domingo, 11 de fevereiro de 2024

DOMINGOS ANDRADE, É O NOME ESCOLHIDO PELO GRUPO DE EMPRESÁRIOS QUE VAI COMPRAR O JORNAL DE NOTICIAS, O JOGO E A TSF, PARABENS!

"Domingos de Andrade escolhido para liderar empresa que vai comprar JN, O Jogo e TSF Carla Borges Ferreira, 9 Fevereiro 2024 O até setembro diretor da TSF e administrador com o pelouro dos conteúdos será uma figura central na estrutura que vai ser dona do Jornal de Notícias, d'O Jogo e, à partida, da TSF. Domingos de Andrade é o nome escolhido pelo grupo de empresários que vai comprar o Jornal de Notícias, O Jogo e da TSF para liderar a empresa que vai deter estes títulos, sabe o +M. O cargo ainda não estará completamente fechado, mas o até setembro administrador da Global Media e diretor da TSF será uma figura central na estrutura que vai deter as marcas que serão compradas à Global Media. Contactado pelo +M, o também ex diretor do Jornal de Notícias não confirma, afirmando apenas que “o processo ainda está em fase embrionária, ainda é cedo”. “Sou jornalista do 5º grupo e redator principal do Jornal de Notícias, é isto”, reforça. Recorde-se que Domingos de Andrade foi afastado da administração da Global Media e também da direção da TSF em setembro, quando o World Opportuny Fund (WOF) comprou a primeira participação de 38% na Páginas Civilizadas, de Marco Galinha, e indicou os administradores, que entretanto se foram demitindo. A direção da TSF, recorde-se, foi assumida interinamente por Artur Cassiano em meados de janeiro, após a demissão de Rosália Amorim. As direções do Jornal de Notícias e d’O Jogo, por seu turno, estão demissionárias desde meados de dezembro. O nome escolhido pelo grupo de empresários representado por Diogo Freitas – que participará na nova sociedade através da OTI Investimentos – tinha sido nomeado responsável editorial de todas as marcas do Global Media Group, e diretor da TSF, em novembro de 2020, quando Marco Galinha assumiu a gestão do grupo. Domingos de Andrade regressará assim à liderança de todas as títulos que vão ser compradas pela empresa formada por Diogo Freiras, pela Parsoc, pela Iliria e por Jorge Ribeiro. A Parsoc e Iliria, como avançou o +M no último sábado, foram sócias do dono do grupo Bel na Palavras de Prestigio, sociedade com participação na Páginas Civilizadas, que controla o grupo. Esta terça-feira os empresários finalizaram os termos do memorando de entendimento com os acionistas minoritários do Global Media Group que, em conjunto, detêm 74,45% do grupo dono também do Diário de Notícias, do Açoriano Oriental ou do Dinheiro Vivo, títulos não incluídos na operação. A TSF, pelo contrário, fará parte dos títulos que saem da esfera da Global Media e passam para a nova empresa. Neste caso, e ao contrário do que acontece com os jornais e revistas, será comprada a empresa, a Rádio Notícias, detida a 100% pela Global Media, e não apenas o título. O valor da compra, no entanto, dependerá ainda da existência ou não de propostas com um montante superior. A serem efetivadas, a estrutura representada por Diogo Freitas terá que aumentar o valor a pagar pela TSF ou, no limite, deixar cair a compra da rádio, sabe o +M. Tal como o +M já tinha avançado na última semana, o acordo prevê que Marco Galinha, Kevin Ho, José Pedro Soeiro e Mendes Ferreira possam ficam com uma posição de até 30% na nova sociedade. Será também formada uma cooperativa de jornalistas, tal como estava na proposta apresentada no dia 12 de janeiro, a quem será cedida uma participação que pode chegar aos 10%. Por definir está ainda a saída World Opportuny Fund (WOF) da Páginas Civilizadas. Ao que o +M apurou o fundo terá apresentado uma segunda proposta no final desta semana a Marco Galinha, sendo expectável que a negociação prossiga nos próximos dias. Até ao momento, não foi possível obter uma reação do também dono do grupo Bel que, recorde-se, avançou em janeiro com uma ação de arresto para recuperar a sua participação na Páginas Civilizadas. Por decidir está também o procedimento aberto pela ERC no dia 8 de janeiro, para a aplicação do artigo 14.ºda Lei da Transparência, o que pode ficar sem efeito caso Marco Galinha consiga recuperar a sua posição na empresa. Para dia 19, recorde-se, está marcada uma assembleia-geral na qual é suposto ser decidido um aumento de capital de cinco milhões de euros." FONTE ECO SAPO

BANDA DESENHADA BEDETECA NOVAMENTE NA CIDADE DO PORTO, A PARTIR DE HOJE SABADO, NO CENTRO COMERCIAL BRASILIA, O PRIMEIRO ESPAÇO NO GENERO EM PORTUGAL, EXCELENTE PARABENS!

