quinta-feira, 4 de novembro de 2021
ANGOLA FILIPE ZAU NOMEADO MINISTRO DA CULTURA, TURISMO E AMBIENTE DE ANGOLA, PARABENS, QUERIDO AMIGO DESDE OS ANOS 90 EM LISBOA E NO PORTO, GRANDE ABRACO.
FILIPE ZAU FOI NOMEADO MINISTRO DA CULTURA, TURISMO E AMBIENTE DE ANGOLA, EXCELENTE ESCOLHA, ESTE NOVO MINISTRO DE ANGOLA FEZ O SEU TRABALHO A PULSO DESDE JOVEM DIPLOMATA< ERA CONHECIDO PELA SUA CAPACIDADE DE TRABALHO, OPTIMO RELACIONAMENTO HUMANO E UMA PESSOA DA CULTURA DESDE MUITO JOVEM. PARABENS GRANDE ABRACO AMIGO.
"Filipe Zau é o novo novo ministro da Cultura, Turismo e Ambiente de Angola
29/10/2021
ANGOLA
POLÍTICA
O Presidente de Angola, João Lourenço, exonerou hoje o ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato , que vai ser substituído pelo académico Filipe Zau.
O decreto assinado por João Lourenço e divulgado pela sua Casa Civil refere que Jomo Fortunato, que tinha sido nomeado para o cargo em novembro de 2020, foi exonerado por conveniência de serviço.
Jomo Fortunato, jornalista da área cultural e professor universitário, sucedeu à bióloga Adjany Costa, a primeira ministra a assumir a tutela das três pastas que foi nomeada em 06 de abril de 2020, mantendo-se apenas sete meses no lugar.
Num outro decreto, o Presidente da República determinou que Filipe Silva de Pina Zau cesse funções como membro do Conselho da República, órgão para o qual foi designado em 08 de setembro, para assumir as novas funções como ministro.
Filipe Zau, nasceu em Lisboa em 02 de novembro de 1950 e é um investigador em ciências da educação, professor, autor e compositor.
Igualmente por decreto datado de hoje, o Presidente João Lourenço nomeou Filipe Silva de Pina Zau para o cargo de ministro da Cultura, Turismo e Ambiente."
fonte: PLATAFORMA
quarta-feira, 3 de novembro de 2021
CASTELOS MAIS BONITOS DE PORTUGAL, JÁ OS VISITOU?
"ESTES SÃO OS CASTELOS MAIS BONITOS DE PORTUGAL, SEGUNDO SITE INTERNACIONAL. QUANTOS JÁ VISITOU?
Susana Sousa RibeiroSusana Sousa Ribeiro
2 nov 2021 16:37
Portugal
15 castelos menos conhecidos para visitar em Portugal
Susana Sousa Ribeiro · Portugal
15 castelos menos conhecidos para visitar em Portugal
Estes são os palácios mais espetaculares do mundo. Um deles fica em Portugal
Susana Sousa Ribeiro · Mundo
Estes são os palácios mais espetaculares do mundo. Um deles fica em Portugal
Os castelos têm uma magia e encantos únicos, que nos fazem viajar no tempo e nos levam para mundos mágicos de contos de fadas. Felizmente, em Portugal existem muitos castelos para visitar.
Estes são os castelos mais bonitos de Portugal, segundo site internacional. Quantos já visitou?
Espalhados por planícies verdes e colinas rochosas, os castelos portugueses constituem, segundo o site Culture Trip, "uma pequena, mas importante, parte do vasto património histórico do país". O site criou uma lista onde destaca aqueles que considera serem "os mais belos e encantadores castelos de Portugal".
Concorda com esta seleção? Que outros castelos portugueses adicionaria a esta lista?"
FONTE: SAPO VIAGENS
BEIRA PRESIDENTE ELEITO DA ACB ASSOCIACAO COMERCIAL DA BEIRA FELIX MACHADO PRETENDE QUE A BEIRA SEJA O CENTRO DE NEGÓCIOS DE MOCAMBIQUE, E PORQUE NAO?
