sábado, 19 de maio de 2018
sexta-feira, 18 de maio de 2018
terça-feira, 15 de maio de 2018
DEAN PITMAN EMBAIXADOR DOS EUA ANUNCIOU A ESTRATÉGIA DA UTILIZAÇÃO DEO AGOA; IMPULSIONA O COMÉRCIO A PARTIR DE MOÇAMBIQUE PARA OS EUA
EUA apoiam o aumento do comércio com
Moçambique através da AGOA
Embaixador dos EUA, Dean Pittman, no
Lançamento da Estratégia de
Aproveitamento da AGOA
Maputo (O Autarca) – O Ministério
da Indústria e Comércio lançou
na última segunda-feira (14), em Maputo,
a Estratégia de Utilização da AGOA
– Lei do Crescimento e Oportunidade
para África em Moçambique.
Projectada para aumentar o comércio
e o crescimento económico em
toda a África, a Estratégia ajudará a
garantir que as empresas Moçambicanas
estejam melhor posicionadas para
usar a AGOA para acesso isento de impostos,
ao mercado dos EUA para mais
de 6.500 produtos.
A AGOA é a iniciativa comercial
fundamental dos Estados Unidos
com a África Subsaariana, e um forte
símbolo da parceria dos E.U.A. com a
região. Os dez anos de extensão da AGOA
até 2025 oferecem ao sector privado
uma oportunidade de desenvolver
e implementar uma relação comercial
de longo prazo com os Estados Unidos.
Na sua intervenção no lançamento
da Estratégia de Utilização da
AGOA, o Embaixador dos EUA em
Moçambique, Dean Pittman, observou
que “incentivos comerciais para aceder
ao mercado americano levarão a um
aumento dos investimentos em África,
criando mais empregos e oportunidades
económicas para todos.”
A Estratégia de Utilização da
AGOA em Moçambique priorizará os
principais sectores e produtos para potencial
expansão do comércio para os
Estados Unidos, incluindo: fabricação
de têxteis / vestuário; “Alimentos de
Especialidade” e o processamento agrí-
cola (castanha de caju, ervilha, mandioca,
amêndoa sem casca, feijão, noz
de macadâmia, melaço de cana, etc.) e
metais preciosos.■ (Redacção) "
FONTE: JORNAL O AUTARCA DE MOÇAMBIQUE
FONTE: JORNAL O AUTARCA DE MOÇAMBIQUE
segunda-feira, 14 de maio de 2018
RECENSEAMENTO EM MOÇAMBIQUE, APELO, TERMINA A 17 DE MAIO DE 2018
Vamos todos recensear
Beira (O Autarca) – Faltam apenas três dias para
o fim do processo de recenseamento eleitoral para as quintas
eleições autárquicas marcadas para 10 de Outubro pró-
ximo e sextas gerais (presidenciais e legislativas) e terceiras
das assembleias provinciais agendadas para Outubro de
2019. Todos os cidadãos com idade eleitoral são chamados
a dirigirem-se aos postos de recenseamento afim de obter o
direito de votar nas próximas eleições. Quem já recenseou
tem a responsabilidade de mobilizar todos os seus próximos
a se deslocarem aos postos de recenseamento. Tornase
necessário ajudar as pessoas que não tem condições de
se deslocar aos postos, emprestando meio de transporte e
outras formas para permitir que ninguém fique de fora neste
processo, crucial para as próximas eleições.
As presentes eleições tem revelado bastante interesse
não só dos potenciais eleitores, mas de todos os cidadãos
moçambicanos. Talvez pelo contexto em que elas tem
lugar, num período em que é cada vez mais crescente e notório
o sentido de análise e crítica dos cidadãos nacionais
principalmente em relação aos processos de governação.
Mas para que elas de facto tenham bastante interesse
é necessário que os cidadãos estejam habilitados para exercer
o voto, um direito e dever cívico e de cidadaina. É
por isso que apelamos a todos os potenciais eleitores a se
recensear. É só ter um pouco de paciência, suportar a fila e
adquirir o cartão de eleitor, como forma de contribuir para
o crescimento harmonioso do país.
Não importa se se identifica ou não com este ou aquele
candidato ou partido político. O que conta é a sua
participação no processo.
O nosso desejo como agente promotor da cidadania
é ver toda gente habilitada para votar em consciência no
candidato ou partido concorrente que representa a vontade
e os reais interesses do povo moçambicano, nos seus variados
extratos sociais.■ (Redacção) "
FONTE: JORNAL O AUTARCA DE MOÇAMBIQUE
FONTE: JORNAL O AUTARCA DE MOÇAMBIQUE
MIA COUTO PREPARA LIVRO SOBRE MEMÓRIAS DA BEIRA, SOFALA, MOÇAMBIQUE
"Mia Couto prepara livro sobre memórias na Beira
Depois da trilogia "As Areias
do Imperador", Mia Couto quer assentar
os pés na terra e escrever sobre a cidade
onde cresceu, a Beira, no centro
de Moçambique. Escritor pretende
"reinventar" as memórias de infância.
Mia Couto terminou, no ano
passado, a trilogia "As Areias do Imperador",
que tem como pano de fundo os
últimos dias do segundo maior império
em África governado por um africano,
Ngungunyane, no final do século XIX.
