sábado, 18 de janeiro de 2014

LARDE, MOMA, NAMPULA, NOVO DISTRITO NESTA PROVINCIA DE MOÇAMBIQUE JÁ MEXE


AINDA não há definição em termos de data para acolher a cerimónia de elevação do posto administrativo de Larde, em Moma, província de Nampula, à categoria de distrito conforme proposta do governo nesse sentido submetida à Assembleia da Republica e aprovada recentemente por este órgão legislativo.Mas os habitantes daquela região costeira rica em minérios e com condições para a prática da agricultura e turismo, entre outras actividades, desdobram-se em preparativos para assinalar o acto de forma diferente e marcante, facto que estimula as autoridades locais a acelerar o passo para garantir em tempo útil que as infra-estruturas destinadas a acomodar os serviços públicos e seus titulares estejam prontos. A decisão de elevar Larde a categoria de distrito é considerada de inteligente pela população local porque no seu entender vai galvanizar a exploração dos recursos naturais locais, parte dos quais já em curso, nomeadamente as areias pesadas de Topuito, bem assim de outras actividades económicas que se encontram no estágio de completa dormência.Alberto Momade, agente de segurança no empreendimento de areias pesadas na localidade de Topuito, disse à nossa Reportagem que Larde como distrito vai competir para ser uma das potencias em termos de desenvolvimento humano suportado não somente pelos recursos naturais, mas também pela promoção da exploração sustentável da terra para fins agrícolas, potenciando culturas como o arroz, a copra e o relançamento da actividade piscatória elevando os operadores do sector artesanal para empresarial, porquanto o pescado encontra-se disponível em quantidades significativas.
“Quando o governo lançou o parcelamento das áreas residenciais não estávamos a prever o que hoje está a acontecer e para consagrar esta iniciativa, muitos naturais e residentes de Larde estão a levar a cabo obras apostando em material convencional ou misto para edificação de residências e casas comerciais e de serviço o que é de certa forma louvável”- acrescentou Alberto Momade.Quem já está a construir uma mercearia que pode ser uma das raras que se encontrará em funcionamento nos próximos dois meses é Ibraimo Ussene, empreendedor na vila de Larde. “O estado vai precisar de servidores para garantir o funcionamento da sua máquina governamental e eu quero sê-lo e com as poupanças que fiz com a venda de pescado seco e fresco que comercializo nos centros urbanos estou a concretizar o meu sonho de sempre, de ser um comerciante partindo de pequenos negócios”- disse Ussene visivelmente emocionado.O entrevistado disse que Larde no seu todo como distrito tem potencial para se equiparar as restantes regiões como referência em termos de contribuição para a economia da província. O que faltava, no seu entender, era de uma maior atenção por parte do governo e como a decisão já está tomada “agora arregaçamos as mangas ou se quer vestimos o fato macaco para trabalhar no duro para agradecer, de facto, quem nos deu esta oportunidade de decidir-mos sozinhos relativamente ao nosso futuro”- ajuntou Ibraimo Ussene.A formação do capital humano para desfrutar das oportunidades de emprego que o mercado de trabalho oferece nos últimos tempos com o advento da descoberta de recursos naturais é fundamental. “Estou certo que o governo vai apostar na educação estendendo ainda mais o ensino secundário geral a todos níveis e em particular o ensino técnico profissional nas diferentes áreas”- afirmou por sua vez Jorge Silvestre, outro dos nossos entrevistados.
LARDE TEM DESAFIOS ENORMES
A elevação de Larde do nível de posto administrativo à distrito coloca enormes desafios as autoridades governamentais centrais e provinciais, pois, são exíguas as infra-estruturas para acomodar as instituições públicas, bem assim para acomodação dos respectivos titulares.O “Notícias” constatou recentemente no terreno o nível de criação das condições indispensáveis para acomodação dos serviços e respectivos titulares, nomeadamente da residência do administrador e secretário permanente distrital e dos directores de serviços locais de actividades económicas, mulher, saúde e acção social, educação juventude e tecnologia, infra-estruturas e planeamento, comandante da Polícia da República de Moçambique e do representante do Serviço de Informação e Segurança do Estado (SISE).Relativamente a residência do administrador não há sobressaltos, pois, o imóvel que actualmente é ocupada pelo chefe do posto administrativo será reformada e apetrechada. Para acomodar os restantes quadros do governo distrital, uma comissão do ministério da Administração Estatal identificou três imóveis outrora pertencentes a extinta Boror, as quais vão passar por um processo de beneficiações pois, encontram-se num estado lastimável de conservação.Manuel Fonseca, substituto do chefe do posto administrativo de Larde, disse que em relação as residências para serem ocupadas pelo secretário permanente e directores distritais de serviços que serão conhecidos após a tomada de posse e instalação do governo distrital, decorrem trabalhos visando a sua identificação.
