sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

LICHINGA, CIDADE CAPITAL DA PROVINCIA DO NIASSA, MOÇAMBIQUE VAI TER FÁBRICA DE PROCESSAMENTO DE FEIJÃO

"Lichinga terá fábrica de processamento de feijão

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A cidade de Lichinga, capital da província do Niassa, norte de Moçambique, vai contar, a partir da próxima campanha de comercialização agrícola, com uma fábrica de processamento e empacotamento de feijão.
Numa primeira fase, a fábrica terá uma capacidade de processar mil toneladas de feijão por ano, sobretudo feijão manteiga, e empregará 35 indivíduos.
Augusto Kuntuela, administrador delegado da fabrica, é citado hoje pelo “Diario de Moçambique” a dizer que o empreendimento é uma iniciativa da Sociedade Malonda (SM) e se pretende atraves dela motivar os camponeses a aumentarem as suas áreas de produção e dignificar o feijão produzido no Niassa.
“As máquinas já foram compradas no Japão e na China, e dentro dos próximos meses já estarão no terreno com um especialista para a montagem e treinamento do pessoal que se encarregara para a gestão da indústria”- disse Kuntuela.
O feijão já tem mercado identificado, segundo a fonte, o que aconteceu durante o decurso da Feira Internacional de Maputo (FACIM), em Agosto do ano passado. Trata-se de Portugal e Espanha, que mostraram interesse em consumir o feijão do Niassa.
Por isso, segundo Kuntuela, estes dois países serão os primeiros mercados de exportação, para além das vendas internas.
(RM/AIM)"
FONTE: RÁDIO MOÇAMBIQUE.

LULUMILE, LICHINGA, PROVINCIA DO NIASSA, MOÇAMBIQUE ESTRADA DE SAIDA OU ENTRADA, A CAMINHO CUAMBA E MARRUPA


UMA COMPLETA ESTAÇÃO DE SERVIÇO COM UMA LOJA DE CONVENIÊNCIA QUE ATÉ FRANCESINHAS TEM QUE PODE FAZER TREMER O SANTIAGO DO PORTO, QUEM TIVER DÚVIDAS VIAJA ATÉ LICHINGA E CHEGA LULUMILE.

LICHINGA , PROVINCIA NIASSA , MOÇAMBIQUE, PORTISTAS AGUARDANDO NO RESTAURANTE "BOKA XEIA" DE LICHINGA QUE O SPORTING GANHE AO BENFICA.

MAS COMO MUITA COISA NA VIDA, GANHAR OU PERDER, È DESPORTO....
 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

LICHINGA, NIASSA; MOÇAMBIQUE, CIDADE TRANQUILA E ACOLHEDORA


O BOKA XEIA É UM RESTAURANTE FAMILIAR PORTUGUÊS AQUI EM LICHINGA NO NIASSA, COM MUITO BOM ACOLHIMENTO, SIMPATIA, BOA QUALIDADE NA CONFECÇÃO E NA SUA SIMPLICIDADE, ACREDITO QUE POSSA HAVER OUTROS, VAMOS TER DE PROCURAR E EXPERIMENTAR, ESTE RECOMENDO.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

ALGODÃO DE MOÇAMBIQUE COMPRA ANTECIPADA ENCORAJA O CIRCUITO DE PRODUÇÃO E COMERCIAL

O Instituto de Algodão de Moçambique (IAM) poderá manter a nova abordagem adoptada no ano passado que consiste na antecipação por um mês do processo de comercialização do chamado “ouro branco”, como forma de garantir maior qualidade do produto, por um lado, e, por outro, capturar melhores janelas de oportunidade no mercado internacional.
Um relatório da instituição a que tivemos acesso indica que os resultados conseguidos no primeiro ano de implementação desta abordagem de compras precoces encorajam o IAM e os actores a continuarem com a medida.
No global, o país produziu no ano passado cerca de 96 mil toneladas de algodão caroço contra as 110 mil toneladas que haviam sido inicialmente planificadas.
O relatório do IAM realça que todas as empresas praticaram o preço aprovado pelo Governo de 11,75 meticais para o algodão da primeira qualidade e 8,70 meticais para o da segunda qualidade. A excepção vai para as empresas SANAM e OLAM que praticaram o preço único de 11,75 meticais para as duas qualidades, facto que comprometeu o esforço de separação da qualidade de algodão.
Adianta também que observou-se maior dinamismo no processo de comercialização no mês de Agosto. Neste período foram contratadas frotas de camiões privados que aceleraram o processo de escoamento, na intenção de terminar o processo de compra dentro do prazo estipulado, 30 de Setembro.
“Embora o processo se tenha prolongado até a primeira semana de Outubro, devido a exíguas quantidades em locais de difícil acesso por intransitabilidade de vias, conseguiu-se comercializar o algodão em tempo recorde, tendo em conta que em campanhas passadas o processo de comercialização prolongava-se até Dezembro/Janeiro, mesmo com quantidades mais baixas que as actuais”, refere o relatório do IAM.
O documento a que tivemos acesso não adianta os ganhos reais da antecipação da comercialização de algodão no mercado internacional. No entanto, sabe-se que noutros anos a partir de Agosto os preços internacionais de algodão começam a cair devido à difusão das estimativas sobre a previsão da produção no hemisfério norte.
Antecipando a comercialização interna, Moçambique esperava iniciar o processo de exportação da fibra com alguns meses de antecedência o que permitiria aproveitar os melhores preços que a essa altura vigoram no mercado internacional de algodão.
De referir que, o subsector de Algodão em Moçambique tem sido aquele que ao longo do tempo se mostra resistente aos diversos factores estruturais de natureza sociopolítica e económica, tanto ao nível interno assim como externo.
É nesse contexto que, mesmo perante a crise económica que abala o mundo, 2014 foi o quinto ano consecutivo de prática de “preços bons”. Estima-se que no geral as concessionárias gastam anualmente qualquer coisa como 80 milhões de dólares norte-americanos para a produção de algodão e que daquele valor 40 milhões vão directamente para as mãos dos camponesesprodutores (estimados em 20 milcamponeses)."
FONTE: JORNAL NOTICIAS DE MOÇAMBIQUE

