domingo, 21 de julho de 2013

CRUSSI JAMAL DISTRITO DE MOSSURIL PROVINCIA DE NAMPULA VAI TER NOVA ZONA ECONOMICA ESPECIAL, ACTIVIDADES TURISTICAS DE ALTO VALOR E ATRAÇÃO INTERNACIONAL

"Nasce mais uma Zona Económica Especial de Crussi Jamal (Nampula)

AÇÚCAR DE MOÇAMBIQUE MODELO DE DESENVOLVIMENTO DA AGRICULTURA COMERCIAL CONSIDERA EIU ECONOMIST INTELLIGENCE UNIT

"SECTOR DE AÇÚCAR CONSIDERADO MODELO DE AGRICULTURA COMERCIAL

21-07-2013 07:32:57

Maputo, 21 Jul (AIM) – A ‘Economist Intelligence Unit’ (EIU) considera que a indústria de açúcar em Moçambique está a servir como um modelo de desenvolvimento da agricultura comercial no país, demonstrando o potencial nacional nesta actividade. No ano passado, a produção de açúcar em Moçambique totalizou 243.538 toneladas, o correspondente a um incremento de 23 por cento em relação a do ano anterior e foi o segundo produto agrícola com maior exportação depois do tabaco.
A EIU reconhece que nos últimos anos, o sector de açúcar em Moçambique tem vindo a atrair investimentos estrangeiros significativos, em resultado dos “baixos custos de produção, vasta disponibilidade de terras e estrutura tarifária favorável, a nível doméstico e no estrangeiro (na União Europeia)”.Actualmente, parte considerável do açúcar produzido em Moçambique é exportado para a União Europeia, onde beneficia de acesso preferencial livre de tarifas aduaneiras e preços garantidos.
Moçambique conta com quatro refinarias de açúcar, maioritariamente controladas pelo grupo sul-africano Tongaat Hulett e que na sua totalidade empregam cerca de 35 mil trabalhadores, sendo por isso um dos sectores com maior mão-de-obra.Segundo escreve a agência de notícias “Macauhub”, projecta-se agora a construção duma quinta refinaria em Mopeia, província central da Zambézia, com as actividades a arrancarem em 2014.A EIU estima que com esses investimentos, a produção de açúcar em Moçambique poderá superar 500 mil toneladas dentro de quatro anos. “A previsão para a produção e exportação de açúcar no período 2013/17 é francamente positiva”, afirma a organização.
O governo lançou em Abril último o Plano Nacional de Investimento do Sector Agrário 2013/17, que pretende transformar a agricultura de subsistência, predominante no país, em agricultura comercial.
(AIM)MM/mz(AIM)" FONTE SAPO MZ.

"OBRIGADO MADIBA", ABILIO SOEIRO, AUTOR LANÇA OBRA EM MAPUTO, POR OCASIÃO DO 95º ANIVERSÁRIO DE NELSON MANDELA

"Notícias / Moçambique

"Obrigado Madiba", publicado em Maputo

O livro levou dois anos a ser redigido e o seu lançamento marcou em Moçambique a passagem dos 95 anos de vida de Mandela.
Abílio Soeiro
Abílio Soeiro
William Mapote
O empresário moçambicano, Abílio Soeiro lançou hoje em Maputo, a obra “Obrigado Madiba”, uma autobiografia em homenagem ao histórico líder sul-africano, Nelson Mandela.
A obra, composta por 263 páginas em texto e fotografias, retrata, basicamente, 13 anos de convivência entre o autor e o antigo presidente sul-africano e, segundo avançou em entrevista a reportagem da Voz da América na capital moçambicana, a mesma pretende transmitir o legado de Mandela para Moçambique.“Nelson Mandela deixa um legado em Moçambique. São 15 anos que ele convive com famílias moçambicanas e essa parte ninguém escreveu e é um pouco disso que retracto no livro” disse Soeiro.O livro levou dois anos a ser redigido e o seu lançamento marcou em Moçambique, a passagem dos 95 anos de vida de Mandela, que há mais de um mês está internado sob cuidados intensivos.Foi com emoção e lágrimas na ponta dos olhos que Soeiro falou da saída neste momento de aperto para todos os que conviveram com Mandela.De acordo com o autor, metade dos valores da venda do “Obrigado Madiba” vão reverter a um dos maiores projectos de Mandela, que é o hospital pediátrico construído para servir crianças carenciadas de toda a região austral de África, em particular." FONTE:  VOA MOÇAMBIQUE, VOZ DA AMÉRICA
N.B. UM FORTE ABRAÇO DE PARABÉNS ABÍLIO SOEIRO.