Para o funcionamento do serviço distrital de educação juventude e tecnologia já há uma decisão governamental que indica a utilização de parte do edifício da secretaria da escola secundária de Larde. Manuel Fonseca, que é docente e director da zona de influência pedagógica de Larde, acrescentou que esforços suplementares deverão ser envidados quer pelo governo local, do distrito de Moma e provincial no sentido de suprir a insuficiência de imóveis para o funcionamento de serviços ou acomodação dos titulares dos órgãos estatais.O governo ainda não se pronunciou oficialmente relativamente a data da tomada de posse dos governos dos distritos recém criados e isso está a criar incertezas. Araújo Chale Momade, administrador de Moma, referiu que devido a essa situação torna-se difícil fazer a distribuição dos fundos destinados ao investimento público, bem assim de financiamento de iniciativas locais, vulgo “sete milhões”.
OPORTUNIDADES POR EXPLORAR EM LARDE
Como distrito em criação, Larde evidencia muitas dificuldades em termos de prestação de serviços facto que constitui enorme oportunidade para o sector empresarial. Larde vai precisar de muito dinamismo do empresariado para explorar o enorme potencial existente na área de turismo nas belas praias do rio Larde com águas salgadas, onde abundam variedades de pescado sobretudo crustáceos como caranguejo, camarão, lagosta, lulas, polvo, entre outras, para abastecer o sector hoteleiro e não só.Larde conta com ilhas nomeadamente Injovo, Carrea e Quirupe onde se pode desenvolver empreendimentos para turismo de alto padrão no domínio da hotelaria, restauração e cultural visto que existem áreas de conservação marinha que muitos turistas, sobretudo estrangeiros procuram desfrutar.O comércio formal não funciona há décadas apesar de existir cerca de três dezenas de estabelecimentos espalhados pelo posto que se encontram encerrados, em razão de aparentes dificuldades financeiras dos respectivos proprietários. Actualmente o posto conta com 105 barracas e lojas rurais cujos operadores não garantem a comercialização dos excedentes agrícolas, sendo esta uma oportunidade de negócio a não descurar.O sector da pesca artesanal está adormecido muito por culpa da ausência de estabelecimentos que possam garantir a disponibilidade dos respectivos apetrechos e materiais. Adicionalmente, os operadores com pujança financeira podem sair da pesca artesanal para um modelo comercial que possa contar com sistemas de conservação e unidades de processamento em terra, uma vez que Larde está ligado a rede nacional de energia eléctrica desde Junho de 2010.Nas lagoas de Maganha, Cerema, Ninte, Carroa assim como em Incurro, Iriata e Mpaia existem recursos pesqueiros que são capturados em moldes artesanais. As espécies marinhas capturadas são comercializadas localmente, assim como nos distritos circunvizinhos, dado que o seu consumo é de alguma forma considerável.No ramo da agricultura, o potencial é vasto que vai exigir a ousadia de investidores como os de origem indiana que identificam áreas para a produção da cultura de arroz, beneficiando das condições excelentes para irrigação como os rios, riachos e lagoa como a famosa Maganha que não seca mesmo com estiagem severa segundo dados históricos referentes aquele recurso hídrico natural.Mas há mais culturas que podem ser praticadas em moldes comerciais, nomeadamente gergelim, amendoim, mandioca e milho. Outrora funcionou uma companhia vocacionada a produção de copra num vasto palmar, que está a exigir tratamento para a sua reposição dado que apresenta um aspecto de abandono, segundo revelou o director do serviço de actividades económicas em Moma,  Cantiflas Jerónimo.A nossa fonte acrescentou que madeiras do tipo chanfuta, mondzo, jambirre, além do pau preto e pau ferro, consideradas de primeira qualidade, abundam na área do futuro distrito de Larde, sendo que a sua exploração poderá concorrer para o reforço do volume de receitas para os cofres do governo local.Como nos referimos, a localidade de Topuito, onde se localiza o empreendimento de extracção e processamento de areias pesadas desenvolvido pela mineradora irlandesa Kenmare, pertence ao distrito de Larde, sendo esta uma vantagem por considerar sobre vários pontos de vista, com destaque para o económico e social.  
BI DE LARDE
Já existe uma delimitação daquilo que será o distrito de Larde. O novo distrito vai contar com dois postos administrativos, nomeadamente de Larde Sede e Mucuali, ambos desagregados de Moma. A sua população será de aproximadamente 80 mil habitantes que se encontram em 12 localidades.As línguas mais faladas pelas populações locais são o marrovone e coti. Conta neste momento com uma rede sanitária constituída por dois centros com maternidade localizados em Larde e Topuito.A rede escolar conta com um total de 18 estabelecimentos de ensino. Um destes estabelecimentos de ensino lecciona da oitava a décima classe e os restantes são do nível básico, que vai da primeira a sétima classe.A sua receita global no ano findo foi de cerca de 394 mil meticais colectada sobre o exercício de actividades económicas e 40.190 meticais referentes ao imposto de reconstrução nacional que cobre indivíduos com mais de 18 anos de idade.
CARLOS TEMBE""
FONTE: JORNAL DE NOTICIAS DE MOÇAMBIQUE.

