sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

GALP REACTIVA NA BEIRA SOFALA MOÇAMBIQUE PROJECTO DE ENCHIMENTO DE GPL


Galp reactiva projecto de enchimento de GPL e de beneficiação do seu parque no recinto portuário da Beira prestados pelo porto marítimo da Beira. Neste momento apenas uma empresa presta o enchimento de GPL na cidade da Beira, nomeadamente a PETROGÁS. Com a reactivação do projecto de enchimento de GPL pela GALP, espera-se o aumento da capaciBeira (O Autarca) – A Petrogal Moçambique Lda – GALP está já a mobilizar recursos técnicos e materiais para a reactivação do projecto de enchimento de GPL – Gás Petróleo Liquefeito e de beneficiação do seu parque localizado no recinto portuário da Beira. Trata-se de uma iniciativa que se enquadra na estratégia da empresa visando a sua adequação a actual demanda do mercado e a nova dinâmica da própria induústria do gás em Moçambique e, particularmente, na região centro do país. No recinto portuário da Beira já estão em construção reservatórios de larga escala para o armazenamento de GPL, num projecto que está a ser desenvolvido pela estatal PETROMOC, que deverá impulsionar a demanda de navios especializados no transporte deste tipo de produtos, permitindo o incremento da diversificação de serviços dade de disponibilidade do produto, contribuindo para a prestação de serviços de qualidade a comunidade local que se estenderá por toda a região centro do país. A médio prazo, refira-se, o Governo prevê retirar o subsídio atribuído ao serviço de transporte do gٲs, o qual tem assegurado que o produto seja vendido ao consumidor a preço único pelo menos nas principais cidades do país. “Um dos maiores ganhos que o projecto prevê oferecer será, também, o aumento do número de revendedores e maior disponibilidade do produto ao consumidor” – referiu Issufo Mutuala, Representante da GALP na cidade da Beira. Numa primeira fase, a GALP projecta proceder o enchimento de garrafas de 11 e 45 kgs. O sistema ser instalado na parque da Beira terá a capacidade de enchimento de 200 unidades por hora.Mutuala que falava durante a sessão de audiência pública sobre o impacto ambiental do projecto, havida esta semana, na cidade da Beira, tendo em conta que a área onde será implementado o empreendimento nas suas proximidades ocorrem mangais, um dos mais importantes ecossistemas para a reprodução do camarão e de protecção da erosão costeira, explicou que a composição do GPL e a metodologia tecnológica adoptada para o manuseamento do produto não suscita riscos ao ambiente. O Parque da Beira que está em processo de reactivação foi construído em 1957 e numa primeira fase era abastecido de GPL vindo de Maputo. Depois do aumento de sua capacidade para reservatórios com 190 kg, através do qual eram enchidas as garrafas G26 e G110, na década 60/70 foram instalados dois reservatórios com capacidade para 7m3, 48m3 cada. O mesmo encontra-se desactivado desde 2004. (Redacção)"
FONTE: O AUTARCA JORNAL DE MOÇAMBIQUE.

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