sexta-feira, 18 de novembro de 2011

CIMEIRA MOÇAMBIQUE PORTUGAL DECORRERÁ EM LISBOA 28 E 29 DE NOVEMBRO 2011

"Cimeira Moçambique/Portugal em Lisboa a 28 e 29 de Novembro . 18/11/2011. A cimeira bilateral entre Moçambique e Portugal, a decorrer em Lisboa, tem como datas indicativas os dias 28 e 29 de novembro, informou hoje à Lusa fonte do gabinete do primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho. A cimeira entre os dois países deveria ter decorrido em março, mas foi adiada devido à queda do anterior executivo português.A 23 de setembro, Passos Coelho avistou-se em Nova Iorque com o Presidente de Moçambique, Armando Guebuza, a quem propôs que a próxima cimeira bilateral anual entre os dois países tivesse lugar em novembro em Lisboa. As datas indicativas são 28 e 29, segundo informou hoje fonte do gabinete do primeiro-ministro, que se encontra em visita oficial a Luanda.(RM/Lusa)" Fonte Rádio Moçambique







MARIA JONAS GOVERNADORA DA PROVINCIA DE MAPUTO, PRESENTE NO LANÇAMENTO DO EMPRESARIO E PRESIDENTE DA CTA CONFEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÔES ECONÓMICAS DE MOÇAMBIQUE ROGÉRIO MANUEL, DA SUA PRODUÇÃO DE BANANAS EM MOTAZE, MERCADO NACIONAL E INTERNACIONAL

"Motaze: Lançado projecto para produção de banana. UM projecto para a produção de banana prata destinada ao mercado nacional e para a exportação acaba de ser lançado na localidade de Motaze, distrito de Magude, província do Maputo. Trata-se de uma iniciativa privada do empresário e presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), Rogério Manuel, e irá ocupar uma área de 100 hectares.Maputo, Sexta-Feira, 18 de Novembro de 2011:: Notícias Numa fase inicial, a produção da banana ocupará uma extensão de 15 hectares.Actualmente, a província do Maputo é uma das maiores produtoras de banana a nível nacional, sendo esta fruta produzida numa extensão de 2000 hectares.Para este ano, prevê-se que Moçambique exporte cerca de 70 mil toneladas de banana, sobretudo para a África do Sul, Zimbabwe e Suazilândia.Em declarações a jornalistas, Rogério Manuel afirmou ter investido até ao momento cerca de 9 milhões de meticais, num projecto que inicialmente vai empregar cerca de 25 pessoas a tempo inteiro. Acrescentou que para a materialização do empreendimento teve também apoio do Fundo de Desenvolvimento Agrário.“Acredito que o projecto vai impulsionar o desenvolvimento de Motaze, dado que a partir do mesmo haverá mais negócios e oferta de trabalho para a população. Se as pessoas tiverem emprego o comércio também vai se desenvolver, porque as pessoas terão dinheiro para comprar outros produtos”, disse Rogério Manuel.Ainda de acordo com a fonte, o desenvolvimento da indústria extractiva no país abre boas perspectivas para a emergente produção alimentar nacional, dado que, actualmente, os grandes projectos têm demandado, sobretudo, fruta, no mercado sul-africano.Entretanto, a governadora da província do Maputo, Maria Jonas, disse, durante a cerimónia do lançamento do projecto, tratar-se de mais um empreendimento económico para o distrito e para o posto administrativo de Motaze.“Segundo as explicações que recebemos do proponente do projecto, trata-se de uma variedade híbrida de banana, que num período de quatro meses começa a produzir os seus frutos e tem um tempo de vida de cerca de cinco afilhamentos e com uma produção muito elevada”, afirmou.A governadora da província destacou ainda que, para além de empregar mão-de-obra, o empreendimento vai dinamizar a vida de Motaze, porque vai necessitar de energia e difundir pelas comunidades locais novas tecnologias de rega.“O Governo está sensibilizado sobre a necessidade de se desenvolver uma agricultura comercial mecanizada e é por isso que a importação de alguns insumos agrícolas está isenta de impostos. Queremos com isso que os insumos cheguem às mãos do produtor a preços competitivos”, disse.
" Fonte Jornal NOTICIAS.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