"logo-jn-sem-texto ÚLTIMAS MAIS VISTAS JN DIRETO #Polícias #Caso Super Dragões #Corrupção na Madeira OUVIR TSF LER JN Porto volta a ter uma Bedeteca Leitura: 4 min 09 fevereiro, 2024 às 16:55 Porto volta a ter uma Bedeteca Biblioteca de edições de bd situada no Centro Comercial Brasília Direitos Reservados Espaço privilegiado para leitura de banda desenhada inaugurado este sábado. F. Cleto e Pina A partir deste sábado, a cidade do Porto volta a ter uma Bedeteca, ou seja uma biblioteca de edições de banda desenhada, situada no Centro Comercial Brasília. A Bedeteca portuense, primeiro espaço do género no país, foi inaugurada em Outubro de 1990. Entre duas edições do Salão Internacional de BD do Porto, o projecto ComicArte concretizou o sonho de criar um espaço privilegiado para leitura de BD, que funcionou durante anos na sede da Comissão de Jovens de Ramalde. Agora, após “anos de hibernação”, conforme se lê na apresentação do renovado projecto, foi recuperado “o seu acervo (…) num trabalho privado em prol do bem público”. A gestão está entregue à Turbina Associação Cultural, que recebe o apoio da Livraria Mundo Fantasma, situada em frente à nova Bedeteca, mas tem havido contactos com poderes públicos para eventuais apoios. Ao acervo inicial, que entre outras preciosidades inclui a mítica revista (À Suivre) e muitos dos fanzines nacionais de BD publicados entre 1974 e o final dos anos 90, foram já adicionadas um bom número de edições recentes de diversas editoras, estando já disponíveis cerca de 4000 obras, sendo a “intenção duplicar esse número até final do ano”. Mas, “mais do que um local onde se pode ler BD”, a Bedeteca pretende “continuar um trabalho em prol desta arte e da abertura das perspectivas e experiências que ela pode proporcionar ao leitor”, potenciando “a presença da banda desenhada nos hábitos de leitura das novas gerações”. A inauguração da Bedeteca é pretexto para um dia consagrado à banda desenhada. Às 10 horas, o novo espaço de leitura abre as suas portas ao mesmo tempo que tem início o Mercado do Contra de Fanzines e Banda Desenhada, um evento dedicado às edições alternativas que contará com a presença André Caetano, Ricardo Baptista, Filipe Abranches, Pedro Moura, Daniel Lopes ou Marco Mendes. Em simultâneo realiza-se uma oficina de Desenho em Diário Gráfico, orientada por Paulo J. Mendes. Pelas 15 horas, a Galeria Mundo Fantasma inaugura a exposição “Companheiros da Penumbra”, com originais de Nunsky, uma obra editada pela Chili com Carne que constitui uma viagem “a um Porto muito diferente da cidade conquistada pelo turismo de hoje. Um tempo de passagem, em que especialmente a Sé e a Ribeira, mas também os centros comerciais decadentes, encontravam novos habitantes nas hordas de juventude que iam enchendo bares e discotecas, onde se experimentavam projectos musicais e artísticos e se erguia alto a bandeira do direito à diferença”. Nunsky, que estará presente para autógrafos, participará numa conversa em torno desta BD e da cena alternativa do Porto dos anos 1980/90. O programa encerra com o lançamento do primeiro fanzine do clube de banda desenhada “Cão Raivoso” (da Escola Soares dos Reis), mas para dia 17 está já agendado a primeira sessão de um Clube de Leitura, animado pelo Goteira - Colectivo de BD, dedicado ao livro “Palestina”, de Joe Sacco, a que actualidade deu nova relevância. " FONTE JN JORNAL DE NOTICIAS

IMPRENSA NACIONAL CASA DA MOEDA PORTUGAL VAI CUNHAR DUAS EMISSOES COMEMORATIVAS DA MOEDA DE DOIS EUROS, UMA CELEBRA OS 50 ANOS DO 25 DE ABRIL, EXCELENTE, PARABENS!