“Novo Presidente da ACB pretende que a Beira seja o Centro de Negócios de Moçambique cance desse desiderato. Félix Machado substitui Jorge Fernandes, tendo sido eleito na tarde da última sexta-feira com a totalidade dos votos depositados na urna. É empresário do ramo de logística. É Economista, jovem empreendedor com experiência apurada no domínio do associativismo empresarial. Exerce actualmente a Presidência do Pelouro de Política Fiscal, Aduaneira e Comércio Internacional ao nível da CTA – Confederação das Associações Económicas Beira (O Autarca) – O novo Presidente Eleito da Associação Comercial da Beira (ACB), Félix Machado desafia tornar a capital provincial de Sofala no Centro de Negócios de Mo-çambique. Significa impulsionar a acti-vidade empresarial local tornandoa mais forte e competitiva a ponto de suplantar outras economias consideradas mais prosperas do país, e a Beira, com o porto e a influência que tem sobre actividades económicas da região já tem caminho meio andado para o alde Moçambique. Integra, igualmente, o corpo directivo da Associação dos Agentes Transitários de Moçambique onde ocupa a posição de Vice-Presidente, além de ser desportista com mérito de ser o Melhor golfista da actualidade, além de ser o Presidente do Clube de Golfe da Beira. Na sua primeira declaração à imprensa, após a eleição, Félix Machado começou por transmitir agradecimento a confiança dos associados e prometeu empenho na defesa e promoção do interesse empresarial. “Iremos trazer as suas preocupações ao nível mais alto e iremos resolver os problemas dos empresários de Sofala”. Na sua explanação, o novo Presidente da ACB lembrou que a actividade empresarial neste ponto do país ainda ressente-se profundamente dos efeitos devastadores causados pelos sucessivos ciclones que se abateram sobre a Beira, cenário agravado com o surgimento da pandemida da covid-19, chamando atenção de que os desafios actuais do sector privado centram-se na busca de mecanismos para contornar esses impasses. “Cabe ao novo elenco directivo da ACB mudar a dinâmica. As condições básicas já estão criadas. O que nós temos que fazer é corresponder essa confiança que nos foi depositada pelos sócios dando condições para que existisse uma única lista e votando em 100 por cento nela. Isto é um peso muito grande, significa que nos confiaram e nós temos que fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para justificar este voto de confiança. Acreditamos que existem condições internas, e achamos que há condições para elevar a Beira no mundo de negócios. Esse é o nosso objectivo” – sustentou. Parte dos sócios da ACB que votaram a lista única liderada por Félix Machado este sector privado pode ser o maior de todo o país”. Refira-se que a ACB é uma marca centenária de referência incontornável e de Elevado prestígio no contexto do movimento associativo empresarial moçambicano, e Félix Machado está determinado em capitalizar esse privilégio construído ao longo de épocas.■ (Redacção) Prosseguiu, observando que por si só o sector privado sofalense já é resiliente, considerando que não é tarefa fácil fazer sobreviver a actividade empresarial num cenário de tantas catástrofes, “mas constata-se que muitos empresários sofalenses tem conseguido sobreviver, e é destas forças positivas que o sector privado tem que precisamos catapultar e achamos com isso que ACB ent”
FONTE: JORNAL O AUTARCA DE MOCAMBIQUE.
terça-feira, 2 de novembro de 2021
MARTINHO DA ARCADA, EM LISBOA, COMEMORA HOJE 240 ANOS. PARABENS, PRESTO HOMENAGEM AO SAUDOSO MEU CONTERRANEO DE NESPEREIRA, FINFAES, ENGRAIXADOR COM A CARTEIRA PROFISSIONAL NÚMERO UM QUE FAZIA O SEU TRABALHO NESTE FAMOSO CAFE RESTAURANTE.
"02-11-2021 13:48
Livro, tertúlias e poesia na celebração dos 240 anos do Martinho da Arcada
Livro, tertúlias e poesia na celebração dos 240 anos do Martinho da Arcada
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Lisboa, 02 nov 2021 (Lusa) – O histórico café de Lisboa Martinho da Arcada assinala em janeiro 240 anos de existência, pretexto para um programa de comemorações promovido pelo escritor e dinamizador cultural Luís Machado, que inclui um livro, tertúlias e um recital de poesia.
