sábado, 13 de dezembro de 2014

LEITE EM MOÇAMBIQUE, FOMENTA-SE PRODUÇÃO NA BEIRA, PROVINCIA DE SOFALA

UM projecto de fomento de produçãode leite está em marcha no posto administrativo de Nhangau, arredores da cidade da Beira, em Sofala, numa iniciativa da Lando’lakes-INS, abrangendo 12 famílias.
Segundo o chefe do posto, Xavier Tualufo, as famílias abrangidas foram capacitadas em matéria de criação e assistência técnica do gado.
“Concebemos o projecto com a organizaçao americada (Lando’lakes) para produzirmos leite em larga escala, já que as vacas leiteiras podem produzir até 30 litros por dia”, explicou Tualufo.
Segundo a fonte, o referido organismo americano entregou as primeiras cabeças de raça ‘gersse’ a 12 famílias, cujas crias deverão passar para outras famílias após um ano.
Sem precisar o número, o chefe do posto administrativo de Nhangau explicou que os animais que serão entregues ao segundo grupo de 17 famílias já estão em quarentena, devendo chegar aos beneficiários a qualquer momento.
Para a reprodução as vacas são inseminadas e entregues aos criadores, esperando-se que criada uma associação de criadores para facilitar a comercialização.
Numa fase inicial o leite produzido em Nhangau será entregue a Cooperativa de Leite (COPOLEITE), baseada na cidade da Beira."
FONTE: JORNAL NOTICIAS DE MOÇAMBIQUE.

VIRGILIO FERRÃO, ANTIGO GOVERNADOR DA PROVINCIA DE TETE, ANTIGO DIRIGENTE DO GPZ, DEPUTADO, ESCRITOR E FIGURA PÚBLICA CONHECIDA E RECONHECIDA, PROMOVE DEBATE EM MAPUTO SOBRE O COMÉRCIO ENTRE MOÇAMBIQUE, ZÂMBIA E MALAWI

TRÊS países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), nomeadamente Moçambique, Zâmbia e Malawi sentaram-se à mesma mesa, esta semana, em Maputo, para debater o comércio e reflectir novos desafios da expansão geográfica do Triângulo de Desenvolvimento Regional.
De acordo com o presidente daquele fórum, o moçambicano Virgílio Ferrão, a ocasião serviu igualmente para recomendar ambas as partes a avançarem na assinatura do novo memorando de entendimento para a mobilização de recursos financeiros para a implementação de vários projectos na área do comércio.
Com vista à melhoria das trocas comerciais os peritos da área concluíram ser pertinente a abertura de representações consulares na região do Triângulo como, por exemplo, um consulado do Malawi em Tete.
Entretanto, o secretário permanente do Ministério da Planificação e Desenvolvimento, Salimo Valá, que encerrou a reunião anunciou que o próximo encontro do Triângulo terá lugar em Abril na cidade de Tete.
Sublinhou que o acto poderá culminar com a aprovação da expansão geográfica das actividades da organização.
Os membros da organização manifestaram o desejo de ver a Zâmbia a estender sua actuação de uma para três províncias.
 Para o caso concreto de Moçambique os peritos do comércio na região desejam que o Triângulo venha a cobrir, para além de Tete, os corredores de Sena e de Nacala e alguns distritos das províncias de Manica, Sofala, Nampula e Niassa.
O Triângulo de Desenvolvimento Regional beneficia de ajuda da União Europeia, Banco Mundial, COMESA, UNECA, entre outros parceiros.
Virgílio Ferrão confessou ter ficado agradavelmente surpreendido pela significativa presença e valiosas contribuições que, na sua visão, demonstra que esta iniciativa regional é já uma referência."
FONTE: JORNAL NOTICIAS.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

