terça-feira, 17 de março de 2015

TURISMO DE MOÇAMBIQUE, MOÇAMBIQUE QUER IMPORTAR O MODELO UTILIZADO PELO BRASIL PARA PROMOVER A SUA IMAGEM NO EXTERIOR E ATRAIR MAIS TURISTAS

MOÇAMBIQUE quer importar o modelo utilizado pelo Brasil para promover a sua imagem no exterior e atrair mais turistas para o país.
Em Abril, uma missão empresarial brasileira visita o país para uma série de encontros com autoridades e empresas moçambicanas com vista ao desenvolvimento de iniciativas de promoção turística de Moçambique.
O contacto foi iniciado em Maio do ano passado, quando o presidente da Empresa Brasileira de Turismo (EMBRATUR), Vicente Neto, recebeu o conselheiro para assuntos de Turismo e Cultura da embaixada de Moçambique, Romualdo Lodino do Carmo Johnam.
A EMBRATUR é um órgão da administração federal responsável pela promoção da imagem do Brasil no exterior.
Além das estratégias para promover a imagem turística de Moçambique pelo mundo, o Governo brasileiro tem interesse em partilhar com os colegas africanos experiências como o PRONATEC﴿Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, foi criado em 2011 e oferece centenas de cursos de qualificação em todo país, inclusive no sector turístico.
“O interesse de Moçambique na nossa experiência em promoção internacional é um reconhecimento. Essa missão fortalecerá a ampliação da nossa política externa que volta os olhos para a África e a América Latina como mercados emissivos potenciais para o Brasil”, afirmou Vicente Neto, presidente da EMBRATUR.
Apesar do interesse na cooperação, Moçambique não está entre os países africanos que mais enviam turistas para o Brasil. O “ranking” é liderado pela África do Sul (21.212), Angola (38.587), Cabo Verde (3.158) e Nigéria (3.918). Os restantes países do continente são responsáveis por 27.957 turistas que chegaram ao Brasil em 2013.
O turismo estrangeiro bate recordes no Brasil. Somente em 2014 visitantes de outros países injectaram 6.9 mil milhões de dólares (6.5 mil milhões de euros) na economia, de acordo com a EMBRATUR o resultado é recorde.
Se comparado com outros produtos e serviços que geram receita para o país, o turismo perde apenas para o minério de ferro, soja triturada, óleos brutos de petróleo açúcar em cana e farelo, de acordo com a Balança Comercial de 2014. (LUSA)"
FONTE: JORNAL NOTICIAS DE MOÇAMBIQUE.
 

sábado, 14 de março de 2015

CABO VERDE COM MEHORIA DO CONTROLO E QUALIDADE DOS SERVIÇOS ADUANEIROS

"ECONOMIA

A SEMANA :

MFP faz apresentação pública do projecto Sydonia World 13 Março 2015

O Ministério das Finanças e do Planeamento (MFP), através da Direcção Nacional de Receitas do Estado, faz esta sexta-feira, 13, a apresentação pública do projecto Sydonia World, no Auditório da Caixa Económica de Cabo Verde. A abertura do acto será presidida pela Secretária de Estado-Adjunta da Ministra das Finanças e Planeamento, Esana Carvalho.

O Sydonia World é um sistema informático, financiado pela União Europeia (UE) no quadro da Parceria Especial entre a União Europeia e Cabo Verde. Visa criar as condições para a modernização dos serviços aduaneiros no país, particularmente no que respeita à melhoria do seu controlo e qualidade.
Pretende, igualmente, melhorar a eficácia das operações aduaneiras, simplificar o ambiente comercial em termos de regimes aduaneiros e de documentação, fornecer informações a outros utilizadores: Instituto Nacional de Estatísticas, Ministérios das Finanças e do Turismo, Banco Central, para além de também prover às Alfândegas e os operadores económicos de informações relativas a gestão do comércio."
FONTE: JORNAL A SEMANA DE CABO VERDE

sexta-feira, 13 de março de 2015

EDUCAÇÃO EM MOÇAMBIQUE, OS DEBATES CONTINUAM, NESTE II ENCONTRO O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE MOÇAMBIQUE, CONTOU COM O CONTRIBUTO NOMEADAMENTE DA ANTIGA MINISTRA DA EDUCAÇÃO GRAÇA MACHEL E DA ANTIGA PRIMEIRA MINISTRA LUISA DIOGO