"A moeda de 2 euros vai celebrar os 50 anos da Revolução dos Cravos. Esta é a roupa que vai ‘vestir’ Por André Manuel Mendes 08:47, 9 Fev 2024 A Imprensa Nacional-Casa da Moeda, foi autorizada a cunhar, no ano de 2024, duas emissões comemorativas da moeda de dois euros, entre elas, uma que celebra os 50 anos do 25 de abril. “Em 2024 celebram-se os 50 anos do 25 de Abril de 1974, data que simboliza o início de um caminho de profundas transformações económicas, sociais e culturais, e a europeização do nosso país, que tiveram como motor a instauração do regime democrático em Portugal, e cuja relevância se pretende assinalar através da emissão de uma moeda corrente comemorativa de 2 (euro)”, pode ler-se em Diário da República. Na face comum é utilizado o desenho europeu constante da Comunicação da Comissão Europeia, e na face nacional da moeda designada “50 anos do 25 de Abril”, encontra-se no centro um cravo rodeado por 50 linhas não concêntricas que representam as diferentes ideias e projetos que nasceram nesse dia, uma por cada ano desde esse dia. Estas são circundadas à direita pela legenda que refere a primeira frase do poema “25 de Abril_O nome das coisas”, de Sophia de Mello Breyner Andresen, que presta uma homenagem singular a esse dia histórico, “Esta é a madrugada que eu esperava” in “’O Nome das Coisas”, Sophia de Mello Breyner Andresen”, seguida pelo escudo de armas nacional, as legendas “Portugal”, “25.04.1974_2024”, a indicação do autor e a legenda “Casa da Moeda”. Na coroa da moeda encontram-se as 12 estrelas da União Europeia. O limite de emissão da moeda comemorativa é de 1.030.000 euros e a INCM, S. A., dentro deste limite, é autorizada a cunhar até 7.500 moedas com acabamento especial do tipo “Brilhantes não circuladas” e até 7500 moedas com acabamento especial do tipo “Prova numismática”." FONTE SAPO

sábado, 10 de fevereiro de 2024

"REVOLUÇÃO", HUGO GONÇALVES, ESCRITOR E AUTOR DO ROMANCE SOBRE O 25 DE ABRIL, CUJA ORIGEM MAIS PRÓXIMA FORAM OS TUMULTOS NA CIDADE DA BEIRA, SOFALA MOÇAMBIQUE A 17 DE JANEIRO DE 1974, JA DESCRITO EM TEXTO DA MINHA AUTORIA PUBLICADO NO JORNAL DE NOTICIAS DO PORTO, HÁ VINTE ANOS ATRÁS NA PÁGINA 13 DA EDIÇÃO DO DIA 16 DE JANEIRO DE 2004, CONFIRMADO PELAS OPINIÕES DE JORGE JARDIM, MOÇAMBIQUE TERRA QUAIMADA, DA EDITORIAL INTERVENÇÃO, EDIÇÃO DE 1976, PÁG 160 170, TAMBÉM DE AVELINO RODRIGUES, CESÁRIO BORGA E MÁRIO CARDOSO, EM O MOVIMENTO DOS CAPITAES E O VINTE E CINCO DE ABRIL - 229 DIAS PARA DERRUBAR O FASCISMO, DA MORAIS EDITORES EDIÇÃO DE 1974, PÁG 284 A 287, E TAMBÉM DE RICARDO SAAVEDRA EM OS DIAS DO FIM, EDIÇÃO DE 1974, DA EDITORIAL NOTICIAS, EDIÇÃO DE 1955. PÁG 18 A 20 E AINDA DAVID MARTELO EM 1974 CESSAR FOGO EM ÁFRICA, PUBLICAÇÕES EUROPA AMÉRICA, EDIÇÃO 2001, PÁG 42 A 45. ,