GORONGOSA, SOFALA, MOÇAMBIQUE: PARQUE NACIONAL DA GORONGOSA, A RECONCILIAÇÃO COM A NATUREZA

UMA das maravilhas de que o país se orgulha, no contexto das áreas de conservação da vida animal, principalmente, e da flora é o Parque Nacional da Gorongosa.
Outrora um dos maiores do género em África, virou depois palco de batalha durante a guerra terminada em 1992 no país e fonte de enriquecimento para caçadores e madeireiros furtivos; o que o precipitava para a destruição, até que, desde 2005, um ousado projecto de restauração lhe está, a passos galopantes, a devolver a grandeza.
O Projecto de Restauração da Gorongosa, que decorre desde 2008, com esta designação, é uma parceria público-privada entre o Governo, através do Ministério do Turismo, e a Fundação Carr, do filantropo norte-americano Greg Carr. A iniciativa envolve ainda as comunidades locais, tidas como parte integrante por, conforme têm anunciado os seus gestores, poderem desempenhar papel fundamental no grande plano que há de devolver ao lugar o esplendor de outros tempos.
O parque estende-se por uma área de quatro mil dos cerca de 6600 quilómetros quadrados do distrito de Gorongosa, na província de Sofala. Não é o maior do país, em termos de extensão (os parques nacionais do Limpopo, Quirimbas, Banhine e Zinave têm superfícies maiores), mas ostenta características consideradas únicas no respeitante a muita da sua fauna, flora e ecologia, ganhando por isso uma reputação especial a nível nacional e não só.
A nossa Reportagem, que visitou recentemente o parque, soube dos seus gestores e visitantes que está a “recuperar aos poucos” o esplendor de outros tempos. Uma das testemunhas é Vasco Galante, director de comunicação do Parque Nacional da Gorongosa. “Em 2005, quando cá chegámos, Chitengo (o acampamento onde se hospedam os turistas e os trabalhadores) era caracterizado por escombros. À noite dormíamos em tendas e de dia íamos materializando aos poucos o muito que havia por fazer para que o parque fosse o que ele está a ser”, comentou ao nosso jornal.
Construído nos anos 1960, a espécie de complexo que congrega infra-estruturas de hospedagem e de trabalho foi completamente destruída durante a guerra. Havia, por isso, a necessidade de reconstruí-lo. Depois, havia que criar as outras condições para o funcionamento do empreendimento, nomeadamente o restauro da fauna e da flora bravia que fizeram constar Gorongosa e Moçambique em diversas referências sobre áreas de conservação em África e no mundo.
O período inicial de restauração do Parque da Gorongosa foi de trabalho intenso. Difícil pelas condições existentes, mas prazeroso pelos objectivos que até hoje constituem a meta do projecto. “Não havia nada aqui. Para além da reconstrução do acampamento do Chitengo, tínhamos de começar a devolver as espécies que quase se extinguiram. Para isso, a Fundação Carr investiu (cerca de 10 milhões de dólares entre 2004 e 2007, segundo soubemos) para o repovoamento com búfalos e bois-cavalos, numa primeira fase, ao que se seguiram, posteriormente, outras aquisições de animais”, explicou Vasco Galante. Elefantes, zebras e algumas espécies de antílopes constam da lista das outras aquisições.
O compromisso de restaurar a área de protecção é uma meta de 20 anos que Greg Carr e sua equipa estabeleceram, sempre em consonância com o Ministério do Turismo, parceiro nos projectos e na gestão de Gorongosa. Com uma visão ambiciosa, o filantropo norte-americano diz sonhar em fazer do parque um lugar melhor do que encontrou e, porventura, melhor do que alguma vez esteve. Em tempos, a antiga reserva de caça que em 1960 passou a ser oficialmente um parque nacional granjeou simpatia a nível do mundo, pelas suas características únicas, atraindo visitantes de todo o mundo, incluindo celebridades políticas, científicas e culturais. As duas décadas referidas por Carr têm como marco inicial 2008, quando com o Governo moçambicano acordou a gestão conjunta do Gorongosa Restauration Project, fruto do sucesso do projecto inicial que vigorou de 2004 a 2007.
JOVENS CIENTISTAS
A reputação do parque foi construída pelos seus atributos únicos em termos de fauna, flora e ambientais, o que também atrai vários cientistas. O naturalista Edward O. Wilson, por exemplo, um dos mais reputados a nível mundial, tem vindo a prestar a sua colaboração para a identificação, estudo e preservação de várias espécies, algumas delas por si descobertas desde que há poucos anos iniciou os contactos com o Parque da Gorongosa.
Para que a investigação científica decorra sem sobressaltos, foi criado no local um laboratório de biodiversidade, tido como um dos poucos no Continente para o acompanhamento e investigação da fauna e da flora. Nota de destaque no funcionamento do laboratório é o emprego de jovens moçambicanos, que embora sem qualificações académicas de nível superior desenvolvem, depois de localmente treinados, um trabalho considerado de grande qualidade e impacto.