CPLP PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL MOÇAMBICANO SALIMO ABDULA CONSIDERA A LINGUA PORTUGUESA DETERMINANTE NOS NEGÓCIOS

O PRESIDENTE Confederação Empresarial da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o moçambicano Salimo Abdula, diz acreditar no desenvolvimento económico sustentável através da correcta exploração das potencialidades inerentes à língua portuguesa como instrumento fundamental de negócios.Intervindo durante o Congresso Internacional Índia – Mercado Lusófono, realizado esta semana, em Goa (Índia), Salimo Abdula disse, que através da língua portuguesa, a Confederação Empresarial da CPLP pretende promover relações comerciais, potenciado a criação de valor para as empresas, para os seus países-membros e para as comunidades económicas regionais nas quais cada país-membro está inserido.“As economias ‘florescentes’ de vários países de língua oficial portuguesa têm vindo a tornar-se economias atractivas para investidores e empreendedores, é aqui onde a Confederação irá actuar no eixo de ‘facilitador’ de negócios”, referiu o presidente da Confederação empresarial da organização.Numa altura em que a Europa está a atravessar uma crise económica, a Confederação Empresarial da CPLP acredita ser crucial uma aposta nos países onde ao longo de séculos foi criada uma ligação de proximidade, a qual tem como veículo principal a língua portuguesa, disse Salimo Abdula.“O nosso objectivo principal é definir eixos prioritários para a promoção da competitividade e melhorar a articulação entre os principais parceiros na internacionalização das empresas de língua portuguesa”, disse Salimo Abdula a dado momento da sua intervenção.
Para aquele empresário, é determinante para a Confederação Empresarial a identificação dos principais elementos com capacidade de potenciar valências no conjunto dos activos distintivos da economia dos países da CPLP.“Pensamos ser crucial identificar elementos válidos que consolidem a nossa posição económica actual e fortaleçam as nossas relações comerciais daqui em diante. Pensamos que negócios globais devam ter necessariamente a força de parcerias globais e bem estabelecidas”, disse.A língua portuguesa é falada, em todo o mundo, por cerca de 250 milhões de pessoas, equivalendo a cerca de quatro por cento do valor de negócios.Para Salimo Abdula, a distribuição geográfica diversificada dos países-membros da CPLP é outro factor importante para a criação de sinergias empresariais, sobretudo aproveitando o facto de cada um dos estados-membros estar integrado em blocos económicos regionais. Moçambique e Angola são membros da SADC; Portugal, da União Europeia; Brasil, da Mercosul; e Cabo Verde, da CEDEAO."
FONTE: JORNAL NOTICIAS DE MOÇAMBIQUE.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

PESSOAS BEM SUCEDIDAS 9 COISAS QUE FAZEM DE MANEIRA DIFERENTE, IMPORTANTE, É IDENTIFICAR OS ERROS QUE O TEM FEITO SAIR DOS CARRIS E A PARTIR DE AGORA USAR ESSE CONHECIMENTO PARA SEU PROVEITO"

