segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

NIASSA EM ALTA: CRESCIMENTO DA COMERCIALIZAÇÃO NESTA PROVINCIA A NORTE DE MOÇAMBIQUE: MILHO, AMENDOIM, MAPIRA, FEIJÃO, ALGODÃO E TABACO, PRODUTOS VQUE MAIS CRESCERAM NA SUA COMERCIALIZAÇÃO

CRESCIMENTO DA COMERCIALIZAÇÃO NO NIASSA

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Crescimento da comercialização no Niassa
A província do Niassa prevê comercializar, este ano, mais de cento e trinta mil toneladas de produtos diversos.
 Esta quantidade representa um crescimento de cerca de dezoito mil toneladas comparativamente a campanha anterior.
O director provincial da Indústria e Comércio no Niassa, Horácio Linaua, apontou o milho, amendoim, mapira, feijões, algodão e tabaco como os produtos que serão comercializados.
 A campanha de comercialização agrícola arranca oficialmente em Junho próximo em todo o país. (RM Niassa)"
FONTE: RÁDIO MOÇAMBIQUE.

MUTUMBELA GOGO E MANUELA SOEIRO CELEBRAM 30 ANOS DE HISTÓRIA TEATRAL

Escola de teatro e festival celebram 30 anos de história

Companhia Teatral Mutumbela Gogo
É uma estrada trilhada já há três décadas. Tanto a Companhia Teatral Mu­tumbela Gogo, como Manuela Soeiro têm os mesmos anos de carreira. Aliás, não se percebe claramente a distância que se­para Soeiro da diferença, juntos tornam as quatro paredes do Teatro Avenida são um verdadei­ro aconchego para os que gos­tam de ouvir histórias. Essas histórias serão partilhadas com os mais novos acto­res com a criação da Escola de Artes e terão o privi­légio de começar a exercitar no Festival Internacional A hoje é a hoje.
“Vamos ter um grande festi­val”, mas reduz os ânimos, “não grande como outros internacio­nais, não há dinheiro; grande em termo de conteúdo”, escla­rece Soeiro, acrescentando que grupos interessados e alguns por conta própria hão-de vir. Fala exactamente de grupos da África do Sul, Alemanha, Portu­gal, só para citar alguns países e grupos das províncias.
“E nessa altura nós vamos abrir a nossa escola de teatro”, finalmente.
Pelos vistos, e como compro­va a encenadora e produtora do grupo, 2016 será um ano ímpar. Afinal, não são todos os dias que se celebra 30 anos. E esta com­panhia é a primeira a chegar no país com três décadas. Antes do festival, a realizar-se em Novem­bro, na mesma altura que se vai criar o festival, duas peças serão exibidas.
Leia mais na edição impressa do «Jornal O País»"
FONTE: JORNAL O PAIS DE MOÇAMBIQUE.

MARCELO REBELO DE SOUSA ELEITO PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE PORTUGAL, PARABÉNS!

Marcelo eleito Presidente da República

| Eleições Presidenciais 2016
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Era uma luta de Marcelo Rebelo de Sousa contra todos, mas o professor conseguiu evitar a segunda volta nas Presidenciais com uma votação de 52 por cento. Apesar de contrariarem a tese de que a eleição seria um passeio no parque, são números que garantem a Marcelo a sucessão a Cavaco Silva em Belém como quinto presidente da democracia. Da noite eleitoral ficam ainda os números de Sampaio da Nóvoa que, com 22,89 por cento, cimentou o segundo lugar disputado com uma Maria de Belém caída para quarta posição (4,24 por cento), atrás de uma das surpresas deste domingo: Marisa Matias, a candidata do BE, garantiu uma votação substancial de 10,13 por cento.

Confirmando as sondagens da última semana de campanha, Marcelo Rebelo de Sousa arrecadou a eleição como Presidente da República, para se tornar no quinto chefe de Estado do pós-25 de Abril (os anteriores, Ramalho Eanes, Mário Soares, Jorge Sampaio e Cavaco Silva, todos eles conseguiram ser reeleitos). 
Uma luta a três que foi a dois
Contra Marcelo, perfilaram-se como adversários diretos Maria de Belém Roseira e Sampaio da Nóvoa. Os dois candidatos quebraram a unidade socialista, com o PS a nunca decidir qual era o seu favorito nestas presidenciais. Para o sufrágio deste domingo estavam inscritos 9.741.792 eleitores, mais 85.318 do que em 2011.

