domingo, 5 de março de 2023
CABO VERDE ULISSES CORREIA DA SILVA PRIMEIRO MINISTRO DE CABO VERDE VAI CEDER PARA EXPLORACAO À CIMPOR AS POZOLANAS NA ILHA DE SANTO ANTAO, CRIANDO 100 POSTOS DE TRABALHO.
05-03-2023 13:49
Cabo Verde vai entregar exploração de pozolana de Santo Antão à Cimpor
Cabo Verde vai entregar exploração de pozolana de Santo Antão à Cimpor
Porto Novo, Cabo Verde, 05 mar 2023 (Lusa) - O Governo cabo-verdiano vai assinar um contrato com a cimenteira portuguesa Cimpor para exploração das pozolanas na ilha de Santo Antão, prevendo a criação de mais de 100 empregos diretos, anunciou o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva.
A informação foi prestada após a visita de quatro dias que o chefe do Governo realizou àquela ilha, até sábado, referindo-se Ulisses Correia e Silva à extração de pozolana no Porto Novo, que remonta ao período colonial, mas que está paralisada há mais de sete anos.
Em 2005 foi ali instalada a empresa Cabocem, de investidores italianos, para produzir cimento pozolânico, mas que acabaria por encerrar em junho de 2013, apesar de as autoridades locais estimarem que existem naquela aérea jazidas à volta de dez milhões de toneladas de pozolana.
“Vamos assinar contrato com a Cimpor para a exploração das pozolanas e criação de mais de 100 empregos diretos e vários indiretos”, anunciou Ulisses Correia e Silva.
A Lusa noticiou em maio de 2022 que a Cimpor apresentou ao Governo cabo-verdiano um plano de investimentos de 5.500 milhões de escudos (48 milhões de euros) para “reforçar a parceria estratégica” que desenvolve no arquipélago há 18 anos.
Em comunicado enviado na altura à agência Lusa, a Cimpor antecipava já que este plano de investimentos inclui uma proposta para a obtenção da concessão da exploração de pozolanas na ilha de Santo Antão, mas também a gestão e concessão portuária bem como a produção de energia renovável.
Para a cimenteira portuguesa, “trata-se de um investimento crucial para o desenvolvimento da sua atividade”, bem como “para o crescimento da economia local”.
Citado no comunicado de então, o diretor-executivo da Cimpor Portugal e Cabo Verde, Luís Fernandes, referia que a atribuição da licença de concessão para a exploração de pozolanas na ilha de Santo Antão é um investimento “vital para a estratégia de crescimento” cimenteira portuguesa no arquipélago.
“A Cimpor está a desenvolver em todas geografias em que opera uma política de redução acelerada de emissões de CO2 associadas ao cimento. O recurso à incorporação de pozolanas, entre outras matérias-primas, na produção de cimento é uma das medidas fundamentais para a obtenção dos objetivos pretendidos”, afirmou.
De acordo com o administrador da Cimpor em Cabo Verde, João Brito e Cunha, estes investimentos surgem na sequência “do reforço da aposta” da empresa no país, “nomeadamente em novas áreas da economia cabo-verdiana”.
“Também demonstrámos interesse em diversificar investimentos, quer na gestão e na concessão portuária, quer na produção de energia renovável”, afirmou o administrador.
Presente em Cabo Verde desde 2005, a Cimpor afirma ser líder no mercado de cimento, de cimentos cola e de aço, e assume a produção de betão e agregados como uma prioridade, tendo investido mais de seis milhões de euros na instalação de duas novas centrais de britagem e duas novas centrais de betão nas ilhas de Santiago e do Sal.
A Cimpor é detida atualmente por um dos principais grupos económicos da Turquia (Oyak) e já depois dessa aquisição, o presidente da Oyak Cimento, Suat Çalbiyik, reuniu-se, em fevereiro de 2020, na Praia, com o primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia da Silva, tendo transmitido o interesse da empresa em diversificar os seus investimentos e negócios em Cabo Verde.
Nessa altura, o Governo cabo-verdiano anunciou o interesse do fundo turco Oyak em investir em Cabo Verde, na extração de pozolana, rochas de origem vulcânica utilizadas na indústria cimenteira.
“Abordamos o interesse na exploração da pozolana de Santo Antão e outras áreas de negócios”, referia uma nota divulgada na altura pelo gabinete de Ulisses Correia e Silva.