"Até as pessoas mais brilhantes são bastante incompetentes quando se trata de compreender as razões porque são bem-sucedidas ou fracassam

9 coisas que as pessoas bem-sucedidas fazem de maneira diferente

Cérebro é naturalmente social
Mais importante do que ser, é fazer
D.R.
09/01/2014 | 17:40 | Dinheiro Vivo
Sabe como conseguiu ter sucesso no cumprimento de alguns dos seus objetivos e noutros não? Se não sabe, está longe de se encontrar sozinho na sua confusão. Ao que parece, até mesmo as pessoas brilhantes e realizadas são bastante incompetentes quando se trata de compreender as razões de serem bem-sucedidas ou fracassarem. A resposta intuitiva — que nascemos predispostos a certos talentos e com falta de outros — é só uma pequena peça do puzzle. De facto, décadas de investigação sobre concretização sugerem que as pessoas de sucesso atingem os seus objetivos, não apenas por serem quem são, mas mais frequentemente por fazerem o que fazem.1. Seja específico. Quando estabelece um objetivo, tente ser o mais específico possível. “Perder cinco quilos” é um objetivo melhor que “perder algum peso”, porque nos dá uma ideia clara da imagem do sucesso. Saber exactamente o que pretende concretizar mantém-no motivado até lá chegar. Além disso, pense nas ações específicas que tem de realizar para atingir o objetivo. Limitar-se a prometer que vai “comer menos” ou “dormir mais” é demasiado vago — seja claro e preciso. “Vou para a cama às dez horas nos dias de semana” não deixa espaço para dúvidas acerca do que precisa de fazer, e se o fez ou não.
2. Aproveite o momento para agir em relação aos seus objetivos. Dado que andamos quase todos muito ocupados e a fazer malabarismo com vários objetivos ao mesmo tempo, não é de surpreender que, rotineiramente, percamos oportunidades para agir em relação a um objetivo porque, simplesmente, não nos apercebemos delas. Não teve mesmo tempo para fazer exercício hoje? Nenhuma hipótese, em momento algum, de devolver aquela chamada? Atingir o seu objetivo significa segurar essas oportunidades antes que elas lhe escorreguem das mãos.
Para aproveitar o momento, decida quando e onde vai realizar cada ação que pretende, sendo o mais específico possível (“segundas, quartas e sextas vou fazer trinta minutos de exercício antes do trabalho.”) Os estudos demonstram que este género de planeamento ajudará o seu cérebro a detetar e aproveitar a oportunidade quando esta surge, aumentando em cerca de 300% as suas probabilidades de sucesso.
3. Saiba exatamente quanto caminho lhe falta percorrer. Atingir qualquer objetivo exige uma supervisão regular e honesta do seu progresso — se não por outros, por si. Se não tiver noção de como está a correr, não pode ajustar o seu comportamento nem as suas estratégias em conformidade. Verifique frequentemente os seus progressos — uma vez por semana ou todos os dias, dependendo do objetivo.
4. Seja um otimista realista. Quando está a definir um objetivo, entregue-se a todo o género de pensamentos positivos acerca das probabilidades de o atingir. Acreditar na sua capacidade de ser bem-sucedido é extremamente útil para criar e manter a sua motivação. Mas, faça o que fizer, não subestime o quanto será difícil atingir o objetivo. A maioria dos objetivos que vale a pena atingir exige tempo, planeamento, esforço e persistência. Os estudos demonstram que pensar que as coisas surgirão naturalmente e sem esforço o deixa mal preparado para o caminho que tem à sua frente, e aumenta significativamente as probabilidades de fracassar.