A abstenção foi de 51,16 por cento, não muito distante da mais alta taxa de abstenção em presidenciais, registada na reeleição de Cavaco Silva, a 23 de janeiro de 2011, com 53,56 por cento dos eleitores a optarem por não ir às urnas.


Em consequência ouviram-se declarações fratricidas que poderão ter baralhado as intenções de voto de um certo centro-esquerda.

Nóvoa fez entretanto uma corrida de trás para a frente, para assumir em definitivo, a escassos dias do escrutínio, a função de adversário de Marcelo. 

Em sentido inverso, Maria de Belém, afetada por várias polémicas (como seria o caso, nomeadamente, da polémica em torno das subvenções aos políticos) ameaça um desastre eleitoral.

Entretanto, indiferente às querelas socialistas, Marcelo prosseguiu numa campanha em que decalcou parte da estratégia de Mário Soares, quando, em 1985, largou por algum tempo a mão da esquerda socialista para ir pescar votos à direita que deveria eleger Freitas do Amaral.“Pela minha parte, assumindo a derrota eleitoral, procurei durante a campanha, dar o meu contributo para o debate político e o aprofundamento da democracia”, afirmou Maria de Belém.

Foi uma estratégia que não deixou de criar algum mal-estar no eleitorado natural de Marcelo e que teve reflexos nos números do ex-comentador.

A correr contra todos os outros candidatos, com a esquerda apostada numa segunda volta a congregar o voto anti-Marcelo, o professor e ex-comentador nunca chegou a recuperar os números fortes, na casa dos sessenta por cento, mas garantiria ao final desta noite de domingo a percentagem suficiente que lhe abre as portas do Palácio de Belém.

A corrida a Belém foi entregue por Nóvoa – à boa maneira norte-americana – pouco faltava para as 21h00: “A partir de hoje Marcelo Rebelo de Sousa é o meu Presidente e o de todos os portugueses”.

Questionado sobre se acredita que Marcelo Rebelo de Sousa será um Presidente isento, Nóvoa disse que sim: “Espero muito e confio muito nisso. Acredito”.
Marcelo triunfal no átrio da Academia
E não estava ainda acabada a contagem da totalidade dos votos introduzidos em urna, já Marcelo Rebelo de Sousa fazia uma entrada triunfal na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa: “É natural que queira a partir daqui partilhar com todos a alegria desta eleição e a responsabilidade do mandato que os portugueses acabam de me confiar. É um gesto simbólico de profundo reconhecimento para com esta faculdade”.

“A Faculdade de Direito deu-me quase tudo o resto e deu-me muito: a convicção da importância da educação e da investigação, a ideia do serviço público, a noção de que o futuro se constrói a aprender, a ensinar, a conviver, a partilhar o conhecimento”.
Sampaio da Nóvoa:
“Também agora quero contribuir para esta união em torno do povo português, sem hesitações, sem reticências e com uma profunda convicção democrática”.

Depois do gesto para com a instituição onde é professor catedrático, voltaria o discurso para os portugueses, para sublinhar que “é o povo quem mais ordena. Foi o povo que quis dar-me a honra e eleger-me Presidente da República de Portugal”.

Já no fato de estadista, Marcelo fez o elogio à coragem dos restantes candidatos – não adversários mas oponentes – ao terem-se apresentado à corrida a Belém, garantindo assim ser seu desejo fomentar a unidade nacional: “Quanto mais coesos formos, mais fortes seremos”.

O agora eleito Chefe de Estado sublinhou esse desejo de fomentar a unidade nacional, promover convergências políticas, política de consenso e um frutuoso relacionamento entre órgãos de soberania e agentes políticos, económicos, sociais e culturais.

Quanto ao exercício da governação, Marcelo garante que é o Presidente “o primeiro a querer que o Governo governe com eficácia e que a oposição cumpra o seu papel”.

“O Presidente da República é o primeiro a querer que o Governo governe com eficácia e com sucesso, porque isso é importante para o sucesso de Portugal. Do mesmo modo é indispensável que a oposição seja ativa e representativa, porque do seu contributo e do seu escrutínio se faz igualmente a força da democracia”, propugnou Marcelo como uma das matrizes do seu mandato.