PVJ // PJA
Lusa/Fim
FONTE LUSA
CRISTOVAO COLOMBO, WALTER GAMEIRO NOMEADO PELA ASSOCIACAO CRISTOVAO COLON DE PORTUGAL E AS SUAS NAVEGACOES PARA E DO NOVO MUNDO EM 1492, COM PARTIDA DO TEXAS A 23 DE MARCO CHEGADO A LISBOA EM MAIO ONDE DARA CONFERENCIAS REGRESSA SAINDO DE LISBOA A 1 DE JUNHO PASSAGEM E PARAGEM NA MADEIRA
MENSAGEM RECEBIDA DO MEU AMIGO DESDE 1970 WALTER GAMEIRO A PROPOSITO DA VIAGEM DE CRISTOVAO COLOMBO"Fui nomeado para estudar as viagens do Cristovao Colon, pela Associacao Cristovao Colon de Portugal, e as suas navegacoes para e do Novo Mundo em 1492. Nesse sentido vou partir 'A VELA, do Texas no dia 23 de Marco, atravessaremos com a respectiva equipa o Golfo do Mexico, darei a volta 'a Florida, em Abril irei 'a Bermuda, Acores e Lisboa. Fico para conferencias no mes de Maio. Saio de regresso a 1 de Junho com paragem na Madeira, Canarias onde iniciaremos a mesma rota feita (fe facto) pelo famoso navegador ate'as Bahamas, Egg Island, onde chegou 'as Americas. ATE' BREVE."
SERA DESTA VEZ QUE FICARA ESCLARECIDA A ORIGEM DA BROA DE AVINTES SE FOI DO MILHO LEVADO SO ????? NO SEC XVI DA AMERICA CENTRAL PARA A EUROPA DE ACORDO COM ALGUNS DOGMATICOS, OU COMO EXPLICAM QUE QUANDO VASCO DA GAMA AINDA NO SEC XV 1498 JA CONHECIA O MILHO QUANDO CHEGOU A MOCAMBIQUE E COMEU O COM PEIXE COZIDO E MAIS TARDE FREI JOAO SANTOS NA SUA OBRA ETHIOPIA ORIENTAL REFERE O MIKATE E A BROA DE AVINTES TEM MUITAS SEMELHANCAS COM O MIKATE DE TETE?????
PARABENS WALTER GAMEIRO PELA DISTINTA E HONROSA NOMEACAO E PELA VIAGEM QUE IRAS REALIZAR, GRANDE ABRACO AMIGO E BOA VIAGEM!
quarta-feira, 1 de março de 2023
PNUD E MOCAMBIQUE ASSINAM PROJECTO PARA A RECUPERACAO DE CABO DELGADO NO VALOR DE 19 MILHOES DE EUROS.
28-02-2023 15:31
PNUD e Governo assinam projeto de 19 ME para Cabo Delgado
PNUD e Governo assinam projeto de 19 ME para Cabo Delgado
facebook sharing buttontwitter sharing buttonemail sharing buttonlinkedin sharing buttonwhatsapp sharing button
Maputo, 28 fev 2023 - O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) anunciou hoje a assinatura de um projeto com o Governo de Moçambique no valor de 19 milhões de euros para recuperar Cabo Delgado.
O projeto de dois anos intitulado “Estabilização e Recuperação Imediata da Província de Cabo Delgado” é financiado pelos Países Baixos e União Europeia (UE).
O objetivo é “apoiar os esforços do Governo” e “lançar as bases necessárias para fortalecer a paz e promover o desenvolvimento da região”.
Haverá ações para melhorar as condições de segurança, garantir serviços essenciais e fornecer apoio socioeconómico, refere o PNUD.
O projeto vai decorrer nos distritos mais afetados pela insurgência armada em Cabo Delgado, nomeadamente Macomia, Quissanga, Palma, Mocímboa da Praia, Muidumbe e Nangade.
“Os seis distritos alvo eram, antes do conflito e com base nos dados do censo de 2017, predominantemente rurais, com mais de 70% da população vivendo em áreas rurais. Com base nesta realidade, o programa não limitará as intervenções aos principais centros urbanos, mas também envolverá as comunidades para onde a maior parte da população acabará por regressar voluntariamente”, explica a agência humanitária.
Como parte dos esforços nacionais de estabilização e recuperação, “o PNUD estabeleceu um escritório local em Pemba, capital provincial de Cabo Delgado, em 2021, e começou a implementar atividades de estabilização”.
O PNUD tem apoiado “o restabelecimento de serviços básicos por meio da reabilitação e reconstrução de infraestruturas públicas destruídas, recuperação económica, através de intervenções monetárias e apoio aos meios de subsistência”, concluiu.
