quinta-feira, 5 de novembro de 2015

CABO VERDE FÁTIMA CORONEL, NOMEADA PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA

CABO VERDE

Fátima Coronel será primeira mulher a liderar Supremo em Cabo Verde

Praia - O presidente da República de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, nomeou quarta-feira para presidente do Supremo Tribunal de Justiça a magistrada Maria de Fátima Coronel, que será a primeira mulher a liderar a instituição.
O nome de Fátima Coronel foi escolhido pelos sete-juízes conselheiros que compõem o tribunal e encaminhado ao chefe de Estado, que quarta-feira publicou o decreto de nomeação."
FONTE: LUSA MOÇAMBIQUE.

"RETORNAR - TRAÇOS DE MEMÓRIA" O FIM DO COLONIALISMO, COM VÁRIOS DEBATES: TEATRO, EXPOSIÇÕES E DIFERENTES ACTUAÇÕES

PORTUGAL

O fim do colonialismo recordado em "Retornar-Traços de Memória"

Lisboa – A iniciativa “Retornar – Traços de Memória”, que assinala os 40 anos do movimento que ficou conhecido como "retorno das ex-colónias portuguesas", arrancou quarta-feira, em vários locais de Lisboa, com debates, teatro, exposições e diferentes atuações.
A EGEAC, empresa municipal de gestão de equipamentos e animação cultural de Lisboa, destaca, em comunicado, "a programação transdisciplinar" da iniciativa, "que decorre ao longo de quatro meses", e "apresenta olhares da arte, literatura, antropologia, história e política, para promover o diálogo e o conhecimento sobre o fim do império colonial português”."
FONTE: LUSA MOÇAMBIQUE.

FILIPE JACINTO NYUSI PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE PARTICIPA NA POSSE DE PRESIDENTE DA TÂNZANIA JOHN MAGUFULI

   MOÇAMBIQUE

PR moçambicano assiste hoje à posse de homólogo tanzaniano

Maputo - O Presidente deMoçambique, Filipe Nyusi, assiste na quinta-feira em Dar-es-Salam à posse do homólogo tanzaniano, John Magufuli, informou quarta-feira a Presidência moçambicana em comunicado.
Nyusi, também investido para o seu primeiro mandato este ano, viaja acompanhado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Baloi, que chefiou a missão de observação eleitoral da Comunidade dos Países da África Austral (SADC) na Tanzânia."
FONTE: LUSA MOÇAMBIQUE.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

CASTANHA DE CAJÚ MOÇAMBIQUE, PROVINCIA DE NAMPULA PREVÊ COMERCIALIZAR 40.000 TONELADAS

NAMPULA PREVÊ COMERCIALIZAR NA PRESENTE CAMPANHA 40.000 TONELADAS DE CASTANHAS DE CAJU

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Nampula prevê comercializar na presente campanha 40.000 toneladas de castanhas de caju
A província de Nampula prevê comercializar na presente campanha 40.000 toneladas de castanhas de caju.
A cifra poderá superar em duas mil toneladas a campanha 2014.
No acto do lançamento da campanha de comercialização da castanha de caju, esta terça-feira, o governador provincial, Victor Borges, instou aos produtores a unirem esforços no combate ao oídio e a evitarem as queimadas descontroladas. (RM/Nampula)"
FONTE: RÁDIO MOÇAMBIQUE

terça-feira, 3 de novembro de 2015

"ELEMENTOS DA LINGUA CHISENA E DA CULTURADO POVO SENA", AUTOR PADRE FERNANDO PEREZ, ANDALUZ DE GRANADA ESPANHA, 6 DE NOVEMBRO, 18H00M NO CENTRO CULTURAL PORTUGUÊS, NA CIDADE DA BEIRA, PROVINCIA DE SOFALA.