FELGUEIRAS, CÂMARA MUNICIPAL DE FELGUEIRAS APOIA GALA ANUAL DE ESTILISMO DE CALÇADO "DESCALÇO 13"








20 DE JULHO 2013, FELGUEIRAS, PELAS 21H30M, CINCO MIL PESSOAS PARTICIPARAM NA PRAÇA DA REPÚBLICA DE FELGUEIRAS NA FESTA DA MODA DE CALÇADO POR EXCELÊNCIA DE PORTUGAL.A ORGANIZAÇÃO DO EVENTO COUBE À ACLEM E À ESCOLA PROFISSIONAL DE FELGUEIRAS, QUE ESTÃO DE PARABÉNS! OS APOIOS INSTITUCIONAIS VIERAM DO MUNICIPIO E DA AEE ASSOÇIAÇÃO EMPRESARIAL DE FELGUEIRAS. A CÂMARA MUNICIPAL DE FELGUEIRAS TEM COMO SEU PRESIDENTE O DINÂMICO E EMPREENDEDOR ECONOMISTA INÁCIO RIBEIRO. O MUNICIPIO DE FELGUEIRAS CAMINHA NO SENTIDO DE EXPORTAR 700 MILHÕES DE EUROS EM 2013, NOMEADAMENTE EM CALÇADO, BORDADOS EM LINHO, VINHO VERDE, KIWIS E MOBILIÁRIO. NESTE CONCELHO A TAXA DE DESEMPREGO É INFERIOR A METADE DA MÉDIA NACIONAL. AQUI TRABALHA-SE EM 32 FREGUESIAS, EM 116 KM2. É AINDA UM CONCELHO CUJA HISTÓRIA REMONTA ANTES DA NACIONALIDADE E ONDE O ESTILO ROMÂNICO É EVIDENTE EM ALGUNS MONUMENTOS.
"DESCALÇO 13" TROUXE TAMBÉM HOJE A FELGUEIRAS DIVERSAS INDIVIDUALIDADES DOCENTES UNIVERSITÁRIOS DIRIGENTES ASSOCIATIVOS EMPRESARIAIS ENTRE OUTRAS E PESSOAS DA MODA E CULTURA TAIS COMO: CATARINA GOUVEIA, ANDREIA TELES, CAROLINA, OSKAR LIMA, RAQUEL, ANDREIA TORRES, AFONSO VILELA, CATARINA DURÃES, JOÃO PINTO E JOANA CASTRO.
INÁCIO RIBEIRO, PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE FELGUEIRAS AINDA RECENTEMENTE VISITOU MOÇAMBIQUE TENDO SIDO RECEBIDO PELO PRIMEIRO MINISTRO ALBERTO VAQUINA.

sábado, 20 de julho de 2013

PAZ, SEJA NOME DE RUA EM VILA NOVA DE GAIA, PORTO, PORTUGAL, GORONGOSA, SOFALA, MOÇAMBIQUE, É SEMPRE PAZ!