As comemorações visam celebrar a vida do café mais antigo de Lisboa – inaugurado pelo Marquês de Pombal em janeiro de 1782 - e com uma história intimamente ligada à literatura portuguesa, tendo sido frequentado por escritores como Bocage, Lopes de Mendonça, Cesário Verde, Augusto Ferreira Gomes, António Botto e Almada Negreiros.
Contudo, um dos seus clientes mais assíduos foi Fernando Pessoa, que ali tem uma mesa permanentemente reservada, onde escreveu muitos dos seus poemas e a última parte do “Livro do Desassossego”.
A história deste espaço está contada num livro que evoca as etapas mais significativas daquele espaço histórico da Praça do Comércio, e que foi recentemente lançado por Luís Machado, também escritor e secretário-geral da Associação Portuguesa de Escritores (APE), intitulado “Martinho da Arcada, um café de todos nós”.
Esta obra contextualiza datas e nomes que marcaram a historia do café e, ao longo das suas 124 páginas ilustradas com fotografias de época e atuais, destacam-se alguns episódios curiosos, até agora pouco conhecidos, contou à Lusa Luís Machado.
Entre essas histórias relatadas, conta-se o facto de o Martinho de Arcada ter sido um dos precursores da rede telefónica da capital, de ter sido à sua porta que passou o primeiro automóvel (Panhard & Levassor) a circular em Portugal, antes de iniciar viagem para Santiago do Cacém, e de ter sido frequentado pelo escritor Antoine Saint-Exupery, pelo fotógrafo Man Ray e pela bailarina Josephine Baker, durante passagens por Lisboa.
Terá sido também dentro deste “mítico santuário da memória cultural coletiva” – como lhe chama Vítor Melícias no posfácio do livro - que Jaime Cortesão, fundador da Seara Nova, foi detido pela PIDE, e que Manuel Serra e os capitães Carlos Vilhena e Vasco Gonçalves planearam a Revolta da Sé.
O livro conta também com diversos depoimentos que ao longo dos anos várias personalidades da vida pública portuguesa prestaram sobre o Martinho da Arcada, como é o caso de Agostinho da Silva, Álvaro Siza Vieira, Amália Rodrigues, Carlos do Carmo, Mário de Sá Carneiro e Fernando Pessoa, mas também o seu heterónimo Bernardo Soares.
Entre as personalidades ilustres, quer do meio político, quanto intelectual e artístico, que passaram pelas mesas do Martinho da Arcada, muitas deixaram escritas “passagens memoráveis” no livro de honra do café.
Esses testemunhos são também reproduzidos na monografia, que dá a conhecer o que pensaram Álvaro Cunhal, Antonio Tabucchi, Eduardo Lourenço, Eunice Muñoz, Gerard Schroeder, John Malkovich, Ivan Lins, Jorge Amado, José Saramago, Manoel de Oliveira, Querubim Lapa, Robert Bréchon, Rui Nabeiro, Ruy de Carvalho ou Sophia de Mello Breyner, entre outros.
A publicação desta monografia ilustrada – editada pela Âncora - está integrada nas comemorações do aniversário do café, cuja programação foi avançada por Luís Machado.
Uma das iniciativas previstas é o regresso do ciclo de tertúlias “Rostos da Portugalidade”, uma iniciativa lançada originalmente em 2009, quando o café esteve em riscos de fechar, com o objetivo de o dinamizar.
Este foi o último de quatro ciclos de tertúlias culturais – “As conversas à quinta-feira”, “Mesas da Arcada”, “Tertúlias do Tejo” e “Rostos da Portugalidade” - que o autor dinamizou no Martinho da Arcada ao longo de três décadas.
Estas tertúlias, que estiveram interrompidas, regressam no dia 18 de novembro para uma primeira sessão que terá como convidado o cineasta António-Pedro Vasconcelos.
No dia 02 de dezembro, a protagonista dos “Rostos da Portugalidade” será a coreógrafa Olga Roriz, e no dia 15 de dezembro será dada a palavra ao músico e poeta Sérgio Godinho.
