando que “a expansão das rotas domésticas, regionais e intercontinentais também está entre os objectivos”.
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Na quarta-feira (28), o conselho de administração da LAM anunciou a cessação de funções do Director-Geral da companhia, João Carlos Pó Jorge, no âmbito das medidas de revitalização.
Sobre o caso, o ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala esclareceu que o acto visa imprimir um novo dinamismo na empresa, acrescentando que “às vezes, é preciso ajustar a máquina”.
“As exonerações são normais para que possamos colocar pessoas que vão poder trabalhar dentro do sistema e engrenar nos parâmetros desejados. Mas nem sempre a exoneração significa que tudo está mal ou que aquele gestor não tem valor”, disse.
O governante revelou ainda que o Executivo poderá renovar o contrato com a consultora sul-africana contratada no ano passado, com a missão de estabilizar a transportadora aérea nacional.
“Estando a entidade a fazer bem o seu trabalho, não há razões para que não continue a intervir na recuperação da companhia de bandeira”, justificou.
Magala explicou que o objectivo de reestruturar a companhia aérea nacional continua assente, por isso, as autoridades governamentais estão empenhadas em procurar por mais conhecimento.
“Pretendemos transformar a LAM num modelo de instituição pela qual todos os Moçambicanos se sintam orgulhosos. No entanto, como já tínhamos referido antes, o nosso grande plano é a estabilização. Só depois disso, iremos decidir, em conjunto, se a empresa será privatizada”, elucidou.
Recentemente, a Fly Modern Ark denunciou um esquema de desvio de dinheiro em lojas de venda de bilhetes, através de máquinas dos terminais de pagamento automático (POS) não pertencentes à companhia.
“Fizemos um trabalho relâmpago com a segurança interna da LAM, durante o qual recolhemos todos os POS nos 20 pontos de venda de bilhetes. Há algumas lojas onde os próprios chefes dos estabelecimentos não reconhecem as máquinas e dizem não saber sequer a quem pertencem”, declarou o Director do projecto de reestruturação, Sérgio Matos. (DE)"
FONTE INTEGRITY MAGAZINE
MOÇAMBIQUE PODE VALER 20% DA PRODUÇÃO ENERGÉTICA DE ÁFRICA ATÉ 2040, QUEM O DIZ É A CONCEITUADA DELOITTE ENERGY OUTLOOK
"Deloitte Energy Outlook: Moçambique pode valer 20% da produção energética de África até 2040
A consultora Deloitte considera que Moçambique será o futuro hub energético da África Austral, considerando que as vastas reservas de gás podem fazer com o que o País seja um dos dez maiores produtores mundiais, responsável por 20% da produção de África até 2040. Os analistas referem que todo o sector está em expansão, abrangendo uma gama diversificada de energias renováveis, tais como a biomassa, hídrica, solar e eólica.
2 de Março, 2024 in Mercados Reading Time: 3 mins read
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Deloitte Energy Outlook: Moçambique pode valer 20% da produção energética de África até 2040
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No relatório África Energy Outlook 2024, Mozambique Special Report, a Deloitte faz uma análise profunda do sector, apontando as tendências que irão moldar o mix energético do País durante a próxima década e recomendando algumas medidas para que Moçambique se posicione como hub energético da África Austral com a capacidade de gerar 187 GW de energia a partir do carvão, gás, hídrica, solar, eólica e outras fontes renováveis.
O documento também conclui que o País ainda é um bom exemplo do paradoxo energético de África, destacando que, apesar dos vastos recursos, ainda prevalece a pobreza e o défice de acesso à energia (num território com 32 milhões de habitantes, dos quais 62% vivem em áreas rurais, apenas 44% têm acesso à electricidade). Apresentamos, seguidamente, os principais desafios e oportunidades para os próximos cinco a dez anos, nas áreas dos combustíveis fósseis e das energias renováveis.
Combustíveis fósseis: uma das maiores reservas de gás e carvão
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Petróleo: Moçambique não produz petróleo, embora seja produtor de gás condensado para exportação através do projecto Pande-Temane. Também os projectos de gás liquefeito em curso na bacia do Rovuma ajudarão a reduzir a elevada dependência da importação de petróleo. Adicionalmente, o Governo tem vindo a promover a produção e a utilização dos biocombustíveis, assim como o uso crescente de veículos movidos a gás.
