sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024
AZEITE PORTUGAL É O PAÍS DO MUNDO ONDE SEPRODUZ A MAIOR PERCENTAGEM DE AZEITE VIRGEM EXTRA DO MUNDO, CONGRESSO MUNDIAL DO AZEITE REALIZA-SE EM PORTUGAL
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OLIVAL
OPINIÃO
❝ Portugal é o pais onde se produz a maior percentagem de azeite virgem extra do mundo
Redação
A evolução nos últimos anos tem sido notável. A produção quintuplicou desde o início do século XXI e as exportações são atualmente 12 vezes mais do que nessa altura.
Qual é a situação do sector do olival e do azeite em Portugal?
A evolução nos últimos anos tem sido notável. A produção quintuplicou desde o início do século XXI e as exportações são atualmente 12 vezes mais do que nessa altura. O sector mudou muito, é hoje um dos sectores mais modernos e dinâmicos da agricultura nacional. Portugal é atualmente o sexto maior produtor mundial, com uma área de olival de cerca de 380.000 hectares e uma produção média anual de 150.000 toneladas de azeite, mas o sector continua a crescer de ano para ano. Cerca de 90% da produção anual é de qualidade virgem extra, o que faz de Portugal o país que produz a maior percentagem de azeite de qualidade superior do mundo.
75% da área de olival é ainda constituída por olivais tradicionais, de sequeiro, com as suas variedades tradicionais, o que representa um desafio mas também uma oportunidade para manter a autenticidade e a diferenciação do azeite português.
O consumo de azeite em Portugal mantém-se estável, com cerca de 6,5kg/per capita/ano, sendo que mais de 75% do consumo é de azeites virgem extra e virgem, com longo predomínio dos azeites virgem extra.
Quais são as principais variedades de azeitona cultivadas em Portugal e como evoluíram nos últimos anos?
Em Portugal temos dezenas de variedades tradicionais de oliveiras, mas as mais importantes são a variedade Galega, que se encontra em quase todo o país, exceto em Trás-os-Montes (Norte) e as variedades Cobrançosa, Cordovil, Verdeal e Madural. Estas variedades mantêm-se mais ou menos estáveis e estão na base das 6 denominações de origem protegida (DOP) que reconhecemos em Portugal. São também variedades associadas a sistemas de produção mais tradicionais, muitas vezes de sequeiro.
Mas atualmente são cultivadas outras variedades estrangeiras, principalmente espanholas, mas também gregas ou italianas, como as variedades Arbequina, Arbosana e Koroneki, cultivadas principalmente nas novas plantações intensivas e em sebe no sul de Portugal. As variedades Picual ou Frantoio são frequentemente encontradas em olivais intensivos.
Quais são as previsões para a época atual, em termos de volume e de qualidade?
Para a campanha em curso, que é uma campanha de “safra”, estima-se que a produção seja superior em 20% à da campanha anterior, rondando as 150.000 toneladas de azeite. Este valor está abaixo da produção potencial da capacidade de produção já instalada em Portugal, essencialmente devido ao efeito da seca, que está a afetar as principais regiões produtoras de azeite, em especial os olivais de sequeiro (que em Portugal ainda representam cerca de 75% da área de olival – embora menos de 25% da produção total).
Em termos de qualidade, espera-se uma produção de elevada qualidade, à semelhança dos anos anteriores, em que se produz em Portugal uma média de +/- 90% de azeite virgem extra de qualidade.
A produção intensiva em Portugal contribuiu para a grande revolução da olivicultura no seu país. Como é que esta situação influencia a evolução da produção e as relações entre os diferentes elos da cadeia?
Atualmente, cerca de 85% da produção nacional provém dos olivais intensivos e em sebe da região do Alentejo, que são responsáveis por todo o desenvolvimento recente do sector. Algumas empresas integraram todo o processo produtivo, sendo hoje grandes players no mercado, quer na produção e venda de azeite a granel, quer na venda de azeite de marca. Penso que as relações com os diferentes elos da cadeia são bastante fluidas, representando estas empresas, muitas vezes, os principais fornecedores da indústria nacional e internacional. Uma caraterística importante da produção nesta região é a sua capacidade de produzir azeites muito precoces e de elevada qualidade, com uma forte procura internacional e uma boa valorização.
Como têm evoluído as exportações de azeite de Portugal nos últimos anos?