ITÁLIA NEGOCIADOR DOS ACORDOS DE PAZ EM MOÇAMBIQUE FAZ PARTE DO NOVO GOVERNO

"Negociador dos acordos de paz em Moçambique faz parte do novo governo da Itália

17/11/2011. (PR Guebuza recebeu em Maputo uma delegação de Santo Egídio a 22 de novembro de 2010). O fundador da influente comunidade católica leiga de Santo Egídio, Andrea Riccardi, comprometida há 40 anos com mediações de paz, foi nomeado ministro da Cooperação Internacional e Integração do novo gabinete italiano. Aliás, é apontado como tendo agido nos bastidores para a conclusão, em 1992, do Acordo Geral de Paz de Roma que pôs fim a 16 anos de guerra em Moçambique. Desempenhou também papel importante em numerosos processos de mediação, como o que deu lugar ao acordo de paz na Guatemala, em 1996.Professor de história contemporânea da Universidade Roma Tre, de 61 anos, Riccardi é conhecido como um dos canais da 'diplomacia' do Vaticano.Trata-se da primeira vez que um membro da Santo Egídio entra para o governo.Recorde-se que, a 22 de novembro do ano passado, a Comunidade de Santo Egígio e o Ministério da Justiça moçambicano assinaram em Maputo um memorando de entendimento para a implementação do Programa BRAVO!, que até finais deste ano deverá registar quatro milhões de crianças. Na altura, o professor Andrea Riccardi assinalou que Moçambique tem feito um "trabalho enorme", e que "a primeira vez que vim a Moçambique, em 1980, a situação era muito difícil, hoje e deram enormes passos e esperamos chegar a toda a população". A Comunidade de Sant'Egidio em Moçambique, entre outras iniciativas, tem levado a cabo o programa DREAM, de ajuda às mulheres seropositivas, além de apoiar os doentes de HIV/SIDA nos estabelecimentos prisionais.A entrada de Riccardi no governo italiano, liderado pelo economista Mario Monti, ilustra a influência de um sector católico no gabinete de emergência, formado por tecnocratas, com o objectivo de pôr fim à fase de instabilidade financeira que, na semana passada, deixou a Itália à beira da quebra.A Comunidade de Santo Egídio, apelidada "a pequena ONU do Trastevere", nome do bairro romano onde fica sua sede, foi fundada em 1968 por Riccardi e um grupo de estudantes católicos; com o passar dos anos, especializou-se em negociações de paz." Fonte Rádio Moçambique.







EXPORTAÇÔES EM MOÇAMBIQUE 1º SEMESTRE 2011 ULTRAPASSARAM em 51,2% O PREVISTO

"Exportações superam previsões no 1º semestre .OS índices de exportações do país ultrapassaram, no primeiro semestre do ano, mais de metade do previsto para 2011, situando-se na ordem de 1.299,8 milhões de dólares, 51,2 porcento dos 2.402 milhões programados. Maputo, Quinta-Feira, 17 de Novembro de 2011:: Notícias O facto foi revelado ontem, em Maputo, pelo Primeiro-Ministro, Aires Ali, durante a sessão de informações solicitadas ao Governo pelas três bancadas parlamentares referentes à implementação do Plano Estratégico de Desenvolvimento do Sector Agrário; Protecção e Exploração dos Recursos Naturais e ao Sistema de Previdência Social para o Idoso. Os principais produtos exportados pelo país são, nomeadamente, o alumínio, energia eléctrica, produtos agrícolas, incluindo madeira. Dados recentemente divulgados pelo Governo indicam que a cifra de 2.402 milhões de dólares de exportações poderá ser ultrapassada com o início da venda do carvão de Moatize, em Setembro último. Na ocasião, Aires Ali referiu que no mesmo período o país registou um crescimento de 7,1 porcento na produção global, cifra situada acima do nível percentual do plano anual (6,7 porcento) necessário para se alcançar 7.2 pontos percentuais de crescimento do Produto Interno Bruto para 2011. O crescimento global acima da média planificada para o ano deveu-se, segundo o governante, ao desempenho da economia nos ramos da indústria, comércio, agricultura, transportes e comunicações. Fazendo um balanço do desempenho económico ao longo dos primeiros seis meses do ano, Aires Ali afirmou que a inflação média foi de 14,7 porcento, contra o planificado de 9,5 porcento para 2011; e uma inflação acumulada de 3,3 porcento; para além de ter atingido um nível de reservas internacionais líquidas de 1.895 milhões de dólares americanos, que possam financiar 4,3 meses de importações de bens e serviços para o normal funcionamento económico e social do país.Para o Primeiro-Ministro, os desafios do Governo continuam a ser a criação de oportunidades de emprego e de um ambiente favorável ao investimento privado e desenvolvimento de um empresariado nacional, salvaguardando, no entanto, uma correcta gestão do meio ambiente, para além de melhorar em quantidade e qualidade os serviços públicos de educação, saúde, água e saneamento, estradas e energia; e de prosseguir com a consolidação de uma administração local do Estado e Autárquica ao serviço do cidadão. Segundo sustentou o Primeiro-Ministro, o crescimento económico nacional ocorrido durante o primeiro semestre acontece num ambiente internacional adverso, devido a factores que afectam negativamente a economia mundial, dos quais se salienta o efeito devastador do terramoto e do tsunami na economia japonesa, com implicações também negativas nas cadeias de abastecimento industrial de outros países com grande peso na economia mundial, cujo crescimento foi de 4,3 porcento, 0,1 porcento abaixo das previsões iniciais. Num outro desenvolvimento, o dirigente governamental debruçou-se sobre a execução de políticas sociais, tendo revelado que no período em análise foram construídas 1.105 casas de custos acessíveis; realizadas 34.680 novas ligações domiciliárias de água; construídas 422 fontes dispersas de água nas zonas rurais; para além de terem entrado em funcionamento 947 novas escolas; admitidos mais de oito mil professores; colocados, nos distritos e outros locais do país, mais de 446 técnicos de saúde, dos quais 85 médicos; entre outras acções."Fonte Jornal NOTICIAS.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

