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segunda-feira, 20 de outubro de 2014
PORTUGAL GOVERNO DE PORTUGAL NEWSLETTER DE 19 DE OUTUBRO DE 2014
AGRICULTURA, PRODUÇÃO ANIMAL, CAÇA,E SILVICULTURA EM CRESCIMENTO EM MOÇAMBIQUE 6,3%, AUMENTANDO A PRODUÇÃO DA MANDIOCA, FEIJÃO, TABACO, CITRINOS E FEIJÃO
Segunda, 20 Outubro 2014 00:00 |
Os dados das contas nacionais referentes ao II trimestre de 2014 indicam que os ramos da agricultura, produção animal, caça e silvicultura registaram um crescimento de 6.3% influenciados pelo aumento da produção da mandioca, feijão, tabaco e culturas de rendimento, especificamente citrinos e algodão.
Segundo informação divulgada recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o ramo da pesca, por seu turno, cresceu em 5.5%, por causa do aumento na captura de camarão da pesca comercial e de outros produtos (caranguejo, peixe da água doce e marinho).
Entretanto, as indústrias extractiva e manufactureira registaram um crescimento de 12,6% e 12,5%, respectivamente.
Enquanto isso, o ramo da electricidade, gás e água cresceu 5.8%, tendo sido determinante para esta tendência a produção energia pela Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB).
Na área de construção e montagem registou-se um crescimento de 10.0%, como resultado do volume de investimentos na construção e reabilitação de infra-estruturas públicas e privadas, nomadamente a asfaltagem das estradas (Nampula-Cumba, Marrupa-Ruaça, Mueda-Oasse, Mocimboa da Praia-Palma-Namoto), a construção da estrada circular em Maputo; do novo edifício do Banco de Moçambique, Fábrica Coca-Cola Sabco em Maputo e conclusão das obras de construção dos edifícios da Presidência da República, Aeroporto Internacional de Nacala e hospital provincial de Maputo.
Entretanto, o desempenho dos serviços de comércio e reparação teve um crescimento na ordem de 6.1% no II trimestre, resultado do comportamento positivo registado no sector real.
O ramo dos e transportes e comunicações cresceu em 3.9% como resultado do aumento nos serviços de transporte ferroviário de carga e do manuseamento portuário, para além do aumento do volume do tráfego de carga da marinha mercante derivada da revitalização da cabotagem.
Relativamente ao transporte ferroviário, embora com um decréscimo no tráfego de passageiros motivado pela interrupção temporária nas linhas-férreas de Limpopo e de Ressano Garcia, e da Linha de Sena devido às chuvas torrenciais, estes serviços foram compensados pelo transporte ferroviário de carga.
No transporte rodoviário registou-se crescimento significativo resultante do surgimento de novos operadores, devido, sobretudo, ao incremento da produção nos diferentes sectores como agrícola, comércio, construção e reabilitação de infra-estruturas rodoviárias.
O sector de transporte marítimo registou igualmente um aumento do número de passageiros devido ao impacto positivo das embarcações em serviço nas travessias Maputo-Catembe, Maputo-Inhaca, Inhambane-Maxixe, Beira-Búzi, Quelimane-Recamba, Quelimane-Chinde e no Lago Niassa.
Nas comunicações destacaram-se o crescimento na telefonia móvel devido a diferentes estratégias de marketing que estimulam a procura e aumento dos serviços das comunicações aliado à oferta de novos e modernos pacotes de serviços.
Segundo o INE, o ramo de restauração teve um crescimento de 7.9%, mercê do aumento da procura destes serviços e, consequentemente, o aumento do número de dormidas nos estabelecimentos hoteleiros e do volume de negócios."
FONTE: JORNAL NOTICIAS DE MOÇAMBIQUE.
sábado, 18 de outubro de 2014
BRASIL ENVIA AJUDA HUMANITÁRIA PARA GUINÉ , SERRA LEOA E LIBÉRIA
"Sexta-feira, 17 de outubro de 2014 às 12:47
Brasil doa alimentos e material hospitalar para países africanos afetados pelo ebola
O governo brasileiro enviará ajuda humanitária de R$ 13,5 milhões em alimentos para os três países afetados pela epidemia de ebola: Guiné, Serra Leoa e Libéria. A medida foi anunciada esta semana pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, por meio do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (ONU). Serão enviados 6,4 mil toneladas de arroz beneficiado, no valor de R$ 6,3 milhões, e 4,6 mil toneladas de feijão, no valor de 7,1 milhões.