"Refª  208
02-11-2015
 
O Consulado Geral de Portugal na Beira tem a honra de convidar a Exma. Comunidade Portuguesa e seus Amigos a participarem na apresentação da obra “ELEMENTOS DA LÍNGUA CHISENA E DA CULTURA DO POVO SENA”, que decorrerá no Centro Cultural Português, na próxima Sexta-feira, 6 de Novembro, pelas 18 h.
A obra em questão, consta de um Dicionário Chisena-Português; de um léxico-dicionário Português-Chisena,  de uma gramática do Chisena, de algumas lições para a aprendizagem básica daquela língua materna moçambicana e ainda de alguns apontamentos sobre as tradições do povo Sena e poemas da sua Cultura. Um total de 464 páginas representando 29 anos de aprendizagem  e estudo do seu autor, Padre Fernando Perez Prieto.
O Senhor Padre Fernando Perez, um Andaluz de Granada, Espanha, chegou a Moçambique há 50 anos e desde então tem vivido e exercido a sua atividade missionária neste país, como Membro da Congregação dos Padres Brancos, sediados na Missão da Nazaré, em Inhamízua, periferia da Beira.
O Consulado Geral de Portugal  congratula-se  com o facto de ser parte deste momento de celebração de uma  cultura antiga de Moçambique que nos é tão familiar nesta Região centro de Moçambique, como é a Cultura do Povo de Sena, e através do dicionário e do léxico, da ponte ora reforçada, entre Moçambique e a Língua e Cultura Portuguesas.
Nestes tempos em que tudo acontece em tempo real, exorto os portugueses e os seus amigos moçambicanos a virem até ao nosso Centro Cultural  (próxima sexta-feira, 18 h) e usufruírem das muitas estórias  e ensinamentos que só um Missionário, com 50 anos de vivência em Moçambique, feitos de isolamento, serenidade, trabalho e reflexão, nos pode propiciar.
Podem eventualmente decidir adquirir o livro, na medida em que alguns exemplares irão estar disponíveis para venda.
Saudações e até sexta-feira.
António G. I. Pereira
Cônsul-Geral de Portugal na Beira
 
Rua António Enes, 148/149 2º andar
Beira - Moçambique
tel. 00 258 23 32 60 76 / 23322296 / 23326066
fax 00 258 23 32 46 88
FONTE: CONSULADO GERAL DE PORTUGAL NA BEIRA.
 

domingo, 1 de novembro de 2015

PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE FILIPE JACINTO NYUSI DESAFIA BANCA COMERCIAL DE MOÇAMBIQUE A AAPOIAR EFECTIVAMENTE SECTORES COMO A AGRICULTURA, PESCA, AGROINDUSTRIA E TURISMO

