sábado, 25 de maio de 2024
JAN D`VRIES DA CORNELDER PROJECTA MANUSEAR CERCA DE 4 MILHÕES DE TONELADAS DE CARGA GERAL ESTE ANO NO PORTO DA BEIRA E AUMENTAR A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
" Porto da Beira projecta manusear cerca de 4 milhõesde toneladas de carga geral este ano o Porto da Beira e aumentar a prestação onde serviços à cadeia de logística ao longo do Corredor da Beira.Para responder a demanda, Jan d'Vries frisou que estão em curso obras de ampliação dos terminais para o aumento da capacidade de manuseamento nos pró-ximos tempos, num investimento avaliado em 290 milhões de meticais. Por seu turno, a Secretária de Estado na Província de Sofala mostrou-se satisfeita pelos índices de crescimento que a Cornelder de Moçambique regista, além de ter apreciado positivamente a tecnologia de ponta usada no porto, bem como o aprimoramento de mecanismos de trabalho e linhas de manuseamento de cargas.“Estão criadas condições para maior fluxo de mercadorias, celeridade natramitação e menos tempo de espera dos navios” – sublinhou Cecília Chamutota.Refira-se que a Cornelder de Moçambique é concessionária dos terminais de carga-geral e de contentores do Porto da Beira desde Outubro de 1998. A Cornelder de Moçambique, com 716 trabalhadores, destaca-se como o maior contribuinte ao sistema fiscal em Sofala e pelas suas acções de responsabilidade social corporativa.■ (Redacção) Momento de interação entre o Director Executivo da Cornelder de Moçambique, Jan d' Vries, e a Secretária de Estado em Sofala, Cecília Francisco Chamutota, durante a visita ao Porto da Beira presa Cornelder de Moçambique, concessionária do complexo portuário da Beira, no quadro da visita da Secretária de Estado na Província de Sofala, Cecília Francisco Chamutota.De acordo com o gestor portuário, este aumento vai impactar na importação e exportação de mercadorias usando Beira (O Autarca) – O Porto da Beira prevê manusear no ano corrente de 2024 cerca de 4 milhões de toneladas de carga geral e 350 mil contentores, o que representa um aumento do volume em 15%.O facto foi dado a conhecer por Jan d' Vries, Director Executivo da Em-"
FONTE: JORNAL O AUTARCA DE MOÇAMBIQUE.
quarta-feira, 22 de maio de 2024
EMILIA ZULMIRA AFONSO NHALEVILO RECONDUZIDA PARA O CARGO DE REITOR DA UNIVERSIDADE PÚNGUÉ, MÁRIO JORGE CAETANO BRITO DOS SANTOS TAMBÉM RECONDUZIDO PARA O CARGO DE REITOR DA UNIVERSIDADE ROVUMA, NOMEADOS AINDA PARA OS CARGOS DE VICE REITORES DA UNIVERSIDADE ROVUMA, HASSANE MUSSAGY E JOSÉ DOS SANTOS BAPTISTA, POR DESPACHOS PRESIDENCIAIS FILIPE JACINTO NYUSI, PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE. PARABÉNS!
"PR reconduz dois Reitores e nomeia dois Vice-Reitores Maputo (O Autarca) – O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi,reconduziu ontem Emília Zulmira Afonso Nhalevilo para o cargo de Reitor da Universidade Púnguè. Em Despacho Presidencial separado, o Chefe do Estado reconduziu, também, Mário Jorge Caetano
Brito dos Santos para o cargo de Reitor da Universidade Rovuma. Ainda ontem, o Presidente da República nomeou, igualmente, José dos Santos Baptista e Ibrahi-
mo Hassane Mussagy para os cargos de Vice-Reitor da Universidade Rovuma.■ (Redacção)"
FONTE JORNAL O AUTARCA DE MOÇAMBIQUE
PAPA FRANCISCO FONTE VATICANO NEWS
Cabo Verde - Visita de Vigários Forâneos a Paróquias
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Cabo Verde - Vigários Forâneos continuam visitas a Paróquias
Na Diocese de Santiago de Cabo Verde, os Vigários Forâneos dão seguimento às visitas nas Paróquias.
Rádio Nova de Maria - Cabo Verde
Padre José Eduardo Afonso garante que está a ser um percurso muito interessante de aproximação e de sentir o pulsar das comunidades paroquiais.
“Enriquecedoras”, é a palavra certa para estas visitas, refere aquele responsável.
A Diocese de Mindelo está na mira da equipa vicarial de Santiago Sul e Maio para trabalharem juntos a pastoral presbiteral.
O Vigário Forâneo, Padre José Eduardo e a sua equipa, Padres Edson Soares, Luís Fernandes e Odair Tavares, estiveram na Paróquia de Nossa Senhora do Socorro, no passado dia 07/05. Foi um momento de muito aprendizado e da equipa ficar por dentro dos dinamismos, angústias, alegrias e esperanças da paróquia orientada pelo Padre José Constantina Bento.
Também na Diocese de Mindelo, Dom Ildo Fortes através de um Decreto que entrou em vigor em novembro de 2021 foram criadas 4 Vigararias Forâneas que abrangem 17 paróquias nas 5 ilhas que compõe a Diocese e extinguido o anterior organismo chamado “Encontro de Pastoral da Ilha”.
Cada Vigararia organiza diversos Serviços de pastoral, envolvendo neles não somente os Presbíteros e os Religiosos(as), mas também os leigos representantes dos órgãos de participação paroquiais.
A criação destas quatro Vigararias, referiu o prelado de Mindelo na altura, decorreu de “motivos de ordem pastoral, geográfica e social”.
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O Papa: dos católicos na China uma importante contribuição para a paz
Mariangela Jaguraba - Vatican News
O Papa Francisco falou através de uma mensagem de vídeo aos participantes da conferência "100 anos do Concilium Sinense: entre história e presente", organizada pela Pontifícia Universidade Urbaniana, em Roma, em colaboração com a Agência Fides e a Comissão Pastoral para a China.
O Concilium Sinense foi o primeiro e até agora o único Concílio da Igreja Católica na China que se realizou, em Xangai, entre 15 de maio e 12 de junho de 1924, exatamente cem anos atrás. Foi realmente um passo importante no caminho da Igreja Católica na China.
Experiência sinodal
Na mensagem de vídeo, o Papa ressalta que, em Xangai, "os padres reunidos no Concilium Sinense viveram uma experiência autenticamente sinodal e juntos tomaram decisões importantes".
O Espírito Santo os reuniu, fez crescer a harmonia entre eles, conduziu-os por caminhos que muitos deles não imaginariam, superando até mesmo suas perplexidades e resistências.
Matteo Ricci, os grandes missionários, Celso Costantini
O Papa cita, na mensagem videomensagem, o padre Matteo Ricci – Lì Mǎdòu: os padres do Concílio seguiram as pegadas dele e dos outros grandes missionários e "seguiram o caminho aberto pelo apóstolo Paulo, quando pregou que é necessário fazer tudo para todos a fim de anunciar e testemunhar Cristo ressuscitado". Uma "contribuição importante" na promoção e orientação do Concilium Sinense, recorda o Papa, foi dada pelo arcebispo Celso Costantini, o primeiro delegado apostólico na China, que por decisão do Papa Pio XI foi também o grande organizador e presidente do Concílio.
Costantini aplicou um olhar realmente missionário à situação concreta. Ele valorizou os ensinamentos da Maximum illud, a Carta Apostólica sobre as missões publicada, em 1919, pelo Papa Bento XV. Seguindo o impulso profético daquele documento, Costantini simplesmente repetiu que a missão da Igreja era «evangelizar, não colonizar».
Frutos fecundos
Graças ao trabalho de Celso Costantini, no Concílio de Xangai "a comunhão entre a Santa Sé e a Igreja na China também manifestou seus frutos fecundos, frutos de bem para todo o povo chinês", diz o Papa na mensagem de vídeo. Assim, o grande evento eclesial "não serviu apenas para fazer cair no esquecimento as abordagens erradas que prevaleceram em tempos anteriores. Não se tratava de "mudar de estratégia", mas de seguir caminhos que estavam mais de acordo com a natureza da Igreja e sua missão. Confiando apenas na graça de Cristo e na Sua atratividade".
Estradas de paciência e provação
Neste século, afirma o Papa na mensagem de vídeo projetada na Aula Magna da Universidade Urbaniana, "o caminho da Igreja ao longo da história passou e passa por caminhos imprevistos, incluindo tempos de paciência e de provação". "O Senhor, na China", diz ainda o Pontífice, "conservou a fé do povo de Deus ao longo do caminho. E a fé do povo de Deus foi a bússola que indicou o caminho durante todo esse tempo, antes e depois do Concílio de Xangai, até hoje".
