sábado, 3 de agosto de 2013

BCI BANCO COMERCIAL DE INVESTIMENTOS VAI ABRIR LINHA DE CREDITO DE 500 MILHÕES DE METICAIS PARA AS MELHORES PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS DE MOÇAMBIQUE

"500 milhões de meticais para as melhores PME

O BANCO Comercial e de Investimentos (BCI) acaba de anunciar que vai abrir uma linha de crédito de 500 milhões de meticais (cerca de 16,6 milhões de dólares norte-americanos) para as melhores pequenas e médias empresas, no âmbito da segunda edição do concurso das “100 Melhores Pequenas e Médias Empresas” de Moçambique. Maputo, Sábado, 3 de Agosto de 2013:: Notícias                  
“Anunciamos o lançamento de uma linha de 500 milhões de meticais, que vai conferir um conjunto de vantagens para as empresas que vierem a ser as PME da edição deste ano”, disse o presidente do BCI, Paulo Sousa, numa altura em que a dificuldade de acesso ao crédito é dos maiores obstáculos ao crescimento deste grupo de empresas." FONTE JORNAL NOTICIAS,

MONTEPIO GERAL DE PORTUGAL PASSA A DETER 45% DO BANCO TERRA DE MOÇAMBIQUE

"Economia
 

Aprovado investimento do Montepio no Banco Terra


A Caixa Económica Montepio Geral acaba de receber a aprovação da sua Assembleia-Geral para investir no Banco Terra, em Moçambique. O investimento é parte de um programa de reestruturação e reforço do capital social do Banco Terra que irá habilitar o Montepio a deter até 45 por cento das acções deste banco moçambicano. Maputo, Sábado, 3 de Agosto de 2013:: Notícias                  
Segundo soubemos, este projecto de investimento financeiro está, contudo, ainda sujeito à aprovação pelas entidades reguladoras competentes.Os actuais accionistas do Banco Terra – o Rabobank, o Norfund e a Gapi-SI já tinham aceite a oferta de investimento apresentada por aquele banco sedeado em Lisboa, por a terem considerado como a melhor proposta para prosseguir e consolidar o projecto de estabelecimento em Moçambique, de um banco empenhado no financiamento às pequenas e médias empresas, priorizando os agro-negócios e fortalecendo a sua actuação no segmento de retalho.
Uma vez concluída a aprovação da entrada do Montepio no Banco Terra pelas autoridades reguladoras, o Rabobank já manifestou o seu compromisso em também investir no aumento de capital de forma a deter uma participação de igual percentagem à do Montepio.
Os outros dois accionistas – o Norfund e a Gapi, SI mantêm a participação no Banco Terra, reiterando o seu compromisso com a missão desta instituição financeira.
Todos os investidores envolvidos nesta negociação subscrevem um compromisso de melhoria da qualidade dos serviços a prestar aos seus clientes, bem como de responder à estratégia de desenvolvimento do sector financeiro moçambicano conforme recentemente aprovada.Refira-se que o Grupo Rabobank é composto por um banco de centro, o Rabobank Netherlands e mais 139 bancos cooperativos locais, além de um subgrupo bancário internacional, o Rabobank International. Como uma autêntica cooperativa, o Grupo Rabobank serve os seus clientes/membros e tem como missão criar valor para os clientes/membros, funcionários e comunidades através de um relacionamento de longo prazo.O grupo presta toda a gama de serviços financeiros, fundados em princípios cooperativistas. Com as suas raízes e sede na em Utrecht, Holanda, o Rabobank está hoje representado em 47 países em todos os continentes, contando com mais de 10 milhões de clientes, cerca de 60 mil funcionários, sendo uma autoridade de renome na área das finanças agrícolas e é um dos muito poucos bancos que goza de um rating.
Já o Norfund, também conhecido como o Fundo de Investimento Norueguês para os Países em Desenvolvimento, contribui com capital de risco para actividades em países em desenvolvimento, financiando as quais áreas não são financiáveis pela ajuda tradicional, ou que, não atractivas para a banca comercial clássica
A descrição do mandato do Norfund contém um requisito implícito que é as suas operações contribuírem ou criarem algo mais do que seria, doutra forma, criado através do mercado.
A GAPI-SI é uma instituição financeira que opera desde 1990 com o objectivo de contribuir para o desenvolvimento económico e social de Moçambique. A sua actividade está assente numa parceria pública-privada, que promove o empreendedorismo e melhora a solvabilidade dos empresários nacionais, intervindo prioritariamente nas zonas rurais, combinando recursos financeiros e formação de capital humano. A GAPI-SI tem como missão contribuir para a criação de um sistema financeiro mais integrado, promovendo a melhoria das condições de solvabilidade das pequenas e médias empresas e das organizações baseadas na comunidade.A GAPI-SI concebe e implementa programas de desenvolvimento integrado que contemplam as necessidades de gestão de negócios, criação e consolidação de instituições empresariais e acesso a serviços financeiros. E esta instituição está presente em todo o território nacional através de uma rede de balcões com uma equipa de 84 técnicos que trabalham em 40 distritos. A Caixa Económica Montepio Geral - Montepio é uma reconhecida instituição bancária europeia que no passado já actuou em Moçambique.Fundada em 1844, o seu negócio concentra-se na intermediação de retalho, através da captação de recursos de clientes de pequena e média poupança e da concessão de crédito a particulares, micro-empresas, PME, empresários em nome individual e instituições do terceiro sector.Esta é uma instituição detida por uma associação mutualista pertencente aos seus associados e onde, de acordo com os primórdios do mutualismo, os lucros assinalados pela caixa económica em cada ano são utilizados nas obras da associação mutualista, que se destinam à protecção da saúde e reforma dos seus associados.
O Montepio e o seu grupo de organizações oferecem um valioso capital de confiança constituído ao longo de mais de 172 anos de serviço à sociedade portuguesa, assumindo a dupla qualidade de mutualidade e instituição financeira.Enquanto instituição do sector da economia social, o Montepio coloca o progresso económico ao serviço dos associados, dos clientes e da comunidade, prossegue um crescimento sustentável e desafia o futuro determinado a apoiar as famílias, os agentes económicos e os projectos empreendedores." FONTE JORNAL NOTICIAS.