Cada kit enviado contém 48 itens, sendo 30 tipos de medicamentos, incluindo antibióticos e anti-inflamatórios, e 18 insumos para primeiros-socorros, como luvas e máscaras. Fotos: Rondon Vellozo/MS
Anteriormente a essa ajuda, o governo brasileiro enviara cinco kits para Serra Leoa, cinco para Libéria e quatro para Guiné, além da doação de R$ 1 milhão à Organização Mundial da Saúde (OMS) para fortalecer ações e interromper a transmissão do ebola na África Ocidental. “Precisamos ajudar estes países a se estruturarem para que possam superar, não só à epidemia, mas também ao colapso econômico que vivem”, afirmou o ministro.
Fonte: Ministério da Saúde."
FONTE: PORTAL DO GOVERNO DO BRASIL BLOG DO PLANALTO.
NACALA - PORTO, MOÇAMBIQUE INSTALA FONTANÁRIOS MÓVEIS PARA ABASTECIMENTO DE ÁGUA, SERVINDO DESDE JÁ 40.000 RESIDENTES
Sábado, 18 Outubro 2014 00:00 |
FONTANÁRIOS móveis para o abastecimento de água estão a ser instalados em diversos bairros da cidade portuária de Nacala, em Nampula. Numa primeira fase, o projecto vai beneficiar pouco mais de 40 mil residentes daquela autarquia.
Trata-se de uma iniciativa integrada no rol de promessas eleitorais feitas pelo Presidente daquele município, Rui Chong Saw, aquando das eleições autárquicas de Novembro de 2013. Refira-se que durante a “caça” ao voto para a sua eleição a presidente do município de Nacala, Rui Saw prometeu que caso fosse eleito, uma das prioridades seria a solução da problemática da escassez de água, mesmo reconhecendo que já havia esforços de ampliação da barragem com vista a aumentar a capacidade de captação e distribuição.
No total são 16 fontes móveis de abastecimento com capacidade de 7500 litros cada, de água, beneficiando as unidades territoriais de Ribáuè, Mocone, Onthupaia, Nabulusa, Muanona e Triângulo.
A construção destas fontes, segundo dados apurados pela nossa Reportagem, custou cerca de 700 mil meticais aos cofres do município e alguns parceiros do sector privado. Aliás, este valor poderá aumentar em função das necessidades que surgirem durante a fase de implementação deste programa social.
Falando aos munícipes do bairro de Mucuaipa, no acto da entrega do primeiro lote daquelas fontes de abastecimento de água, Rui Saw reiterou a sua aposta de colocar estes meios nos 41 bairros que compõem a cidade, que ainda se confrontam com o problema de acesso a este líquido vital.
Antes da montagem deste sistema os moradores de todos os bairros abrangidos pelo projecto consumiam água imprópria, chegando alguns a usar água do mar para lavar roupa.
“Em toda a cidade esta operação vai permitir a montagem de 60 fontes móveis de água para o abastecimento do líquido aos nossos munícipes, enquanto o projecto da barragem ainda não for concluído, que vai beneficiar um universo de 150 mil residentes da nossa cidade”, prometeu Rui Saw.
A gestão deste projecto é da responsabilidade dos responsáveis dos respectivos bairros e unidades territoriais, onde está implantado e a sua aquisição é gratuita, cabendo ao município fornecer os tanques móveis de água montados, semanalmente, em todas as segundas, quartas e sextas-feiras, de acordo com Rui Chong Saw.
Mesmo considerando que a situação de fornecimento de água aos munícipes desta autarquia tenha registado alguma melhoria, com colocação destes novos tanques, o edil de Nacala-Porto entende que esforços devem ser empreendidos durante o seu mandato no sentido de fornecer mais água à população mais carenciada, como a de Mahelene e Lile, que nunca tiveram abastecimento de água potável desta natureza.
