sexta-feira, 31 de dezembro de 2021
DOM CLAUDIO DALLA ZUANNA ARCEBISPO DA BEIRA, PROVINCIA DE SOFALA, MOCAMBIQUE, BEM ESTAR E PAZ SÓ SE ALCANCAM DEIXANDO DE LADO O INDIVIDUALISMO , POR ISSO DEVEMOS COLOCAR OS OUTROS NO CENTRO DAS ATENCOES, BEM HAJA!
"Bem-estar e paz só se alcançam deixando de lado o individualismo niosa, o Prelado convida a todos a acolherem a proposta feita no Natal com o
nascimento de Jesus, este que veio contrariar o individualismo, por isso devemos colocar os outros como o centro das nossas atenções.
Numa altura em que a nova variante da covid-19 se alastra pelo mundo, Dom Cláudio frisou que o respeito pelas medidas de prevenção do coronavírus, é uma demostração do nosso cuidado e amor pela vida. Apesar das limitações resultantes do Decreto vigente em Moçambique com vista a evitar o alastramento do coronavírus, os cristãos tiveram a oportunidade de participar da Missa do Natal nas diferentes Paróquias da Arquidiocese.■ (R/ Vatican News)O Arcebispo da Beira, D. Claudio Dalla Zuanna defende que “o bemestar e a paz só podem ser alcançados deixando de lado o individualismo”. Dom Cláudio Dalla Zuanna manifestou esta opinião durante a apresentação da sua mensagem de Natal e de fim-do-ano, por sinal mais um ano atípico, onde o mundo continua a lutar para vencer os diferentes obstáculos com destaque para a pandemia do Coronavírus. Em meio a esta situação, o Prelado critica a maneira com a qual o mundo procura encontrar soluções para vencer os problemas com vista ao bemestar. Para a construção de uma sociedade reconciliada, pacífica e harmo"
FONTE: JORNAL O AUTARCA DE MOCAMBIQUE.
terça-feira, 28 de dezembro de 2021
CABO VERDE MONUMENTO DE CABO VERDE CONSTRUIDO EM 1920 E REPLICA DA TORRE DE BELEM DE PORTUGAL ENTRE O MERCADO DO PEIXE E A PRAIA DOS BOTES EM PLENA AVENIDA MARGINAL ALBERGA MUSEU DO MAR E QUER EXPLORAR HISTORIA DO MINDELO
27-12-2021 05:00
Réplica de Torre de Belém em Cabo Verde alberga Museu do Mar e quer explorar história do Mindelo
Réplica de Torre de Belém em Cabo Verde alberga Museu do Mar e quer explorar história do Mindelo
facebook sharing buttontwitter sharing buttonemail sharing buttonlinkedin sharing buttonwhatsapp sharing button
Mindelo, Cabo Verde, 27 dez 2021 (Lusa) – A réplica da Torre de Belém na ilha cabo-verdiana de São Vicente já serviu para quase tudo, albergando atualmente o Museu do Mar, mas quer aumentar a simbologia, explorando “um bocadinho mais” a história da cidade do Mindelo.
Localizado entre o Mercado de Peixe e a Praia dos Botes, em plena Avenida Marginal, o monumento centenário foi construído em 1920 pelos portugueses, para ser uma réplica da fortificação original, edificada entre 1514 e 1519, em Lisboa.
“É um espaço que, mesmo não tendo uma semelhança total com o edifício da Torre de Belém no Tejo, acaba por ter esta relação histórica, cultural porque foi construída à identidade deste edifício, mesmo não tendo vários elementos arquitetónicos do edifício original, mas acaba por ter essa relação histórica e simbólica com o espaço”, contextualizou à Lusa a diretora dos Museus de Cabo Verde, Samira Baessa.
Com características de arquitetura “manuelina” e com vários elementos simbólicos, nomeadamente a Cruz de Cristo, recordou que foi instalada no período áureo da cidade do Mindelo, quando começou a ganhar mais população, com a dinâmica criada à volta da exploração e instalação de indústrias carvoeiras, tendo-se assumido como um dos principais espaços deste comércio no atlântico médio.
Instalado inicialmente para funcionar como sede da capitania dos portos, mais tarde assumiu outras funções, tendo o porão servido para cárcere para os pequenos delitos relacionados com o mar e os anexos como moradia do capitão-mor, que depois receberam os arquivos da capitania.
Segundo Samira Baessa, na década de 1980 funcionou como a sede da empresa Scapa, que era uma empresa pública criada precisamente para apoiar a pesca artesanal, teve um período praticamente sem uso, até ser recuperado em 1997, no âmbito da cooperação entre Portugal e Cabo Verde.