ERNESTO GOVE GOVERNADOR DO BANCO DE MOÇAMBIQUE, AFIRMA QUE FACE AOS RESULTADOS CONHECIDOS DE 2014, É POSSIVEL A ECONOMIA MOÇAMBICANA CUMPRIR EM GERAL COM OS OBJECTIVOS DEFINIDOS PARA O ANO

O GOVERNADOR do Banco de Moçambique (BM), Ernesto Gove, assegurou que a economia moçambicana continua a espelhar resiliência ao ambiente adverso que se vem mantendo na conjuntura internacional, caracterizado por um crescimento negativo na maior parte dos países desenvolvidos e emergentes.
Segundo Ernesto Gove, os resultados macroeconómicos alcançados em 2014 demonstram ser possível cumprir, em geral, com os objectivos definidos para o ano.
Para o Governador do Banco Central, a resistência da economia reflecte abnegada entrega dos moçambicanos ao trabalho, sinergias e estreitamento da coordenação institucional e de políticas entre as diversas instituições do país.
No presente ano, face às adversidades naturais que o país enfrenta, Ernesto Gove vê enormes desafios pela frente para replicar as condições de estabilidade macroeconómica, com inflação baixa e crescimento real do PIB numa escala elevada.
“Compete a todos e a cada um fazer o seu melhor para que estes objectivos sejam alcançados”, disse Ernesto Gove, falando, sexta-feira, na Matola, no último dia do 39.º Conselho Consultivo do Banco de Moçambique.
Neste momento o país está a ser fustigado por cheias e inundações de grande magnitude, isolando extensas regiões das províncias da Zambézia, Nampula, Niassa, Sofala e Manica. Trata-se de uma calamidade cujo impacto se vai fazer sentir no desempenho da economia nacional.
Entretanto, intervindo na ocasião, Ernesto Gove renovou o cometimento do Banco de Moçambique em prosseguir com a sua nobre função de Banco Central da República de Moçambique, contribuindo para a adequada coordenação das políticas fiscal e monetária.
Disse que o banco está ciente da complexidade dos desafios presentes e da missão colectiva que à instituição cabe realizar com sucesso para o bem do país.
Entre os desafios o Governador do banco central citou a consolidação da estabilidade macroeconómica e reformas bem-sucedidas realizadas em vários domínios da vida nacional e promoção da cultura de trabalho e inclusão."
FONTE: JORNAL NOTICIAS DE MOÇAMBIQUE.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

OLDEMIRO BALÓI, MINISTRO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS E COOPERAÇÃO DE MOÇAMBIQUE, PARTICIPA NA CIMEIRA DA UNIÃO AFRICANA EM REPRESENTAÇÃO DO CHEFE DE ESTADO, MOÇAMBIQUE É POR UMA ÁFRICA JUSTA SOLIDÁRIA E DE AMBIENTE DE PAZ!

"Cimeira da UA: Moçambique por uma África justa e solidária

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O Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Baloi, disse, em Adis Abeba, na Etiópia, que Moçambique “está claramente apostada em contribuir na edificação de uma África próspera, justa, solidária, unida e em paz”.
Discursando na 24ª Cimeira da União Africana (UA), que arrancou esta Sexta-feira, Baloi exprimiu o compromisso de Moçambique com o plasmado na Agenda 2063 de África, cujo esboço foi submetido aos Chefes de Estado e de Governo presentes, para debate e adopção.
Falando em nome do Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, o titular da pasta diplomática realçou que “estamos a desenvolver a Agenda 2063 de modo a galvanizar e unir os povos deste continente em torno de uma visão comum de uma África na liderança”.
Segundo Baloi, a Agenda “constituiu uma oportunidade para sonharmos e realizarmos um projecto à escala continental que só encontra paralelo a epopeia da emancipação política do nosso continente”.
Entretanto, a Presidente da Comissão da União Africana, Nkosazana Dhamini Zuma, disse que a Agenda foi apresentada para adopção nesta cimeira, após vários meses de consultas em todas as esferas da sociedade africana.
“Nós estamos confiantes que as aspirações da Agenda 2063 reflectem as vozes dos povos africanos de todos os quadrantes da vida”, enfatizou.
Na ocasião, Moçambique mereceu menção honrosa pelo sucesso do processo eleitoral que culminou com a eleição e tomada de posse do Presidente Filipe Nyusi.
A menção foi avançada pela própria Nkosazana Zuma e pelo Presidente da Mauritânia e Presidente cessante da União Africana, Mohammed Ould Abdelaziz, nos discursos de abertura da presente Cimeira, segundo uma nota de imprensa do Ministério moçambicano dos Negócios Estrangeiros e Cooperação.
Destes dois dirigentes africanos saíram também expressões de profunda solidariedade e compaixão para com as vítimas das cheias em Moçambique.
A presente cimeira debate um vasto programa de assuntos prementes da actualidade africana, estando os conflitos, terrorismo e extremismo no topo das atenções e preocupações dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana.
(RM/AIM)"
FONTE: RÁDIO MOÇAMBIQUE.