CARVÃO DE MOATIZE TETE COMEÇA A SER EXPORTADO A PARTIR DE NACALA EM DEZEMBRO DE 2014

"Inicia em Dezembro exportação de carvão a partir de Nacala


A PRIMEIRA operação de exportação de carvão mineral extraído da bacia carbonífera de Moatize, província de Tete, a partir do terminal portuário, em construção de raiz, na vila-sede do distrito de Nacala-à-Velha, em Nampula, com uma capacidade de armazenamento de 1450 milhões de toneladas, vai ocorrer em Dezembro do próximo ano.
Maputo, Sábado, 3 de Agosto de 2013:: Notícias                  
As previsões foram avançadas ontem no decorrer de um encontro promovido na cidade de Nampula pelas concessionárias do “Corredor de Nacala”, nomeadamente, o Corredor de Desenvolvimento de Nacala (CDN), e o Corredor Logístico Integrado de Nacala (CLN). A viabilização do projecto “Corredor de Nacala” vai exigir o desembolso de uma soma estimada em 4.3 biliões de dólares norte-americanos.A Índia, alguns países europeus, asiáticos e da América do Sul serão também os potenciais mercados do carvão mineral extraído em Moatize, cuja porta de saída será através do terminal de Nacala-à-Velha, segundo foi referido na ocasião. Da produção global de carvão da bacia de Moatize, estimada em 30 milhões de toneladas do produto serão escoadas para Nacala-à-Velha, onde ficarão disponíveis para colocação no mercado mediante solicitação dos compradores.
Para garantir o escoamento das minas de Moatize, bem como melhorar as condições para o transporte de passageiros e carga geral ao longo do “Corredor de Nacala”, decorrem obras neste momento caracterizadas pela reabilitação e construção de raiz da ferrovia, numa extensão de 912 quilómetros. A ferrovia atravessa a vizinha República do Malawi num troço de cerca de 235 quilómetros, dos quais 135 serão constituídos de uma linha a ser construída de raiz.Miguel Guebuza, um dos representes dos concessionários do “Corredor Nacala”, disse que o sistema ferroviário ligando a vila carbonífera de Moatize e à de Nacala-à-Velha, é um projecto de grande dimensão e complexidade do ponto de vista logístico, a decorrer ao nível dos países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), e que expõe a um nível elevado de risco as empresas envolvidas na sua execução.
Os comboios que assegurarão o escoamento de carvão no eixo Moatize a Nacala-à-Velha terão em média 1500 metros de extensão, pois serão compostos por mais de 100 vagões puxados simultaneamente por quatro locomotivas. As operações normais de escoamento de carvão para o terminal de Nacala-à-Velha a partir da carbonífera de Moatize serão asseguradas por 80 locomotivas." FONTE JORNAL NOTICIAS.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

AMEP ASSOCIAÇÃO MOÇAMBICANA DE EMPRESAS DE MARKETING, PUBLICIDADE E RELAÇÕES PÚBLICAS, MANTENDO-SE FERRO & FERRO COMO PRESIDENTE DA DIRECÇÃO NO PRÓXIMO MANDATO