5. Concentre-se em tornar-se melhor e não em ser bom.
Acreditar que tem a capacidade de atingir os seus objetivos é importante, mas também é importante acreditar que pode adquirir essa capacidade. Muitos de nós acreditamos que a nossa inteligência, a nossa personalidade e as nossas aptidões físicas são fixas — que, façamos o que fizermos, não podemos melhorá-las. Como resultado, concentramo-nos em objetivos que o demonstrem, em vez de desenvolvermos e adquirirmos novas capacidades.
Felizmente, décadas de pesquisa sugerem que a crença numa capacidade fixa está completamente errada — capacidades de todos os géneros são profundamente maleáveis. Aceitar o facto de que pode mudar, permitir-lhe-á fazer escolhas melhores e atingir o máximo do seu potencial. Pessoas cujos objetivos estão relacionados com ser melhor, em vez de ser bom, assimilam bem as dificuldades e apreciam tanto a viagem como o destino.
6. Tenha determinação. A determinação é o desejo de se comprometer com objetivos a longo prazo e persistir em face das dificuldades. Os estudos mostram que as pessoas determinadas obtêm mais educação formal ao longo da vida e têm médias melhores na universidade. A determinação indica quais serão os cadetes a destacar-se no seu primeiro ano extenuante em West Point.
A boa notícia é que, se você não é particularmente determinado neste momento, pode fazer alguma coisa por disso. As pessoas com falta de determinação acreditam mais que, simplesmente, não possuem as capacidades inatas que as pessoas de sucesso têm. Se isto descreve a maneira como pensa… bem, não há maneira de o dizer delicadamente: está enganado. Como mencionei antes, esforço, planeamento, persistência e boas estratégias são o que realmente nos leva a ter êxito. Aceitar esta ideia não só o ajudará a ver-se a si mesmo e aos seus objetivos com mais exatidão, mas também fará maravilhas pela sua determinação.
7. Construa o seu músculo da força de vontade. O seu “músculo” do autocontrolo é como qualquer outro músculo do seu corpo — quando não é muito exercitado, enfraquece. Mas quando lhe permite exercício regular, dando-lhe bom uso, tornar-se-á cada vez mais forte e mais capaz de o ajudar a atingir os seus objetivos.
Para construir a força de vontade, empenhe-se num desafio que lhe exija fazer algo que, honestamente, preferia não fazer. Deixar de comer petiscos gordurosos, fazer cem abdominais por dia, sentar-se direito, tentar aprender uma nova capacidade. Quando der por si com desejos de ceder, desistir ou simplesmente deixar de se ralar — não o faça. Comece apenas com uma atividade e faça um plano para lidar com os problemas à medida que ocorrerem (“Se tiver vontade de um petisco, comerei uma peça de fruta fresca ou três frutos secos.”) Ao princípio será difícil, mas vai-se tornando mais fácil e isso é que é importante. À medida que a sua força aumenta, pode adotar mais desafios e exercitar mais o seu autocontrolo.
8. Não desafie o destino. Por mais forte que o seu músculo da força de vontade se torne, é importante respeitar sempre o facto de que há limites e, se o forçar demasiado, pode esgotar-lhe a energia. Não tente duas tarefas muito difíceis ao mesmo tempo, se o puder evitar (como fazer dieta e deixar de fumar).E não se coloque no caminho do perigo — muitas pessoas têm demasiada confiança na sua capacidade para resistir às tentações e, em resultado, colocam-se em situações em que estas abundam. As pessoas de sucesso conseguem não tornar as coisas mais difíceis do que já são.
9. Concentre-se no que vai fazer, e não no que não quer fazer. Quer mesmo perder peso, deixar de fumar ou conter o seu mau génio? Planeie como vai substituir os maus hábitos por bons, em vez de se concentrar apenas nos maus hábitos. As pesquisas sobre supressão de pensamentos (por exemplo, “Não pensar em ursos brancos!”) demonstram que tentar evitar um pensamento torna-o ainda mais ativo na nossa mente. O mesmo é verdade quando se trata de comportamentos — ao tentar não realizar um mau hábito, o hábito é reforçado, em vez de quebrado.
Se quer mudar os seus hábitos, pergunte-se, “Que vou fazer em vez disso?” Por exemplo, se quer controlar o mau feitio e deixar de perder as estribeiras, pode fazer um plano deste género: “Se começar a sentir-me zangado, respiro fundo três vezes para me acalmar.” Usando a respiração profunda para se acalmar em vez de ceder à raiva, o seu mau hábito enfraquecerá ao longo do tempo, até desaparecer completamente.
Espero que, depois de ler estas nove coisas que as pessoas de sucesso fazem de maneira diferente dos outros, tenha ficado com algumas perspetivas sobre o que tem feito bem até agora. Mais importante ainda, espero que consiga identificar os erros que o têm feito sair dos carris e que, a partir de agora, use esse conhecimento para seu proveito. Lembre-se que não precisa de se tornar uma pessoa diferente para se tornar uma pessoa com mais sucesso. O que importa não é o que você é, mas o que você faz.
Heidi Grant Halvorson, Ph.D., é diretora associada do Motivation Science Center na Business School da Universidade de Columbia e é autora dos livros "Nine Things Successful People Do Differently" e "Focus: Use Different Ways of Seeing the World to Power Influence and Success"
Importante, é identificar os erros que o têm feito sair dos carris e, a partir de agora, usar esse conhecimento para seu proveito "
FONTE: www.dinheirovivo.PT