Marcelo Rebelo de Sousa tomará posse como Presidente da República a 9 de março, data em que Cavaco Silva irá abandonar o cargo que ocupou nos últimos dez anos.
Costa promete máxima lealdade
António Costa foi escasso em palavras, falando a partir da residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, já depois do discurso de vitória de Marcelo, para deixar a garantia de máxima lealdade ao Presidente eleito e “plena cooperação institucional”.

“Em nome do Governo, quero felicitar o senhor professor Marcelo Rebelo de Sousa como vencedor das eleições presidenciais e formular votos sinceros dos maiores sucessos no exercício do mandato que hoje lhe foi conferido pelos portugueses. Ao Presidente da República agora eleito quero reafirmar o compromisso de máxima lealdade e plena cooperação institucional que tive a oportunidade de expressar aquando da tomada de posse do atual Governo”.

Após as felicitações ao professor pela sua eleição para Presidente da República, o primeiro-ministro congratulou-se ainda com a fraca expressão das candidaturas populistas.
Cavaco deseja “os maiores sucessos”
Os cumprimentos do Presidente cessante ao seu sucessor foram transmitidos por telefone, de acordo com a Lusa, que escutou uma fonte oficial da Presidência da República.

Segundo essa fonte de Belém, o Presidente Cavaco Silva desejou a Marcelo Rebelo de Sousa “os maiores sucessos no exercício de funções de grande exigência e fundamental importância para o futuro de Portugal e dos portugueses”.

Cavaco transmitiu ainda as “suas felicitações pelo êxito alcançado na eleição para a Presidência da República Portuguesa”.
“Autoridade inequívoca”
A partir da sede do PSD, Passos Coelho felicitou Marcelo Rebelo de Sousa por aquilo que considerou ser uma vitória com um resultado que lhe concede uma “autoridade inequívoca”, uma vitória “como de resto era o desejo do PSD”.

O ex-primeiro-ministro e líder do PSD lembrou que o papel de um Presidente da República não é o de sobrepor aos partidos mas estar além deles, bem como de colaboração institucional. 

Nesse sentido, disse ter a certeza de que esse papel será desempenhado por Marcelo Rebelo de Sousa “de acordo com os princípios do que constitucionalmente cabe a um Presidente da República”.
Ferro felicita Marcelo
Ferro Rodrigues enviou também ele a Marcelo Rebelo de Sousa uma felicitação pela eleição para Presidente da República.“Nesta ocasião, não quero deixar de saudar todos os portugueses pelo ambiente absolutamente democrático e pacífico em que se realizou esta eleição”.

“Acabo de cumprimentar e felicitar pessoalmente o professor Marcelo Rebelo de Sousa pela sua eleição. Desejei ao Presidente da República eleito um mandato de sucessos”, refere a nota do presidente da Assembleia da República.

O presidente da Assembleia da República prometeu empenho com “com toda a lealdade pessoal e institucional para um"
 bom e articulado trabalho entre órgãos de soberania”.
FONTE: RTP

domingo, 24 de janeiro de 2016

CUAMBA LICHINGA PROVINCIA DO NIIASSA MOÇAMBIQUE VAI TER BREVEMENTE ESTRADA PRINCIPAL ASFALTADA COM O APOIO JICA COOPERAÇÃO JAPONESA EM 300 MILHÕES DE DÓLARES

A TVM TELEVISÃO DE MOÇAMBIQUE ACABA DE ANUNCIAR NO SEU SERVIÇO NOTICOSO A BOA NOVA PARA O NIASSA, HOUVE INTERVENÇÂO DE VÁRIOS INTERVENIENTES, INCLUINDO O GOVERNADOR DA PROVINCIA QUE MANIFESTOU PROFUNDO AGRADO COM A CONCRETIZAÇÃO MUITO ANSIADA POR TODOS.

RESTAURANTE, RESTAURAÇÃO SEJA ONDE FOR NÃO É NADA FÁCIL.....

RESTAURANTE SEJA ONDE FOR E PARA QUE MERCADO FOR, NÃO É FÁCIL:
UM LEIGO, CONSUMIDOR DE RESTAURANTES, EM VÁRIOS CONTINENTES,
NÃO DIRIJO ESTE TEXTO A NINGUÉM EM PARTICULAR, MUITO MENOS PRETENDO OFENDER QUEM QUER QUE SEJA, SE FUI LONGE DEMAIS, AS MINHAS DESCULPAS. PODEM CRER QUE NÃO VOU ABRIR NENHUM RESTAURANTE…..