Já em 2022, o ciclo de tertúlias recebe o embaixador António Monteiro, no dia 13 de janeiro, e duas semanas depois, a 27 de janeiro, as conversas terão como orador convidado o fotógrafo Eduardo Gageiro.
“Pelo meio, haverá um recital de poesia” dedicado a Fernando Pessoa e seus heterónimos, intitulado “Pessoa – Infinitamente plural”, que decorrerá no dia 27 de novembro, pelas 17:00 no Café Martinho da Arcada e que será de entrada livre.
De acordo com Luís Machado, será promovida também a iniciativa “Era uma vez um café”, que convida alunos do ensino secundário de algumas escolas a visitarem o histórico café lisboeta e a ouvirem contar a sua história.
As comemorações terminam com um almoço de celebração no dia do aniversário, 07 de janeiro, no Martinho da Arcada.
Em cima da mesa está também um projeto da APE para criar um Prémio Literário Martinho da Arcada, destinado a galardoar livros de poesia inéditos, estando neste momento a decorrer a fase de angariação de patrocínios.
Há também o projeto de editar até janeiro uma serigrafia dedicada à data. O projeto está entregue ao Centro Português de Serigrafia, que será responsável pela edição e por escolher o artista plástico que fará o trabalho.
AL // TDI
Lusa/Fim"
FONTE : LUSA
EXXON MOBIL VAI ENCONTRAR-SE ESTA SEMANA EM MAPUTO COM GOVERNANTES MOCAMBICANOS, A COMPANHIA CONTINUA EMPENHADA NO PROJECTO DE EXPLORACAO DE GÁS NATURAL EM MOCAMBIQUE.
02-11-2021 09:29
Presidente da Exxon vai reunir-se com dirigentes moçambicanos esta semana
Presidente da Exxon vai reunir-se com dirigentes moçambicanos esta semana
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Maputo, 02 nov 2021 (Lusa) - O presidente da divisão da petrolífera Exxon Mobil de perfuração e extração vai encontrar-se com governantes moçambicanos entre quinta-feira e sexta-feira, em Maputo, depois de a empresa norte-americana ter assegurado a continuidade da sua presença no país africano.
Fonte do executivo moçambicano avançou que Liam Mallon vai reunir-se com dirigentes do setor dos recursos minerais e energia, havendo ainda a possibilidade de ser recebido pelo Presidente moçambicano, Filipe Nyusi.
Liam Mallon lidera a Exxon Mobil Upstream Oil & Gas Company e já liderou outras áreas da petrolífera, como a divisão de África ou a de desenvolvimento de projetos.
O presidente executivo da Exxon Mobil, Darren Woods, disse anteriormente que a companhia continua empenhada no projeto de exploração de gás natural em Moçambique, apesar da derrapagem nos prazos da decisão final de investimento.
“Eu não colocaria grande fé nos rumores de mercado que se ouvem”, afirmou Woods, durante uma conferência com analistas, citada pela agência de informação financeira Bloomberg, no seguimento de uma notícia do Wall Street Journal que apontava para uma reavaliação do projeto por parte da administração da petrolífera devido a preocupações ambientais e de retorno financeiro.
“Há muitas pessoas a falar e a maioria delas não tem um bom entendimento das discussões que estamos a ter”, acrescentou, admitindo, ainda assim, que houve uma “derrapagem” nos prazos estabelecidos, nomeadamente relativamente à decisão final de investimento (DFI) do projeto de liquefação em terra, em Afungi - sendo a DFI o momento a partir do qual a aposta é praticamente irreversível.
A Exxon Mobil faz parte do consórcio da Área 4 da bacia do Rovuma, cuja plataforma flutuante vai começar a produzir gás natural liquefeito a partir de 2022, com uma previsão de três milhões de toneladas por ano (mtpa) correspondente a 10% do total de produção prevista se somados os outros dois projetos de liquefação em terra (12,88 mtpa da Área 1 da Totalenergies e 15,2 mtpa da Área 4 que junta Exxon e ENI).
As petrolíferas têm de lidar com uma insurgência armada que desde 2017 afeta Cabo Delgado nas zonas em redor do empreendimento de gás, que levaram à suspensão por tempo indeterminado das obras da Área 1, maior investimento privado em curso em África, sendo alguns ataques reclamados pelo grupo extremista Estado Islâmico.