"Escritor Hugo Gonçalves defende literatura como arma de construção democrática Hugo Gonçalves, autor de um romance sobre o 25 de Abril, considera a literatura uma ferramenta fundamental para a democracia, mas tem dúvidas do seu uso e alerta para a fragilidade da liberdade e do que custou 50 anos a conquistar. Escritor Hugo Gonçalves defende literatura como arma de construção democrática No seu romance "Revolução", editado pela Companhia das Letras, o autor recupera todo o período revolucionário, desde o fim da ditadura até ao início da democracia, lembrando a falta de liberdade, a clandestinidade, as lutas e o difícil processo revolucionário. Falando, em entrevista à agência Lusa, sobre as conquistas de então e as derivas extremistas que hoje ameaçam pôr em risco a liberdade alcançada, o escritor afirma que esse é o "paradoxo da democracia": na era da informação haver tanta desinformação. Recorrendo a uma fase de Mark Twain, o escritor lembra que "a história não se repete, mas rima", ou seja, que olhando para o que está a acontecer, não só em Portugal, mas na Europa, constata-se que os símbolos e as formas de tirania não são exatamente idênticos aos que aconteceram nos anos 1930. Mas "há coisas que rimam com os anos 30" e "uma delas é a ideia de líderes providenciais que tudo resolvem. A ideia do líder messiânico", que passa a mensagem de que só ele pode "resolver isto", disse, sublinhando: "Isso existe agora e existia nos anos 30". "Outra questão que é muito curiosa é a ideia de uma nova tecnologia que servia de propaganda nos anos 30, que era a rádio, o impacto da rádio na ascensão dos movimentos totalitários". Hoje em dia, existe a Internet e as redes sociais, que têm essa função de desinformação, considerou. "Diante de momentos de maior periclitância das democracias - porque as democracias têm este problema, às vezes estão mais fortes, às vezes menos fortes" -, há a ideia "de oferecer escolhas super-simplistas para problemas muito complexos e, além disso, a ideia do outro, da culpabilização do outro, do estranho, do estrangeiro, que tem outra cor. Todas estas coisas fazem parte desta cartilha, de que a História não se repete, mas rima". Outro aspeto apontado pelo escritor é o do "trabalho diário" que uma democracia exige, e "há duas coisas que são péssimas para a democracia", a zanga e o medo, porque "são inimigas da razão e da sensatez". "A zanga e o medo fazem hoje parte da vida, do dia-a-dia. Há muitas pessoas estão descontentes e que estão zangadas e há muitas pessoas que têm medo e isso é ótimo para os movimentos populistas radicais, ou como se queiram chamar. Então é muito mais fácil e isso é muitas vezes o apelo inicial das tiranias, que é a ideia do 'eu resolvo isto de uma assentada', mas a vida não é assim, a vida é cheia de dúvidas", afirmou. Na opinião de Hugo Gonçalves, nunca será possível alcançar uma democracia que agrade a todos, que corresponda àquilo que cada um imagina, mas não é por isso que se deve deixar de trabalhar para ela, porque "demora muito tempo para conseguir o que nós conseguimos 50 anos depois do 25 de Abril, aquilo que nós conseguimos hoje, mesmo com todas as coisas que ficaram por fazer". A liberdade é hoje um bem dado como garantido, sobre a qual nem se pensa, como quando se bebe água ou se respira o ar, compara o autor, assinalando que esse tipo de assimilação acontece sobretudo com as gerações mais jovens, que "não têm a presença do que é que era viver antes do 25 de Abril". "A liberdade demora muito a ganhar, mas perde-se num ápice, e às vezes não temos noção disso e, no meio da zanga e do medo, este tipo de escolhas muito emocionais podem depois ter um desfecho que é rebentarem-nos na cara". Como o "direito da liberdade implica o dever da memória", Hugo Gonçalves acredita que tanto os romances, "porque muitas vezes os romances permitem causar empatia", como qualquer outro tipo de informação, fazem falta no combate à sentença de uma repetição do passado. No entanto, alerta para um paradoxo: "Como é que na era da informação, em que todos os melhores livros estão disponíveis, jornais, documentos, teses da universidade, nós andamos tão desinformados e somos tão suscetíveis ao engano?" Damos tudo por tudo, para que não lhe falte nada de nada! Siga o SAPO nas redes sociais. Use a #portalSAPO nas suas publicações. "Isso é um dos grandes problemas da democracia, porque a democracia supostamente devia dar instrumentos, um bom sistema de educação, as bibliotecas", mas Portugal tem baixos índices de leitura e de escolaridade, e a verdade é que "é necessário esclarecimento" para não ir "atrás destes vendilhões do templo, que acenam com estas promessas feitas". Um problema que complementa esta falta de informação e literacia -- nas palavras de Hugo Gonçalves -- é a "espécie de 'zumbificação' em que as pessoas se encontram, agarradas aos telemóveis. "Está toda a gente quase no 'Matrix', são sorvidos pelo 'scroll down'", considerou, admitindo, contudo que não há uma solução fácil. Não se pode fazer como na antiga União Soviética, em que se obrigava as pessoas a ir à ópera, porque há a questão da liberdade, mas pode tentar-se dar-lhes ferramentas, só que a mesma liberdade permite-lhes fazer a escolha de não as usar, afirmou, defendendo que, ainda assim, é sempre preferível o caminho da liberdade. "Tudo isso que é a democracia tem estes ângulos cegos, ou tem estes perigos, mas no outro dia vi esta frase e gosto muito dela, que diz -- e espero que as pessoas se lembrem disto -- 'é mais fácil ser fascista numa sociedade livre, do que ser livre numa sociedade fascista"." FONTE SAPO

