quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

MOÇAMBIQUE CONTINUA A CRESCER, ANUNCIA A VOZ DA AMÉRICA

Notícias / Moçambique

Moçambique continua a crescer apesar da queda dos preços de petróleos e matérias-primas

Conclusão é da consultora Eaglestone.
Metical, moeda de MoçambiqueMetical, moeda de Moçambique
Redacção VOA
A descida do preço das matérias-primas, nomeadamente alumínio e carvão, e a redução do investimento directo estrangeiro vão impedir Moçambique de manter taxas de crescimento acima de 7% nos próximos anos.
A conclusão é da consultora sul-africana Eaglestone que, num relatório sobre Moçambique, diz que, apesar dessas ameaças, são boas as perspectivas de evolução do país.
"A perspetiva de longo prazo para Moçambique continua positiva principalmente devido aos projectos de gás natural, que deverão começar no final da década", lê-se no documento que aponta para um abrandamento da economia de 7,2 por cento em 2014 para entre 6 e 6,5 por cento no ano passado e neste ano.
Esse abrandamento, diz a Eaglestone resulta da descida do preço das matérias-primas e do abrandamento do investimento directo estrangeiro, “que é ainda superior à média da África subsaariana.
A consultora lembra que foram anunciados recentemente pelo Governo contratos de investimentos na ordem dos 30 mil milhões de dólares.
A Eaglestone alerta, no entanto, para o aumento significativo da dívida pública, apesar de o Governo financiar 58 por cento das suas despesas através de receitas fiscais.
Fundada em 2011, a Eaglestone desenvolve consultoria e assessoria a projectos de energia em África e tem escritórios em Lisboa, Londres, Luanda, Maputo, Cidade do Cabo, Amsterdão e Joanesburgo."
FONTE: VOA MOÇAMBIQUE, A VOZ DA AMÉRICA.

RÁDIO MOÇAMBIQUE COM MAIOR DIFUSÃO TÉCNICA NA PROVINCIA DA ZAMBÉZIA, ABDUL RAZAK GOVERNADOR DA PROVINCIA INAUGURA COLOCAÇÃO DA REPETIDORA DE SINAL

GOVERNADOR DA ZAMBÉZIA INAUGURA REPETIDORA DA RM EM MORRUMBALA

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Governador da Zambézia  inaugura  repetidora da RM em Morrumbala
O governador da Zambézia disse esta segunda-feira em Morrumbala que a inauguração da repetidora do sinal do Emissor Provincial ira galvanizar o acesso a informação e massificar as estratégias de desenvolvimento e unidade nacional.
Abdul Razka falava num comício após a inauguração da primeira repetidora do Sinal do Emissor provincial da Zambézia, instalada no distrito de Morrumbala.
Segundo aquele dirigente, os mais de quinhentos mil beneficiários da repetidora do distrito de Morrumbala, Mopeia, Milange, Nicoadala, Derre, Mutarara, Marromeu  e Sange no Malawi, terão informação sobre cultura, saúde, política, educação, desporto e estado de tempo, com maior rapidez e qualidade.
O presidente do Conselho de administração da Rádio Moçambique Faruco Sadique, disse por seu turno que a instalação de uma repetidora em Morrumbala faz parte do pacote de projectos que visam colocar o sinal para mais de seis milhões de habitantes em quarenta distritos do vale do Zambeze.
Entretanto, alguns participantes do comício disseram que a implantação da repetidora do sinal do emissor provincial da Zambézia vai incrementar a informação publicada por aquela estação emissora sobre diversas actividades da sociedade. (RM-Zambézia)"
FONTE: RÁDIO MOÇAMBIQUE.

TETE (MOATIZE) BEIRA TETE DUAS VIAGENS SEMANAIS POR CAMINHO DE FERRO, DOMINGOS E QUARTAS FEIRAS, PASSAGEIROS E CARGA GERAL

LINHA DE SENA INTRODUZ SEGUNDO COMBOIO DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS E CARGA

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Linha de Sena introduz segundo comboio de transporte de passageiros e carga
A empresa Portos e Caminhos-de-ferro de Moçambique acaba de introduzir o segundo comboio na linha de Sena para o transporte de passageiros e carga doméstica.
Com a introdução do segundo comboio, a população passa a ter duas viagens semanais, sendo a primeira aos domingos e a outra às quartas- feiras.
Segundo o director provincial dos Transportes e Comunicações de Tete, com a introdução de mais um comboio, fica aliviado o processo de transporte de pessoas e bens de Moatize em Tete,  à Beira  em Sofala e vice-versa.  
Romeu Sandoca disse que a alocação do comboio e as respectivas carruagens deveria ser concretizada pelo governo no ano passado, mas a chegada tardia desses meios fez com que fosse para este ano. (RM)"
FONTE: RÁDIO MOÇAMBIQUE.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