Os católicos chineses, em comunhão com o Bispo de Roma, caminham no tempo presente. No contexto em que vivem, testemunham também a sua fé com obras de misericórdia e caridade, e no seu testemunho dão uma contribuição real para a harmonia da convivência social, para a construção da casa comum.
"Quem segue Jesus ama a paz e se une a todos aqueles que trabalham pela paz, num tempo em que vemos agir forças desumanas que parecem querer acelerar o fim do mundo", diz ainda o Papa na videomensagem.
Em peregrinação a Sheshan
Francisco recorda que "os participantes do Concílio de Xangai olharam para o futuro" e poucos dias depois do final do Concílio fizeram uma peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora de Sheshan, perto de Xangai. "Também nós, como os Padres conciliares de Xangai, podemos olhar para o futuro. Recordar o Concílio de Xangai pode também hoje sugerir a toda a Igreja novas estradas e caminhos abertos a percorrer com audácia para anunciar e testemunhar o Evangelho no presente".
Nestes dias, no mês de maio, muitos fiéis chineses vão em peregrinação ao Santuário de Sheshan, "para confiar suas orações e esperanças à intercessão da Mãe de Jesus. No dia 24 de maio, festa de Nossa Senhora Auxiliadora, a Igreja em todo o mundo rezará com os irmãos e irmãs da Igreja na China, conforme solicitado pelo Papa Bento XVI em sua Carta aos católicos chineses", recorda Francisco.
"Idealmente, também subo a colina Sheshan. Todos juntos confiemos a Nossa Senhora Auxiliadora, os nossos irmãos e irmãs na fé que estão na China, todo o povo chinês e todo o nosso pobre mundo, pedindo a sua intercessão, para que a paz vença sempre em todos os lugares", conclui o Papa.
O Papa Francisco durante a Audiência Geral desta quarta-feira
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O Papa: precisamos de paz neste tempo de guerra mundial
O Santo Padre fez um apelo a rezar pela paz neste mundo "em guerra". O Pontífice exortou mais uma vez a não esquecer a Ucrânia, a Palestina, Israel, Mianmar e todos os países que sofrem por causa de conflitos.
Vatican News
No final da Audiência Geral, desta quarta-feira (22/05), realizada na Praça São Pedro, o Papa Francisco convidou mais uma vez a rezar pela paz.
O Pontífice recordou os conflitos em andamento na Ucrânia, onde continuam os ataques de drones russos; no Oriente Médio, onde não para a conta do número de mortos em bombardeios; em Mianmar, com a crise interna e o drama dos Rohingyas.
Rezemos pela paz. Precisamos de paz. O mundo está em guerra. Não nos esqueçamos da martirizada Ucrânia que está sofrendo muito. Não nos esqueçamos da Palestina, de Israel: que essa guerra termine. Não nos esqueçamos de Mianmar e não nos esqueçamos dos muitos países em guerra. Irmãos e irmãs, precisamos rezar pela paz neste tempo de guerra mundial.
Convite às crianças
Uma paz que cada um, com sua contribuição, pode construir. Inclusive as crianças. Na saudação feita pouco antes aos peregrinos poloneses, Francisco dirigiu-se a todas as crianças que, nestes dias, estão fazendo a Primeira Comunhão, "importante encontro com Jesus", encorajando-as "neste momento de alegria a saber ver também as necessidades de seus coetâneos que sofrem, vítimas da guerra, da fome e da pobreza".
Que Maria nos ensine o serviço humilde, que é a fonte de paz no mundo e na Igreja.
A escassez de vocações na Itália
Na saudação aos fiéis de língua italiana, o Papa saudou as noviças que participam do curso promovido pela União dos Superiores Maiores da Itália, desejando que "este encontro desperte em cada uma delas o desejo de aderir cada vez mais a Cristo e de servir o próximo na caridade". A seguir, disse que "há uma escassez de vocações na Itália" e convidou a pensar e a rezar pelas "vocações para a vida consagrada".
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Papa: a humildade é tudo, a virtude que nos salva do mal
Thulio Fonseca – Vatican News
A reflexão do Papa Francisco nesta quarta-feira, 22 de maio, foi dedicada à humildade. Esta foi a vigésima e última catequese do ciclo sobre os vícios e as virtudes, iniciado na Audiência Geral de 27 de dezembro de 2023. O Santo Padre disse que "a humildade não faz parte das sete virtudes cardeais e teologais, mas está na base da vida cristã”, e enfatizou:
“Esta virtude é a grande antagonista do mais mortal dos vícios, a soberba. Enquanto o orgulho e a soberba incham o coração humano, fazendo-nos parecer mais do que somos, a humildade traz tudo de volta à dimensão certa: somos criaturas maravilhosas, mas limitadas, com pontos fortes e fracos.”
Bem-aventurados os humildes
Ao recordar das palavras de Jesus, presentes no sermão das bem-aventuranças, o Papa sublinhou: “bem-aventuradas as pessoas que guardam no coração esta percepção da própria pequenez, elas são preservadas de um vício muito feio, a arrogância”.
“Bem-aventurados os que têm um coração pobre, porque deles é o Reino dos céus! Esta é a primeira bem-aventurança apresentada por Jesus, porque é a base das seguintes: de fato, a mansidão, a misericórdia e a pureza de coração surgem daquele sentimento interno de pequenez. A humildade é a porta de entrada para todas as virtudes.”
Maria: exemplo de humildade
Francisco também faz menção às primeiras páginas dos Evangelhos, onde “a humildade e a pobreza de espírito são a fonte de tudo”. E ao recordar o anúncio do Anjo a Maria, o Santo Padre enfatiza que é precisamente de uma jovem pobre e desconhecida que o mundo renasce:
“Deus é atraído pela pequenez de Maria, a qual é antes de tudo uma pequenez interior, e Ele também é atraído pela nossa pequenez, quando a aceitamos.”
De agora em diante, Maria tomará cuidado para não subir ao palco, continua o Papa. “Sua primeira decisão depois do anúncio evangélico é ajudar sua prima. As pessoas humildes não querem sair jamais do seu escondimento.”
Uma virtude sólida
Segundo o Santo Padre, podemos imaginar que também Maria tenha vivido momentos difíceis, dias em que a sua fé avançava na escuridão, "mas isso não fez vacilar a sua humildade, que era uma virtude granítica", e destacou:
"Quero sublinhar isso, a humildade é uma virtude resistente. A pequenez nos leva à humildade, e também pensamos em Maria, em sua força invencível: é ela quem permanece aos pés da cruz, enquanto se desfaz a ilusão de um Messias triunfante."
Fonte de paz no mundo e na Igreja
Na conclusão da catequese, o Papa reforçou: a humildade é tudo. É o que nos salva do Maligno e do perigo de nos tornarmos seus cúmplices. E a humildade é a fonte da paz no mundo e na Igreja.
"Onde não há humildade, há guerra, há discórdia, há divisão. Deus nos deu um exemplo disso em Jesus e Maria, porque eles são a nossa salvação e felicidade. E a humildade é exatamente a via, o caminho para a salvação."
FRANCISCO COSTA , PCE DO BANCO BCI EM MOÇAMBIQUE, PRESIDENTE DA COMISSÃO EXCUTIVA, ANUNCIOU QUE "E O MEU BCI, É DE TODOS E É DAQUI!
EM REPORTAGEM DOS SERVIÇOS NOTICIOSOS DA TVM TELEVISÃO DE MOÇAMBIQUE FOI DADO À ESTAMPA QUE FRANCISCO COSTA , PCE DO BANCO BCI EM MOÇAMBIQUE, PRESIDENTE DA COMISSÃO EXCUTIVA, ANUNCIOU QUE "E O MEU BCI, É DE TODOS E É DAQUI!
ANTÓNIO GRANDRA D`ALMEIDA TENENTE CORONEL MÉDICO DO INEM NOMEADO DIRECTOR EXECUTIVO DO SNS SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE DE PORTUGAL, EXCELENTE, PARABENS!
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Médico militar e responsável do INEM é o novo diretor-executivo do SNS
Leitura: 2 min
22 maio, 2024 às 08:06
Médico militar e responsável do INEM é o novo diretor-executivo do SNS
António Gandra d'Almeida
DR
O tenente-coronel médico António Gandra d'Almeida, que já liderou o a Delegação Regional do Norte do INEM, foi escolhido pelo Governo para a direção-executiva do Serviço Nacional de Saúde. Com esta nomeação, Fernando Araújo cessa agora funções naquele organismo do SNS.
redação-jn
Redação
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António Gandra d'Almeida é atualmente Comandante do Agrupamento Sanitário e mantém atividade assistencial hospitalar e pré-hospitalar. "Licenciado em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, António Gandra d’Almeida foi, entre 2021 e o passado dia 31 de janeiro, Diretor da Delegação Regional Norte do INEM – Instituto Nacional de Emergência Médica", explica o Ministério da Saúde em comunicado.