MELHORAR a qualidade de formação dos professores e garantir que estejam nas salas de aulas, responsabilizar as lideranças das escolas e envolver mais os pais constituem as principais sugestões do 2º Encontro de Reflexão sobre Educação e Desenvolvimento Humano em Moçambique, que ontem juntou cerca de 50 mulheres que contribuíram para o sector nos últimos 40 anos.
Entre as figuras de destaque esteve Graça Machel, na qualidade de antiga ministra da Educação – ela foi a segunda após Gideon Ndobe – e Luísa Diogo, ex-primeira-ministra.
Intervindo no mesmo painel com a ex-primeira-ministra e quatro professoras de carreira, Graça Machel apontou a baixa qualidade da formação dos professores como o actual elo mais fraco do sector, destacando que felizmente hoje se reconhece que os pacotes 10ª classe mais 1 ou 10ª + 2 não trouxeram resultados animadores para a Educação. Nesse sentido, advogou a reestruturação da preparação dos docentes pois “enquanto tivermos professores mal formados sempre teremos problemas sérios na Educação”.
Entre as melhorias a introduzir, a também presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC) apontou a questão da língua portuguesa, da matemática e das ciências naturais. “Como podem ensinar a ler e a escrever se eles próprios lêem e escrevem mal”, questionou.
Exortou as instituições de pesquisa para que estudem, sem preconceitos tribais, as dinâmicas socioculturais do norte do país para que se percebam as razões do que ela designou de “ciclo de insucesso das políticas em prol da educação”, uma vez que é na parte do país onde se registam os maiores desníveis de género tanto no acesso como na manutenção da rapariga na escola. 
Por sua vez, Luísa Diogo exortou o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano para que ao reestruturar o sector não se percam os ganhos já alcançados ao longo dos 40 anos de independência do país. Reconheceu a necessidade de mudança dos formatos de formação de professores, mas defende que elas devem ser implementadas mantendo o ritmo de crescimento.
Entre as alternativas, aponta a formação de docentes em exercício no local de trabalho e o progresso dos actuais cursos enquanto se perspectivam as alterações, advertindo que “se pararmos para melhorar, voltaremos aos níveis de 1975”.           
Rachel Melànie, professora de formação, defendeu que independentemente de não saber ler, nem escrever toda a mãe deve criar condições para que os filhos cheguem à escola e no regresso a casa tenham um ambiente e tempo de rever as matérias.   
“Não é pelo facto de ela não saber ler nem escrever que a mãe vai se alhear de acompanhar o filho. Deve diariamente ver o que o menor escrever na escola pois se não vigiar a criança vai desleixar-se”, disse.
A percepção das dinâmicas da sala de aulas, a correcção da forma como o aluno é tratado e o desenvolvimento de empatia entre o educando e o professor foram as contribuições de Eulália Maximiliano, outra docente de profissão.
Maria de Fátima, outra mulher que deu a vida pela Educação, defendeu a necessidade de se respeitar o professor para depois exigir-lhe responsabilidades, explicando que aquelas figuras precisam de apoio de todos para lidar com turmas numerosas, falta de recursos e desleixo dos pais dos educandos.
A sexta oradora, Elisabeth Sequeira disse que o professor é fundamental, mas apenas se estiver na sala de aulas pois na sua ausência o processo de ensino não ocorre, pelo que os elevados índices de absentismo que um estudo apresentado na abertura do encontro devem ser alterados.
No seu discurso de abertura, Jorge Ferrão, ministro da Educação e Desenvolvimento Humano, disse que ter se decidido convidar aquelas mulheres que deram a sua vida ao sector como forma de recolher a sua importância na melhoria do ensino que se pretende solidário, inclusivo e alinhado com os desafios do país.
Apontou que as recentes pesquisas apontam que os melhores resultados pedagógicos registam-se em escolas geridas por mulheres e em turmas entregues à professoras.      
José Chissano"
FONTE: JORNAL NOTICIAS DE MOÇAMBIQUE

quarta-feira, 11 de março de 2015

NIASSA, PROVINCIA DO NORTE DE MOÇAMBIQUE, PODE REVOLUCIONAR A ACTIVIDADE AGRÍCOLA EM MOÇAMBIQUE, DEFENDE O GOVERNADOR DA PROVINCIA ARLINDO CHILUNDO