A província de Cabo Delgado enfrenta há cinco anos uma insurgência armada com alguns ataques reclamados pelo grupo extremista Estado Islâmico.
A insurgência levou a uma resposta militar desde julho de 2021 com apoio do Ruanda e da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), libertando distritos junto aos projetos de gás, mas surgiram novas vagas de ataques a sul da região e na vizinha província de Nampula.
O conflito já fez um milhão de deslocados, de acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), e cerca de 4.000 mortes, segundo o projeto de registo de conflitos ACLED.
LFO // LFS
Lusa/Fim
FONTE LUSA
CABO VERDE ULISSES CORREIA E SILVA PRIMEIRO MINISTRO PROMETEU HOJE QUE A INTENCAO DO GOVERNO É TRANSFORMAR A ILHA DE SANTO ANTAO NUMA REFERENCIA NO ECOTURISMO E NO TURISMO RURAL!
01-03-2023 19:54
Governo de Cabo Verde quer Santo Antão uma “referência” no ecoturismo e turismo rural
Governo de Cabo Verde quer Santo Antão uma “referência” no ecoturismo e turismo rural
facebook sharing buttontwitter sharing buttonemail sharing buttonlinkedin sharing buttonwhatsapp sharing button
Porto Novo, Cabo Verde, 06 mar 2023 (Lusa) – O primeiro-ministro cabo-verdiano manifestou hoje a vontade de “inverter” a tendência de perda de população em Santo Antão e disse que a visão do Governo é transformar a ilha numa “referência” no ecoturismo e no turismo rural.
“Estamos a trabalhar num percurso para concretizarmos a visão para Santo Antão, uma ilha que queremos ser de referência no ecoturismo e no turismo rural, com mais turistas e mais ofertas, dotada do seu aeroporto internacional e porto adaptado para receber cruzeiros e com um bom posicionamento nas energias renováveis”, apontou Ulisses Correia e Silva, na abertura de uma conferência sobre a ilha, realizada na cidade do Porto Novo.
A conferência sobre o desenvolvimento de Santo Antão visa, entre outros, fazer um balanço dos grandes projetos e medidas políticas concretizadas na ilha, perspetivar os projetos futuros e identificar possíveis áreas de intervenção.
O chefe do Governo pretende que a ilha mais a norte do país tenha ainda uma agricultura mais moderna e produtiva, dotada de um centro logístico de apoio ao escoamento dos produtos e com o seu Instituto de Ciências e Técnicas Agrárias a dar um contributo importante.
“Uma ilha mais desencravada e com melhores acessibilidades. Muito investimento já foi feito, mais investimentos vão ser realizados”, prometeu Correia e Silva, que iniciou hoje, juntamente com outros membros do Governo, uma visita de quatro dias à ilha de Santo Antão, para, entre outros pontos, apresentar projetos e realizar inaugurações.
Infraestruturas rodoviárias, requalificação urbana e ambiental, requalificação e restauro de património, água, saneamento e energia, agricultura, pecuária e pescas, transportes, turismo e indústria, emprego, diáspora, educação e saúde e coesão territorial foram alguns dos temas tratados na conferência, onde cada ministro apresentou os dados sobre as áreas.
Para o primeiro-ministro, a ideia do evento é ter uma visão e uma abordagem integradas das políticas e dos investimentos, considerando que só assim se pode ter um “caminho seguro” do desenvolvimento da ilha.
Ulisses Correia e Silva disse ainda que outro objetivo é inverter a tendência da ilha relativamente à perda de população que se tem verificado nos últimos anos.
“Para passar a ser uma ilha atrativa e competitiva para investir e viver. Isto faz-se com estratégias claras, com políticas claras, com objetivo claros e com tempo e consistência nas políticas”, indicou, pretendendo também aumentar a contribuição económica da ilha no setor das pescas.
“Com mais investimentos e infraestruturas, incluindo a expansão do porto marítimo do Porto Novo”, prosseguiu o chefe do Governo, que quer também que Santo Antão tenha atividade industrial, anunciando para breve a retoma da indústria da pozolana em Porto Novo.
Também promete mais investimentos para aproveitar o potencial agroindustrial, em destaque para a indústria do grogue (aguardente de cana-de-açúcar), e com maior capacidade de exportação, e ter uma ilha mais atrativa, com mais emprego e menos pobreza.
Além da conferência, a agenda do primeiro-ministro contempla ainda a realização de um Conselho de Ministros descentralizado na quinta-feira e um conjunto de visitas e inaugurações de projetos e obras do Governo nos três concelhos: Porto Novo, Ribeira Grande e Paul.