O Ministério da Saúde destaca, no currículo do novo responsável do SNS, a formação complementar na Academia Militar, uma Pós-Graduação em Saúde Militar, o mestrado European Master in Disaster Medicine e a especialidade em Cirurgia Geral, bem como a Competência em Gestão de Serviços de Saúde, Emergência e Medicina Militar pela Ordem dos Médicos.
Durante o seu percurso profissional esteve colocado em diferentes unidades e órgãos do Exército e no Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) com funções de chefia e de coordenação. Da sua folha de serviços constam seis louvores, concedidos por membros do Governo, bem como por altas patentes das Forças Armadas. Tem experiência em várias áreas do INEM, incluindo a instalação e coordenação da VMER do Barreiro, e como chefe de equipa em serviços de urgência.
Os restantes elemento da direção-executiva do SNS serão conhecido em breve. No final da nota em que dá conta da nomeação de António Gandra d'Almeida, o Governo deixa um agradecimento ao trabalho desenvolvido por Fernando Araújo."
FONTE JN JORNAL NOTICIAS DO PORTO PORTUGAL
terça-feira, 21 de maio de 2024
DOM DIAMANTI)NO ANTUNES BISPO DE TETE DE NACIONALIDADE PORTUGUESA NÃO TAPA O SOL COM A PENEIRA SOBRE A HISTÓRIA NEGATIVA DO PASSADO QUE OCORREU EM TETE, MAS PENSA NO FUTURO DO RELACIONAMENTO ENTRE OS DOIS ESTADOS MOÇAMBIQUE E PORTUGAL, EIS A ENTREVISTA DADA À TSF
"Devolver obras de arte? "É ato de reparação." A missão de um bispo português em Moçambique
ÁFRICA
19 maio 2024 às 10h07
Devolver obras de arte? "É ato de reparação." A missão de um bispo português em Moçambique
Diamantino Antunes
TSF
Manuel Vilas Boas
Manuel Vilas Boas
Diamantino Antunes, o bispo de Tete, em Moçambique, fala, em entrevista à TSF, dos massacres e dos mártires do passado, da violência em Cabo Delgado e dos desafios presentes e futuros de Moçambique, um país onde são mais os candidatos a sacerdotes católicos do que os lugares disponíveis nos seminários
Dom Diamantino Antunes é o bispo de Tete, no Norte de Moçambique. Sente que pairam ainda por lá os fantasmas dos massacres que ali foram praticados pela tropa portuguesa em tempos de guerra colonial? Foi já há meio século...
Sim, há meio século, um massacre, os mais conhecidos o massacre de Wiriyamu e o massacre de de Mocumbura. Mocumbura foi antes, em 1971, e Wiriyamu em 1972. Ambos na província de Tete e na diocese de Tete, onde sou bispo. A história e o tempo ocupa-se de sarar as feridas e eu penso que sim, que são aspetos negativos da nossa presença em Moçambique. Mas penso que os fantasmas já estão exorcizados. Isso é fruto de um trabalho de cooperação e de diálogo entre os dois estados que, não esquecendo a história, olham para o futuro. E nós como igreja estivemos presentes dando a conhecer estes massacres. Eu, pessoalmente, também a quando dos 50 anos do massacre de Mocumbura, menos conhecido com os missionários que estão lá, que voltaram há pouco tempo já depois dessa data: os missionários Padres de Burgos. Fizemos uma cerimónia e arranjamos o túmulo e fizemos um ato de reconciliação, estando presentes familiares e outros testemunhos. No que diz ao massacre de Wiriyamu é mais conhecido pela proximidade da Tete e pelo impacto que teve a nível internacional pelo número das vítimas. Penso que é parte da história de Moçambique, mas penso que é importante é pensar no futuro.
Ouça na íntegra a entrevista com o bispo Dom Diamantino Antunes
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Acha, portanto, que a guerra colonial está definitivamente enterrada em Moçambique?
Enterrada, não direi, mas penso que superada e estamos num patamar de de relação entre os dois povos que consideram mais importante ver o positivo, o futuro do que olhar ao passado e aos seus fantasmas. Eu também experimentei isso, que essa superação é possível. Eu, quando fui nomeado bispo de Tete, nunca tendo trabalhado na diocese de Tete, sendo português, eu senti também um certo medo. Como é que vou ser recebido? Qual vai ser a reação do povo? E sinceramente, fui recebido bem, ultrapassou as minhas expectativas e importante, de facto, é trabalhar, é manter relações com todos, sermos pessoas de de consenso e trabalhar para o desenvolvimento daquele povo que necessita. Necessita muito.
Dom Diamantino: por estes dias levanta-se entre nós a polémica política sobre as restituições de obras de arte e outras, às antigas colónias portuguesas. Como é que o atual Bispo de Tete, que é português, reage à polémica que segue cada vez mais alterada entre nós?
Sobre a situação das obras de culturais, de arte, acho bem, havendo condições para as conservar em Moçambique. O que é uma dificuldade, temos também que ser realistas. Porque é evidente que com tantas necessidades que o país tem prioridades, sem dúvida, nem sempre a cultura ou os museus ou os espaço de memória, têm os meios para poder conservar e preservar a memória histórica. Então eu digo, sim, é um ato de reparação, havendo condições para as acolher e conservar.
Dom Diamantino Antunes acaba de lançar um livro que se intitula “Martírio e liberdade: os mártires de Chapotera”. Quem são estes mártires e que livro é este “Martírio e liberdade”?
Os mártires de Chapotera são dois missionários jesuítas que foram mortos no dia 30 de outubro de 1985 em plena guerra civil Ou incivil porque foi uma guerra incivil, com muita violência, com muita morte. Quem eram estes dois mártires de Chapotera? Chapotera é o nome da aldeia onde eles viviam e foram mortos. E quem eram eles? Um moçambicano, o padre João de Deus Kamtedza, o primeiro sacerdote jesuíta moçambicano, o homem que optou já em idade madura por ser sacerdote missionário, fez a sua formação em Portugal e em Espanha e voltou em 1964, ao seu país, voltou à província de Tete, ao distrito de Angónia. Ele sempre trabalhou como missionário. Foi um homem que desenvolveu muito a língua e a cultura do seu povo – o povo angone -, e que se dedicou totalmente à evangelização e a promoção do Homem através da da educação e do empenho cívico, seja antes da independência e depois da independência. O padre Silvio Alves Moreira era dez anos mais novo do que ele - nasceu em 1941 em Reunião, Santa Maria da Feira. Era um jesuita português, foi ordenado em 1972, já próximo da independência. Envolveu-se com um espírito de grande abertura no que diz respeito à preparação da autodeterminação de Moçambique que aconteceu em 1975. E depois permaneceu no território moçambicano, num momento em que muitos missionários tiveram que abandonar o país. Foi um homem que se dedicou muito às pessoas com um carácter simples, aberto, generoso e corajoso, denunciando juntamente com o padre João de Deus Kamtedza, as arbitrariedades, os massacres que eram perpetados por ambas as partes, pela guerrilha da Renamo, e pelo exército governamental no conflito em 1985. Foi um ano horrível da guerra civil em Moçambique e sabemos que, como dizem em África, quando dois elefantes lutam entre si, quem sofre é o capim, é a erva. E quem sofria, de facto, era o povo. E os dois missionários optaram ficar naquela zona de conflito para denunciar as arbitrariedades, seja de uma parte, seja da outra, e ser profetas de paz e de denúncia da situação de injustiça que se vivia. Portanto, eram testemunhas incómodas, foram profetas missionários de fé, caridade e coragem, e por isso foram eliminados. Foram mortos de modo muito brutal, no dia 30 de outubro de 1985, em Chapotera. Veio um comando de homens armados. Tiraram-os de casa e conduziram-os ao lugar isolado e depois de torturas, mataram-os com golpes de de armas brancas e os corpos foram abandonados. Ninguém sabia onde estavam, pensavam até que tinham sido raptados. Os corpos foram encontrados cinco dias depois, já em estado de decomposição, comidos pelas feras. Isso foi um castigo, foi um a pena. A morte levada às suas últimas consequências e de modo muito inumano. Uma das causas que estão por trás da morte deles foi o facto de eles sepultarem os cadáveres das pessoas que eram mortas e que de propósito eram deixadas sem sepultura. Então eles faziam este ato de caridade, mobilizando a população. E quando os mataram, e abandonaram os corpos num lugar apartado, escondido, era próprio para que eles tivessem o mesmo fim daqueles que sepultaram por caridade
UNIVERSIDADE PORTUCALENSE I Simpósio Internacional_Direitos Humanos e Cidadania_ 3 e 4 de junho
UNIVERSIDADE PORTUCALENSE I Simpósio Internacional_Direitos Humanos e Cidadania_ 3 e 4 de junho
segunda-feira, 20 de maio de 2024
domingo, 19 de maio de 2024
MOÇAMBIQUE EMPRESAS PORTUGUESAS RECONHECEM OPORTUNIDADES EM MOÇAMBIQUE APESAR DOS JUROS E BUROCRACIA. DIREI MAIS ALGO NO TEXTO ABAIXO EM NB.