A PROVÍNCIA do Niassa dispõe de solos excelentes e água em abundância, pressupostos para revolucionar a actividade agrícola em quantidade e qualidade, segundo tese defendida há dias pelo Governador daquela província, Arlindo Chilundo, na abertura do ano académico na Universidade do Lúrio (UNILÚRIO).
Dissertando sobre o tela “Extensão da Unilúrio” perante a comunidade universitária presente no anfiteatro da Faculdade de Ciências Agrárias, em Unango, distrito de Sanga, Chilundo propôs a introdução de culturas exóticas, nomeadamente uvas, maçãs, pêras, entre outras fruteiras, tirando proveito da qualidade de solos e demais condições de que a província dispõe.
Com uma abordagem centrada à volta do novo paradigma “Um estudante/Uma família” que aquela universidade introduziu na sua filosofia de ensino, o governador do Niassa destacou a importância de se aprofundar a interacção entre a academia e as comunidades.
“Muitas vezes, pensamos, erradamente, que o conhecimento empírico que as comunidades têm não está sistematizado”, disse chamando à atenção para a necessidade de universidades passarem a ter um impacto directo na vida das pessoas.
Nesta perspectiva, o orador referiu-se é iniciativa dos “sete milhões de meticais”, desafiando aos académicos a ajudarem na gestão deste fundo para melhorar o seu impacto na vida das comunidades, ao mesmo tempo que viabiliza a sua rápida reposição e consequente rotatividade.
Para Chilundo, o novo paradigma de extensão “Um estudante/Uma família” é parte da responsabilidade social da UniLúrio e deve servir para o estabelecimento de um ambiente em que todos devem aprender e ensinar, devendo os académicos disseminar as novas técnicas agrícolas, com o enfoque para a produção da soja, uma cultura com a qual se pode extrair óleo, leite e rações para a produção de frangos.
Aquele governante explicou que a extensão universitária surgiu logo após a independência quando o país tinha uma única universidade, a Universidade Eduardo Mondlane. A ânsia de aproximar a universidade ao povo, segundo Chilundo, levou à instituição das actividades de Julho e/ou Actividades de Janeiro as quais transformaram uma universidade elitista numa universidade de intervenção no processo de desenvolvimento e construção da nação verdadeiramente moçambicana.
Num outro desenvolvimento da sua dissertação, Arlindo Chilundo referiu que a guerra de desestabilização que se abateu sobre o país não só matou pessoas e destruiu infra-estruturas, como também matou ideias porque com a guerra não haviam condições físicas para que essas ideias pudessem ser implementadas, fazendo com que as actividades que eram feitas nas comunidades deixassem de ser feitas.
“Agora, com o país vivendo em paz, urge tornar o académico numa pessoa interventiva no processo de edificação e consolidação do país, usando a sua capacidade intelectual para o aumento da produção e produtividade nas comunidades”, concluiu aquele académico e político.
André Jonas"
FONTE: JORNAL NOTICIAS DE MOÇAMBIQUE.

CALDAS DA RAINHA PORTUGAL E O DEBATE SOBRE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

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Num colóquio sobre “Igualdade de Género e de Oportunidades, Violência de Género e Violência Doméstica” apelo à denúncia foi denominador comum

 
CALDAS DA RAINHA – Um colóquio subordinado à temática “Igualdade de Género e de Oportunidades, Violência de Género e Violência Doméstica” realizou-se, esta tarde, no Clube Sénior das Caldas da Rainha.
A iniciativa integrou-se nas acções comemorativas do Dia da Mulher [ontem, 8 de Março] promovidas pelo Gabinete de Atendimento à Vítima de Violência Doméstica (GAAVD) e a Câmara Municipal.
Maria da Conceição Jardim Pereira, vereadora da Acção Social da Autarquia, abriu o conjunto de intervenções referindo a “importância que todos temos nesta matéria, porque fundamentalmente falamos de direitos humanos” e apelou a que ninguém fique inerte perante uma situação de que tenha conhecimento.
“O ditado entre marido e mulher, não se mete a colher está ultrapassado”, frisou a autarca, salientando, por outro lado, que “violência doméstica não se refere só a situações entre casais”, registando-se, infelizmente, entre “jovens namorados e para com os mais velhos, a quem muitas vezes é retirada a liberdade de decidir” sobre as suas vidas e bens.
“Daí ser tão importante divulgar a existência do GAAVD e como podem recorrer a ele ou ajudar outras pessoas! É tudo confidencial e ninguém vai dizer quem denunciou”, enfatizou aquela responsável.
A segunda oradora da tarde foi a jurista Sandra Mónica Correia, colaboradora do GAAVD.
A jurista começou por fazer uma retrospectiva histórica da origem da comemoração do Dia da Mulher e do real significado desta data que exalta “uma série de direitos que continuam a ser violados” pelo mundo e que nos lembra “que ainda há muitas questões por resolver”.
As diferenças salariais baseadas no género, a desvalorização do trabalho doméstico realizado pela mulher, o tráfico de mulheres e jovens, os casamentos forçados em determinados locais do mundo, abusos sexuais, etc, foram algumas das questões abordadas por Sandra Mónica Correia numa intervenção que, também ela, apelou à denúncia. “Não hesitem em denunciar situações de que tenham conhecimento, pois é uma luta diária de todos nós pelos direitos humanos, por isso esta é uma causa de homens e mulheres”.
Não hesitem em denunciar porque a violência doméstica está consagrada no Código Penal Português como Crime de Natureza Pública. Isto mesmo foi explicado pelo Chefe Dário Magno, da Polícia de Segurança Pública (PSP), outro dos oradores.
O responsável da PSP explicou que um crime público pode ser denunciado por qualquer pessoa e que a partir daí as autoridades têm de averiguar a situação, o quer poderá ser fundamental para impedir uma situação mais grave. Como poderão denunciar, onde e as formas de prevenção e actuação policial foram os temas centrais desta intervenção.
Na assistência, atenta, estavam algumas dezenas de utentes do Clube Sénior e da Universidade Sénior rainha. D. Leonor.
Ontem, Dia da Mulher, elementos do Executivo, técnicos da Autarquia e estudantes da Escola Secundária Bordalo Pinheiro ofereceram flores e lembranças às senhoras.
A ocasião foi igualmente aproveitada para distribuir informação sobre a existência e funcionamento do Gabinete de Atendimento à Vítima de Violência Doméstica, que funciona na Câmara Municipal das Caldas da Rainha."
FONTE: NEWSBRIEF