Em 2010, no âmbito das comemorações dos 35 anos da independência de Cabo Verde, é inaugurada no edifício uma exposição que retrata a questão dos descobrimentos, e a partir de 2014 passa a albergar a exposição permanente do Museu do Mar.
“Precisamente para criar essa dinâmica do elemento mar, da presença deste edifício no contexto do mar, revitalizando toda a importância que este elemento teve no povoamento da cidade do Mindelo, mas também outras dinâmicas culturais e socioeconómicas que acaba por proporcionar para a economia da cidade e do próprio país”, salientou a diretora.
Defronte para o Porto Grande e para o Monte Cara, a réplica é considerada um símbolo, e pode ser vista de quase qualquer parte da cidade do Mindelo, dado a sua imponência à beira-mar, servindo igualmente como um “protetor da cidade”.
À sua volta, o movimento é constante, com a compra e venda de peixe, homens à volta de um banco a jogar cartas ou oril, outros simplesmente em amena conversa, a contemplar o requebrar das ondas ou a ver os carros cruzar a avenida, num dos principais pontos de encontro da cidade.
E do seu interior também se pode contemplar toda a cidade e a baía do Mindelo, bem como conhecer um pouco da história da cidade, com a emigração, pesca da baleia, e como o mar foi moldando o imaginário da cultura cabo-verdiana e o imaginário do povo ilhéu.
“O edifício acaba por ter este valor, esta importância histórica, mas no contexto da memória coletiva acaba por ser um espaço de apropriação da comunidade, que se revê neste espaço, que é de contemplação da cidade e é o símbolo desta dinâmica e da importância económica que a cidade teve, ligada à exploração da indústria carvoeira”, reforçou Samira Baessa.
Para a diretora, não havia espaço mais adequado para a instalação do Museu do Mar, que acaba por recriar a importância deste elemento na história de Cabo Verde, com a emergência das cidades-porto, mas também da relação do homem cabo-verdiano com o mar, através da emigração, feita com a pesca da baleia, que marca uma fase importante de emigração dos cabo-verdianos para os Estados Unidos da América.
“Mas também procuramos revitalizar as memórias ligadas às tradições, à história, manifestações culturais, que têm o mar como elemento de inspiração, à música, Carnaval ou gastronomia”, completou.
Samira Baessa disse também que o museu acaba por ser um espaço social e cultural, por ter um pátio amplo que permite e realização de diversas atividades, sobretudo das associações comunitárias, associações de pescadores e peixeiras.
Depois da última intervenção de fundo, realizada em 2010, a responsável deu conta que neste momento Cabo Verde está a trabalhar num novo projeto museológico para o espaço, pretendendo ampliar o conceito exposto, que está centrado sobre o mar, para explorar “um bocadinho mais” a história da cidade, com os grandes nomes da cultura ou da literatura.
O objetivo é “criar uma espécie de museu da cidade que poderá evidenciar o mar como elemento histórico na cidade, mas depois explorar várias outras temáticas, que têm a ver com esta dinâmica sociocultural do próprio espaço”, perspetivou, garantindo que este projeto deverá ser implementado num curto prazo, com financiamento nacional.
“Naturalmente, o edifício terá de passar por obras de reabilitação, para poder assumir esta nova função e corrigir as marcas e patologias impostas pela localização geográfica”, apontou, dizendo que Cabo Verde poderá ter interação com Portugal, sobretudo na parte científica.
Quanto aos visitantes, Samira Baessa disse que se assiste a uma “boa dinâmica”, mais de estrangeiros, naquele que é o principal espaço museológico da ilha de São Vicente, e que a sua localização acaba por ser também propensa a este tipo de interação e afluência.
RIPE // VM
Lusa/Fim
FONTE LUSA
CONSELHO MUNICIPAL DE MAPUTO VAI DISPONIBILIZAR TRES MILHOES DE EUTROS PARA REABILITAR A AVENIDA JULIUS NYERERE EM CONCURSO PUBLICO
ª Maputo, 27 dez 2021 (Lusa) – A autarquia da cidade de Maputo vai disponibilizar cerca de 3,5 milhões de dólares (três milhões de euros) para a reabilitação da Avenida Julius Nyerere, uma das principais da capital moçambicana, em 2022, disse hoje à Lusa fonte oficial.
As obras de reabilitação vão decorrer num troço de cerca de cinco quilómetros, entre a Praça dos Combatentes e a Praça da Juventude, devendo arrancar no primeiro trimestre de 2022.
“Já foi lançado um concurso e aguarda-se pela autorização do Tribunal Administrativo para se avançar”, disse fonte do Conselho Municipal da Cidade de Maputo.
Segundo a mesma fonte, não há ainda uma previsão da data de início e fim das obras de reabilitação.