Uma vez concretizados, estima-se que os projetos de gás representem em conjunto cerca de 50 mil milhões de dólares (42,5 mil milhões de euros) de investimento na bacia do Rovuma, ao largo da província nortenha de Cabo Delgado.
PMA // SB
Lusa/Fim"
FONTE: LUSA
JOAO GOMES CRAVINHO MINISTRO DA DEFESA NACIONAL DE PORTUGAL RECEBIDO HOJE PELO PRESIDENTE DA REPUBLICA DE MOCAMBIQUE FILIPE JACINTO NYUSI.
"02-11-2021 17:27
Moçambique/Ataques: Cooperação militar portuguesa continuará apesar da crise política - ministro
Moçambique/Ataques: Cooperação militar portuguesa continuará apesar da crise política - ministro
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Maputo, 02 nov 2021 (Lusa) - O ministro da Defesa português, João Gomes Cravinho, disse hoje ao Presidente moçambicano que haverá "continuidade" na cooperação técnico-militar entre os dois países, seja qual for o desfecho da crise política em Portugal.
"Aconteça o que acontecer em termos de solução governativa em Portugal, haverá sempre continuidade no que toca ao relacionamento com Moçambique", referiu Cravinho, em declarações aos jornalistas, hoje, em Maputo, quase uma semana depois do chumbo do Orçamento de Estado pelo parlamento português.
Segundo explicou, a declaração foi feita nos encontros com o chefe de Estado, Filipe Nyusi, e com o ministro da Defesa moçambicano, Jaime Bessa Neto.
O governante encontra-se em Moçambique desde segunda-feira para participar esta quarta-feira na cerimónia de lançamento da Missão de Formação da União Europeia (EUTM, sigla inglesa) que vai preparar forças especiais moçambicanas para garantir a segurança em Cabo Delgado, região norte afetada por uma insurgência armada.
Portugal contribui com mais de metade dos 140 militares formadores na missão de dois anos que envolve 10 países sob direção operacional do brigadeiro-general do exército português Nuno Lemos Pires para capacitar 11 companhias moçambicanas.
"Há um grande consenso nacional" acerca da cooperação com Moçambique, um "país irmão", disse Cravinho, referindo que o trabalho que tem sido feito "é apreciado por toda a classe política em Portugal".
Por outro lado, o Governo "continua em plenas funções e, nesse sentido, até ao último dia empenhar-se-á a 100% na execução dos seus compromissos".
"Naturalmente que o contributo de Portugal" na missão da UE "é maior do que o de qualquer outro país, seja em termos de recursos humanos, seja em termos financeiros, mas Moçambique é um país irmão" e mereceu essa aposta sem "nenhuma hesitação", frisou.
A contribuição de Portugal ainda não está fechada porque "estão em curso discussões" sobre a mobilização para o novo Mecanismo Europeu de Apoio à Paz (MEAP), mas parte recairá "sobre os ombros dos países que fornecem recursos humanos", logo "é natural que haja uma parte importante de responsabilidade financeira" de Portugal.
Os custos comuns para a EUTM Moçambique, a serem cobertos através do MEAP, foram avaliados em 15,16 milhões de euros para o período de dois anos.
Portugal tem décadas de cooperação técnico-militar bilateral com Moçambique e estará sempre disponível para missões não executivas, como é o caso da formação, adiantou.
"As condições imediatas de paz têm de ser seguidas por uma aposta no desenvolvimento para que a instabilidade não regresse" e "no que toca a missões não executivas, Portugal está sempre disponível", disse Cravinho.
"No que toca a missões executivas [por exemplo, em combate], a questão nunca se colocou e duvido que venha a colocar-se", acrescentou.
"O nosso objetivo é criar condições para que essa premissa nunca se venha a realizar", com tropas moçambicanas capacitadas, referiu Cravinho, fazendo votos para que nenhum dos seus sucessores "tenha de se preocupar com essa problemática".