ANGOLA TEM O APOIO DA CPLP A MEMBRO NÃO PERMANENTE DO CONSELHO DE SEGURANÇA DAS NAÇÕES UNIDAS

"Candidatura de Angola recebe os votos da CPLP

Adelina Inácio | Maputo
20 de Julho, 2013
Fotografia: Eduardo Pedro
Os Estados da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) decidiram apoiar a candidatura de Angola a membro não permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas em 2015. A decisão foi tomada numa reunião do Conselho de ministros das Relações Exteriores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que terminou na sexta-feira, em Maputo. Os ministros reiteraram a importância de um estreito aprofundamento do relacionamento da Organização com a ONU e salientaram os esforços da comunidade na promoção da Língua Portuguesa no Sistema das Nações Unidas e nas organizações internacionais e regionais. O Conselho de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa reiterou a importância de se avançar com a reforma das Nações Unidas, em particular do Conselho de Segurança, incluindo os métodos de trabalho, de forma a torná-lo mais representativo, transparente, legítimo e eficaz. Os ministros concluíram que o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas deve ser ampliado a nível de membros permanentes e não permanentes e reiteraram o apoio à pretensão africana de estar representada na segunda daquelas categorias. No encontro, em que participaram ministros de Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor- Leste, foi exigido que a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa defina uma visão estratégica que permita o alargamento da sua actividade, a valorização das suas potencialidades e uma participação mais efectiva no processo de desenvolvimento dos Estados-membros. Os ministros pediram a aplicação do Acordo sobre a Concessão de Vistos para os estudantes dos Estados-membros, cooperação consular e facilitação da circulação de pessoas no espaço da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. No comunicado distribuído no final do encontro é sublinhado que a facilitação da circulação na CPLP é fundamental para tornar a comunidade um espaço de afirmação da cidadania dos seus membros e para os concidadãos se sentirem parte integrante dela. O Conselho de Ministros reconheceu o papel da concertação político-diplomática na promoção da paz, segurança e estabilidade e analisou a situação interna na Guiné-Bissau sobre a qual manifestou o desejo de ver concluído o processo de transição e do regresso à normalidade constitucional com a realização das eleições livres, justas e transparentes marcadas para 24 de Novembro. O pedido de adesão da Guine Equatorial para membro da CPLP motivou um aceso debate. O ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, garantiu o apoio de Angola e que os outros Estados-membros partilham o mesmo sentimento. “Entendemos que uma adesão é um acto político, o processo é longo, mas o facto de adoptaram a Língua Portuguesa na sua Constituição já é um passo importante”, afirmou. A Guiné Equatorial, referiu, é um país importante, com o qual todos os Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa têm relações. O Conselho de Ministros saudou os esforços da Guiné Equatorial para o cumprimento integral do Plano de Adesão e desejou ver criadas as condições para a Cimeira dos Chefes de Estado e do Governo da CPLP que se realiza no próximo ano, em Dili, aprovar a adesão daquele país. Os chefes da diplomacia da CPLP reiteraram a disponibilidade de continuarem a colaborar com as autoridades da Guiné Equatorial na aplicação do Programa de Adesão para a sua admissão como membro de pleno direito, em conformidade com os princípios orientadores da comunidade, com realce para o primado da paz, democracia, Estado de Direito, direitos humanos e a justiça social. Georges Chikoti disse à comunicação social que a CPLP estuda a possibilidade de uma presença militar da organização na Guiné-Bissau para ajudar a assegurar a paz naquele país. “Já existe uma força da CEDEAO que pode não ser suficiente”, sublinhou. A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa elogiou o trabalho da Missão de Observação Eleitoral da CPLP às eleições gerais em Angola de 31 de Agosto do ano passado e conclui que o processo “decorreu de forma cívica, pacífica e ordeira, constituído o exercício livre do direito ao voto dos angolanos, elemento basilar na consolidação das instituições democráticas e representativas do Estado”. O Conselho de Ministros agendou para o último trimestre deste ano, em Luanda, a quarta Assembleia Parlamentar da CPLP e saudou o facto de Angola assumir a presidência deste órgão para o período de 2015-2016. Na reunião estiveram como convidados os representantes das Nações Unidas para a Guiné-Bissau, Ramos Horta, e da União Africana. O ministro das Relações Exteriores e da Cooperação da Guiné Equatorial e os embaixadores das Ilhas Maurícias e do Senegal em Moçambique participaram como observadores associados da CPLP. FONTE NEWS BRIEF E JORNAL DE ANGOLA.

RIO TINTO MINERADORA EM TETE JÁ FORMOU MAIS DE 2450 TÉCNICOS MOÇAMBICANOS

"Economia
 

Rio Tinto forma mais profissionais


Mais de 100 profissionais estão a beneficiar de formação em cursos técnicos de engenharia de manutenção na província de Tete. Maputo, Sábado, 20 de Julho de 2013:: Notícias                  
Sob iniciativa da mineradora Rio Tinto Coal Mozambique, os referidos cursos compreendem os ramos da mecânica, electricidade, instrumentação e serralharia e têm a duração prevista de três anos.
Até ao presente momento, 240 pessoas foram formadas em vários cursos técnicos no Centro de Formação da empresa em Tete tendo sido depois empregues pela companhia.Para o seu apuramento, os jovens candidatos com diploma da 12ª classe, curso de ciências, são submetidos a um rigoroso processo de selecção, após o qual podem frequentar o seu curso, no Centro de Formação da Rio Tinto.“A formação, para além de nos munir de competências teóricas, oferece-nos a experiência única de sairmos com o saber fazer na área de especialidade”, disse Mariamo Marrime, de 34 anos de idade, natural de Songo, estudante do 3º ano, do curso de mecânica de manutenção, acrescentando que “quando cá entrei não sabia que teria o privilégio de me sentir apta profissionalmente na área que escolhi”.A fonte indicou que antes entrar na empresa teve uma formação média em geologia e minas. O curso que agora está a concluir vem completar a componente técnica e, sendo ela uma mulher, vai, ao mesmo tempo ser bom para provar que as mulheres têm capacidade para fazer a diferença em áreas técnicas em que elas não estão em grande número”. Adolfo Gripa, de 32 anos, natural de Moatize, falou também da sua experiência, tendo referencido que “está no 2º ano do curso de electricidade e sinte-se feliz por poder aperfeiçoar os conhecimentos em electricidade, que é sua paixão, e pela possibilidade que tem de se especializar nesta área. “Fiz o ensino técnico aqui em Tete e faltava-me a componente técnica que engloba as máquinas. O nosso curso é de alto nível, com direito a estágio prático, o que é para nós motivo de muita satisfação”. Magret Chicussa, de 21 anos de idade, natural de Lichinga, está no 1º ano do curso de electricidade, e considera que o curso aqui no Centro de Formação é muito intensivo. “Acho que o produto que vai sair daqui é de muito valor, graças ao ambiente e ao enquadramento existentes, que dão motivação para darmos o melhor de nós”.
Refira-se que para além destes técnicos, a Rio Tinto já formou, mais de 2450 profissionais em cursos gerais, em diversas áreas de construção civil" FONTE JORNAL NOTICIAS.