"Empresas portuguesas reconhecem oportunidades em Moçambique apesar dos juros e burocracia
“Há taxas de juros elevadíssimas e excesso de burocracia para quem quer começar uma atividade”, diz à Lusa o vice-presidente da Câmara de Comércio Moçambique-Portugal, Paulo Oliveira, à margem da XIX Conferência Anual do Setor Privado (CASP), que decorreu esta semana em Maputo.
Jornal Económico com Lusa
18 Maio 2024, 09h32
Empresários portugueses assumem que Moçambique tem um mercado fértil e com oportunidades de negócios, mas apontam como principais constrangimentos as taxas de juros “elevadíssimas”, que dificultam o acesso ao financiamento, e a burocracia.
“Há taxas de juros elevadíssimas e excesso de burocracia para quem quer começar uma atividade”, diz à Lusa o vice-presidente da Câmara de Comércio Moçambique-Portugal, Paulo Oliveira, à margem da XIX Conferência Anual do Setor Privado (CASP), que decorreu esta semana em Maputo.
Ainda entre os constrangimentos para investir no país, destaca a corrupção e morosidade nos processos judiciais, defendendo por isso uma dinâmica e celeridade na Justiça que dê garantias aos empresários, não só portugueses.
Ainda assim, e apesar das dificuldades apontadas, Paulo Oliveira afirma que o país é fértil para investimentos e necessidades de vários tipos de serviços, em que Portugal pode ser a porta de entrada para Moçambique explorar o mercado europeu.
“Temos que olhar Portugal como entrada para o mercado europeu (…). Mas as empresas portuguesas quando olharem para nós não podem só ver 30 milhões de potenciais compradores, têm que olhar para o bloco onde estamos inseridos que é da SADC [comunidade dos países da África austral], com potencial muito grande”, diz o vice-presidente da Câmara de Comércio Moçambique-Portugal.
Apesar de já existir um mercado importante de trocas comerciais entre os dois países, Oliveira assume que o volume de negócios tem vindo a cair desde 2021, por causa dos ciclones, insurgência armada em Cabo Delgado e a pandemia da covid-19.
“Isto tem efeito na economia e o poder de compra baixou. É de notar que o investimento estrangeiro direto no país baixou e reduziram-se as importações que temos vindo a fazer de Portugal”, assinala.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) reconheceu em abril passado que as exportações moçambicanas para Portugal estão em queda, tendo em conta que há dez anos valiam pouco mais de 100 milhões dólares (92 milhões de euros) para Portugal, cinco vezes mais do que exportam atualmente, enquanto as importações caíram para metade no mesmo período.
Luís Miguel, presidente do conselho da administração (PCA) da Adicional Moçambique, empresa do ramo de logística com capital português a operar no país há 11 anos, reconhece à Lusa a expetativa de aumentar o valor de importações de Portugal.
“Ao contrário do que se passa noutras geografias, o problema não está relacionado com falta de oportunidades em Moçambique, até há excesso”, afirma, apontando a necessidade de mais empresas que auxiliem na cadeia de valor: “Para que não tenhamos que fazer tudo”.
“Moçambique é fértil em oportunidades. Os investidores devem vir com maturidade e plano de investimento de longo prazo. As coisas não funcionam se vierem sem vontade de querer aprender”, acrescenta.
No ramo da logística, em que atua, com 90 trabalhadores e armazéns em todas as províncias, tem enfrentado desafios pela insuficiente infraestrutura ferroportuária e degradação das principais estradas, dificultando a circulação de mercadorias.
“Fazer a logística é um grande desafio, o país é enorme. Se pensarmos em transpor o território de Moçambique, com 2.500 de quilómetros quadrados, para a Europa, estaríamos a falar de uma distância de Lisboa a Varsóvia […]. Precisamos que as estradas funcionem”, reconhece.
“Vamos ouvindo falar de linhas de financiamento (…). Não recorremos à banca e neste momento achamos que é difícil. Se pudéssemos ter acesso a mais recursos com taxas bonificadas iríamos aproveitar para acelerar o nosso crescimento”, diz.
Para o presidente do conselho de administração da portuguesa Sumol+Compal, Fernando Oliveira, com 150 trabalhadores em Moçambique e um capital de 11 milhões de euros, o financiamento “é das grandes dificuldades”.
“Porque as taxas de juro são bastante altas. Portanto, é preciso que os investidores tragam o seu capital para investir em Moçambique”, diz.
A operar em Moçambique há 11 anos, refere que há oportunidades de negócio, mas alerta: “O mercado é atrativo, mas não venham à procura de resultados rápidos”."
FONTE SAPO JORNAL ECONOMICO
NB:
DOS EMPRESARIOS PORTUGUESES E FALO DA MINHA EXPERIENCIA PROFISSIONAL SAO RAROS OS QUE PERCEBEM QUE MOCAMBIQUE FAZ FRONTEIRA COM SEIS PAISES DE LINGUA INGLESA E TAMBEM UM MERCADO A EXPOLORAR A PARTIR DE MOÇAMBIQUE: NO MESMO ACONTECE POCOS SE APERCEBEREM DA DIMENSAO GEOGRAFICA DE MOÇAMBIQUE E DA SUA LOGISTICA PROPRIA. MAIS O FACTO DE HAVER QUADROS LOCAIS CAPACITADOS E COMPETENTES PARA O DESEMPENHO COM A ADEQUADA FORMACAO PROFISSIONALE MAIS GRAVE DEMORAREM A PERCEBER QUE OS MOÇAMBICANOS GOSTAM DOS PRODUTOS, EQUIPAMENTOS, MATERIAIS E SERVIÇOS PORTUGUESES, HÁ APENAS QUE SABER VENDER.HÁ MUITO QUE APRENDER AINDA COM MOÇAMBIQUE E MOÇAMBICANOS POR PARTE DE PORTUGAL E DOS PORTUGUES COMO HÁ MAIS DE CEM ANOS O REFEREM ILUSTRES PORTUGUESES.
DOS EMPRESARIOS PORTUGUESES E FALO DA MINHA EXPERIENCIA PROFISSIONAL SAO RAROS OS QUE PERCEBEM QUE MOCAMBIQUE FAZ FRONTEIRA COM SEIS PAISES DE LINGUA INGLESA E TAMBEM UM MERCADO A EXPOLORAR A PARTIR DE MOÇAMBIQUE: NO MESMO ACONTECE POCOS SE APERCEBEREM DA DIMENSAO GEOGRAFICA DE MOÇAMBIQUE E DA SUA LOGISTICA PROPRIA. MAIS O FACTO DE HAVER QUADROS LOCAIS CAPACITADOS E COMPETENTES PARA O DESEMPENHO COM A ADEQUADA FORMACAO PROFISSIONALE MAIS GRAVE DEMORAREM A PERCEBER QUE OS MOÇAMBICANOS GOSTAM DOS PRODUTOS, EQUIPAMENTOS, MATERIAIS E SERVIÇOS PORTUGUESES, HÁ APENAS QUE SABER VENDER.HÁ MUITO QUE APRENDER AINDA COM MOÇAMBIQUE E MOÇAMBICANOS POR PARTE DE PORTUGAL E DOS PORTUGUES COMO HÁ MAIS DE CEM ANOS O REFEREM ILUSTRES PORTUGUESES.
LUIS VAZ DE CAMÕES HOMENAGEADO COM EDIÇÕES LITERÁRIAS ESPECIAIS NOS 500 ANOS DE NASCIMENTO. ACREDITO QUE SERÁ DESTA VEZ QUE FICA ESCLARECIDO QUE CAMÕES VIVEU MAIS TEMPO EM SOFALA DO QUE NA ILHA DE MOÇAMBIQUE.
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Luís de Camões homenageado com edições literárias especiais nos 500 anos do nascimento
Luís Vaz de Camões, que se estima ter nascido em 1524 e morrido em 1580, é considerado um dos maiores nomes da literatura mundial, ocupando a sua vasta obra, ainda hoje, um lugar cimeiro na história da cultura portuguesa.
NOVO com Lusa
18 Maio 2024, 11h25
Nos 500 anos de Luís de Camões, as editoras vão assinalar a data com edições especiais, como uma biografia, uma antologia organizada por Frederico Lourenço e um conjunto de obras que Jorge de Sena consagrou ao autor de “Os Lusíadas”.
Luís Vaz de Camões, que se estima ter nascido em 1524 e morrido em 1580, é considerado um dos maiores nomes da literatura mundial, ocupando a sua vasta obra, ainda hoje, um lugar cimeiro na história da cultura portuguesa.