CIMENTOS DA BEIRA, FABRICA DE CIMENTOS EM SOFALA; MOÇAMBIQUE EXPORTA PARA PAISES DA SADC

CIMENTOS DA BEIRA EXPORTA PARA PAÍSES DA SADC

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Cimentos da Beira exporta para países da SADC
A Cimentos da Beira anunciou há dias que já está a vender o seu produto nalguns mercados da África Austral, com destaque para o Zimbabwe e Malawi.
De capitais britânicos e sul-africanos, a fábrica foi aberta em Outubro último e tem uma capacidade para produzir 800 mil toneladas por ano. No início da sua laboração a unidade já contava com 40 mil toneladas de “clinker” em stock.
Para a concretização do projecto foram investidos mais de 45 milhões de dólares norte-americanos, o que permite o cumprimento das principais exigências para uma indústria do género, nomeadamente a instalação de filtros de alta capacidade para a redução de poeiras.
O arranque da unidade de produção, que actualmente emprega 70 trabalhadores, ocorreu depois de testada com sucesso a subestação que garante o fornecimento de energia eléctrica.
O director-geral daquela fábrica localizada na zona da Munhava, na cidade de Beira, em Sofala, Wouter Trollip, explicou que devido à qualidade do produto encontrou rapidamente mercado na região da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral, SADC.
Mário Dinis, director comercial da Cimentos da Beira, disse, por sua vez, que depois do arranque do processo produtivo a empresa partiu para uma avaliação do mercado, tendo concluído que existem condições favoráveis para uma concorrência sã.
Com a entrada em funcionamento daquela unidade, a província de Sofala passou a contar com três fábricas de cimento, nomeadamente Cimentos de Moçambique, que funciona há longos anos com investimento português, e a Austral Cimento, de capitais austríacos, ambas localizadas na cidade do Dondo, e a Cimentos da Beira.
Contrariamente ao que sucede noutros pontos do país, o preço do cimento em Sofala está estabilizado, sendo que o preço médio praticado é de 250 meticais, contra anteriores 450 meticais por cada saco de 50 quilos.
Como um dos impactos disso, a zona centro do país está praticamente inundada de cimento de fabrico nacional, o que favorece o sector da construção civil.
Recentemente, o Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, visitou a Cimentos da Beira, onde apelou aos trabalhadores, sobretudo nacionais, para demonstrarem cultura do trabalho na empresa.
Explicou que o investidor escolheu Moçambique, no meio de muitos países, pelo facto de os residentes da capital provincial de Sofala serem honestos, disciplinados e humildes, daí que haja toda a necessidade de se valorizar essa opção por Moçambique em geral, e a cidade da Beira, em particular. (RM-Sofala)"
FONTE: RÁDIO MOÇAMBIQUE.

CAHORA BASSA BARRAGEM, HCB ATINGE NOVO RECORDE MÁXIMO ANUAL DE CERCA DE 17 MIL GIGAWATTS/HORA

HCB ATINGE NOVO RECORDE MÁXIMO ANUAL DE CERCA DE 17 MIL GIGAWATTS/HORA

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HCB atinge novo recorde máximo anual de cerca de 17 mil Gigawatts/hora
A Hidroeléctrica de Cahora Bassa, HCB, atingiu um novo recorde máximo anual de produção de energia eléctrica de cerca de 17 mil gigawatts/hora.
Este novo recorde resulta de investimentos realizados pela empresa.
Uma nota da HCB aponta que esta produção foi atingida num ano em se comemora o oitavo aniversário da reversão da empresa para o estado moçambicano.
O último máximo foi atingido em dois mil e nove, quando a produção se situou em 16.574 mil gigawatts hora.
O documento da Hidroeléctrica de Cahora bassa indica que estes resultados surgem no âmbito da implementação do Plano de Engenharia. No plano destacam-se a reabilitação dos descarregadores da barragem, reabilitação da subestação conversora do Songo, entre outras intervenções.
 A empresa HCB investiu cinco mil milhões de meticais e as vendas de energia situaram-se em doze mil milhões de meticais, acrescenta a nota.
Entretanto, o governo alemão vai disponibilizar vinte e nove milhões de euros para apoiar projectos destinados a melhorar o fornecimento de energia eléctrica em Moçambique.
Um comunicado da imprensa da empresa Electricidade de Moçambique refere que daquele montante, vinte milhões de euros servirão para financiar a linha de transmissão de energia Moçambique-Malawi  e nove milhões para financiar o Plano de Investimento de Curto Prazo da EDM.
"Todas as operações só poderão ser postas em prática após a entrada em vigor dos acordos entre os governos de Moçambique e Alemanha e dos contratos de financiamento e empréstimo e de execução com a instituição financeira alemã", refere o comunicado. (RM)"
FONTE: RÁDIO MOÇAMBIQUE.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