Redacção
O Presidente da República, Filipe Nyusi, desafiou os bancos que operam no sistema financeiro nacional a buscarem soluções que concorram para o financiamento efectivo dos sectores da agricultura, pesca, agroindústria, migração e turismo de baixa e média renda. 
Na sua óptica, a actual depreciação do Metical pode ser invertida e a produção nacional deve ser subsidiada.
No quadro das celebrações dos 20 anos do Millenium BIM, o Presidente da República, Filipe Nyusi, fez um intenso discurso que, entretanto, não foi distribuído à imprensa. Coube a cada jornalista presente captar à sua maneira aquela dissertação carregada de dados orientadores sobre como a visão do Chefe do Estado em relação ao quadro económico que o país vive.
Disse, por exemplo, que não se pode culpar o Dólar pela derrapagem do Metical, “porque amoeda americana está a visualizara economia dos Estados Unidos da América. Devemos nos preocupar com a nossa economia.” Disse ainda que o país deve se dispor a tomar decisões arrojadas para inverter o actual quadro em que se dão subsídios à importação e não à economia. E ainda chamou os bancos a ponderarem algumas propostas que vão desde a colocação de balcões em todos os distritos, para combater a exclusão financeira, até ao financiamento às actividades que são efectivamente produtivas.
Depois de fazer um enquadramento do sistema financeiro nacional, hoje corporizado por 18 bancos, com 633 balcões em 70 distritos, Filipe Nyusi disse que a sociedade espera da banca um maior e melhor oferta de serviços e produtos a custos competitivos, mesmo perante os riscos presentes da conjuntura económica e financeira internacional. Para que todos compreendessem o alcance das suas palavras, o Chefe do Estado sublinhou que “uma economia sem um sistema financeiro inclusivo e abrangente fica sem oxigénio.Perde assim a sua vigorosidade e capacidade transformativa”.
Assim sendo, convidou os bancos que operam no território nacional a reflectirem na contribuição que dão ao crescimento económico e no esforço que podem fazer para melhorar, a começar pelo financiamento às actividades como a agricultura, pesca, agro-indústria, migração e turismo de baixa e média rendaPediu ainda para que os bancos
pensem um pouco no que podem fazer para contribuir ainda mais para acelerar o processo de formalização da economia, nas acções estratégicas que devem ser adoptadas para o apoio a Pequenas e Médias Empresas e na educação financeira para a promoção de hábitos permanentes de poupança e o seu investimento produtivo. Também apelou a todos os bancos para intervirem não apenas na expansão de serviços financeiras, mas igualmente na melhoria da qualidade de procura de serviços financeiros e a terem produtos que permitam
financiar a custos competitivos a habitação para clientes da média renda.
Filipe Nyusi lembrou que quando assumiu o cargo de Presidente da República colocou a si mesmo o desafio de encorajar o sector financeiro para que todos os distritos tivessem um banco. “E reafirmo este nosso desafio de aceleração da bancarização rural de Moçambique a todos os bancos do sistema financeiro de Moçambique”.
Para ser mais preciso reforçou dizendo que “a construção de um país próspero não se compadece com um professor,enfermeiro ou qualquer outro cidadão que ainda viaja 200 quilómetros para ter a sua remuneração,o seu salário ou recolher a sua ainda magra pensão. Este acto é uma das formas de exclusão.
A seguir acrescentou que a exclusão de serviços financeiros da mulher, do jovem, que hoje representam mais de 50 por cento da população moçambicana, não só constitui uma violação de direitos humanos como também limita o nosso potencial de crescimento económico do país.
O METICAL E SEUS DESAFIOS
Em relação à depreciação da moeda nacional, o Presidente da República disse que o Metical, por ser símbolo da soberania nacional e da independência, deve ser preservado para assegurar que cumpra com todas as funções, nomeadamente a unidade de conta, meio de pagamento e reserva de valor.
Lembrou que ao longo do tempo, o Metical tem registado períodos de robustez e de turbulência associados às condições específicas da conjuntura doméstica e internacional. E até deu exemplos, com direito a números e tudo.
Por exemplo, no presente ano o Metical acumula uma flutuação acentuada de aproximadamente 27.5 por cento entre Dezembro de 2014 e a primeira quinzena de Outubro deste ano. O Dólar atingiu a factura de 45 meticais segundo estatísticas das transacções efectuadas pelos bancos comerciais com a sua cliente. Nós, Moçambique, o Metical perdeu 33.9 do seu valor”,frisou.
Mas, também recordou que o metical não é caso único, pois, o euro, iene (do Japão), rublo (da Rússia), o real (do Brasil), entre outras moedas de circulação mundial se desvalorizaram perante o fortalecimento do dólar. Este fenómeno afectou as moedas da região, nomeadamente o kwasha (Zâmbia), o kwanza (de Angola), o xelim (Tanzania) e o rand (da África do Sul. “Ainda que o fortalecimento do Dólar norte-americano seja um factor a tomar em conta, a volatilidade que afecta o Metical tem outras causas.Não podemos responsabilizar o dólar porque este está a visualizar o respectivo produto do seu país. É obrigação da economia americana, devemos nos preocupar com a nossa economia”, sublinhou.
Posto o quadro nestes termos, o Presidente Nyusi entende que é preciso ter presente que o fortalecimento do Dólar tem sido acompanhado pela queda dos preços das matérias-primas e que Moçambique exporta basicamente energia, gás e matérias-primas como alumínio, algodão e açúcar, numa conjuntura adversa de queda de preços internacionais as receitas das exportações moçambicanas são penalizadas. “Ademais, é preciso não esquecer que nos últimos anos opaís tem enfrentado no início de cada ano cheias que destroem culturas alimentares,
infra-estruturas sociais e económicas, esta situação agrava o cenário estrutural de baixa produção e produtividade agrícola e pressiona as importações de bens de consumo e de capital. É um problema que nos remete ao esforço para gestão da natura que em 40 anos ainda não fizemos muito”,disse.
Também recordou que no primeiro semestre do presente ano as importações tradicionais subiram e as exportações pouco se moveram, o que conduziu ao agravamento do défice da balança de transacções correntes que já é estruturalmente deficitária e que depende de ajuda externa para se manter equilibrado.
Significa que estamos a consumir mais do que produzimos”.Segundo o Chefe de Estado, opaís observa uma menor disponibilidade de divisas no mercado cambial, contribuindo deste modo para uma maior volatilidade da taxa de câmbio do metical que piora por causa da actuação de operadores financeiros desonestos deste mercado.
Ainda em relação à movimentação de capitais, Filipe Nyusi disse que no ano passado o país recebeu 314 milhões de dólares para além de ter adicionado receitas de mais-valias recebidas em divisas contra 205 milhões dos primeiros nove meses deste ano sem mais valias.
Ao contrário do ano passado, este ano verifica-se que a capacidade financeira foi associada à queda do Investimento Directo Estrangeiro, o que faz com que os bancos comerciais procurem refúgio nos já exíguos recursos do Estado num contexto em que as responsabilidades para com a dívida externa aumentaram em 2015 quando comparada com
2014. “A dívida é de 251 milhões de dólares nos primeiros nove meses com 135 milhões de dólares em igual período do ano passado, fica clara uma maior exposição do metical às intempéries de uma conjuntura adversa”, disse.
Este quadro resulta de uma realidade cumulativa que nos remete mais concentração no programa de produção intensiva. Igualmente, não temos remorsos de dizer que estamos a principiar o novo ciclo de governação com a menor disponibilidade de divisas que decorre também da redução dos níveis de ajuda externa do nosso país. Esta realidade não deve nos colocar na situação de desespero”.
“É HORA DE ACORDAR”
Reconhecendo que o metical anda mal, o Presidente da República disse que os dirigentes do país e do sistema financeiro devem sentir-se desafiados para elevar os indicadores para um desenvolvimento económico sustentável. Apesar de todo o cenário negro que se vislumbra, o sossego vem dos indicadores da inflação que continuam baixos e controlados, e com o Produto Interno Bruto dentro da trajectória consistente dos objectivos traçados para 2015. “Temos como governo um país com obrigação de encontrar soluções. Temos obrigação de transformar esta conjuntura em grande oportunidade de resistir a medidas paliativas e implementar reformas estruturais do nosso tecido produtivo. É hora de acordarmos do sonho infinito de simples vontades e começarmos a produzir de forma competitiva e multissectorial”, disse Filipe Nyusi. Para tornar este caminho real, o Chefe de Estado afirma que é preciso coragem e uma nova forma de actuação do Estado, do sector privado, financeiro e da sociedade em geral que vai permitir que haja uma consolidação das contas públicas e uma melhor projecção dos investimentos.
Conforme disse, este é o momento de inverter as políticas de subsídios de importação para subsídios de produção. “Isto exige coragem”. “A base sólida de contas públicas que estamos a construir representa um pilar para reformas estruturantes que pretendemos desenvolver ao longo dos próximos anos. Pretendemos estimulara economia produtiva através de reformas e estímulos onde Moçambique é naturalmente competitivo”, enfatizou."
FONTE: JORNAL DOMINGO DE MOÇAMBIQUE.