Nos últimos 20 anos, as exportações nacionais cresceram 12 vezes em volume e 18 vezes em valor. Atualmente, as exportações de azeite representam cerca de 10% do total das exportações do complexo agroalimentar, e contribuem com mais de 500 milhões de euros para o saldo da balança comercial agroalimentar, o que é muito significativo. O grande desafio para o sector nos próximos anos é acrescentar valor a estas exportações, tendo em conta que cerca de 66% do total das exportações são exportações a granel.
Quais são os principais desafios que a produção de azeite enfrenta atualmente e no futuro?
O panorama atual é muito complexo, não só em Portugal, mas em todos os países produtores. A seca tem sido muito dura, com a produção de alguns dos principais produtores mundiais, como a Espanha, a cair quase para metade em duas campanhas consecutivas, o que tem levado a que os preços do azeite na origem sejam inéditos. O consumo está a diminuir, o que constitui um grave problema para o futuro, quando a produção recuperar.
Esta situação evidencia a importância da questão das disponibilidades hídricas e do modelo de produção para a regularidade da produção mundial, ainda mais num cenário de alterações climáticas que é já uma realidade. Esta regularidade é vital para o desenvolvimento do mercado, porque é o que mais condiciona a evolução dos preços do azeite, e sem um preço mais ou menos estável o sector terá muita dificuldade em crescer de forma consistente para novos mercados e consumidores. A perda de consumidores devido aos preços elevados é muito mais rápida do que a sua posterior recuperação, principalmente em novos mercados sem muitos hábitos de consumo, e que muitas vezes entram na categoria por razões de saúde.
Como pode o Congresso Congresso Mundial do Azeite ajudar a impulsionar ainda mais o sector em Portugal e contribuir para o seu crescimento?
A informação e o conhecimento são cada vez mais fundamentais. Um congresso como o OOWC, que reúne tudo o que há de novo no mundo, quer seja conhecimento de mercado, quer seja conhecimento tecnológico e científico, terá certamente um efeito muito positivo no sector em Portugal. A Casa do Azeite está empenhada em contribuir o mais possível para o sucesso do Congresso.
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FONTE
25 DE ABRIL CONGRESSO INTERNACIONAL 50 ANOS DO 25 DE ABRIL OCORRE EM LISBOA NOS DIAS02 E 04 DE MAIO NA UNIVERSIDADE DE LISBOA
"Forever YoungÚLTIMAS NOTÍCIASBEM-ESTARCULTURAPRAZERESSAÚDEVIAGENS&RESORTS
25 Abril: Universidade de Lisboa acolhe congresso internacional em maio
A Reitoria da Universidade de Lisboa vai acolher, entre 02 e 04 de maio, o Congresso Internacional 50 Anos do 25 de Abril, em que será discutido o futuro dos estudos sobre a revolução de 1974, foi hoje anunciado.
Por Forever Young 20:50, 7 Fevereiro 2024
A iniciativa faz parte do programa apresentado, em Lisboa, pela Comissão Comemorativa do cinquentenário da revolução.
Também durante o primeiro semestre do ano será lançada uma nova linha de apoio à criação literária, o quarto concurso para atribuição de bolsas dedicadas à produção de ensaios sobre o 25 de Abril.
As bolsas têm a duração de seis meses e será atribuído um montante global de 60.000 euros, mediante concurso.
Haverá igualmente uma nova edição da iniciativa “Arte pela Democracia”, para apoiar projetos no âmbito das artes visuais, performativas e artes de rua, no valor de um milhão de euros.
A primeira edição teve uma dotação de um milhão de euros, tendo sido selecionados 45 projetos, já em curso por todo o país.
Os resultados dos concursos “Cinema pela Democracia” e “Ciência pela Democracia” serão conhecidos durante o primeiro semestre do ano. De acordo com a informação divulgada pela Comissão, a primeira linha atribui 790.000 euros e a segunda 500.00 euros.
Os programas foram criados em parceria com a Direção-Geral das Artes, o Instituto do Cinema e do Audiovisual, o Fundo de Fomento Cultural e a Fundação para a Ciência e Tecnologia, entre outras entidades.
No total, está prevista a atribuição de 3,4 milhões de euros.
Durante o evento, a comissária executiva, Maria Inácia Rezola, sublinhou que o objetivo das comemorações é contribuir para “uma sociedade mais conhecedora da sua história recente” e também mais participativa, plural e democrática.
A comissão concebeu a exposição “50 Anos para a Liberdade: Portugal, da Ditadura ao 25 de Abril”, que retrata os últimos anos da ditadura e os primeiros momentos pós golpe de Estado, abrangendo um período que vai de 1968 a 1974. A exposição circulará pelo país no âmbito do Dia da Defesa Nacional.