Quando visitámos o laboratório, a semana passada, encontravam-se lá a trabalhar dois cientistas diplomados norte-americanos e cinco jovens moçambicanos, que frequentaram escolas secundárias de Gorongosa e de outros distritos de Sofala. Eles encontram ali um lugar perfeito para o acasalamento entre a pouca (para o nível exigido) teoria aprendida nas aulas de Biologia até à 12.ª classe e prática que consiste em estudar o complexo mundo das plantas e dos animais que no caso concreto daquele lugar de conservação ainda necessita de estudos exaustivos.
Um desses jovens é Isac Ginga, de 17 anos, que nasceu e estudou no distrito de Dondo. Ginga integra o projecto “Leões da Gorongosa”, que monitora o comportamento da espécie no interior do parque, tendo como missão estudar a dieta daqueles felinos, as suas movimentações e a ocorrência de novos nascimentos.
Ao “Notícias”, o jovem cientista (é assim que são designados no seu trabalho) revela-se realizado com o que faz, ao ponto de sentir que o seu futuro passa por ali. “Gostaria de estudar Biologia e quando acabar vir aplicar os conhecimentos que adquirirei na universidade aqui. Sinto que sou parte deste parque e dos animais e das plantas que aqui existem”, conta.
COMUNIDADES, OS OUTROS DONOS
O Projecto de Restauração da Gorongosa assenta-se sobre quatro pilares: o turismo, a conservação, a ciência e as comunidades. Nenhum deles é hoje motivo de satisfação absoluta por parte dos gestores do parque porque existem metas que ainda estão por alcançar.
Na vertente turística, por exemplo, o objectivo é que “maior número possível” deles com os moçambicanos a serem os primeiros. A justificação é simples: “este lugar único no mundo (pelas características ecológicas, principalmente) é primeiro dos moçambicanos”, sentencia Vasco Galante.
Estatísticas apontam que há dois anos o parque recebeu um total de 6550 visitantes, dos quais 4100 cidadãos moçambicanos. Destes apenas 601 foram pagantes, sendo que os restantes acederam ao local no âmbito da política que a instituição leva a cabo de envolver as comunidades circunvizinhas e outras no desfrute do que a área de conservação proporciona. “Isso faz parte da nossa visão de fazer das comunidades à volta também elas donas do parque. Levamos públicos de todas as idades, mas principalmente crianças e jovens estudantes, para safaris em que passam a conhecer de perto a beleza natural do país. Mais do que simples visitas também proporcionamos excursões de aprendizagem, em que as crianças têm aulas aqui”, ressalvou a fonte.
O parque interage com as comunidades locais e circunvizinhas desenvolvendo vários projectos transversais, todos eles com o intuito de envolvê-las na meta de proteger os animais e as paisagens do local e criar uma coexistência enriquecedora para todos. Por exemplo, os camponeses das redondezas do parque recebem assistência técnica e recursos para que sejam auto-suficientes na produção agrícola, através, por exemplo, de um projecto denominado “Machambas-Modelo”.
O “Machambas-Modelo”, que visitámos na comunidade de Vinho, no vizinho distrito da Nhamatanda, mas a poucos quilómetros do Parque Nacional da Goronhosa, envolve extensionistas e outros técnicos formados principalmente com recursos institucionais do parque. Garantir a segurança alimentar e a possibilidade de comercialização são alguns dos objectivos do programa, que inclui ainda a produção piscicultora e apicultura.
Também em Vinho o Parque contribuiu com a construção de uma escola primária completa e um centro de saúde que beneficia a comunidade local, que antes percorria cerca de trinta quilómetros para encontrar o hospital mais próximo.
No parque funciona um centro de educação comunitária, que desenvolve muitos outros programas que correspondem, em certa medida, ao que muitos empreendimentos têm como iniciativas de responsabilidade social. Várias iniciativas capacitam os moradores das proximidades do parque em matérias como a protecção do meio ambiente e desenvolvimento económico, o que constitui igualmente contributo do Parque Nacional da Gorongosa, no alívio dos índices de pobreza que ainda se consideram alto localmente e no país em geral.
Todos os projectos que decorrem no parque têm como meta torná-lo numa referência nacional e internacional, estatuto que granjeou no passado. A missão, segundo as partes envolvidas, não é impossível, pois a conjugação de esforços entre elas permitirá a reconciliação que se pretende com a natureza.
GIL FILIPE"
FONTE"
FONTE: JORNAL NOTICIAS DE MOÇAMBIQUE.