Ser empregado de um RESTAURANTE, não é nada fácil: empregado/a de servir à mesa, seja de servir ao balcão, seja cozinheiro/a , ajudante, guarda no exterior, etc
Gerente e/ou patrão,  também,  não é nada fácil.
Tudo lida,  como se trata e recebe a clientela, como se trata e lida com os fornecedores, com as entidades e instituições, com a comunicação social. O factor humano é determinante, as infra estruturas também, uma boa cozinha, bem equipada, funcional, adequada e apetrechada para as necessidades. Uma sala de jantar adequada e equipada de acordo com as necessidades. A decoração há especialistas, que verão se a mesma deve ser dinâmica ou relativamente estática e com custos reduzidos, mas excelentes resultados na adesão da clientela. As casas de banho, permanentemente limpas,  higiénicamente disponiveis e com todos os produtos necessários. Não é tarefa fácil, mas quando o cliente se apercebe da qualidade deste serviço, o restaurante também faz a diferença. Equipamento de frio adequado aos produtos e às ementas a confeccionar. Armazem,  depósito de produtos adequado às solicitações, considerando a irregularidade de alguns fornecedores, prazos de validade, capacidade financeira/tesouraria que permita determinado stock, variando  o critério por exemplo com determinados produtos,  como vinhos e bebidas espirituosas.
O factor humano, todo o pessoal deve ter a adequada formação técnico profissional à função que desempenha que exerce, esta formação tem de ser transmitida por quem sabe, como é evidente. Deve assumir um carácter de regularidade, pois a inovação, criatividade e mudança na restauração é constante a todos os níveis.Como não somos todos iguais é justo que as categorias e os salários se adequem a cada um de acordo com a legalidade. Estar muito atento à concorrência pois há sempre quem queira aliciar o pessoal competente e já com o perfil adequado para a função pretendida. O salário não é tudo, se o empregado se sentir justamente avaliado, categoria profissional e salário, tratado com respeito e vice versa, tiver um chefe, gerente ou patrão competente, sentir perspectiva de futuro do seu local de trabalho,  normalmente não é fácil de ser aliciado.
Um empregado de mesa normal deve ter capacidade, conhecimentos de explicar a cada cliente cada uma das ementas existentes disponiveis, muitas vezes e erradamente não coincidem com o cardápio, bem como a bebida adequada se o cliente por exemplo pedir um vinho. Sobre vinhos o conhecimento da cultura do tipo de clientela regular onde se encontra o restaurante é importante, mas há sempre excepções, mas ser humilde nunca ficou mal a ninguém se o empregado de mesa se aperceber que o cliente é conhecedor da matéria deve tentar inteligentemente em aprender, já que o chefe ou patrão dele não o ensinou por algum motivo: normalmente ignorância: dai o ditado, esquece muito a quem não sabe.
Um/a bom/boa cozinheiro/a, precisa produtos de qualidade, bem verdade tambem cozinhar bem ou cozinhar mal,  pode levar o mesmo tempo e os mesmos produtos, quem cozinha bem AMA, o que faz.
E sobre as ementas haja clientes com hábitos como vegetarianos, outros que só pretendam determinado tipo de carne, sejam quais forem os motivos, religiosos ou outros. Outros sabem bem a diferença entre peixe congelado, às vezes mal congelado e fresco.E o marisco bem ou mal grelhado, eu diria queimado, porquê????Porque vadicionou antes o limão? O grelhar quanto mais simples melhor, evidencia a qualidade do produto. Depois cada um que faça o que entender quando estiver no prato. A sensibildade, argúcia e inteligência no trato de um empregado de mesa, numa situação destas é vital para conquistar e manter um cliente com alguma sensibilidade pela forma, pela maneira como é respeitada, tratada a sua vontade, o seu desejo.