SÃO TOMÉ E PRINCIPE, PETROBÁS ENTRA NA EXPLORAÇÃO DE TRÊS BLOCOS DE PETRÓLEO, OS DIREITOS DE PARTICIPAÇÃO NO BLOCO 11 ESTÃO REPARTIDOS EM 40% DA SHELL, 20% DA GALP, 25% DA PETROBÁS E 15% DA ANP-STP.

"MATÉRIAS-PRIMAS PETRÓLEO Petrobras entra na exploração de três blocos de petróleo em São Tomé e Príncipe Os direitos de participação no bloco 11 estão repartidos em 40% da Shell, 20% da Galp, 25% da Petrobras e 15% da ANP-STP. A brasileira Petrobras foi a cotada que pagou mais dividendos aos acionistas no segundo trimestre do ano. Foram sete mil milhões de dólares. Adriano Machado/Reuters Lusa 08 de Fevereiro de 2024 às 22:52 1 ... A petrolífera brasileira Petrobras formalizou esta quinta-feira o consórcio com a Shell para a exploração de petróleo em três blocos de São Tomé e Príncipe, parceria que Governo são-tomense considera como "passo certo e firme" para a descoberta de petróleo comerciável. A Petrobras adquiriu 45% de participação nos blocos 10 e 13 e 25% no bloco 11 da Zona Económica Exclusiva de São Tomé e Príncipe (ZEE). Os blocos 10 e 13 contam ainda com a participação da Shell, com 40% e a Agência Nacional de Petróleo de São Tomé e Príncipe (ANP-STP), que representa o Estado são-tomense, que mantém os 15% nos dois blocos. Os direitos de participação no bloco 11 estão repartidos em 40% da Shell, 20% da Galp, 25% da Petrobras e 15% da ANP-STP. "A empresa Petrobras que acaba de entrar para o consórcio dos blocos 10, 11, e 13, tem uma vasta experiência em exploração de petróleo em águas profundas e ultraprofundas e estamos assaz convictos de que ela trará este seu manancial de experiência e ‘know-how' para juntar ao das empresas que já se encontram nestes blocos e assim continuarmos esta nossa titânica empreitada, mas no caminho certo rumo a descoberta de petróleo com caráter comercial", disse o diretor-executivo da ANP – STP, Álvaro Silva. O responsável da ANP-STP que o país vai continuar a implementar "políticas e reformas necessárias à atração de empresas de credibilidade renomada para operações petrolíferas" em STP. "Estamos conscientes de que ainda nos encontramos ao meio desta maratona, o que requererá do Estado a flexibilização e modernização de algumas legislações que constituem o vetor orientador, seja ela de forma direta ou indireta à nossa atividade petrolífera, fazendo, por conseguinte da nossa zona, uma 'frontier área' cada vez mais atrativa e competitiva", declarou o diretor-executivo da ANP-STP. Álvaro Silva prometeu continuar a trabalhar com as empresas internacionais do setor do petróleo e gás, "com sentimento de parceiro", com humildade de quem reconhece ainda precisar de muitos conhecimentos e tecnologia, mas também com a inabalável determinação de uma instituição e de um Estado que sabe onde pretende chegar, a trajetória que pretende fazer e os objetivos que quer alcançar". A assinatura dos contratos de partilha de interesses participativos entre a Shell e a Petrobras decorreu na capital são-tomense entre os representantes destas empresas e a ANP-STP, testemunhadas pelo ministro das Infraestruturas e Recursos Naturais, José Rio, quadros das instituições envolvidas. Em outubro de 2022, o consórcio Galp e Shell confirmou "a existência de um sistema petrolífero ativo" no poço denominado "Jaca" no bloco seis da zona Económica Exclusiva (ZEE) de São Tomé e Príncipe, mas sem evidência de que "tenha um potencial recuperável suficientemente grande para ser comercial", prometendo continuar a avaliar os resultados." FONTE JORNAL DE NEGOCIOS