LYN // LFS
Lusa/Fim
FONTE LUSA
segunda-feira, 27 de dezembro de 2021
GOUVEIA E MELO, ALMIRANTE, NATURAL DE QUELIMANE PROVINCIA DA ZAMBÉZIA, MOCAMBIQUE É NOMEADO PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE PORTUGAL MARCELO REBELO DE SOUSA, CHEFE DO ESTADO - MAIOR DA ARMADA PORTUGUESA. PARABENS!
"Marcelo deu posse a almirante Gouveia e Melo como Chefe do Estado-Maior da Armada
27-12-2021 15:28
O Presidente da República deu hoje posse ao novo Chefe do Estado-Maior da Armada, almirante Henrique Gouveia e Melo, sucessor de Mendes Calado que sai do cargo antes do fim do mandato."
FONTE LUSA
DESMOND TUTU ARCEBISPO EMERITO SUL AFRICANO E NOBEL DA PAZ FALECEU, ANTIGO PRESIDENTE DA REPUBLICA DE MOCAMBIQUE JOAQUIM ALBERTO CHISSANO LEMBROU UM LUTADOR PELA IGUALDADE, PAZ A SUA ALMA!
ª 27-12-2021 13:23
Óbito/Desmond Tutu: Ex-PR moçambicano Joaquim Chissano lembra um “lutador pela igualdade”
Óbito/Desmond Tutu: Ex-PR moçambicano Joaquim Chissano lembra um “lutador pela igualdade”
facebook sharing buttontwitter sharing buttonemail sharing buttonlinkedin sharing buttonwhatsapp sharing button
Maputo, 27 dez 2021 (Lusa) – O ex-Presidente moçambicano Joaquim Chissano lembrou hoje o arcebispo emérito sul-africano e Nobel da Paz de 1984, Desmond Tutu, como um lutador pela igualdade, considerando que os seus ideais são reconhecidos em “todas partes onde houve opressão”.
“Era um lutador pela igualdade na África do Sul e queria que todas as raças ou tribos fossem parte integrante de uma mesma nação”, declarou Joaquim Chissano, citado hoje pelo canal de televisão privado moçambicano STV.
Desmond Tutu, arcebispo emérito sul-africano e vencedor do Prémio Nobel da Paz de 1984 pelo seu ativismo contra o regime de segregação racista do ‘apartheid’, morreu no domingo aos 90 anos, na sequência de um cancro da próstata, na Cidade do Cabo.
Para Joaquim Chissano, o mundo perdeu um exemplo moral, mas as suas obras vão permanecer como uma inspiração em “todas partes onde houve opressão”.
“O que ele pregava procurava mostrar na prática”, acrescentou o antigo chefe de Estado moçambicano.
Desmond Tutu ganhou notoriedade durante as piores horas do regime racista na África do Sul, quando organizava marchas pacíficas contra a segregação, enquanto sacerdote, pedindo sanções internacionais contra o regime branco em Pretória.
Com o advento da democracia, 10 anos depois, o homem que deu à África do Sul o nome de “nação arco-íris” presidiu à Comissão de Verdade e Reconciliação criada com o objetivo de virar a página sobre o ódio racial, mas as suas esperanças foram rapidamente frustradas. A maioria negra adquiriu o direito de voto, mas continua em grande parte pobre.
Depois do combate ao ‘apartheid’, Tutu empenhou-se na reconciliação do seu país e na defesa dos direitos humanos.
Contra a hierarquia da igreja anglicana, defendeu os homossexuais e o direito ao aborto, tendo nos últimos anos aberto como nova frente de combate o direito ao suicídio assistido.
Apesar do cancro da próstata diagnosticado em 1997 e de vários internamentos em hospitais, só muito gradualmente se retirou da vida pública, defendendo até ao fim o sonho de uma África do Sul multirracial e igualitária.
EYAC (MSF/RCS) // VMª ª
FONTEÇ LUSA
Lusa/Fim
PORTUGAL MENSAGEM DE SUA EXCELENCIA A SENHORA SECRETÁRIA DE ESTADO DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS DO GOVERNO PORTUGUES.
"Mensagem de Natal da Senhora Secretária de Estado das Comunidades
Portuguesas
Caras e caros compatriotas,
Dirijo uma saudação e uma palavra de solidariedade e de esperança aos portugueses
residentes no estrangeiro que, neste natal, por diferentes motivos, em particular as
restrições desta pandemia, não puderam vir a Portugal. Esperamos que todas estas
dificuldades sejam ultrapassadas o mais brevemente possível.
Saúdo também todos aqueles que puderam vir a Portugal e espero que todo este
período se passe em segurança com todos aqueles que aqui vos esperam; espero
igualmente que daqui possam levar forças renovadas para um novo ano, que será
certamente ainda difícil.