“Está nos planos para este mandato acabar com o problema da escassez de água que se faz sentir no seio dos nossos munícipes. Para o efeito, contamos com o apoio técnico do FIPAG”, anotou o presidente do município de Nacala-Porto, que durante a semana toda procedeu à entrega do sistema de abastecimento em diversos bairros da cidade."
FONTE: JORNAL NOTICIAS DE MOÇAMBIQUE.
PREÇOS AGRICOLAS DE MOÇAMBIQUE MANTIVERAM-SE ESTAVEIS DE 6 A 13 DE OUTUBRO 2014, POSSIVELMENTE PELA DISPONIBILIDADE E FLUXO REGULAR NAS ZONAS DE PRODUÇÃO, DIZEM OS COMERCIANTES
Sábado, 18 Outubro 2014 00:00 |
Os preços dos produtos agrícolas mantiveram-se estáveis na maioria dos mercados retalhistas monitorados pelo Sistema de Informação de Mercados Agrícolas (SIMA) no período compreendido entre os dias 6 e 13 de Outubro do ano corrente.
Os comerciantes entrevistados associam a estabilidade de preços com a disponibilidade e fluxo regular dos produtos nas zonas de produção.
Para o caso do milho, quase todos os mercados retalhistas observaram estabilidade de preços, entretanto, o mercado da cidade de Montepuez foi o único que registou uma subida de 11 por cento, pelo que o consumidor passou a pagar 9,52 meticais o quilocontra os anteriores 8,57 meticais o quilo.
De um modo geral, o preço mais alto de 13,20 meticais o quilo está a ser praticado no mercado de Xikhelene (cidade de Maputo) e o preço mais baixo de 5,71 meticais o quilo está em vigor no mercado da vila de Ulónguè, no distrito de Angónia.
Relativamente ao arroz corrente também observou-se uma estabilidade de preço na maioria dos mercados, contudo, três subidas foram reportadas nos mercados das cidades de Chimoio (15 por cento), Montepuez (20 por cento) e Cuamba (17 por cento), como resultado destas subidas o preço ao consumidor passou a ser 28,67 meticais o quilo em Chimoio, 30,00 meticais o quilo em Montepuez e 30,00 meticais o quilo em Cuamba.
Para a farinha de trigo, tal como o arroz e milho, o preço também está estável na maioria dos mercados. A estabilidade deste produto foi acompanhada por uma subida de 33 por cento observada no mercado da cidade de Pemba, onde o consumidor passou a pagar 40,00 meticais o quilo e uma queda de 10 por cento reportada no mercado da cidade de Cuamba passando o consumidor a pagar 22,50 meticais o quilo.
No período em análise, os preços de feijão nhemba, feijao manteiga e amendoim também mostraram cenário semelhante ao dos cereais.
A estabilidade do preço de feijão nhemba foi acompanhada por uma queda de seis por cento reportada na cidade de Inhambane onde o preço ao consumidor atingiu 21,31 meticais o quilo.
Para o feijão manteiga foi reportada uma subida de 25 por cento no mercado da cidade de Montepuez, onde os consumidores passaram a pagar 50,00 meticais o quilo.
Em relação ao amendoim pequeno, a estabilidade foi acompanhada por duas quedas de 29 por cento e 14 por cento observadas nos mercados de Chókwè e Nampula, respectivamente. Como resultado das quedas, o preço ao consumidor passou para 50,00 meticais o quilo em Chókwè e 30,00 meticais o quilo em Nampula.
Cenário contrário foi registado no mercado da cidade de Inhambane na ordem de 33 por cento custando ao consumidor 40,00 meticais o quilo.
Para o amendoim grande duas subidas de 9 por cento e 11 por cento foram verificadas nos mercados das cidades de Lichinga e Cuamba respectivamente, passando esta oleaginosa a custar 38,00 meticais o quilo em Lichinga e 66,67 meticais o quilo.
MILHO DE NHAMATANDA CONTINUA A ENTRAR EM MAPUTO
Em termos de fluxo de produtos destaca-se que nazona Sul do país, o mercado Xiquelene recebeu nesta semana, milho proveniente dos distritos de Gorongosa e Nhamatanda, onde os comerciantes compraram a 22,00 meticais e 25,00 meticais a lata de 5 litros, respectivamente. No mercado da cidade de Chókwè foi encontrado à venda milho produzido no distrito de Guijá onde custou 130,00 meticais a lata de 20 litros.