Também vai tomar parte na assinatura formal da criação da Empresa Intermunicipal de Águas de Santo Antão, que se inscreve numa lógica de criar sinergias entre os três municípios da ilha, para lidar com os problemas de faturação e cobrança dos serviços municipalizados, perdas elevadas de água na rede e com a incapacidade de efetuar investimentos em infraestruturas.
Com esta empresa, pretende-se a melhoria da qualidade do serviço prestado (qualidade da água, continuidade, redução de perdas, tratamento de esgotos) privilegiando as populações economicamente mais vulneráveis.
Santo Antão, uma das nove ilhas habitadas de Cabo Verde, é a segunda maior em superfície, com uma área de 779 quilómetros quadrados e cerca de 47 mil habitantes, sendo a terceira em número de população.
RIPE // LFS
Lusa/Fim
FONTE LUSA
PILAR CANCELA SECRETºARIA DE ESTADO DE COOPERACAO INTERNACIONAL DA ESPANHA DEFENDEU HOJE EM MAPUTO O REFORCO DO APOIO À ASSISTENCIAV HUMANITARIA EM CABO DELGADO.
01-03-2023 13:26
Moçambique/Ataques: Espanha defende reforço do apoio a assistência humanitária em Cabo Delgado
Moçambique/Ataques: Espanha defende reforço do apoio a assistência humanitária em Cabo Delgado
fac
FONTE LUSAebook sharing buttontwitter sharing buttonemail sharing buttonlinkedin sharing buttonwhatsapp sharing button
Maputo, 01 mar 2023 (Lusa) – A secretária de Estado de Cooperação Internacional da Espanha, Pilar Cancela, defendeu hoje, em Maputo, o reforço do apoio à assistência humanitária em Cabo Delgado, província afetada por uma insurgência desde 2017.
“A ajuda humanitária em Cabo Delgado é prioritária”, declarou à comunicação social Pilar Cancela, momentos após uma reunião em Maputo com o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, Manuel José Gonçalves, no âmbito de uma visita de trabalho que realiza a capital moçambicana.
Embora sem avançar números, Pilar Cancela destacou a importância do trabalho que entidades espanholas já realizam no apoio as populações daquela província afetada pelo terrorismo, considerando fundamental, no âmbito da crise humanitária, concentrar em Cabo Delgado recursos que estão em outros projetos espalhados pelo país.
“Quando há uma instabilidade, é sempre difícil desenvolver projetos de forma normalizada. Mas nós precisamos ter uma capacidade de reação e precisámos canalizar os recursos que estavam em outras zonas para Cabo Delgado, isso é uma prioridade”, frisou a diplomata, destacando o “nível positivo” da relação entre os dois estados, quando se assinalam 43 anos de cooperação.
A província de Cabo Delgado enfrenta há cinco anos uma insurgência armada com alguns ataques reclamados pelo grupo extremista Estado Islâmico.
A insurgência levou a uma resposta militar desde julho de 2021 com apoio do Ruanda e da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), libertando distritos junto aos projetos de gás, mas surgiram novas vagas de ataques a sul da região e na vizinha província de Nampula.
O conflito já fez um milhão de deslocados, de acordo com o Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), e cerca de 4.000 mortes, segundo o projeto de registo de conflitos ACLED.
Durante a sua visita de três dias a Moçambique, além do vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, a diplomata espanhola tem na sua agenda encontros com outros membros do Governo, com destaque para o Ministro da Saúde, Armindo Tiago, bem como visitas a projetos apoiados pela Espanha em Moçambique.
EYAC // VM
Lusa/Fim
FONTE LUSA
REINILDO, JOGADOR DO ATLETICO DE MADRID, NATURAL DA CIDADE DA BEIRA, PROVINCIA DE SOFALA, MOCAMBIQUE, LANCA CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE COM A SUA TERRA NATAL, BEIRA, MUITO OBRIGADO, PARABENS!
Reinildo lança campanha de solidariedade para com a Beira Beira (O Autarca) – O futebolista internacional moçambicano natural da Beira, Reinildo Mandava, jogador de Atlético de Madrid, lançou, na Espanha, uma campanha de solidariedade que consiste na angariação de donativos para as vítimas de ciclones na cidade que o viu nascer. Na sua iniciativa, o craque moçambicano envolveu todo o plantel do Atlético de Madrid e alguns amigos. Em breve será leiloada uma camisola do Atlético de Madrid com assinatura de todos jogadores da equipa e a bola da La Liga, e o valor será destinado para apoiar as vítimas de catástrofes na Beira.■ (R)
FONTE: JORNAL O AUTARCA DE MOCAMBIQUE
GORONGOSA PARQUE NACIONAL DA GORONGOSA, PROVINCIA DE SOFALA MOCAMBIQUE, 2022 FOI UM BOM ANO PARA A FAUNA, AGRICULTURA E EDUCACAO, EXCELENTE, PARABENS!