A apresentação da travessa ou do prato à mesa, muito importante, daí a celebre expressão: COMER COM O OLHAR.
Porque não colocar logo uma garrafa de água natural sobre a mesa????Mesmo sem esperar que o cliente peça? A questão das entradas se não forem “ABUSIVAS”, sabemos do que estamos a falar, porque se espera para pôr pão, torradas, manteiga ou azeitonas, por exemplo?
A toalha, os talheres, os copos, podem ser modestos mas IMPECAVELMENTE LIMPOS, o ASSEIO é fundamental.
 O periodo e horário de abertura e fecho? Respeitando os imperativos legais e em seguida muito atento ao mercado onde está inserido.
A rapidez com qualidade no serviço atrai a cliente, se o prato a servir, a ementa a escolher vai ser demorada, há que alertar previamente o cliente, pode ser que ele pondere e opte por outro prato.o pretender pagar e ser rápidamente atendido com a entrega da respectiva factura. Há muitas falhas generalizadas neste tipo de serviço nos restaurantes.
Vou-lhe chamar ABSURDO, situações há de restaurantes em Países com muita e variada fruta fresca, vê-se nas ruas, no mercado, por todo lado poderemos dizer, e da ementa do dito restaurante como sobremesa NEM FRUTA DA ÉPOCA EXISTE. Isto para não falar em sumos naturais de fruta. Uma tragédia, normalmente tem a ver com a incapacidade total do patrão em termos de gestão inteligente.
Falando um pouco sobre as ementas incluindo sobremesas além da fruta natural. A ementa dependendo obviamente do mercado pode ser internacional, mas recorrer a um ou outro prato tipico da região onde está inserido, não fica nada mal, desde que bem confeccionado e de acordo com a respectiva tradição, quanto aos ingredientes e forma de confeccionar. As sobremesas há tantos e deliciosos frutos silvestres e do campo que bem se adequam a INOVADORAS sobremesas. Haja criatividade.
O cliente será sempre o melhor difusor publicitário do restaurante, no entanto a publicidade feita por quem sabe, usando os meios adequados, nunca fez mal a ninguém. Como tudo nada vida o profissionalismo é essencial.
E os fornecedores?????Também podem contribuir decisivamente para o sucesso ou insucesso do restaurante, seja de hortícolas, fruta, enlatados, peixe, carne,marisco, queijos, enchidos, águas, refrigerantes, vinhos, bebidas alcoólicas variadas. Preservar fornecedores de produtos de qualidade.
Criar condições de um bom relacionamento, restaurante/fornecedor é FUNDAMENTAL, competência do serviço de vendas e saiba explicar o produto, e não seja um mero “despejar” a mercadoria e ir embora. Não é nada fácil ter um bom fornecedor.Porém e por isso mesmo, há que respeitar e preservar os bons fornecedores. Todos sabemos bem do que estou a falar.
E ter um bom acordo com serviços acessórios de canalizadores, electricistas, trolha, pintura, empreiteiro, poi imprevistos/avarias/anomalias há sempre, há que ser cauteloso e previdente. Possuir os contactos dos serviços de emergência de água, electricidade, gaz e outros.
O gerente e/ou o patrão deve estar muito disponivel para ouvir, falar com todos clientes e acima de tudo estar atento a todas as frentes. Deve estar bem apresentado, bem vestido quero eu dizer,  ser cordial, simpático e OUVIR MUITO. Não se riam, mas eu já vi um Director de hotel em chinelos no horário de trabalho e o hotel não era na praia. Os empregados devem também primar pelo asseio do seu uniforme, o gerente e/ou o patrão deve criar condições objectivas para que tal aconteça.
Claro que OS RESTAURANTES, OS CLIENTES E O MERCADO NÃO SÃO TODOS IGUAIS…..