Os mercados de Manhiça, Palmeiras e Bobole, na província de Maputo, foram abastecidos com milho de Nhamatanda, onde os comerciantes pagaram 30,00 meticais a lata de 5 litros.
Na zona centro, no mercado da cidade da Beira deu entrada milho adquirido no distrito de Guro, na província de Manica, onde o preço praticado foi de 100,00 meticais a lata de 20 litros. Para além do milho de Guro este mercado também recebeu milho do distrito de Nhamatanda adquirido a 30,00 meticais a lata de 20 litros.
Enquanto no mercado da vila de Gorongosa tem à venda milho proveniente dos Postos Administrativos de Nhamazi e Vunduzi onde, o preço de aquisição foi de 30,00 meticais a lata de sete litros. O mercado da cidade de Manica foi abastecido com milho produzido no Posto Administrativo de Mavita comprado a 120,00 meticais a lata de 20 litros e no mercado da cidade de Chimoio tem disponível para à venda milho adquirido no distrito de Gondola onde custou 120,00 meticais a lata de 20 litros.
Ainda na zona centro, a cidade de Tete está a consumir milho produzido no distrito de Macanga onde foi comprado a 115,00 meticais a lata de 20 litros. A cidade de Quelimane está a consumir milho produzido no distrito de Morrumbala, onde os comerciantes pagaram 140,00 meticais a lata de 20 litros.
Na cidade de Mocuba está a ser comercializado milho comprado no distrito de Lugela a 6,00 meticais o quilo. O mercado da vila de Alto Molócuè recebeu o milho de Nauela e Chapala, onde custou 7,50 meticais o quilo. No mercado da vila Úlongue no distrito de Angónia, deu entrada milho de Domué, Chimuara e Tsangano, onde o preço de aquisição foi de 80,00 meticais a lata de 20 litros.
Na zona norte, o mercado da cidade de Montepuez recebeu milho das localidades circunvizinhas, onde custou nas zonas de produção 500,00 meticais o saco de 50 quilos. No mercado da cidade de Lichinga foi encontrado à venda milho dos distritos de Magoe e Sanga, onde os comerciantes pagaram 120,00 meticais a lata de 20 litros.O mercado da cidade de Cuamba foi abastecido com milho produzido na respectiva província, nas zonas de produção custou 130,00 meticais a lata de 20 litros
Mercado
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Milho Branco
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Arroz Corrente
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Feijão Manteiga
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06/Out/14
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13/Out/14
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06/Out/14
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13/Out/14
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06/Out/14
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13/Out/14
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MAPUTO
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-
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13,20
|
-
|
30,00
|
-
|
44,91
|
CHOKUE
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7,45
|
7,45
|
30,00
|
30,00
|
50.00
|
50,00
|
INHAMBANE
|
-
|
-
|
29,33
|
30,00
|
50,00
|
60,00
|
MAXIXE
|
9,80
|
9,80
|
26,00
|
26,00
|
50,00
|
50,00
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MASSINGA
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6,57
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6,75
|
28,00
|
28,00
|
50,00
|
50,00
|
CHIMOIO
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8,00
|
8,00
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25,00
|
28,67
|
34,00
|
34,00
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PEMBA
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10,39
|
10,39
|
25,00
|
25,00
|
35,00
|
35,00
|
MONTEPUEZ
|
8,57
|
9,52
|
25,00
|
30,00
|
40,00
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50,00
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LICHINGA
|
6,86
|
6,86
|
35,00
|
35,00
|
35,00
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35,00
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CUAMBA
|
7,81
|
8,00
|
30,00
|
35,00
|
50,00
|
50,00
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Fonte: SIMA
Maputo 16 Outubro 2014."
FONTE: JORNAL NOTICIAS DE MOÇAMBIQUE.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
GORONGOSA, SOFALA, MOÇAMBIQUE, PARQUE NACIONAL DA GORONGOSA ASSINA ACORDO DE PARCERIA COM O GRUPO SOICO
"Moçambique, África – O Parque Nacional
da Gorongosa, representado pelo seu Administrador Mateus Mutemba e pelo Presidente do “Gorongosa Restoration Project” (GRP) e membro do Comité de Supervisão do PNG Greg Carr, assinou
hoje na cidade de Maputo
um acordo de parceria com o Grupo SOICO, representado pelo seu Presidente
do Conselho de Administração Daniel David
e
pelo Administrador Enoque
Massango.