Segundo a mesma fonte, o ano vai ficar ainda marcado por outras três grandes exposições, duas em Portugal e uma em Cabo Verde.
Uma das exposições é dedicada ao Movimento das Forças Armadas (MFA) e à construção da democracia. Ficará patente na Gare Marítima de Alcântara, em Lisboa, entre abril e julho e inclui visitas guiadas, conferências, debates e espetáculos.
Já a mostra “De Abril a Abril: 50 Anos, 50 indicadores de mudança” tem um cariz itinerante e ilustra o caminho percorrido por Portugal desde o derrube da ditadura, através de indicadores económicos, num trabalho desenvolvido em parceria com o Instituto Nacional de Estatística. Será inaugurada no Porto, em abril.
O Campo de Concentração do Tarrafal, na ilha de Santiago, foi o local escolhido para uma exposição, a partir de 01 de maio, cujo objetivo é preservar a memória histórica da repressão vivida durante a ditadura. Durante mais de 30 anos, passaram por ali quase 600 presos políticos de Portugal, Angola, Guiné-Bissau e Cabo Verde, que só foram libertados no dia 01 de maio de 1974.
A apresentação da programação oficial contou com a presença do presidente da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço, e da diretora do Museu Resistência e Liberdade, Aida Rechena.
As comemorações dos 50 anos da revolução dos cravos começaram em março de 2022 e decorrem até 2026, com cada ano a focar-se num tema em particular. A partir de 2024, os três “D” do programa do MFA “começam a ser revisitados”, em iniciativas que evocam o processo de descolonização, a democratização e o desenvolvimento.
"
FONTE FOREVER
ARQUITECTOS DE MOÇAMBIQUE REUNIDOS EM PRIMEIRO CONGRESSO EM MAPUTO
"Arquitectos reunidos em Maputo
admin Send an email8 de Fevereiro, 2024 Menos de 1 Minuto
A cidade de Maputo acolhe, a partir da tarde de hoje até amanhã, o primeiro congresso dos arquitectos moçambicanos tendo em vista a resiliência das construções face aos desafios das mudanças climáticas.
Entre outros objectivos, o evento pretende ver alcançada uma valorização dos profissionais nacionais e troca de experiências sobre melhores práticas."
FONTE JORNAL DOMINGO DE MOÇAMBIQUE
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024
25 DE ABRIL DE 1974, FOI NA BEIRA, SOFALA MOÇAMBIQUE ONDE TUDO COMECOU A 17 DE JANEIRO DE 1974, ONDE VAIS ESTAR NO 25 DE ABRIL???????
Onde é que vais estar no 25 Abril de 2024?
Miguel Morgado
Miguel Morgado
Texto
MadreMedia
7 fev 2024 18:45
Atualidade
25 Abril 50 anos/25 abril
UEFA define distribuição de 4,4 mil milhões de euros para triénio 2024-2027
Economia · 7 fev 2024 20:02
UEFA define distribuição de 4,4 mil milhões de euros para triénio 2024-2027
Centro Interpretativo do 25 de Abril deverá estar pronto em 2026
Atualidade · 7 fev 2024 23:19
Centro Interpretativo do 25 de Abril deverá estar pronto em 2026
25 de Abril de 1974 recreado 50 anos depois. Militares, carros de combate, passagem por Santarém, Terreiro do Paço, Pontinha e assalto ao Largo do Carmo revividos a cores na noite e dia do 25 de Abril de 2024.
Onde é que vais estar no 25 Abril de 2024?
Miguel Morgado | MadreMedia
2024 é o ano das celebrações dos 50 anos do 25 de Abril. Nestes 366 dias, um dia ganha especial relevância. O próprio dia 25 de Abril de 2024. O dia em que se comemora a exata data de 50 anos depois da instauração da Democracia em Portugal e o fim do Estado Novo.
“Vai começar inevitavelmente na noite de 24, tal como aconteceu há 50 anos” disse Maria Inácia Rezola, Comissária Executiva das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril 1974, à margem da apresentação das Comemorações para 2024 que decorreu no Teatro Thalia, em Lisboa, durante a qual, a cantora Cuca Roseta cantou “E Depois do Adeus” e “Grândola, Vila Morena” e Vasco Lourenço, um dos capitães de Abril, Aida Rechena (Museu da Resistência e Liberdade) e Bernardo Branco Gonçalves (MyPolis) numa conversa com Francisco Sena Santos e Raquel Morão Lopes, moderadores do programa de rádio #NÃO PODIAS (parceria Antena 3/Comissão das Celebrações).