O universo único que criou nos seus textos épicos e líricos tem despertado ao longo dos séculos interesse e paixão em leitores e estudiosos, como é o caso do escritor, tradutor e professor universitário Frederico Lourenço, que se assume um dos grandes leitores do poeta.
Para homenagear Luís de Camões no quinto centenário do seu nascimento, a Quetzal publica, no dia 29, um conjunto de textos selecionados e anotados por Frederico Lourenço, com o título “Camões. Uma Antologia”.
Esta antologia dá a ler “as passagens mais brilhantes” de “Os Lusíadas” e das “Rimas”, com um comentário ao mesmo tempo acessível, erudito e ousado, lê-se na sinopse.
Autor do romance camoniano “Pode um Desejo Imenso” e de estudos académicos sobre Camões, Frederico Lourenço dedica-se aqui a explorar, com elementos novos, a velha questão da presença clássica na obra camoniana, não deixando de enfrentar o problema de como lê-la à luz das mentalidades contemporâneas.
Outra aposta do grupo Bertrand para assinalar a data, neste caso pela chancela Contraponto, é a Biografia de Luís de Camões, da autoria da escritora e investigadora Isabel Rio Novo, a ser publicada em junho, que promete dar a conhecer o homem por detrás do mito.
Fruto de um trabalho de cinco anos, que obrigou a autora a mergulhar a fundo em todas as biografias antigas e recentes, na pesquisa de fontes conhecidas e na reunião de informação que estava dispersa, bem como a fazer viagens a Goa e a Moçambique, esta biografia inclui uma enorme quantidade de notas de rodapé, que contextualizam e explicam conceitos da época que se foram perdendo ou alterando com o passar do tempo.
A editora Guerra e Paz escolheu publicar o “Camões de que Sena nos faz orgulhar”, nas palavras do editor, Manuel Fonseca, que assinala a efeméride com a publicação de vários livros de Jorge de Sena dedicados a Luís de Camões e à sua obra.
São cinco livros que terão como selo a designação “Camões-Sena, 500 anos de Camões na Visão Herética de Jorge de Sena”, e que juntam, “numa simbiose inesperada”, os dois escritores.
O primeiro, “O Pensamento de Camões”, é só de Sena, que, em quatro breves ensaios, mostra como da poesia épica e lírica de Camões se pode extrair um pensamento filosófico que faz do poeta “um gigante no seu tempo”.
O segundo livro, “Os Lusíadas e a Visão Herética”, inclui a versão integral de “Os Lusíadas”, precedida de uma breve apresentação dos dez cantos, feita por Sena, e seguida de um ensaio, que resgata a epopeia portuguesa de visões paroquiais, patrioteiras, religiosas ou pietistas.
“Babel e Sião”, a terceira deste conjunto de obras, reúne a redondilha de Camões, “Sobre os rios que vão”, ao conto de Sena, “Super Flumina Babylonis”, que ficciona justamente Camões a escrever aquele poema.
Este mesmo livro – uma edição de capa dura, com a cobertura e parte do miolo em papel preto, impresso a prata – inclui ainda o Salmo 136 de David, que inspirou a redondilha camoniana, bem como um ensaio de Sena sobre essa redondilha.
Além destes três livros, que tiveram o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, a Guerra e Paz vai publicar as cartas de Camões, em “Cartas e Poemas”, e, de Jorge de Sena, o seu “Reino da Estupidez II”, que incluiu um capítulo, intitulado “Dois Estudos de Super-Camoniciologia Envolvendo uma Sensacional Entrevista com Camões em Pessoa”.
A Porto Editora tem previsto publicar na Assírio & Alvim o “Teatro Completo” de Luís de Camões, a faceta “menos explorada, mas não menos magistral do grande poeta nacional”, que chega às livrarias no último trimestre do ano.
A edição está a cargo de Sérgio Guimarães, que nesta chancela já foi responsável por projetos como “Peregrinação”, de Fernão Mendes Pinto, e “Obra Completa”, de Francisco de Sá de Miranda.
A Editorial Presença reeditou no mês passado, numa edição revista e aumentada, “Camões e Outros Contemporâneos”, livro de ensaios de Hélder Macedo que partem da premissa “contemporâneos são todos aqueles com quem vivemos”, para refletir sobre a antiguidade, ou não, da obra de Camões e a forma como esta continua presente em autores atuais.
Pela mão de um dos maiores especialistas camonianos, este livro vencedor do prémio D. Diniz, ilustra a necessidade de entender o autor de “Os Lusíadas” como uma das mais necessárias vozes da literatura portuguesa no século XXI, destaca a editora.
Para os mais novos, a Booksmile, chancela do grupo Penguin Random House Portugal, lançou em fevereiro “Camões, As Aventuras e Desventuras de um Poeta Épico”, uma introdução à vida e obra do poeta, dirigida às crianças.
O livro tem textos informativos e curiosos sobre os principais episódios da vida e obra de Camões, da autoria do professor de Português e Estudos Clássicos Sérgio Franclim, e ilustrações de Bruno Ferreira.
A Imprensa Nacional, que tem no seu histórico edições de “Os Lusíadas” e da Lírica Completa, além de estudos como “Camões e a Divina Proporção”, de Vasco Graça Moura, anunciou no seu plano para 2024 uma nova edição de “Os Lusíadas” e ainda um volume dedicado ao escritor na coleção"
FONTEV SAPO NOVON SEMANÁRIO
sexta-feira, 17 de maio de 2024
PAULO ALEXANDRE SOUSA, NOMEADO PROVEDOR DA SANTA CASA DA MISERICORDIA DE LISBOA, EXCELENTE, PARABÉNS!
" POLÍTICA
Governo escolhe economista Paulo Sousa para provedor da Santa Casa de Lisboa
Governo escolhe economista Paulo Sousa para provedor da Santa Casa de Lisboa
O nome do economista foi anunciado esta quinta-feira pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, que salientou a experiência de Paulo Alexandre Sousa em gestão e na área social
16 MAIO 2024 20:27
Governo escolhe economista Paulo Sousa para provedor da Santa Casa de Lisboa
Lusa
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O economista Paulo Alexandre Sousa será o próximo provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, anunciou hoje a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, justificando o nome escolhido com a experiência em gestão e na área social.
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Fecha em: 4s
Maria do Rosário Ramalho está a ser ouvida na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão, a pedido dos partidos Iniciativa Liberal e Partido Socialista, por causa da situação financeira da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), a internacionalização dos jogos sociais e a exoneração da Mesa da provedora Ana Jorge.
Segundo um comunicado do Governo, divulgado após a ministra anunciar no parlamento o nome do novo provedor, Paulo Alexandre Sousa, de 56 anos, tem formação em Gestão de Empresas, pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), tendo passado pela banca, nomeadamente enquanto presidente da comissão executiva do Banco Comercial e de Investimentos, S.A e pela Direção Central de Financiamento Imobiliário da Caixa Geral de Depósitos (CGD).
Internacionalmente, entre 2013 e 2019 representou os interesses da CGD em Moçambique, tendo sido também representante de Portugal na Comité de Assuntos Económicos, no âmbito da Federação Hipotecária Europeia.
"Tem também experiência na área social, tendo sido vice-presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, fazendo parte da direção do núcleo da Costa do Estoril durante dois mandatos. Voltou, no presente mandato, a integrar a referida direção. Possui experiência em matérias relacionadas com o setor imobiliário, tendo sido responsável pela criação do Mercado Social de Arrendamento", adianta o comunicado do Governo.
Ainda no setor imobiliário esteve ainda à frente da gestão de um fundo de desenvolvimento urbano, tutelado pelo Instituto de Habilitação e Reabilitação Urbana e pela CGD.
Tem também experiência na docência no ensino superior, áreas da Matemática, Marketing Financeiro, Gestão e Imobiliário.
"Em breve, será anunciada a data da respetiva tomada de posse e a constituição da restante Mesa da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa", adianta o comunicado.
A administração da SCML foi exonerada a 29 de abril passado, tendo a ministra Maria do Rosário Ramalho justificado a decisão de afastar Ana Jorge e a sua equipa por uma "total inação" face à situação financeira na instituição e por não ter um plano de reestruturação para a inverter, tendo ainda acusado a Mesa destituída de se ter beneficiado a si própria com aumentos salariais"
FONTE EXPRESSO
quinta-feira, 16 de maio de 2024
VISTOS CPLP COM MAIS EXIGÊNCIAS, CIDADÃOS DE PAISES DE LINGUA PORTUGUESA VÃO PODER OPTAR POR OUTRO VISTO.
"Vistos CPLP com mais exigências, lusófonos vão poder optar por outro visto
Lusa
13 Maio 2024
José Cesário acredita que "estas alterações poderão resultar numa regulação deste setor e, sobretudo, uma maior defesa dos direitos dos cidadãos e também uma maior defesa dos direitos do país".