DAMO, MOAMBA, PROVINCIA DE MAPUTO , GILDA MONJANE LEVOU ENERGIA ELÉCTRICA PARA ESTE PONTO DE MOÇAMBIQUE, BOA NOTICIA 2016

QUANDO chegámos a Damo, na Moamba, província de Maputo, estava lá o chefe da localidade, Maguaza Machel, a tomar um vinho debaixo de uma árvore frondosa, ladeado pelos filhos e as suas três esposas.
Convidou-nos a sentar. Em breves palavras, Maguaza, reformado dos Caminhos de Ferro de Moçambique, falou-nos do desenvolvimento que a localidade vem registando nos últimos tempos, embora tenha lamentado a falta de água, sobretudo porque não está a chover. “Foi graças a uma mulher, Gilda Monjane, a nossa vitelina, que temos energia na localidade. Trouxe-nos o projecto dos painéis solares. Hoje já não usamos candeeiros a petróleo ou velas para iluminar as nossas casas à noite. Ajudou a muitas famílias”, animou-se o idoso, de 83 anos, pai de 46 filhos e avô mais de 120 netos.
Com os painéis solares a comunidade consegue ainda recarregar os telemóveis e os computadores, tal como referiu um dos filhos de Maguaza, que pretende fazer um curso superior à distância. “Inscrevi-me para fazer licenciatura em gestão ambiental à distância porque já tenho como recarregar o computador. Antes era impossível pensar em fazer um curso à distância, mesmo para estudar era difícil nas noites, pois esforçava muito a vista”, disse Agostinho Machel.
As famílias de Damo recordam tempos em que se sentiam forçadas a usar lenha durante a noite para iluminar no interior da casa, o que colocava em risco a saúde devido à inalação do fumo. Outros falaram de vizinhos que viram suas casas queimarem e alguns a morrer devido ao perigo do uso da vela e “xiphefo” (candeeiro de fabrico caseiro).
Armando Lamule contou-nos o episódio que um dos seus vizinhos passou. Teria comprado cinco litros de petróleo e alguma gasolina e deixado no interior da casa. A mulher sem saber pegou na gasolina e colocou dentro do “xiphefo”. Ao acender provocou uma explosão. Felizmente, ela conseguiu salvar-se, mas a casa queimou com todos os bens.
“O vizinho ficou sem casa, sem a motosserra, que era o seu instrumento de trabalho, tudo isso por causa do uso do xiphefo devido à falta de energia”, lamentou.
Apesar de terem de contribuir com algum valor para adquirir os painéis solares, os residentes de Damo avaliam a iniciativa de forma positiva, porque usando correctamente o painel a bateria pode durar até quatro anos e depois renova-se.
Contudo, a população daquela localidade deseja mais. Umas baterias que lhes permitam fazer o uso de electrodomésticos, como congeladores. Explicam que esses aparelhos facilitariam ainda mais as suas vidas, pois teriam como conservar os alimentos. “Quando abatemos uma cabeça de gado bovino, por exemplo, somos obrigados a comer em menos tempo possível para não se deteriorar, o que não é saudável”, refere Lamule.
USAR A ENERGIA SOLAR PARA EMPODERAR A MULHER
Usar a energia solar para ajudar a minimizar as dificuldades do dia-a-dia da vida das mulheres é o que Gilda Monjane tem vindo a incutir no seio das comunidades rurais em diversos pontos do país, através do projecto “Lojas de Energia”, tendo já distribuído painéis solares para cerca de cinco mil famílias.
O trabalho é feito em coordenação com outras pessoas, a maioria do sexo feminino, e consiste na sensibilização para uso produtivo de energias renováveis como forma de contribuir para a criação de renda assim como evitar a poluição do meio ambiente.
As mulheres, algumas sem formação escolar, são seleccionadas na comunidade, sensibilizadas sobre a vantagem do uso de energias renováveis e depois treinadas a montar painéis solares e na venda dos acessórios necessários para o uso do sistema.
Segundo Gilda Monjane, “Lojas de Energia” é uma adaptação de uma maneira nova de fazer chegar formas renováveis de energias limpas, sustentáveis e amigas do meio ambiente às zonas rurais, sobretudo as não electrificadas ou as zonas electrificadas mas que a distribuição na zona das casas dispersas ainda é problemática.
Nas “Lojas de Energia” as comunidades fazem o carregamento de telemóveis e de baterias de lâmpadas solares recarregáveis. Em algumas lojas já se pode adquirir lâmpadas de baixo consumo. Uma particularidade das lojas já abertas é o facto de a maioria estar a ser gerida por mulheres. Portanto, 25 das 35 existentes pertencem a mulheres.
“Com esta prática as mulheres ganham uma certa autonomia financeira, o que contribui para o seu empoderamento económico. Nos agregados familiares chefiados por mulheres o valor ganho nestas actividades contribui para o sustento das famílias mas mesmo em agregados chefiados por homens o valor contribui para aumentar a renda familiar”, sublinhou.