"Novo elenco assume liderança da AMEP


A AMEP (Associação Moçambicana de Empresas de Marketing, Publicidade e Relações Públicas) conta, desde a semana passada, com um novo elenco directivo, para o biénio 2013-2015.
Maputo, Terça-Feira, 2 de Julho de 2013:: Notícias                  
A assembleia-geral decidiu renovar o mandato da Ferro e Ferro como presidente da direcção e integrar neste órgão as agências BBrands (vice-presidente), FDS-Fim de Semana, Kisha Representações e Papaia como vogais.Entre os corpos gerentes desta agremiação representativa da classe dos "marketeers", publicitários, comunicadores e assessores de imprensa, produtores de publicidade e de eventos e áreas afins, pontificam a Golo como presidente da mesa da assembleia geral, a Congress Rental como vice-presidente e Mediaprint como relator.Do conselho fiscal fazem parte a DDB como presidente, a Destinos como Vice-Presidente e a RGB como Relator.
Os associados presentes assinalaram que as relações com a CTA – Confederação das Associações Económicas de Moçambique apresentam-se de grande importância, na medida em que esta confederação manifestou a sua disponibilidade em apoiar a associação na actualização e modernização do Código de Publicidade e em outras matérias de carácter jurídico, servindo de interlocutor com as entidades competentes.Os associados da AMEP entendem que, através do envolvimento da CTA, poderá ser possível alterar o comportamento das entidades competentes em relação à Indústria da Comunicação Empresarial em geral e da Indústria Publicitária moçambicana, em particular, numa tentativa de regular o mercado nacional e a actividade dos seus principais intervenientes.Foi ainda discutido o alargamento da base associativa a empresas que desenvolvem outras actividades não prescritas nos estatutos, como por exemplo as empresas proprietárias dos meios de comunicação social. Este ponto serviu como base para renovar a discussão sobre que AMEP se pretende.Os associados presentes voltaram a defender que esta instituição tem de possuir uma acção mais actuante e determinante e que possa intervir, juntamente com as entidades competentes, na regulação e disciplina do mercado face a situações anómalas e irregulares, que se vem registando nos últimos tempos, com um desrespeito impune do Código de Publicidade e da legislação em vigor na República de Moçambique.Após a sessão da assembleia-geral e a tomada de posse dos corpos gerentes, a direcção da AMEP esteve reunida no passado dia 30 de Julho, para discutir e aprovar o seu programa de acção para o biénio de 2013-2015, assim como distribuir tarefas e responsabilidades entre os membros." FONTE JORNAL NOTICIAS. 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

CABO VERDE PRODUÇÃO DE VINHO ARRANCA NA ILHA DO FOGO

ECONOMIA

A SEMANA : Primeiro di?rio caboverdiano em linha

Arrancou a produção vinícola no Fogo 30 Julho 2013

Fogo está em plena vindima. Nos mercados nacionais já se vende uva e nas três adegas da ilha do Vulcão a campanha de vinificação decorre a todo o vapor. As perspectivas de produção são contudo diferentes para cada uma. A adega Maria Chaves prevê uma quebra. Já as adegas de Chã e Sodade prognosticam um aumento. Sorte que partilham com os produtores do vinho caseiro – o manecon -, famoso pelo seu aroma forte e cor intensa.

Arrancou a produção vinícola no Fogo
Este ano a Vinha Maria Chaves comprou menos uva aos agricultores de Chã das Caldeiras: 30 mil quilos, longe dos 50 mil quilos de 2012. É a primeira consequência da subida do preço do fruto. Um quilo é agora vendido a 180 escudos, um preço “altíssimo”, para o padre Octávio Fassano, o responsável pelo projecto da Associação de Solidariedade Social (ASDE).Caindo a quantidade de uva, cai também a produção de vinho. Daí que neste ano de 2013 a Maria Chaves só possa colocar no mercado uma média de 27 mil garrafas de 0.75 litros de vinho – tinto, rosé e branco. Com as uvas colhidas na sua propriedade a adega dirigida por padre Fassano só poderá produzir 20 mil garrafas. Mesmo assim, está muito longe da produção registada no ano passado: 65 mil garrafas.Recorde-se que, nos últimos dois anos, a Vinha Maria Chaves comprou a uva aos camponeses de Chã das Caldeiras pagando com “dinheiro vivo” e na hora. A prática foi aplaudida pelos agricultores, que antes tinham de entregar as uvas às adegas de vinho Chã e Sodade, recebendo só mais tarde. Mas também choveram criíticas: as adegas concorrentes, que acusaram a Maria Chaves de “concorrência desleal”.