Os cidadãos lusófonos que pretendam entrar em Portugal com um visto CPLP vão ter de comprovar meios de subsistência até arranjarem trabalho, mas se quiserem podem optar por outro visto, que permita a circulação na Europa, segundo fonte governamental. De acordo com o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, a entrada em Portugal de imigrantes da CPLP vai ser “mais exigente”.
No visto para a procura de trabalho, “a pessoa vai ter de demonstrar que tem condições para subsistir em Portugal enquanto andar à procura de trabalho”, disse. No seguimento das alterações à Lei dos Estrangeiros, que entraram em vigor em 30 de outubro de 2022, os cidadãos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) ficaram com a concessão de vistos simplificada, ficando dispensados de “comprovativo de meios de subsistência”.
Empresas atraem imigrantes com habitação, formação e saúde
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Teriam, neste caso, de apresentar um termo de responsabilidade de um português ou estrangeiro residente em Portugal que garanta a sua subsistência e o seu alojamento. Esse comprovativo vai voltar a ser necessário, tendo o Governo dado já orientações nesse sentido.
“O que nós queremos é que as pessoas que venham para Portugal, que venham com a defesa plena dos seus direitos, mas sem correrem situações de autêntica marginalidade, pobreza, isolamento, que não é bom para eles e nem é bom para país”, adiantou o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.
E reforçou: “Portugal, se precisa de mão-de-obra, tudo muito bem, recorre a mão-de-obra estrangeira, mas tem de garantir os direitos das pessoas que vêm; mas também não tem as portas escancaradas para vir qualquer pessoa, que depois fica por aí ao deus dará, muitas vezes sem poder garantir a sua subsistência”.
José Cesário acredita que “estas alterações poderão resultar numa regulação deste setor e, sobretudo, uma maior defesa dos direitos dos cidadãos e também uma maior defesa dos direitos do país”. Por outro lado, os vistos CPLP vão deixar de se sobrepor a todos os outros. “Quando o visto CPLP surgiu sobrepunha-se a todos os outros. Agora, estamos a implementar uma alteração, uma mudança, que é a pessoa poder optar se quer um visto CPLP ou outro tipo de visto”, explicou.
Para José Cesário, “o facto de [um cidadão] vir de um país CPLP não terá de obrigar um cidadão a ficar sempre com um visto CPLP”. E adiantou que há muitas pessoas que se sentem penalizadas e que não querem o visto CPLP, mas sim “um visto diferente, que lhes permita uma autorização de residência normal, que por sua vez lhe permita uma circulação na União Europeia, no espaço Schengen, e isso não se verificava”.
O facto de os portadores de Autorização de Residência CPLP não poderem circular na União Europeia é uma “queixa absolutamente recorrente” destes imigrantes. “Já sou sensível a ela há muito tempo e essa é uma alteração a prosseguir de imediato”, disse, indicando que já assinou a portaria que vai permitir esta mudança. A CPLP integra Portugal, Cabo Verde, Brasil, Timor-Leste, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique"
FONTE ECO
LUIS DE CAMOES VAI SER O NOME DO NOVO AEROPORTO A SER CONSTRUIDO EM ALCOCHETE EM ALTERNATIVA AO ACTUAL DE LISBOA, DECISÃO DEMOROU 50 ANOS!
"NACIONAL
Muito mais do que um aeroporto: O “Luís de Camões” também vai impulsionar o avanço da ferrovia
MIGUEL ESTEVES
15 MAIO, 202415 MAIO, 2024 5
PromoMadrid / Flickr
Luís Montenegro anunciou, esta terça-feira, a construção do novo aeroporto de Lisboa em Alcochete, mas não só. O primeiro-ministro deixou a promessa do reforço das ligações ferroviárias (nomeadamente, até Porto, Madrid e Vigo).
É oficial: o novo aeroporto da zona de Lisboa será em Alcochete (Setúbal), na margem sul do rio Tejo, e vai chamar-se Aeroporto Luís de Camões.
O anúncio foi feito ao país, esta terça-feira, por Luís Montenegro.
Mas o novo aeroporto não foi a única novidade: O primeiro-ministro também anunciou obras no atual aeroporto (Humberto Delgado), a construção de uma nova ponte sobre o Tejo, entre Chelas e o Barreiro, e o tão esperado reforço nas ligações ferroviárias de alta velocidade entre Lisboa e Porto, Madrid e Vigo.
Ler também:
Novo aeroporto, nova ponte e TGV Lisboa-Madrid. Mas há dinheiro para tudo?
Alta Velocidade Porto-Vigo vai parar em Ponte de Lima (e em mais 5 estações)
Montenegro fez, desde logo, saber que o Governo mandatou a Infraestruturas de Portugal para concluir os estudos da ligação ferroviária Lisboa-Madrid – com a perspetiva de que, em 2034, já se possa viajar de comboio entre as duas capitais ibéricas em três horas.
Esta obra vai implicar a construção de uma nova linha até Évora, para se ligar à já quase finalizada entre Évora e Elvas, que dali segue para Madrid.
De acordo com o Governo de Portugal, a ligação entre Lisboa e Madrid será feita em seis horas já em 2027 – tempo que será reduzido para metade em 2034, quando todo o percurso estiver operacional.
Quanto a Lisboa-Porto, com a ferrovia de alta velocidade, a viagem poderá demorar apenas uma hora e 15 minutos.
Para Vigo, serão depois mais 50 minutos, desde a cidade Invicta.
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O plano – que visa “oferecer uma alternativa de transporte ferroviário competitiva (nomeadamente com o avião)” – é detalhado pelo Governo, numa nota publicada, após a declaração do primeiro-ministro.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros de Portugal e de Espanha, respetivamente, Paulo Rangel e José Manuel Albares, reuniram-se esta terça-feira, em Madrid, onde apontaram como prioritário avançar com as ligações de comboio de alta velocidade entre os dois países.
Rangel diz que houve consenso entre as duas partes em relação às ligações de comboio de alta velocidade e ao “mesmo grau de prioridade” que deve ter a linha entre Madrid e Lisboa e aquela que está prevista para unir Lisboa, Porto e Vigo (norte de Espanha).
“Nós queremos duas ligações a Espanha, pelo menos, e portanto para nós, ambas têm importância”, disse Paulo Rangel, não esquecendo que Portugal tem também “que acautelar” a ligação em alta velocidade das duas maiores cidades do país (Lisboa e Porto).
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No entanto, nem Rangel nem Albares se comprometeram com um calendário para a concretização das ligações de comboio de alta velocidade entre Portugal e Espanha.
No seu discurso, o ministro espanhol destacou ainda a importância de serem concretizadas duas pontes rodoviárias internacionais já anunciadas sobre os rios Sever e Guadiana.
Miguel Esteves, ZAP // Lusa"
FONTE ZAP
MOÇAMBIQUE UE UNIÃO EUROPEIA PROLONGA MISSÃO MILITAR EM MOÇAMBIQUE ATÉ 2026 E VAI ADAPTÁ-LA
"União Europeia prolonga missão militar em Moçambique até 2026 e vai adaptá-la
A Missão de Treino da União Europeia em Moçambique, liderada por Portugal, formou mais de 1.650 militares moçambicanos das forças especiais que já combatem o terrorismo em Cabo Delgado.
Agência Lusa
Texto
14 mai. 2024, 12:06
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Cerimónia oficial de lançamento da primeira missão militar de formação da União Europeia (UE) em Moçambique, dedicada a treinar tropas para enfrentar a insurgência armada em Cabo Delgado. Maputo, Moçambique, 03 de novembro de 2021. A missão de dois anos, designada EUTM (European Union Training Mission) Moçambique conta com 140 militares formadores e responde ao pedido de ajuda do Governo moçambicano para preparação das suas tropas. LUÍSA NHANTUMBO/LUSA
▲Os comandos e fuzileiros moçambicanos formados pela EUTM-MOZ já estão no terreno, numa altura em que está em curso a retirada das forças militares dos países da África austral que apoiavam Moçambique no combate ao terrorismo
LUÍSA NHANTUMBO/LUSA
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O Conselho da União Europeia (UE) anunciou esta terça-feira a prorrogação da missão de treino militar em Moçambique até 30 de junho de 2026, com um orçamento previsto de 14 milhões de euros para os próximos dois anos.
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Em comunicado, Bruxelas anunciou que vai também “adaptar os objetivos estratégicos da missão” por causa da alteração das circunstâncias, “transitando, assim, de um modelo de treino para um de assistência”, com aconselhamento e “treino especializado” às Forças de Reação Rápida (QRF) e as Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM).
Na sequência desta alteração estratégica, a UE vai renomear a missão para Missão de Assistência Militar da UE em Moçambique (EUMAM Mozambique), com efeito a partir de 1 de setembro de 2024.
A Missão de Treino da União Europeia em Moçambique (EUTM-MOZ), liderada por Portugal, formou mais de 1.650 militares moçambicanos das forças especiais que já combatem o terrorismo em Cabo Delgado.