2022 foi um ano bom para a fauna bravia, a agricultura e a educação no Parque Nacional da Gorongosa Chitengo (O Autarca) – As pessoas que trabalham no Projecto de Restauração da Gorongosa, na província central de Sofala, tiveram grandes progressos em 2022, equilibrando as necessidades da fauna bravia e das pessoas, criando empregos para os residentes locais e restaurando o Parque da Gorongosa como um dos maiores tesouros de África. Os destaques do relatório do Parque Nacional da Gorongosa referente ao ano de 2022 incluem o levantamento aéreo da fauna bravia realizado em Outubro que malhadas é igualmente destacada no relatório, que enfatiza que dá ao Parque Nacional da Gorongosa um conjunto completo de grandes carnívoros que historicacontou uma grande população selvagem estimada em mais de102 mil animais. A reintrodução de seis hienas mente pertencem ao seu ecossistema, que incluía leões, leopardos e mabecos, bem como as hienas. Por outro lado, refere-se ao número de pessoas com acesso a água potável que aumentou em mais 15.600 depois que seis novos poços e 14 furos de água foram construídos perto de escolas e centros de saúde localizados nas comunidades ao redor do Parque. “Os níveis de proficiência em leitura e matemática aumentaram para quase 60% dos alunos matriculados em escolas construídas e financiadas pelo Projecto de Restauração da Gorongosa” – destaca o relatório que salienta também que cerca de 300 crianças de cinco anos tiveram novas oportunidades de brincar e aprender em três novos centros estabelecidos em Maio para educação pré-escolar. Em Novembro, mais de 100 crianças graduaram e estão prontas para o ensino primário. O projecto de mel é já uma bandeira da Gorongosa, tendo em 2022 distribuido 1.500 novas colmeias a apicultores locais que vivem perto do Parque. “Hoje este projecto apoia mais de 450 apicultores”. A Produtos da Gorongosa (empresa afiliada) comprou, em 2022, quase 3,5 toneladas de mel de apicultores locais e 100 toneladas de cerejas de café de 250 pequenos produtores de café. E, os agricultores locais responsáveis pela gestão de três tanques de tilápias produziram e venderam uma tonelada de peixe no mercado da Vila da Gorongosa. Explorers Club reconhece equipa do Parque Nacional da Gorongosa pela sua excelência na conservação Os membros da equipa de gestão do Parque Nacional da Gorongosa, Greg Carr e Dominique Gonçalves, serão homenageados pelo Explorers Club, com sede nos EUA, juntamente com uma lista impressionante de premiados de 2023 no seu jantar anual dia 22 de Abril na cidade de Nova Iorque. Greg Carr, Presidente do Projecto de Restauração da Gorongosa, vai receber o Prémio Presidencial para a Conservação, uma honraria especial pelos seus feitos na área. Dominique Gonçalves, gestora do Programa de Ecologia de Elefantes da Gorongosa, vai receber o Prémio Novos Exploradores. Este prémio é concedido a jovens cujo trabalho “amplie o conhecimento de todas as fases do universo, com ênfase nas ciências físicas, biológicas e naturais; engenharia; e conservação de recursos”. O Explorers Club, fundado na cidade de Nova York em 1904, é um centro para os principais exploradores do mundo e serve como uma sociedade profissional dedicada ao avanço da pesquisa de campo, exploração científica e conservação de recursos. O Parque aumentou número de guias turísticos para atender a uma procura crescente das actividades turísticas Quatro novos guias de safari – Paulo Chassara, Naida Conjane, Eminência Mbalate e Clemente Banda – juntaram-se à equipa de turismo do Parque Nacional da Gorongosa em Dezembro, elevando para 16 o número total de guias formados disponíveis para acompanhar os visitantes. Os novos guias são Moçambicanos que concluíram a formação de nível 1 e podem agora guiar safaris de observação e partilhar o que sabem sobre o parque em termos de geografia, geologia, fauna bravia, flora, e cultura local. Um quinto guia, José Montinho, concluiu a sua formação de Nível 2.■ (Redacção/ PNG)
FONTE JORNAL O AUTARCA DE MOCAMBIQUE
Subscrever:
Mensagens (Atom)