Em 2021, tive oportunidade de retomar as visitas às comunidades portuguesas com
alguma regularidade, apesar da COVID-19. Em Angola, no Reino Unido, nos Estados
Unidos, no Brasil, no Canadá, na Suíça, na Alemanha ou em França, encontrei
portuguesas e portugueses extraordinários.
As suas histórias, marcadas pela coragem e resiliência, compõem a história coletiva
das comunidades portuguesas.
Entre aqueles que tive o privilégio de conhecer nestas viagens, recordo em particular
uma compatriota em Palm Coast, nos Estados Unidos, onde celebrámos o Dia de
Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. Indiferente à grande distância
que não faria supor tal evocação, dizia que, quando olhava aquele mar, se lembrava
que do outro lado estava Portugal.
Esta evocação é bem a imagem da contínua ligação a Portugal dos portugueses no
estrangeiro, que tanto valorizamos e queremos ajudar a preservar.
As associações, mais antigas e mais recentes, são um importante espaço dessa ligação
às raízes.
Neste campo, destaco o trabalho que tem sido desenvolvido pelos jovens associados e
dirigentes das associações de graduados da Diáspora. São profissionais e investigadores
portugueses em mobilidade, integrados nas sociedades de acolhimento e, em
particular, nos mercados e instituições em que se inserem. Criam redes entre cidadãos
portugueses no estrangeiro e, desse modo, fortalecem a relação entre si e a relação
com Portugal, integrando-se nas sociedades onde se encontram.
Eles são, também, uma inegável prova da heterogeneidade que compõe e enriquece a
Diáspora portuguesa.
O país aproxima-se agora de um momento fundamental para a democracia. Em janeiro,
os portugueses votam na eleição para a Assembleia da República. É muito importante
que os eleitores no estrangeiro, que representam uma parte tão significativa de
Portugal, exerçam o seu direito de voto, assim mostrando que estão presentes e
fazendo notar as suas opções e visão para Portugal.
Se é verdade que o recenseamento automático representou um passo muito
importante, alargando o universo de eleitores a cerca de 1 milhão e 500 mil; é também
certo que há um longo caminho contra a abstenção que é preciso percorrer e que
devemos percorrer nas próximas eleições.
Contamos neste processo, e nos múltiplos aspetos que envolvem a vida dos nossos
concidadãos no estrangeiro, com os serviços internos do Ministério dos Negócios
Estrangeiros e com toda a rede diplomática e consular, aos quais agradeço o sentido
de serviço público com que ao longo de todo o ano desempenham as suas funções.
Estendo igualmente este agradecimento aos professores e coordenadores da Rede de
Ensino Português no Estrangeiro.
Por último, apelo a que todos façamos parte do esforço coletivo para conter a evolução
da pandemia, em particular nesta quadra natalícia, por que tanto ansiamos.
A todas e a todos desejo um feliz natal e um ótimo ano de 2022.
MOCAMBIQUE RECEBE APOIO DO BANCO MUNDIAL PARA MAIOR ACESSO A ENERGIA E AOS SERVICOS DE BANDA LARGA NO MEIO RURAL DO APROVEITAMENTO SISTEMATICO DAS SINERGIAS DE ENERGIA E CONECTIVIDADE DIGITAL EM AREAS RURAIS E FRAGEIS PARA AUMENTAR A PRODUTIVIDADE ECONOMICA
ª País recebe apoio para maior acesso à energia e aos serviços de banda larga no meio rural do aproveitamento sistemático das sinergias de energia e conectividade digital em áreas rurais e frágeis para aumentar a produtividade económica, promover o crescimento inclusivo e construir resiliência de uma forma sustentável", disse Idah Z. Pswarayi-Riddihough, Directora do Banco Mundial para Moçambique, Madagáscar, Comores, Maurícias, e Seychelles. O acesso à energia continua baixo em Moçambique, com significativas disparidades ruraisurbanas. A taxa de acesso à electricidade rural é estimada em cerca de 8%, contra 72% nas zonas urbanas. Apenas 4% da população em Moçambique tem acesso a soluções limpas de cozinha. Da mesma forma, o acesso aos serviços de telecomunicações é limitado, com apenas 30% da população a utilizar a Internet.■ (Redacção/ BM) Washington – O Banco Mundial aprovou uma doação no valor de 300 milhões de dólares da Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA) que irá apoiar os esforços do Governo de Moçambique para aumentar o acesso à energia e aos serviços de banda larga, bem como para reforçar o desempenho operacional da empresa Electricidade de Moçambique “A economia de Moçambique pode beneficia
FONTE JORNAL O AUTARCA DE MOCAMBIQUE
Subscrever:
Mensagens (Atom)