O escritor moçambicano diz agora que
a sua próxima obra será diferente -
mais pessoal.
"Depois de viajar por tempos
tão distantes, por gente tão antiga, apeteceu-me
tomar uma coisa mais com
chão, mais concreta, que seriam as
minhas memórias", afirma em entrevista
à DW África.
Mia Couto terminou, no ano
passado, a trilogia "As Areias do Imperador",
que tem como pano de fundo os
últimos dias do segundo maior império
em África governado por um africano,
Ngungunyane, no final do século XIX.
O escritor moçambicano diz agora que
a sua próxima obra será diferente -
mais pessoal.
"Depois de viajar por tempos
tão distantes, por gente tão antiga, apeteceu-me
tomar uma coisa mais com
chão, mais concreta, que seriam as
minhas memórias", afirma em entrevista
à DW África.
O autor quer reinventar o lugar
onde nasceu e cresceu: a cidade da
Beira, no centro de Moçambique. O
próximo livro não será autobiográfico.
Mia Couto pretende, antes, celebrar a
sua infância.
"Estou a reinventar aquele lugar
[a Beira], para que ele permaneça
vivo dentro de mim", conta o escritor.
"Não vou falar de mim nem da
minha família, mas desse tempo terminal
de um mundo colonial e como é
que ali já se adivinhava qualquer coisa
que vinha. São mais as minhas lembranças.
Não quero falar de mim. A
minha história não interessa tanto assim".
É o que diz Mia Couto. Outras
pessoas, particularmente os seus fãs,
poderão discordar.■ (Redacção/ DW)"
FONTE: JORNAL O AUTARCA DE MOÇAMBIQUE.
FONTE: JORNAL O AUTARCA DE MOÇAMBIQUE.
CHINA E MOÇAMBIQUE LANÇAM PROJECTO DE ACESSO À TELEVISÃO POR SATÉLITE, CRIADA A TELEVISÃO RURAL
"China e Moçambique lançam projecto de acesso à
televisão por satélite
Maputo (O Autarca) – Os
Governos da China e de Moçambique
lançam no próximo domingo (13), no
distrito de Marracuene, província de
Maputo, o programa de cooperação para
permitir que as famílias rurais assistam
televisão por satélite, melhorar a
digitalização e promover a parceria estratégica
abrangente entre aquele país
asiático e Moçambique. O acto do lan-
çamento da iniciativa, que abrange 500
aldeias moçambicanas, junta membros
do governo de dois países e classe empresarial.
O projecto, denominado Acesso
à TV por Satélite para 10 mil Aldeias
Africanas, resulta do anúncio o
Presidente da China, Xi Jinping, proferido
em Dezembro de 2015, no Fórum
de Cooperação China-África (FOCAC),
realizado na África do Sul. O
mesmo será implementado em cerca de
25 países africanos. A nível da Comunidade
de Países de Língua Portuguesa
(CPLP), Moçambique é o primeiro
país a beneficiar do projecto.
A iniciativa calha numa altura
em que se debate o processo de digitalização
em Moçambique.
Assim, cinte da importância
deste assunto que obviamente vai trazer
transformações sócio-económicas
no nosso país, convidamos o vosso
prestigiado órgão de comunicação social
para fazer a cobertura do evento.■
(Redacção) "
FONTE: JORNAL O AUTARCA DE MOÇAMBIQUE
FONTE: JORNAL O AUTARCA DE MOÇAMBIQUE
sexta-feira, 4 de maio de 2018
AFONSO MACACHO MARCETA DHLAKAMA, PRESIDENTE DA RENAMO FALECEU, PAZ À SUA ALMA!
ESTAS FOTOS FORAM TIRADAS EM SANTUGIRA, GORONGOSA, EM 14 DE AGOSTO DE 2013
O meu percurso até Santugira começou em 11 de Abril de 1990, quando o Presidente Chissano desafiou o Embaixador Francisco Madeira e a mim num encontro a altas horas da noite que tivemos no Palácio de Queluz em Lisboa, para nos encontrarmos com um amigo de infância comum do Embaixador Madeira e meu, Manuel Franque então Delegado da RENAMO em Lisboa e hoje Venerando Juiz Conselheiro do Conselho Constitucional. Antes Chissano tinha recebido o conhecidíssimo empresário Manuel Bolhosa. Algures em 1991/92, antes do Acordo Geral de Paz, o Presidente da RENAMO visita o Porto, sou convidado para um encontro almoço na Associação Comercial do Porto, eu era o Cônsul de Moçambique no Porto. Bem o Presidente Afonso Dhlakama sempre teve excelente memória, estes e outros factos lembrou-me eler em SANTUGIRA. A este encontro foram comigo dois amigos Carmo Jardim e António Dias da Cunha. Lembrou aina outro episódio da presença dele no funeral do filho de Chissano, Nympine e de Marcelina Chissano lhe ter pedido desculpa em público na Igreja pelo facto de mão o ter cumprimentado em Dezembro de 1994.
RECEBEM-NOS COM MUITA CORDIALIDADE DURANTE CINCO HORAS E TAL. DESCANSE EM PAZ!
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