Falar de restauração para um leigo como eu, mesmo assim ficaria aqui vários dias a escrever e muito ficaria por dizer.
BEIRA, SOFALA, Domingo 25 de Janeiro de 2016
Augusto Macedo Pinto:
NB: è MELHOR A EDM NÃO NOS CORTAR A ENERGIA TANTAS HORAS, DEPOIS VÃO TER DE ME ATURAR COM ESTAS ESCRITAS....

sábado, 23 de janeiro de 2016

ALBINO MBIE, MÚSICO MOÇAMBICANO COM SUCESSO EM BOSTON

Dossiers Especiais / Diáspora na América

"A competitividade nos Estados Unidos ajuda-me a desenvolver", diz Albino Mbie, músico moçambicano residente em Boston

Mbie quer ajudar a colocar Moçambique nos grandes palcos.
Albino MBie, artista moçambicano
Albino MBie, artista moçambicano
Amâncio Miguel
Albino Mbie nasceu e cresceu em Maputo. Na infância, o futebol era o seu passatempo predilecto. Após ver uma foto do pai exibindo uma guitarra, mudou de ideia. A música entrou na sua vida.
Mas o seu nome começou a sobressair nos Estados Unidos, onde chegou em 2009 para estudar música na famosa Berklee College of Music, em Boston.
Os primeiros dias foram duros. Não dominava a língua. o frio era intenso. Venceu a sua força de vontade.
Concluído o curso – jazz, acústica e eletrónica – inicia a carreira a solo. Lança, em 2013, o seu disco “Mozambican Dance”. A par disso, ensina guitarra e piano, e produz para outros artistas.
Para ele, “América é uma janela para dar uma olhada ao mundo”. Diz que é o melhor sitio para crescer musicalmente e ajudar a colocar o seu Moçambique nos melhores palcos, para lá da fama de ser um dos países mais pobres do mundo.
Na América, ser artista não é fácil, o que não é assustador para Mbie.
“A competitividade ajuda-me a desenvolver,” diz este jovem guitarrista que promete publicar, pelo menos, dois discos, nos próximos cinco anos.
Mbie sente muitas saudades do seu país, mas descobriu uma fórmula para ultrapassar: Pegar na guitarra e ensaiar.
Acompanhe:
Albino Mbié - Diáspora na América - 05:02
FONTE: VOA MOÇAMBIQUE, A VOZ DA AMÉRICA.

PORTUCEL MOÇAMBIQUE PROJECTO REVISTO EM ALTA: PASSOU PARA 3 MILHÕES DE DÓLARES


MOCAMBIQUE/INVESTIMENTO DA PORTUCEL REVISTO EM ALTA

22-01-2016 15:58:37
Maputo, 22 Jan (AIM) – A Portucel reviu em alta o investimento do projecto de desenvolvimento florestal em Moçambique, devendo aumentar em 50 por cento a sua produção do projecto, esperando que o investimento atinja agora três mil milhões de dólares americanos.

A fatia orçamental está muito acima dos 2,5 milhões de dólares inicialmente previstos para o projecto que está em desenvolvimento nas províncias de Manica e Zambézia, centro do país.

O presidente executivo da Portucel Moçambique, Pedro Moura, citado pela agência noticiosa “Reuters”, disse que desde o arranque do projecto surgiram várias inovações tecnológicas nos equipamentos de produção que permitiram aumentar o potencial de produção, cujo arranque está previsto para 2013.

“A capacidade de produção deverá aumentar em 50 por cento. Feitas as contas, o investimento vai chegar a três mil milhões de dólares com a componente industrial a ser a componente mais forte”, acrescentou Moura.

A Portucel, que tem o controlo accionista do projecto no país, continua à procura de investidores que ajudem a financiar o plano, que visa plantar 40 mil hectares com eucaliptos no final de 2017. O projecto arrancou em 2015, um ano atrasado, devido a demoras no licenciamento.

A Portucel contratualizou com Maputo o direito de utilização e acesso a terra por um período de 50 anos (período que pode ir aos 100 anos) que abrange uma extensão de 356 mil hectares nas regiões de Manica e da Zambézia. O projecto deverá permitir criar sete mil postos de trabalho.

Na sua visita a Portugal, em Julho de 2015, o Presidente da República, Filipe Nyusi, recomendou a Portucel, empresa portuguesa vocacionada ao fabrico e comercialização de papel, a prosseguir com as actividades inseridas no projecto para a implantação no país de uma fábrica de produção de pasta da celulose.

A fábrica de celulose, matéria-prima usada na produção de papel, deverá ser concluída até finais de 2023.

“Vimos encorajar o projecto porque faz parte do ciclo da governação a industrialização do país. Através do projecto, nas províncias de Zambézia e Manica, onde as terras foram disponibilizadas pretendemos a partir tanto da planta quanto da produção, promover o desenvolvimento e não pura e simplesmente a produção do papel”, explicou o presidente.

Na verdade, após a instalação da base florestal, a empresa irá construir até ao ano 2023 uma fábrica no país, para o processamento do eucalipto em pasta de papel, beneficiando a balança comercial, assim como contribuir para o desenvolvimento tanto industrial quanto agrícola.

O projecto florestal da Portucel Moçambique poderá criar sete mil postos de trabalho, constituindo, por conseguinte, um dos maiores negócios fora da indústria extractiva no país, até porque terá um impacto no crescimento do tecido empresarial e agrário das duas províncias, pois espera-se que crie um elevado número de postos de trabalho indirecto em empresas parceiras em solo moçambicano.
(AIM)
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FONTE: SAPO MZ AIM