 

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM, COMEMORA HOJE 66 ANOS, PUBLICADA NO DIÁRIO DA REPÚBLICA DE PORTUGAL EM 1978

"Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem
Adotada e proclamada pela Assembleia Geral na sua Resolução 217A (III) de 10 de
Dezembro de 1948.
Publicada no Diário da República, I Série A, n.º 57/78, de 9 de Março de 1978, mediante
aviso do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Preâmbulo
Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família
humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da
justiça e da paz no mundo;
Considerando que o desconhecimento e o desprezo dos direitos do homem conduziram a atos
de barbárie que revoltam a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que
os seres humanos sejam livres de falar e de crer, libertos do terror e da miséria, foi
proclamado como a mais alta inspiração do homem;
Considerando que é essencial a proteção dos direitos do homem através de um regime de
direito, para que o homem não seja compelido, em supremo recurso, à revolta contra a tirania
e a opressão;
Considerando que é essencial encorajar o desenvolvimento de relações amistosas entre as
nações;
Considerando que, na Carta, os povos das Nações Unidas proclamam, de novo, a sua fé nos
direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de
direitos dos homens e das mulheres e se declararam resolvidos a favorecer o progresso social
e a instaurar melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla;
Considerando que os Estados membros se comprometeram a promover, em cooperação com a
Organização das Nações Unidas, o respeito universal e efetivo dos direitos do homem e das
liberdades fundamentais;

Considerando que uma conceção comum destes direitos e liberdades é da mais alta
importância para dar plena satisfação a tal compromisso:
A Assembleia Geral

Proclama a presente Declaração Universal dos Direitos do Homem como ideal comum a
atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos os indivíduos e todos os
órgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela
educação, por desenvolver o respeito desses direitos e liberdades e por promover, por medidas
progressivas de ordem nacional e internacional, o seu reconhecimento e a sua aplicação
universais e efetivos tanto entre as populações dos próprios Estados membros como entre as
dos territórios colocados sob a sua jurisdição.
......................................................................................................................................"

NACALA - PORTO, AEROPORTO INTERNACIONAL DE NACALA , A CAMINHO DA PRAIA FERNÃO VELOSO, PROVINCIA DE NAMPULA, MOÇAMBIQUE JÁ EM FUNCIONAMENTO

10 de DEZEMBRO DE 2014
FOTOS GENTILMENTE CEDIDAS POR AMABILIDADE DE UM RESIDENTE E GRANDE AMIGO DE NACALA.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

ELISA FERREIRA PODERÁ VIR A SER A PRÓXIMA PRESIDENTE DA CMVM, ESPECULA-SE CLARO....

Lei-quadro das entidades reguladoras obriga à alternância de género. CMVM poderá ter Elisa Ferreira como presidente