Maior produção para as adegas Chã e Sodade

Em 2012 a adega Sodade registou a sua maior produção de todos os tempos – desde que começou a funcionar, em 2007. Dos mais de 40 mil litros de vinho, boa parte foi exportada para os Estados Unidos. Este ano, Sodade perspectiva que ultrapassará essa barreira, atingindo as 50 mil garrafas de vinho branco, rosé e tinto. Até aqui já conseguiu colher perto de 5 mil quilos de uva. A adega do vinho de marca CHÃ também acredita que aumentará a sua produção, ultrapassando as 107 mil garrafas que pôs no mercado no ano passado. Os dados apontam, no entanto, para uma produção de uva preta menor do que a de uva branca. O que significa que haverá menos vinho tinto este ano.

Vinho caseiro ganha mercado

O vinho caseiro Manecón também está a conquistar terreno no mercado nacional e internacional, tornando-se num negócio rentável para alguns produtores. Mais sofisticado e um pouco mais depurado, o Manecón ganhou uma nova roupagem – agora passou a ser engarrafado; Calcula-se que este ano ultrapasse os 20 mil litros. Um aumento da produção que responde também a uma maior demanda. Muitos são os que hoje não dispensam esse vinho produzido em casa pelos homens de Chã das Caldeiras, Relva-Achada Grande e outras zonas altas da ilha do Fogo. Cada litro de Manecón oscila entre os 400 e os 500 escudos. O consumo do Manecón é mais local, mas não pára de ganhar apreciadores nas ilhas de Santiago e Sal.Nicolau Centeio" FONTE JORNAL A SEMANA DE CABO VERDE.

OLDEMIRO BALÓI MINISTRO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS E COOPERAÇÃO DE MOÇAMBIQUE, DEFENDE UMA DIPLOMACIA MOÇAMBICANA ADAPTADA AOS NOVOS DESAFIOS DE CRESCIMENTO ECONÓMICO NA PROMOÇÃO DA IMAGEM ALÉM-FRONTEIRAS E NA MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS

"Crescimento económico impõe uma diplomacia à altura – Oldemiro Baloi
        
Oldem baloi cplpl cimeira maptO Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação (MINEC), Oldemiro Balói, defende uma diplomacia moçambicana adaptada aos novos desafios de crescimento económico na promoção da imagem além-fronteiras e na mobilização de recursos.
Falando hoje na cerimónia inaugural do Conselho Coordenador do seu ministério que decorre, desde hoje até sexta-feira próxima, em Maputo, Balói instou a diplomacia moçambicana a investir todas as suas energias na consolidação da paz e segurança no paÍs e no mundo em geral.
Moçambique, segundo Baloi é está na vanguarda do processo de integração e manutenção da paz e segurança, razão por que é chamado a dar a sua contribuição nas missões de pacificação na região, em Árica e no mundo.
“Temos que manter a prossecução de uma cooperação orientada para o desenvolvimento sustentável tendo em conta que Moçambique é pioneiro na implementação do programa das Nações Unidas para preservação do planeta Terra”, disse Baloi.No cumprimento da sua missão, a diplomacia moçambicana, segundo Baloi diversos intervenientes são chamados a enveredar por uma gestão financeira ao serviço do aprimoramento da boa gestão da coisa pública.
Na ocasião, Baloi destacou que Moçambique continua engajado na busca de soluções para o combate a pobreza, através da mobilização de recursos para o desenvolvimento de infra-estruturas capazes de elevar os padrões de crescimento económico.Tendo em conta estes feitos, o Conselho Coordenador do MINEC propõe-se a passar em análise o balanço das actividades 2010/12, presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), gestão financeira, situação política em África e no mundo, desenvolvimento económico e social.
Neste encontro, segundo Baloi, será também passada em revista a crise económica na Europa e seu impacto no mundo e em Moçambique, em particular, divida externa, relações politicas e de cooperação África do Norte/Médio Oriente, migração e Gestão das Participações do Estado.
Para além da análise e debate destes temas, o conselho coordenador do MINEC tem em agenda a realização, no último dia, a realização de visitas guiadas ao Parque Industrial de Beluluane.
(RM/AIM)" FONTE RÁDIO MOÇAMBIQUE.

ASSEMO ASSOCIAÇÃO DAS SECRETÁRIAS E SECRETÁRIOS DE MOÇAMBIQUE EM CONFERÊNCIA NACIONAL NA CIDADE DE NAMPULA

"Secretárias em conferência nacional


A ASSOCIAÇÃO das Secretárias e Secretários de Moçambique (ASSEMO), promove este mês, a sua conferência nacional, que vai juntar mais de 500 participantes, na cidade de Nampula.
Maputo, Quinta-Feira, 1 de Agosto de 2013:: Notícias                  
Os participantes vão representar profissionais do secretariado de diferentes empresas públicas e privadas de todo o país. Constituem principais objectivos desta conferência a contínua formação dos membros e a discussão dos problemas que afligem a classe. A conferência vai decorrer sob o lema “o secretariado no processo do desenvolvimento institucional”.FONTE JORNAL DE NOTICIAS.