sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

JOÃO MACEDO PINTO SOUSA EM MOTA BMW PERCORRE NOVE PAISES DE ÁFRICA: MOÇAMBIQUE, SWAZILANDIA, LESOTO, AFRICA DO SUL, BOTSWANA, NAMIBIA, ZIMBABWE, ZAMBIA E MALAWI, PERCORRENDO MAIS DE 10.000KM; PROMOVENDO A SIM SOLIDARIEDADE INTERNACIONAL A MOÇAMBIQUE

Motar português escala cidade da Beira numa missão de 10 mil quilómetros em nove países da região espalhando mensagem humanitária de solidariedade 
 Beira (O Autarca) – João Sousa, um dos motares mais sonantes de nacionalidade portuguesa, escalou esta semana a cidade da Beira, capital da província central de Sofala, na rota conclusiva da sua missão de cerca de dez mil quilómetros percorrendo nove países da região sub-africana, espalhando a mensagem humanitária de solidariedade entre povos.    A “aventura” feita singularmente iniciou em Maputo, a capital moçambicana, no dia 09 de Janeiro de 2018, tendo sucessivamente escalado a   
Botswana, Zâmbia, Zimbabwe, Malawi, tendo reentrado ao país através da Fronteira de Cassacatiza, em Tete, de onde rumou até a cidade da Beira, pas- sando antes por Chimoio.  Da  Beira  já 
vizinha República da Swazilândia, passando pela Fronteira de Namahacha, depois Lesoto, África do Sul, Namíbia TE: INE – INSTITUTO NACIONAL DE E João Sousa já fez viagens idênticas cruzando países da Europa, Asia e América.  “Cada expedição é sempre uma experiência. Em África tem sido verdadeiramente aventura” – Concluiu.■ (Falume Chabane)  
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seguiu de regresso a Maputo, devendo antes escalar Inhassoro e Tofo.  João Sousa é um activista que apoia causas humanitárias e nesta expedição está a promover a Solidariedade, numa parceria com a organização SIM – Solidariedade Internacional de Moçambique.  Dirigindo uma moto BMWF650-GS, com autonomia de cerca de 500 quilómetros, recomendada para esse tipo de circuítos, João Sousa atravessou regiões desérticas, montanhosas, costeiras, parques naturais e escalou as cidades e lugares emblemáticos de cada um dos nove países do roteiro. Teve oportunidade de conviver com culturas diferentes e aprender diversas formas de viver. “Conheci pesssoas muito maravilhosas. Tem sido uma experiência extraordinária” – afirmou João Sousa, em entrevista ao O Autarca, na cidade da Beira.  De um modo geral a aventura não teve registo de grandes constrangimentos, tirando uma queda na região arenosa do deserto de Kalahari, na Namíbia, que resultou pequenos danos a moto. Além desse aspecto, relatou pequenos constrangimentos decorrentes dos procedimentos de atendimento em algumas fronteiras dos nove países, tendo afirmado que algumas são menos eficiente que outras, mas evitou especificar.  Para quem pretender realizar esse tipo de aventura João Sousa recomenda a importância de se precaver levando sempre consigo o Dólar dos Estados Unidos da América, a única moeda mais usada em  todos  os  países 
do continente africano; e uma regra de ouro para os motares é nunca chegar a um destino depois de anoitecer.  Além do continente africano, onde anteriormente realizou uma expedição que compreendeu o trajecto Portugal – Dakar  (Senegal)  e  vice-versa,"
FONTE: O AUTARCA DE MOÇAMBIQUE

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