IGCP - AGENCIA DE GESTÃO DA TESOURARIA E DA DIVIDA PUBLICA DE PORTUGAL VAI REALIZAR A 14 DE FEVEREIRO TRES LEILOES DAS OBRIGAÇÕES DO TESOURO

"MERCADOS, SAPO ECONOMIA IGCP avança com três leilões de Obrigações do Tesouro até 1,75 mil milhões A agência que gere a dívida pública diz que as emissões têm um montante indicativo global entre 1.500 milhões e 1.750 milhões de euros. O leilão será na próxima quarta feira. Cristina Bernardo Maria Teixeira Alves 9 Fevereiro 2024, 13h32 O IGCP – Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública vai realizar no próximo dia 14 de fevereiro pelas 10h30 três leilões das Obrigações do Tesouro com maturidade em 15 de junho de 2029, 20 de outubro de 2034 e 12 de abril de 2052 A agência que gere a dívida pública diz que as emissões têm um montante indicativo global entre 1.500 milhões e 1.750 milhões de euros. O IGCP realizou sete leilões de OT em 2023 e este que vai ocorrer na próxima quarta-feira é o segundo do ano, depois de em meados de janeiro ter realizado três leilões de Obrigações do Tesouro (OT) com maturidades de cerca de cinco, 18 e 21 anos, e ue vencem respetivamente em 17 de outubro de 2028 (cerca de cinco anos,) 11 de abril de 2042 (cerca de 18 anos) e 15 de fevereiro de 2045 (cerca de 21 anos). No primeiro leilão de obrigações do tesouro, Portugal emitiu 1.699 milhões de euros, numa tripla emissão de dívida de longo prazo. Na emissão a 4 anos, colocou 345 milhões de euros com uma procura de 2,76 e taxa de 2,471%, na de 18 anos, colocou 675 milhões de euros com uma procura de 1,42 e taxa de 3,462% e na de 21 anos, colocou 679 milhões de euros com uma procura de 1,4 e taxa de 3,527%. O último leilão de obrigações de longo prazo de 2023 foi em setembro. “Portugal depois de um movimento acentuado no ano passado, onde assistimos a uma subida dos prémios de risco, para o prazo de 12 anos pagou uma taxa de 3,587%, superior ao conseguido hoje para os leilões de 18 e 21 anos”, segundo Filipe Silva, Diretor de Investimentos do Banco Carregosa. “Os prémios de risco da dívida soberana europeia, têm vindo a baixar, por força de expetativas de que o Banco Central Europeu comece a cortar as taxas de juro no segundo semestre de 2024. Não se espera que os cortes venham a ser feitos ao mesmo ritmo que foram as subidas, pelo que o mercado está numa fase de encontrar a taxa de equilibro para cada uma das diferentes geografias. A inflação continua na sua fase descendente, e deverá tirar pressão sobre o BCE, no entanto vai ser preciso ir analisando os dados económicos para ver se as expetativas criadas vão de encontro à realidade”, referiu em janeiro Filipe Silva.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

SUÉCIA INVESTE EM MOÇAMBIQUE MAIS DE SEIS MILHOES DE EUROS EMK ENERGIAS LIMPAS.

"Suécia investe em Moçambique mais de seis milhões de euros em energias limpas Por Green Savers com Lusa 10:17 - 5 Fevereiro 2024 Partilhar Moçambique vai receber 422 milhões de meticais (6,14 milhões de euros) de investimento do Governo sueco, num projeto de produção de energias renováveis nas três províncias da região norte do país africano, anunciaram as autoridades de Estocolmo. A embaixadora sueca em Maputo, Mette Sunnegren, citada hoje pelo jornal Notícias, disse que o projeto será concretizado pela Organização Holandesa de Desenvolvimento (SNV), em parceria com o Instituto Industrial e Comercial de Nampula (IICN), uma das províncias do norte do país africano, e com três empresas do setor privado. Sunnergren avançou que a iniciativa, designada GeraSol, destina-se a promover o acesso a energias limpas e contribuir para a mitigação do impacto das mudanças climáticas. “O GeraSol vai proporcionar formação em tecnologias solares e criar oportunidades de emprego para três mil jovens no setor de energias renováveis”, afirmou a diplomata. Mette Sunnegren destacou o impacto que o projeto terá no desenvolvimento das comunidades das províncias de Nampula, Niassa e Cabo Delgado, as três da região norte." FONTE SAPO