terça-feira, 10 de março de 2015

CABO VERDE É O SEGUNDO PAIS DO MUNDO COM MAIS MINISTRAS E O PRIMEIRO DA CPLP

"Internacional

Cabo Verde é o segundo país do mundo com mais ministras

Portugal ocupa a 24.ª posição, com 28,9% de mulheres representadas nos ministérios. Dados são do relatório da União Interparlamentar (UIP)

Por: Redação /                                                                                                                                                        
Cabo Verde é o segundo país a nível mundial com o maior número de ministras em 2015 e o primeiro entre os países lusófonos, segundo o relatório da União Interparlamentar (UIP), divulgado esta terça-feira em Genebra.

A nível mundial, 30 países contabilizam pelo menos 30% de mulheres ministras e Finlândia (62,5%), Cabo Verde (52,9%), Suécia (52,2%) ocupam os três primeiros lugares.

Até janeiro de 2015, entre os 17 ministérios do Governo de Cabe Verde, 9 eram dirigidos por mulheres, de acordo com a UIP.

Na Finlândia, 10 dos 16 cargos de ministro são ocupados por mulheres, enquanto a Suécia contabiliza 12 ministras em 23 ministérios.

Nos países de língua oficial portuguesa, a Cabo Verde seguem-se Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, Angola, Brasil, Timor-Leste, Guiné Equatorial e São Tomé e Príncipe.

A 18.ª posição no ranking é ocupada pela Guiné-Bissau com 31,9% de ministras, sendo 5 ministérios em 16 dirigidos por mulheres.

Portugal e Moçambique ocupam a 24.ª posição, com 28,9% de mulheres representadas nos ministérios. Portugal contabiliza quatro ministras entre 14 ministérios, enquanto Moçambique tem oito ministras e 20 ministros.

Angola está no 37.° lugar da classificação mundial, o número de ministras é de oito para 36 postos de ministros, correspondendo a uma percentagem de 22,2%.

Já o Brasil, está na 52.° posição, com 15,4% de mulheres representadas em 2015, o que corresponde a seis ministras entre 39 ministérios.

Segue-se Timor-Leste, no 62.° lugar, com 12,5% de mulheres ministras, o equivale a 2 ministras para 16 ministérios.

A Guiné Equatorial e São Tomé e Príncipe ocupam respetivamente o 73.º lugar, com 8,7% de mulheres ministras, e o 76.º lugar, com 7,7%.

A Guiné Equatorial, que integrou recentemente a Comunidade dos Países de Língua portuguesa (CPLP), contabiliza quatro mulheres ministras para 46 ministérios.

São Tomé e Príncipe tem uma ministra entre 13 ministérios.

A UIP destaca também que, a nível regional, Cabo Verde é o país de África com maior número de ministras, seguido pela África do Sul, com 41,7% e o Ruanda com 35,5%.

A nível mundial, 30 países contabilizam pelo menos 30% de mulheres ministras em 2015, contra 36 países no ano precedente.

Segundo o relatório, as mulheres assumem geralmente pastas relacionadas com assuntos sociais, educação, família e assuntos femininos.

No mundo, há 19 mulheres presidentes, o maior número registado até hoje, e 15,8% de mulheres ocupam o cargo de presidente de parlamento.

O relatório referencia a nível mundial o número de mulheres ministras até dia 1 de janeiro de 2015.

A diretora da organização ONU mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, apelou a mais compromissos e novos investimentos no quadro do programa de Pequim para a emancipação das mulheres, adotado em 1995.

«Se os dirigentes atuais se concentrarem na igualdade dos sexos, se começarem a cumprir as promessas feitas há 20 anos, a igualdade entre homens e mulheres poderá ser uma realidade em 2030», disse a diretora, citada em comunicado.

A UIP agrupa 166 membros e 10 membros associados, foi criada em 1889, tendo a sua sede em Genebra, Suíça"
FONTE: NEWSBRIEF/TVI 24