O atual programa-quadro foi celebrado há cerca de um ano e merece "balanço positivo" tanto do lado português como moçambicano, disse o ministro da Defesa após os encontros mantidos em Maputo - destacando ainda o papel de Portugal na mobilização da UE para a crise em Cabo Delgado.
Parte do trabalho de formação militar passa agora a ser feito no âmbito da EUTM, o que permitirá "libertar recursos" da cooperação técnico-militar bilateral Portugal-Moçambique para outras áreas complementares.
Além da formação de forças especiais de comandos e fuzileiros, as Forças Armadas e de Defesa de Moçambique (FADM) poderão no futuro ser complementadas com formação de militares especializados, como pilotos, e a outros níveis, como nas estruturas de comando, planeamento ou logística.
Desde julho, uma ofensiva das tropas governamentais com o apoio em combate de tropas do Ruanda, a que se juntou depois a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), permitiu aumentar a segurança, recuperando várias zonas onde havia presença de rebeldes em Cabo Delgado, nomeadamente a vila de Mocímboa da Praia, que estava ocupada desde agosto de 2020.
A província é rica em gás natural, mas aterrorizada desde 2017 por rebeldes armados, sendo alguns ataques reclamados pelo grupo extremista Estado Islâmico.
O conflito já provocou mais de 3.100 mortes, segundo o projeto de registo de conflitos ACLED, e mais de 817 mil deslocados, segundo as autoridades moçambicanas.
LFO // JH
Lusa/fim"
FONTE: LUSA
segunda-feira, 1 de novembro de 2021
GREPOC NO AMBITO DO PALPOC PROCEDE À ENTREGA DE 80 HABITACOES PÓS CICLONE IDAI EM MANDRUZI, DONDO, SOFALA
"“dor da Província, Lourenço Bulha e pela Embaixadora do Reino dos Países Baixos, Henny de Vries, as famílias beneficiárias manifestaram alegria porquanto passam a viver em habitações condignas e seguras, e enalteceram a iniciativa do Governo e parceiros. A conclusão e entrega das 80 casas é mais uma revelação clara do trabalho dedicado desenvolvido pelo GREPOC em torno da minimização dos impactos negativos causados pelo idai e em prol da melhoria das condições gerais de habitação das famílias vitimas do idai em Sofala. Os governantes que orientaram a cerimónia de entrega das casas referiram o esforço contínuo do executivo e Dondo (O Autarca) – O Programa de Alojamento Pós-Ciclones (PALPOC), implementado pelo GREPOC – Gabinete de Reconstrução Pós Ciclones, baseado na cidade da Beira, procedeu a entrega de 80 casas do tipo-1 construídas com base em material convencional e resilientes à igual número de famílias em Mandruzi, distrito de Dondo, na província de Sofala. As famílias beneficiárias viram as suas anteriores casas destruídas pelo ciclone tropical idai em março de 2019, e desde esse período viviam em tendas e casas feitas de material precário. Em Mandruzi residem actualmente 520 famílias retiradas das zonas de risco ou vulneráveis ao efeitos decorrentes das mudanças climáticas (ciclones e inundações) das cidades da Beira e Dondo. Numa cerimónia orientada pela Secretária do Estado em Sofala, Stela Zeca, acompanhada pelo Governaparceiros nacionais e internacionais no cumprimento dos programas elaborados no quadro da mitigação dos efeitos nefastos decorrentes da devastação causada pelo idai, o pior desastre ambiental uma vez registado nesta região, e apelaram aos beneficiários para a preservação do património. A construção das referidas 80 casas faz parte de um plano de edificação de um total de 160 habitações em Mandruzi, cujo projecto está orçado em 82 milhões de meticais, um financiamento conjunto do Reino da Holanda, União Europeia, PNUD, Canadá, Finlândia, Índia, Noruega e China. Salientar que o Programa de Alojamento Pós-Ciclones (PALPOC), implementado pelo GREPOC prevê a construção de um total de 520 habitações e reabilitação de cerca de 670 casas nos distritos da Beira, Dondo e Chibabava, em Sofala, para além de escolas, mercados e edifícios públicos.■ (Chabane Falume)”
FONTE: JORNAL O AUTARCA DE MOCAMBIQUE
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