O sexo feminino vai chegar aos supervisores. A CMVM será a primeira

09/12/2014 | 11:06 |  Dinheiro Vivo
As mulheres vão passar a mandar nos supervisores financeiros e nas entidades reguladoras. Depois de, no ano passado, o governo ter aprovado a lei-quadro das entidades de regulação e de, no mês passado, o Conselho de Ministros ter alterado os estatutos de alguns supervisores, o sexo feminino vai chegar ao poder.
O primeiro teste vai acontecer já em 2015, quando Carlos Tavares deixar a presidência da CMVM; dois anos depois, será a vez do Instituto de Seguros de Portugal (ISP), com o fim do mandato de José Almaça.
De acordo com a lei-quadro dos reguladores, "o provimento do presidente do Conselho de Administração deve garantir a alternância de género e o provimento dos vogais deve assegurar a representação mínima de 33% de cada género". Ou seja, a composição do Conselho de Administração dos reguladores terá uma rotatividade de género, o que significa que, tendo em conta que hoje são homens que estão à frente dos supervisores, os futuros presidentes terão de ser mulheres.
Atualmente a cumprir o seu segundo mandato à frente da CMVM, que termina em meados de outubro de 2015, Carlos Tavares não poderá renovar e exercer um terceiro mandato de acordo com a lei-quadro das entidades reguladoras.
Apesar de faltar algum tempo, os nomes para ocupar a presidência da CMVM, após a saída de Carlos Tavares, já começam a circular, mas tudo vai depender do resultado das eleições legislativas. Se o PSD continuar no governo, a atual ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, ou a presidente do IGCP, Cristina Casalinho, surgem como as candidatas mais prováveis.
No caso de o PS de António Costa sair vencedor do escrutínio, o nome mais consensual é o de Elisa Ferreira. Questionada pelo Dinheiro Vivo sobre a disponibilidade para assumir a presidência da CMVM, a eurodeputada limitou-se a afirmar que "não tem qualquer comentário a fazer sobre o assunto". Elisa Ferreira é também um dos nomes para futura ministra das Finanças de um governo PS.
Ao contrário da CMVM, que só sofreu adaptações aos seus estatutos, no caso do ISP houve mesmo uma mudança de designação do supervisor, que passa de Instituto para Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF). Tal como Carlos Tavares, José Almaça não poderá renovar o seu mandato, que terminará em 2017, e terá de ser substituído à frente da ASF por alguém do sexo feminino.
Quer a CMVM quer o ISP sempre defenderam que deveriam ser excecionados da lei-quadro, pedindo para serem equiparados ao Banco de Portugal, que, a par da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, não ficou sujeito às novas regras.
Os dois reguladores argumentaram que são supervisores financeiros e que, por uma questão de independência, não lhes deveria ser imposta uma lei que coloca restrições em termos de gestão, nomeadamente nos salários pagos. Isto porque a lei-quadro veio criar comissões de vencimentos responsáveis pela fixação das remunerações.
Neste momento estão por adaptar os estatutos de dois reguladores, de um total de nove abrangidos pela lei-quadro: a Anacom, que passará a designar-se por Autoridade Nacional de Comunicações, e o INAC, que será transformado em Autoridade Nacional da Aviação Civil.
Além da rotatividade de género e fixação de vencimentos, a lei-quadro impede ainda que, dois anos após a saída, os membros do conselho de administração dos reguladores possam estabelecer "qualquer vínculo ou relação contratual" com empresas destinatárias da atividade da respetiva entidade reguladora.
Reguladores vão ter rotatividade de género e fixação de salários. CMVM será o primeiro teste quando Carlos Tavares deixar a presidência, em 2015."
FONTE DINHEIRO VIVO www.dinheirovivo.PT

CABO VERDE A CAMINHO DE FAZER PARTE DA LISTA DOS LUGARES MAIS ATRACTIVOS DO MUNDO PARA TURISMO

"NOS KU NOS

A SEMANA :

Cabo Verde entre os “Dez melhores destinos étnicos” para 2015 09 Dezembro 2014

Cabo Verde foi novamente escolhido para o ranking dos dez melhores destinos étnicos para 2015 pela Ethical Traveler, revista online que estuda todas as nações em desenvolvimento para criar uma lista dos lugares mais atractivos do mundo. Este é um projecto do Earth Island Instituto, organização independente sem fins lucrativos.

Cabo Verde entre os “Dez melhores destinos étnicos” para 2015
São avaliadas as políticas e práticas que sustentam os direitos humanos, a protecção ambiental e o bem-estar social em todos os países, com base em fontes como a Amnistia Internacional e a organização Repórteres Sem Fronteira. A ideia é conscientizar os viajantes para gastarem o seu dinheiro em destinos turísticos que respeitam esses valores, promovendo uma sociedade mais justa e uma economia do turismo sustentável.
No ano passado, Cabo Verde integrou a lista dos melhores destinos junto com Bahamas, Barbados, Chile, Lituania, Maurícias, Uruguai, Palau, Dominique e Letónia. De referir que a Ethical Traveler, criada em 2003, é uma aliança de pessoas que gostam de viajar e que propõe educar os viajantes sobre o impacto do turismo sobre o mundo."
FONTE: JORNAL A SEMANA DE CABO VERDE.