25 abril/ 50 anos
créditos: ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA
“Teremos concertos em várias capitais de distrito em vários pontos do país, em locais, sem ser exaustiva, como Lisboa, Porto e Matosinhos, vão existir video mappings específicos preparados para estas celebrações dos 50 anos”, desvendou.
Pormenoriza o que se irá passar nesse dia. “Em Santarém vai começar a reconstituição de uma das colunas que há 50 anos rumou a Lisboa. A célebre Coluna da Escola Prática de Cavalaria, liderada por Salgueiro Maia”, informou aos jornalistas a comissária para as celebrações do cinquentenário do 25 de Abril 74.
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“E essa mesma Coluna, na madrugada de 25 de abril entrará em Lisboa e irá juntar-se ao desfile das Forças Armadas que se irá realizar, nessa manhã, no Terreiro do Paço”, detalhou.
“Essa recreação de algumas das forças que há 50 anos derrubaram a Ditadura vai ter vários momentos”, adiantou. “Durante a manhã as pessoas poderão ver algumas das viaturas e alguns dos participantes de há 50 anos no Terreiro do Paço”, avisou.
Carros e pessoas rumam, posteriormente, tal como aconteceu no dia 25 de Abril de 1974, “para o Largo do Carmo”. Aí chegados “será simulado um cerco ao Quartel do Carmo e finalmente, tal como há 50 anos, rumará à Pontinha onde estava o Posto de Comando das Operações do 25 de Abril”, finalizou.
Falar de 50 anos de democracia é “um desafio aliciante” para ser transmitido às novas gerações. “Atualmente mais de metade dos portugueses já nasceu depois do 25 de Abril. Este é um ponto fundamental das celebrações. Este marco dos 50 anos será a última oportunidade que temos para ouvir quem, por exemplo, nas Forças Armadas, nos partidos políticos e sociedade civil, trabalhou e lutou para que a Democracia existisse”, alertou Maria Inácia Rezola.
“Nunca podemos esquecer, que ao contrário de outros países, como Espanha, onde a Democracia foi negociada no seio das elites políticas, em Portugal a Democracia conquistou-se”, comparou. “Conquistou-se nas ruas, nas escolas, nos campos e nas fábricas”, finalizou."
FONTE MIGUEL MORGADO MADRE MEDIA
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024
IATA CARGA AÉREA O MERCADO MUNDIAL DE CARGA AÉREA EM DEZEMBRO REVE O MELHOR DESEMPENHO EM DOIS ANOS, A PROCURA EM CARGA AÉREA EM DEZEMBRO DE 2023 SUBIU 10,,8%
"IATA: carga aérea “levantou voo” em Dezembro
por T&N 01/02/2024 em Aéreo 0
O mercado mundial de carga aérea teve em Dezembro o melhor desempenho em dois anos, e com isso o ano fechou perto do nível de 2022, anunciou a IATA.
P U B L I C I D A D E
Em Dezembro, a procura de carga aérea aumentou 10,8% em termos homólogos. Um crescimento ímpar mas que pouco teve a ver com a crise do Mar Vermelho e com a procura de alternativas ao transporte marítimo, sublinha a IATA.
A oferta de capacidade, por seu turno, aumentou 13,6%, em termos homólogos, no último mês do ano.
Com este “boost”, o mercado mundial de ano fechou o ano a perder 1,9% face a 2022, em termos de toneladas-km voadas. Na comparação com 2019, a quebra foi de 3,6%, segundo a associação das companhias aéreas.
Lertambém
ANA recusa aeroporto do Montijo “low cost”
Ambiente não renova DIA ao aeroporto do Montijo
30/01/2024
Regulador exige à AENA a redução das taxas até 2021
2,4 mil milhões para ampliar o aeroporto de Madrid
26/01/2024
Do lado da oferta de capacidade, 2023 saldou-se num crescimento de 11,3% face a 2022 e de 2,5% ante 2019, acrescentou.
As companhias aéreas europeias, particularmente afectadas pela guerra na Ucrânia, registaram em 2023 uma quebra de 3,9% na procura, enquanto a oferta aumentou 4,5%.
As transportadoras da América do Norte tiveram o pior desempenho, com uma queda na procura de 5,7% (+0,3% de capacidade).