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“Formamos até o momento um pouco acima dos 1.650 militares especializados em forças especiais, quer fuzileiros, quer de comandos […]. Formamos também já mais de uma centena de formadores”, detalhou o brigadeiro-general João Gonçalves, da Força Aérea Portuguesa, que lidera a EUTM-MOZ, à margem da cerimónia que antecipou, em Maputo, o dia da Europa, na quinta-feira.
“Estamos a capacitar as FADM com formadores para serem autónomos e continuarem a manter este ciclo de formação e ciclo de vida das próprias QRF [11 Forças de Reação Rápida já formadas], porque elas têm que ser regeneradas”, acrescentou, sublinhando que o treino ministrado é o “considerado adequado” pelas próprias FADM “para o tipo de insurgência” em Cabo Delgado, norte do país.
Os comandos e fuzileiros moçambicanos formados pela EUTM-MOZ já estão no terreno, numa altura em que está em curso a retirada das forças militares dos países da África austral que apoiavam Moçambique no combate ao terrorismo.
“Estamos convencidos que o treino e o número de militares que estamos a treinar é decisivo na abordagem ao conflito em Cabo Delgado”, sublinhou, reconhecendo ainda o retorno “bastante positivo” das ações no terreno destes militares.
A missão de formação EUTM-MOZ integra 119 militares de 13 Estados-membros, mais de metade de Portugal, mas tem a particularidade de integrar outros dois países, fora da União Europeia, que contribuem com um militar cada, casos da Sérvia e de Cabo Verde.
Através do Mecanismo Europeu para a Paz, a União Europeia apoiou ainda as Forças Armadas moçambicanas com 89 milhões de euros para a aquisição de equipamento não letal para as unidades treinadas pela EUTM-MOZ."
FONTE OBSERVADOR
SEMINÁRIO DE TRANSPORTES RODOVIÁRIOS PASSAGEIROS E MERCADORIAS REUNINDO OS MELHORES ESPECIALISTAS NO PORTO, 23 MAIO 2024, DAS 08H30M ÀS 18H00M NO HOTEL CROWNE PLAZA
"
UM, DOIS, TRÊS,... 26 ORADORES...
Ana Paula Vitorino
Presidente da AMT
Daniela Carvalho
Diretora TIS
Luís Cabaço Martins
Presidente da ANTROP
Fernando Salgado
Vice-Presidente da ARP
Pedro Polónio
Presidente da ANTRAM
Sónia Valente
Presidente da ANTP
José Gomes Mendes
Presidente da Fundação Mestre Casais
Rui Saraiva
Administrador da STCP
Teotónio dos Santos
Administrador dos TUB
Rodrigo Taveira
Grupo Barraqueiro
Louis Salamay
Diretor-geral adjunto
da Transdev Portugal
Tiago Farias
Professor IST
Martinho Costa
Administrador da RNE
Tiago C. Alves
Head of Business Development da FlixBus Portugal
Teresa Stanislau
Administradora
da STCP Serviços
Ana Faria
Project Manager
na CIM Região de Coimbra
Martí Jofre
CEO da Nemi
Luísa Carvalho
Gestão de Projetos na Razão
Álvaro Costa
CEo da Trenmo
Cristina Pimentel
CEO da STCP
Nabo Martins
Presidente Executivo da APAT
Bernardo Boal
Sales Manager na Dourogás GNV
Catarina Pascoal
CEO da TP Logística
Joaquim Vale
CEO da Santos e Vale
Frederico Dias
Transwhite
Romeu Klug
Sales Manager da Devlop
... num dia dedicado ao Transporte Rodoviário"
FONTE TRANSPORTES & NEGOCIOS
segunda-feira, 13 de maio de 2024
500 ANOS DO NASCIMENTO DE CAMÕES, JOSÉ CARLOS SEABRA PEREIRA, PRESIDENTE DO CENTRO INTERUNIVERSITÁRIO DE ESTUDOS CAMONIANOS - UNIVERSIDADE DE COIMBRA- CIEC, ESTARÁ PRESENTE NA COOPERATIVA ÁRVORE DA CIDADE DO PORTO, A 23 DE MAIO PELAS 17H30M,
"
"logo notícias de coimbra
Vamos
Camoniano de Coimbra nos 500 anos de Camões
Notícias de Coimbra com Lusa | 39 minutos atrás em 13-05-2024
Imagem: Agência ECCLESIA/HM
José Carlos Seabra Pereira, presidente do Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos – Universidade de Coimbra (CIEC), estará presente na Exposição “Porque, quem não sabe arte, não na estima”, para falar de Luís de Camões e celebrar os 500 anos do nascimento do poeta.
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Realizada pela Cooperativa Árvore, no Porto, a inauguração acontece a 23 de maio, pelas 17:30 , e conta com a apresentação da exposição por uma das organizadoras, Isabel Ponce de Leão, assim como uma conferência sobre o poeta dada pelo Presidente do CIEC.
Se você carregá-los no bolso, terá muito dinheiro
MONEY AMULET
A mostra estará patente ao público até 3 de junho e reúne 14 obras, nomeadamente nove quadros, três esculturas e duas instalações, que abordam a temática camoniana, referiu a Cooperativa Árvore, em comunicado.
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As obras são da autoria de Afonso Pinhão Ferreira, António Franchini, Carlos Silva, Do Carmo Vieira, Evelina Oliveira, Filipe Rodrigues, Francisco Simões, Hélder Carvalho, Humberto Nelson, Isabel Mourão Alves, Jorge Marinho, José Emídio, Nuno Ferreira e Susana Bravo.
O programa contempla ainda um momento musical da responsabilidade de Cuca Sarmento, Francisco Carvalho, Manuel Sobral Torres e Maria Augusta Sá Pinto."
FONTE: NOTICIAS DE COIMBRA
sábado, 11 de maio de 2024
ANTONIO OLIVEIRA SALAZAR, O ARQUIVO NACIONAL DA TORRE DO TOMBO VAI SER DIGITALIZADO O ARQUIVO DO LIDER DA DITADURA DO ESTADO NOVO E FICAR DISPONIVEL AO PUBLICO PELA INTERNET.
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Arquivo de Salazar (com mais de 1,2 milhões de imagens) vai ser digitalizado e ficar disponível ao público
Está prevista a digitalização de 1,2 milhões de imagens do chamado Arquivo de Salazar, composto por 1.177 caixas, dois ficheiros e um armário de gavetas com objetos pessoais.
Agência Lusa
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11 mai. 2024, 09:43 6
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O Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT) vai digitalizar o arquivo do líder da ditadura do Estado Novo, António de Oliveira Salazar (1889-1970), e disponibilizá-lo ao público na internet, disse à agência Lusa o seu diretor, Silvestre Lacerda.
O diretor do ANTT, em declarações à Lusa, disse que, no âmbito do Plano Recuperação e Resiliência (PRR), financiado pela União Europeia, a cumprir até 2026, é prioridade da Torre do Tombo “a digitalização do arquivo de Salazar e a sua disponibilização ao público, com um catálogo parcialmente na internet, em complemento com [a inventariação] atualmente existente em papel, da autoria de Madalena Garcia [antiga subdiretora do ANTT], publicado pela Editorial Estampa em 1992.”
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O responsável disse que está prevista a digitalização de 1,2 milhões de imagens do chamado Arquivo de Salazar, composto por 1.177 caixas, dois ficheiros e um armário de gavetas com objetos pessoais.
O arquivo do presidente do Conselho da ditadura, que assumia estar “a escrever para a História”, estava inicialmente na Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), mas, pelo Decreto-Lei n.º 279, de agosto de 1991, foi determinada a sua transferência para as novas instalações da Torre do Tombo, onde foi incorporado a 17 de janeiro de 1992.
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Este arquivo “bastante grande” ocupa cerca de 460 metros de documentação, e é o terceiro mais procurado, suplantado apenas pelo Arquivo da Inquisição, que continua a ser o mais consultado, e pelo da polícia política da ditadura, a PVDE/PIDE/DGS, criada por Salazar em 1933, o segundo mais vezes requisitado.
Os “Diários” de Salazar estão integralmente transcritos, um trabalho de dez anos de Madalena Garcia, e foi publicado em ‘ebook’, pela Porto Editora, em 2021, sendo gratuitamente disponibilizado na sala de referência da Torre do Tombo, em Lisboa."
FONTE JORNAL O OBSERVBADOR
sexta-feira, 10 de maio de 2024
TÉTE ALEGRIA, MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIOR SOBRE A LINGUA PORTUGUESA FALAVA DURANTE A CERIMONIA DE ENCERRAMENTO DA 5ª EDIÇÃO DA SEMANA DA LINGUA PORTUGUESA NO QUADRO DAS COMEMORAÇÕES DO 5 DE MAIO.