Este acordo
de parceria foi assinado no âmbito do recém-criado Clube Empresarial da Gorongosa, uma iniciativa que pretende
encorajar e envolver
a comunidade empresarial moçambicana no nobre
esforço de restaurar um dos Parques
mais emblemáticos em África e no mundo.
No decorrer
do acto o Administrador Mutemba
comentou: "É com um enorme prazer que registamos a adesão do Grupo SOICO,
o principal grupo
de comunicação privado
em Moçambique, que integra dois canais de televisão
(a STV e a STV Notícias), a estação de rádio SFM e o jornal diário
O País, ao Clube Empresarial da Gorongosa."
Por parte do Grupo SOICO, o Presidente Daniel
David afirmou que “O Parque Nacional
da Gorongosa é um dos principais símbolos de Moçambique e o sucesso
da conservação da biodiversidade no Parque e o desenvolvimento das comunidades vizinhas
só será possível com o apoio da comunidade empresarial actuante em Moçambique e de todos os Moçambicanos. Estamos certos que os nossos
meios de comunicação social
podem desempenhar um papel muito importante para alertar e envolver a sociedade civil na valorização e conservação da biodiversidade, em particular, no projecto do Parque Nacional
da Gorongosa.”
Uma componente chave desta colaboração será a divulgação
das actividades do GRP nas diferentes plataformas de comunicação do Grupo SOICO,
nomeadamente, televisão, jornal
impresso e digital
bem como a veiculação de programas semanais
referentes ao Parque
Nacional da Gorongosa na grelha dos canais “STV”
e “STV Notícias”.
Sobre o Parque Nacional
da Gorongosa e o Projecto
de Restauração da Gorongosa
O Parque
Nacional da Gorongosa
é o mais conhecido parque
nacional de fauna bravia de Moçambique e situa-se no extremo
sul do Grande Vale do Rift Africano. É o lar de alguns dos ecossistemas biologicamente mais ricos e geologicamente diversos
do continente Africano. Os seus limites
abrangem as grutas e desfiladeiros profundos do Planalto de Cheringoma, as vastas savanas do
Vale do
Rift e
a preciosa floresta tropical
húmida da Serra da Gorongosa. No entanto, os ecossistemas
foram profundamente afectados durante o conflito civil em Moçambique (1977-1992). Depois da guerra, em 1993-1996, os caçadores ilegais
incrementaram a destruição, e muitas das grandes
populações de animais da Gorongosa foram reduzidas em mais de 90%.
Em 2005, a Fundação
Carr, uma organização dos EUA sem fins lucrativos fundada pelo filantropo americano
e conservacionista Gregory
C. Carr, juntou-se
com o Governo de Moçambique no âmbito de um memorando de entendimento para restaurar o Parque Nacional da Gorongosa.
A
parceria,
conhecida como "Gorongosa Restoration Project" (GRP), é um dos mais ambiciosos esforços de restauração de parques jamais tentado
(a restauração também
tem beneficiado do apoio da USAID). O acordo promove
o duplo objectivo de restauração de ecossistemas e melhoria do desenvolvimento humano
para as comunidades locais.
Até agora, o GRP revitalizou equipes anti-caça furtiva;
reconstruiu infra-estruturas do parque; realizou
monitorização biológica; reintroduziu herbívoros (zebras / bois-cavalos / búfalos / elefantes / hipopótamos); construiu infra-estruturas sociais
para as comunidades vizinhas, centros
de educação
e investigação científica; estabeleceu programas de agricultura e de saúde em colaboração com os governos
dos distritos vizinhos;
e em 2010 o Governo
de Moçambique expandiu
os limites do Parque para incluir a Serra da Gorongosa
e uma zona tampão de 3.300
quilómetros
quadrados
em
torno
do Parque."
FONTE: VASCO GALANTE/GORONGOSA
FONTE: VASCO GALANTE/GORONGOSA
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