O preço de aquisição do kit contendo material completo para fornecer energia no mesmo dia em que a pessoa adquire varia de 1500 a 6500, meticais para iluminação, consoante as necessidades de cada família.
Para outras finalidades, como refrigeração e uso de electrodomésticos ou de outra natureza, pode custar mais devido à necessidade das baterias adicionais para abastecer os electrodomésticos.
As “Lojas de Energia” começaram a fornecer material para bombeamento de água com recurso a sistemas solares. “Devido ao custo elevado destes sistemas recorre-se ao pedido de financiamento por doadores para as comunidades rurais como forma de alívio à jornada de trabalho das mulheres para permitir que estas ganhem tempo para outras tarefas produtivas tendentes ao seu empoderamento”.
EMPREENDER PARA DESENVOLVER
Gilda Monjane é casada e mãe de três filhos. Revelou-nos que concebeu a iniciativa depois de ter feito um trabalho de campo para a recolha de dados para a sua tese de mestrado nas zonas rurais. Constatou que a falta de energia dificultava a vida das famílias, limitando o bem-estar.
Em algumas regiões tinham sido capacitados indivíduos do sexo masculino para ajudarem as comunidades a usarem a energia fotovoltaica, pois nas referidas comunidades lidar com energia é considerado papel do Homem.
Porém os homens capacitados imigraram para as cidades e para outros países à procura de emprego e melhores condições de vida, ao contrário das mulheres, que não têm imigrado com frequência.
Sustentando-se da teoria de Amartya Sen, que olha para o desenvolvimento como liberdade, decidiu promover certas iniciativas que podiam devolver algumas liberdades dos indivíduos, acreditando que depois da independência política as pessoas podiam ganhar independência social com recurso a energia solar.
Gilda Monjane desafiou os “papéis de género”, trocando a ideia de que apenas os homens é que devem ser capacitados para lidarem com energia fotovoltaica e outras formas de energias. Participou num curso de formação em reparação e montagem de sistemas fotovoltaicos. Com a ajuda de um Prof. Catedrático da Universidade Eduardo Mondlane conseguiu fazer parte do grupo dos estudantes empreendedores a serem capacitados.
Depois expandiu o número de mulheres que fazem esse trabalho, capacitando mais indivíduos, com destaque para a participação das mulheres.
Gilda Monjane concebeu a ideia de “Lojas de Energia” para as zonas rurais desfavorecidas a contar com participação de mulheres como principal grupo-alvo para a gestão das mesmas. Solicitou o registo formal da iniciativa e foi aceite. Hoje conta com 35 lojas a nível nacional, das quais 25 são geridas por mulheres e 10 por homens.
PREMIADA INTERNACIONALMENTE
O trabalho realizado por esta mulher mereceu distinção internacional. Em 2013 esta iniciativa foi avaliada pela primeira vez a nível internacional e eleita em primeiro lugar num concurso que pretendia seleccionar 20 iniciativas relevantes para o empoderamento do género.
O prémio foi entregue na Alemanha, em Bona, no Frauenmuseum (Museu das Mulheres). Coube à distinção o facto de a iniciativa estar a ser promovida por uma mulher e ao montar painéis solares nas casas contribuir para quebrar as desigualdades de género, para além de contribuir na promoção do desenvolvimento das comunidades rurais.
Em Junho deste ano Gilda Monjane participou numa Conferência do Clima, na Alemanha, a convite da UNFCCC. Fez a apresentação do seu trabalho no âmbito das iniciativas que dão resposta ao empoderamento do género (Gender Responsive Initiatives). A ideia pode ser promovida para outros países com pobreza de energia, como Moçambique.
Ainda este ano Gilda Monjane foi solicitada a fazer parte da reunião de peritos (Expert Group Meeting) para apoiar com seus conhecimentos e experiência prática na produção do documento “Technical Climate Solutions”, que retrata soluções técnicas a favor do meio ambiente para apresentação durante a reunião de COP21 na França, que decorreu de 1 a 11 de Dezembro. De referir que durante o COP21 foi lançada uma publicação que pretende tornar as iniciativas globais, sobretudo as que são lideradas por mulheres mais visíveis, como forma de trazer as suas vozes. A iniciativa “Lojas de Energia” consta da publicação. O trabalho de Gilda Monjane mereceu destaque na I Conferência Internacional sobre Igualdade de Género e Empoderamento da Mulher, que decorreu em Maputo.
EVELINA MUCHANGA"
FONTE: JORNAL NOTICIAS DE MOÇAMBIQUE