Carvão: Moçambique tem uma das maiores reservas de carvão do mundo. Só a mina de Moatize tem reservas provadas de 1,9 mil milhões de toneladas. O plano do Governo passa por aumentar a capacidade instalada para 1,7 GW (gigawatts) até 2042, assegurando uma produção anual de electricidade de 2 TWH (terawatts/hora). Apesar de, globalmente, esta fonte de energia estar a ser abandonada, o carvão pode continuar a ter um papel decisivo ao nível das exportações e do fornecimento de indústrias domésticas, como o ferro e o aço.
Gás natural: Moçambique tem as maiores reservas da África Subsaariana de gás natural estimadas em 180 tcf (biliões de pés cúbicos). Com projectos como o PSA, Coral Sul e Norte (FLNG) e Mozambique LNG, a produção pode duplicar até 2030, tornando o País no terceiro maior produtor regional. Adicionalmente o gás natural emite 50% menos carbono do que o petróleo e o carvão, sendo, por isso, cada vez mais procurado no mercado global. A consultora estima que o gás pode gerar 100 mil milhões de receitas para aquele território.
Energias renováveis: um dos maiores potenciais hídricos de África
Hídrica: o potencial hidroeléctrico de Moçambique, estimado em 12 500 MW, é dos maiores de África. Com grandes investimentos em curso na província de Tete, tais como o projecto Mphanda Nkuwa (2000 MW) e Cahora Bassa Norte (850 MV, a juntar aos actuais 2000 MW), prevê-se que a capacidade instalada possa atingir os 4539 MW em 2030 e que Moçambique desempenhe um papel central no abastecimento de electricidade aos países vizinhos.
Solar e eólica: prevê-se que este segmento represente 20% do mix energético do País até 2040, que a capacidade instalada de energia solar seja de 266 MW e a eólica de 40 MW até 2030. Na energia solar, a juntar às centrais de Mocuba (Zambézia) e de Meteoro (Cabo Delgado) prevê-se a construção de Cuamba II (Niassa) com 20 MW. Na eólica, os novos projectos em Inhambane e Namaacha poderão gerar uma capacidade adicional de 170 MW.
Biomassa e outras: sendo Moçambique um dos dez maiores produtores mundiais de carvão, o País tem um grande potencial de produção de biomassa estimado em 2 GW. Em paralelo, prevê-se que os resíduos da actividade florestal possam gerar 750 GWh de energia. Recorde-se que 95% da população moçambicana ainda utiliza a biomassa, madeira e carvão como principal fonte de energia para consumo doméstico. Acrescente-se que Moçambique também está entre os três maiores produtores mundiais de grafite, um material cada vez mais utilizado nas tecnologias associadas às energias renováveis.
Fonte: Deloitte (Africa Energy Outlook 2024, Mozambique Special Report)
Texto: Diário Económico"
FONTE INTEGRITY MAGAZINE
FRANCISCO COSTA, PCE PRESIDENTE DA COMISSÃO EXECUTIVA DO BANCO BCI ESTE BANCO VAI APOIAR MULHERES A MELHORAR AS SUAS CAPACIDADES INTEGRADAS NO PROMA "BE LIKE WOMAN", PARABENS, ÓPTIMO!
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O Presidente da Comissão Executiva (PCE) do BCI, Francisco Costa, anunciou, na quinta-feira (22), o lançamento de um programa dedicado exclusivamente a apoiar e capacitar as mulheres integradas no programa "Be Like a Woman". Através de sessões de mentoria individualizada e workshops interactivos, o BCI vai apoiar as mulheres a aprimorar as suas habilidades, assim como as suas capacidades de gestão financeira e liderança.
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BCI reforça apoio a iniciativas que beneficiam mulheres
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Francisco Costa falava por ocasião do encerramento do primeiro ciclo do programa “Be Like a Woman”, uma iniciativa desenvolvida pela Ernst & Young Moçambique, em parceria com a New Faces New Voices, com o apoio do BCI, e que teve lugar em Maputo.
Na mesma ocasião, Costa referiu que “o BCI se identifica e muito, com esta iniciativa, não só por envolver um segmento ao qual atribuímos uma importância estratégica, mas também, pelos propósitos que orientam este programa, em particular a temática de Empoderamento da Mulher, através da formação e motivação da mulher líder”. Mais adiante, anunciou a disponibilidade do banco em apoiar a próxima edição, a 2ª do programa “Be Like a Woman”.
Segundo a organização, este evento foi uma oportunidade para reconhecer e celebrar as conquistas das participantes ao longo do programa, e o seu impacto no desenvolvimento pessoal e dos negócios das beneficiárias. Durante a cerimónia, foram entregues prémios para destacar o trabalho árduo, a inovação e o crescimento alcançado pelas participantes."
FONTE INTEGRiTY
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