O mercado da Ásia-Pacífico, o principal mercado regional, registou um aumento de 0,9% da procura, mas a oferta de capacidade disparou 28,5%.
“Apesar dos desafios políticos e económicos, em 2023 os mercados de carga aérea recuperaram o terreno perdido em 2022 após o pico extraordinário durante a Covid em 2021. (…) o fortalecimento significativo no último trimestre é um sinal de que os mercados estão-se estabilizando e voltando a padrões de procura mais normais. Isso coloca o sector numa situação muito sólida para o sucesso em 2024. Mas com a instabilidade contínua, e, em alguns casos, mais intensa na geopolítica e em certos aspectos económicos, pouco podemos garantir para os próximos meses no sector”, comentou Willie Walsh, director geral da IATA. citado no comunicado emitido a propósito"
FONTE TRANSPORTES E NEGÓCIOS
BANCO AFRICANO DE DESENVOLVIMENTO BAD CONCEDE UM EMPRÉSTIMO DE 40 MILHÕES DE DÓLARES A MOÇAMBIQUE PARA INVESTIMENTO EM EQUIPAMENTO FERROVIÁRIO
" ÁFRICA, LUSOFONIA, MUNDO, SAPO ECONOMIA
Moçambique: Banco africano concede empréstimo de 37 milhões para investimento em ferrovia
De acordo com o Africano de Desenvolvimento, “o objetivo do projeto é permitir que os Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique – CFM financiem a compra de material circulante (locomotivas, vagões e contentores cisterna) para o seu principal corredor, a linha ferroviária de Ressano Garcia”.
Jornal Económico com Lusa
4 Fevereiro 2024, 15h59
O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) vai disponibilizar um empréstimo de 40 milhões de dólares (37 milhões de euros) para Moçambique adquirir material circulante para a linha ferroviária de Ressano Garcia, no sul do país.
“O objetivo do projeto é permitir que os Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique – CFM financiem a compra de material circulante (locomotivas, vagões e contentores cisterna) para o seu principal corredor, a linha ferroviária de Ressano Garcia”, refere o BAD, em nota distribuída hoje à comunicação social.
A linha, que liga o porto de Maputo à fronteira com a África do Sul, gera mais de 90% do volume de tráfego ferroviário e representa 70% do volume global de transporte ferroviário dos CFM, empresa pública.
“O negócio inclui a aquisição de dez locomotivas diesel-eléctricas de 3000/3300 cavalos, 300 vagões e 120 contentores cisterna. Os fundos cobrirão igualmente um programa de manutenção de três anos para as locomotivas adquiridas e a formação do pessoal de manutenção dos CFM”, refere-se na nota do BAD, que acrescenta que tenciona igualmente mobilizar 30 milhões de dólares (27 milhões de euros) adicionais de outros potenciais mutuantes para o projeto.
Além de dinamizar o comércio regional, espera-se que o investimento aumente receitas em divisas, prevendo-se que passem dos 225 milhões de dólares (207 milhões de euros), em 2022, para 360 milhões de dólares (331 milhões de euros), em 2036.
“Espera-se que o projeto melhore o acesso das famílias às infraestruturas através de serviços de transporte ferroviário. Reduzirá potencialmente o congestionamento e os tempos de viagem em dois minutos por quilómetro e reduzirá o número de mortes na estrada, transferindo o tráfego para os caminhos-de-ferro”, conclui-se na nota.
RELACIONADO"
FONTE SAPO
SALVADOR CAETANO EM MOÇAMBIQUE APOIA A FEDERAÇÃO MOÇAMBICANA DE FUTEBOL EXCELENTE, PARABENS!
"Caetano Moçambique renova apoio a Federação Moçambicana de Futebol Maputo (O Autarca) – A Caetano Moçambique e a Federação Moçambicana de Futebol (FMF) assinam, esta segunda-feira (05), em Maputo, um memorando de entendimento, cujo objectivo é o contínuo reforço da capacidade institucional da entidade máxima responsável pela gestão de futebol a nível nacional. O memorando será assinado pelo Presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat, e pelo Presidente do Conselho de Administração da Caetano Moçambique, Paulo Oliveira. A Caetano Moçambique agrega um conjunto de empresas pertencentes ao grupo português Salvador Caetano, com diversas actividades no ramo automóvel,que vão desde a manutenção e distribuição de automóveis, aluguer de viaturas,entre outros.■ (Redacção)"
FONTE JORNAL O AUTARCA DE MOÇAMBIQUE
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