CONSELHO DE MINISTROS DE MOÇAMBIQUE ASPECTOS PARCIAIS DA SESSÃO DE 15 DE NOVEMBRO DE 2011

"O Conselho de Ministros realizou, no dia 15 de Novembro de 2011, a sua 41.ª Sessão Ordinária. Nesta Sessão, o Governo apreciou e aprovou: − O Decreto de Reversão das Infra-estruturas das Centrais Hidroeléctricas de Chicamba e Mavuzi. O diploma determina a integração legal do património da Sociedade Hidroeléctrica do Revuè (SHER), SARL, em Moçambique, afecto às concessões de produção e transporte de energia eléctrica, na Electricidade de Moçambique, EP.O Governo apreciou ainda as informações sobre:-  O Relatório sobre as Bolsas de Estudos no país e no exterior; A situação das telecomunicações; – A reabilitação do muro/guia e terraço de jusante da Barragem de Macarretane" Fonte Portal do Governo de Moçambique.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

FADO CANDIDATURA A PATRIMÓNIO IMATERIAL DA HUMANIDADE

PORTUGAL APRESENTOU A SUA CANDIDATURA À UNESCO DO FADO A PATRIMÓNIO IMATERIAL DA HUMANIDADE. BREVE TEREMOS A DECISÃO.
"Deste fado "clássico" (?)[7] (também conhecido por fado castiço) são expoentes mais recentes Carlos Ramos, Alfredo Marceneiro, Maria Amélia Proença, Berta Cardoso, Maria Teresa de Noronha, Hermínia Silva, Fernando Farinha, Fernando Maurício, Lucília do Carmo, Manuel de Almeida, entre outros.O fado moderno (?)[7] iniciou-se e teve o seu apogeu com Amália Rodrigues. Foi ela quem popularizou fados com letras de grandes poetas, como Luís de Camões, José Régio, Pedro Homem de Mello, Alexandre O’Neill, David Mourão-Ferreira, José Carlos Ary dos Santos e outros, no que foi seguida por outros fadistas como João Ferreira-Rosa, Teresa Tarouca, Carlos do Carmo, Beatriz da Conceição, Maria da Fé, Mísia. Também João Braga tem o seu nome na história da renovação do fado, pela qualidade dos poemas que canta e música, dos autores já citados e de Fernando Pessoa, António Botto, Affonso Lopes Vieira, Sophia de Mello Breyner Andresen, Miguel Torga ou Manuel Alegre, e por ter sido o mentor de uma nova geração de fadistas. Acompanhando a preocupação com as letras, foram introduzidas novas formas de acompanhamento e músicas de grandes compositores: com Amália é justo destacar Alain Oulman (um papel determinante na modernização do suporte musical do fado), mas também Frederico de Freitas, Frederico Valério, José Fontes Rocha, Alberto Janes, Carlos Gonçalves.Nascido em Lisboa o fado tornou-se rapidamente numa canção nacional[5] que é hoje conhecido mundialmente pode ser (e é muitas vezes) acompanhado por violino, violoncelo e até por orquestra, mas não dispensa a sonoridade da guitarra portuguesa, de que houve e ainda há excelentes executantes, como Armandinho, José Nunes, Jaime Santos, Raul Nery, José Fontes Rocha, Carlos Gonçalves, Pedro Caldeira Cabral, José Luís Nobre Costa, Ricardo Parreira, Paulo Parreira ou Ricardo Rocha. Também a viola é indispensável na música fadista e há nomes incontornáveis, como Alfredo Mendes, Martinho d'Assunção, Júlio Gomes, José Inácio, Francisco Perez Andión, o Paquito, Jaime Santos Jr., Carlos Manuel Proença. Obrigatório é mencionar um virtuoso da guitarra clássica que se especializou em viola de Fado, Artur Caldeira, e o expoente máximo da "escola antiga", o viola-baixo de Fado, Joel Pina, o "Professor"." Fonte  WIKIPÉDIA.



MOÇAMBIQUE FIGURA NO GRUPO DAS ECONOMIAS QUE PODERÃO REGISTAR UM CRESCIMENTO MUNDIAL NESTA DÉCADA, SEGUNDO A REVISTA AMERICANA FOREIGN POLICY

"Moçambique nos lugares cimeiros do crescimento . Terça, 15 Novembro 2011 00:00 Redacção . Moçambique nos lugares cimeiros do crescimento . Segundo a “Foreign Policy”. Moçambique figura no grupo das economias que poderão registar um crescimento mundial nesta década, processo que, para o caso do país, vai basear-se numa evolução mais diversificada da economia. A conclusão é da revista norte-americana de política externa, Foreign Policy, que cruza dados do Banco Mundial e do Departamento de Estado norte-americano. Moçambique – que faz parte do grupo liderado pela Guiné Equatorial, Azerbaijão e Turquemenistão, que inclui economias “altamente dependentes das indústrias extractivas” – só em 2001 conseguiu crescer na casa dos dois dígitos (11,9%), tendo o seu crescimento sempre oscilado entre os 6% e 9%. Fonte Jornal O PAÍS.