ARLIDO CHILUNDO, GOVERNADOR DA PROVINCIA DO NIASSA, APELA À PRESERVAÇÂO DE LUGARES HISTÓRICOS EVOCATIVOS DA LUTA DE LIBERTAÇÃO NACIONAL

RÁDIO ONLINE

ARLINDO CHILUNDO APELA A PRESERVAÇÃO DE LOCAIS HISTÓRICOS

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Arlindo Chilundo apela a Preservação de Locais Históricos
O governador do Niassa reitera o apelo ao governo e a população de Mavago a preservação dos locais históricos existentes na região no quadro da luta de libertação nacional
São os casos das bases centrais de Nsauzi e Beira, em NKALAPA, bem como o local onde descansou o presidente Samora Machel, em mil novecentos e setenta, o ano da operação do górdio protagonizada por Caúlsa de Ariaga que visava a eliminação da Frelimo em tempo recorde, na sede distrital.
Arlindo Chilundo disse que aqueles lugares devem ser referência para as novas gerações como forma de preservar o legado libertador do povo moçambicano contra o colonialismo português.
Falando em reuniões populares em Nkalapa e Milepa, na sua recente visita ao distrito de Mavago, Arlindo Chilundo disse que aqueles locais podem ser atractivos para o turismo.
Chilundo visitou a base Beira, onde recebeu explicações de Rajabo chimage, o ultimo comissário político do local e onde descansou o Presidente Samora Machel, no qual o guia de ocasião foi Sumane Ntaula, um exímio combatente da luta de libertação nacional.
Para o governador do Niassa, os locais históricos têm um valora acrescido para a independência de um pais, e Moçambique não é excepção, pelo que há a necessidade da sua preservação. (RM-Niassa)"
FONTE: RÁDIO MOÇAMBIQUE