"Ministro Téte António saúda iniciativas ligadas ao estudo da língua portuguesa
Política
Luanda Sexta, 10 Maio De 2024 18h46
Ministro de Relações Exterior, Tete AntônioMinistro de Relações Exterior, Tete Antônio
DR
Luanda - O ministro das Relações Exteriores, Téte António, saudou, esta sexta-feira, as várias iniciativas ligadas ao estudo das línguas, em convivência com a oficial (português), realçando por este facto o encontro da 3ª comissão da Assembleia Parlamentar da CPLP, referente à Língua, Educação, Ciência e Cultura, que a capital angolana acolheu a 16 de Abril do ano em curso.
O ministro Téte António falava durante a cerimónia de enceramento da 5ª edição da semana da Língua Portuguesa, no quadro das comemorações do 5 de Maio, Dia da Língua Portuguesa e da Cultura da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), realizada na escola São José de Cluny, para a qual foi convidado.
Na Constituição da República de Angola, a língua portuguesa é reconhecida como uma das línguas nacionais, em pé de igualdade com as outras que coexistem no vasto e diversificado espaço sócio-cultural angolano.
Este facto foi destacado na intervenção do titular da pasta da diplomacia angolana, por demonstrar o compromisso de Angola com a diversidade linguística e cultural, bem como com a promoção da coesão social e do respeito pela pluralidade étnica e linguística do país.
No que diz respeito à promoção da língua portuguesa e da cultura da CPLP, o ministro Téte António referiu que a República de Angola tem assumido os seus compromissos desde 17 de Julho de 1996, data da Constituição desta Comunidade que une todos os falantes por via da língua portuguesa.
Salientou que, por este facto, é que durante a sua última presidência rotativa da CPLP entre os anos de 2021 e 2023, a República de Angola dinamizou, por via da sua rede diplomática global, a celebração em todas as capitais onde possui representações diplomáticas ou consulares, do Dia 5 de Maio, Dia Mundial da Língua Portuguesa e das Culturas da CPLP, assim como transformou Luanda na capital da Cultura e da Língua Portuguesa.
A ocasião foi aproveitada para o ministro das Relações Exteriores parabeinzar as vencedoras do Prémio Escrita Criativa da CPLP e fazer um apelo para que estas jornadas anuais continuem a ser realizadas com grande interesse e relevância, a nível nacional, com a participação dos habituais parceiros, sociedade civil e outros intervenientes.
O Dia Mundial da Língua Portuguesa é celebrado a 5 de Maio. A data foi criada como Dia da Língua Portuguesa e da Cultura pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa a 20 de Julho de 2009, por resolução da XIV Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CPLP, decorrida na cidade da Praia, Cabo Verde.
Posteriormente, em 25 de Novembro de 2019, a data foi instituída pela UNESCO como Dia Mundial, tornando o idioma português o primeiro no mundo a ter uma data oficial reconhecida pelo órgão da ONU.
O evento foi prestigiado pela ministra anfitriã, Luísa Maria Alves Grilo, que responde pela pasta da Educação, pelo antigo ministro angolano da Educação, João Manuel Bernardo, representantes dos Estados Membros da CPLP, professores, linguistas, pesquisadores, representantes do corpo diplomático acreditados em Angola e pelo corpo directivo da escola amiga CPLP - São José do Cluny. SC"
FONTE ANGOP
MOISES JORGE MOÇAMBICANO LICENCIADO PELA FACULDADE DE ECONOMIA DO PORTO, É O NOVO PCA DO BANCO MILLENIUMBIM DE MOÇAMBIQUE, PARABÉNS!
"Moisés Jorge é o novo P FONTE: INE – INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA – 10 DE FEVEREIRO DE 2017 CA do Millennium bim - O banco anunciou, também, a renúncia de João Cunha Martins ao cargo de PCE - Restruturação da estrutura do Millennium bim coincide uma semana depois de o Regulador BM ter indicado um inspector residente para monitorar a actividade do banco Maputo (O Autarca) – O Banco Millennium bim anunciou ontem a indicação do seu novo Presidente do Conse-
lho de Administração (PCA). Trata-se do Dr. Moisés Jorge que sucede no cargo o Eng. Rui Fonseca; que substitui o primeiro PCA do Millennium bim Mário da
Graça Machungo, que anteriormente havia ocupado o cargo de Primeiro-Ministro de Moçambique, falecido em Fevereiro de 2020.O anúncio da indicação do novo
PCA sucede a aprovação, pelo Banco de Moçambique (BM), ainda ontem, da proposta dos accionistas do Millennium bim de nomeação de novos Órgãos Sociais pa-
ra o banco que culminou com a eleição de um novo Conselho de Administração, presidido por Moisés Jorge.Segundo um comunicado recebido na nossa Redacção, Moisés Jorge é uquadro superior do Millennium bim, tendo integrado, em 1994, a equipa que viria a abrir o Banco no ano seguinte. Ao longo da sua trajectória profissional, ocupou várias funções, incluindo de Gestor de Cliente, Director Comercial do Private Banking e Rede Particular, Director de Qualidade, Director de Recursos Humanos e Director Coordenador do Corporate, antes de integrar a Comissão Executiva como responsável pelo negócio do Corporate, posição que desempenhava desde 2015 “A sua nomeação ao cargo de Presidente do Conselho de Administração do banco, reflecte o compromisso do Millennium bim com uma cultura de mérito e valorização dos seus quadros” – destaca o comunicado.Renúncia de João Cunha Martins ao cargo de PCE Por outro lado, O Millennium bim comunicou, ainda ontem, a renúncia de João Cunha Martins ao cargo de Presidente da Comissão Executiva (PCE), alegadamente por motivos pessoais.Ao longo do seu percurso profissional no Millennium bim, conta que João Cunha Martins desempenhou não só a função de Presidente da Comissão Executiva, mas também o cargo de Administrador Financeiro (CFO), tendo exercido um papel crucial na orientação estratégica do banco.“O Conselho de Administração do Millennium bim expressa a sua sincera gratidão ao Dr. João Cunha Martins pela sua dedicação, serviço exemplar e contribuições significativas ao longo dos seus mais de 14 anos de serviço na instituição.O seu compromisso com a excelência e a sua capacidade de liderança foram inestimáveis para o banco num momento crucial de desenvolvimento e crescimento da Economia Moçambicana” – saliente o comunicado.O banco refere que já iniciou o processo de selecção de um novo Presi-dente da Comissão Executiva e está comprometido em garantir uma transição tranquila e eficiente. Durante esse período de transição, a responsabilidade de Presiden-
te da Comissão Executiva será assumida,interinamente, pelo actual Administrador Financeiro (CFO), Rui Maximino,“Com os novos Órgãos Sociais, o Millennium bim, com uma clara visão estratégica de futuro e conhecimento de mercado, continuará a desenvolver um legado extraordinário e a apoiar a economia nacional, em especial as Famílias e as Empresas, mantendo o banco no mais elevado patamar do sistema bancário moçambicano consubstanciado nos excelentes resul-
tados alcançados, numa robusta solvabilidade e confortável liquidez financeira”.Refira-se, entretanto, que a reestruturação dos órgãos sociais e a renún-
cia de João Cunha Martins ao cargo de PCE, coincide uma semana depois de o Regulador Banco de Moçambique ter indicado um dos seus quadros para desem-
penhar as funções de inspector residente no Millennium bim, com efeitos a partir de 2 de Maio corrente. Compete ao inspector residente, entre outras tarefas,monitorar o sistema de pagamentos, o modelo de negócio e a estratégia do banco, acompanhar e analisar os desenvolvimentos no sistema de gestão e de controlo interno do banco, e participar em reuniões relevantes dos órgãos colegiais.■ (R)"
FONTE JORNAL O AUTARCA DE MOÇAMBIQUE
quinta-feira, 9 de maio de 2024
ADELINO MUCHANGA PRESIDENTE DO TRIBUNAL SUPREMO DE MOÇAMBIQUE RECONDUZIDO POR UM PERIODO POR MAIS 5 ANOS. PARABENS!
"Presidente do Tribunal Supremo reconduzido para mais um mandato de cinco anos
Redacção 2024-05-09 1 min read
Presidente do Tribunal Supremo Adelino Muchanga. Foto de Ferhat Momade
Maputo, 09 Mai (AIM) – O Chefe de Estado Moçambicano, Filipe Nyusi, decidiu reconduzir Adelino Muchanga para o cargo de Presidente do Tribunal Supremo.
Um comunicado de imprensa da Presidência enviado hoje à AIM refere que Nyusi decidiu no uso das competências que lhe são conferidas pela Constituição.
A recondução de Muchanga surge por ter decorrido o prazo legalmente estabelecido seu mandato, de cinco anos.
Muchanga é presidente do Tribunal Supremo desde 2014.
A nomeação de Muchanga está ainda sujeito à ratificação pela Assembleia da República, o parlamento moçambicano.
(AIM)"
FONTE AIM
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