MOÇAMBIQUE CRESCIMENTO ECONÓMICO PREVISTO PARA 2014 PELO FMI É DE 8,3%

A TVM TELEVISÃO DE MOÇAMBIQUE EM TRABALHO EFECTUADO COM O REPRESENTANTE DO FMI EM MOÇAMBIQUE ANUNCIOU QUE O CRESCIMENTO ECONOMICO  EM MOÇAMBIQUE PREVISTO PARA 2014 É DE 8,3% TENDO APRESENTADO OS RESPECTIVOS ARGUMENTOS QUE SUSTENTAM TAL PREVISÃO.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

"MOÇAMBIQUE UM DOS 5 MELHORES PAISES DE ÁFRICA A TER EM CONTA EM 2014" VOZ DA AMÉRICA

"Notícias / Moçambique        

Moçambique, um dos 5 países em África a ter em conta em 2014

Melhor distribuição de bens e emprego são apontados como os factores preponderantes do sucesso de Moçambique.                       

Segundo uma reportagem da US News, Moçambique está entre os cinco países que vale a pena olhar em 2014, no que toca ao desenvolvimento do continente africano. A reportagem refere que a “pérola do Índico” poderá fazer uma “grande diferença dentro das condições e circunstâncias certas”.

A US News faz uma descrição das características socio-económicas e políticas destes cinco países e destaca o potencial de investimento de cada um. Na lista dos cinco melhores Moçambique aparece primeiro, seguido da Namíbia, Zâmbia, Costa do Marfim e Ruanda. A análise é de Stephen Hayes, CEO da Corporate Council on Africa.


Moçambique tem uma das maiores reservas naturais de gás, bem como petróleo, descoberto em 2013 na sua costa. Esta descoberta teve implicações directas no potencial de riqueza do país que pode torná-lo tão rico quanto os impérios árabes.
Com os últimos acontecimentos que puseram em causa a estabilidade do país, o Presidente Armando Guebuza e o seu sucessor têm em mãos o desafio de gerir a nação no sentido da prosperidade.
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Melhor distribuição de bens e emprego são apontados como os factores preponderantes do sucesso de Moçambique.

Explorar melhor o potencial agrícola e turístico da costa moçambicana e das suas reservas, são sugestões deixadas por Stephen Hayes.

A Namíbia, apesar de grande, é pouco populada, sendo um dos países menos populosos do mundo, o que não constitui obstáculo para o país. A troca de bens entre os países fronteiriços faz-se com facilidade, por ter uma estrutura sólida para transporte desses mesmos bens, especialmente entre Angola e África do Sul.
A Namíbia tem um dos principais portos de África, que liga o continente às Américas, Walvis Bay.

O artigo do US News sugere que o país invista nos caminhos-de-ferro de Walvis Bay, que podem reduzir o custo dos navios comerciais para Angola, onde os bens “ficam armazenados no Porto de Luanda durante semanas”.
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Os navios com destino a Joanesburgo e a Pretoria podem igualmente ganhar tempo com a rota pela Namíbia, do que continuando pelo oceano até à Cidade do Cabo e Durban.

Walvis Bay poderia assim ser o maior ponto central para transporte de bens e serviços , por terra e mar, beneficiando bastante o país.

A Zâmbia não tem costa, mas o seu desenvolvimento é notável. Depende essencialmente da exploração mineira, mas começou a investir na agricultura e no turismo, tendo as quedas de Victoria Falls como uma das maiores atracções.
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Rodeada pela República Democrática do Congo, Tanzânia, Malawi, Moçambique, Zimbabué, Botsuana, Namíbia e Angola, a Zâmbia representa um modelo de desenvolvimento a seguir. O especialista Stephen Hayes aconselha o país a continuar a trabalhar na política agrícola e na distribuição justa da riqueza, como tem feito até agora, chamando à atenção para a presença chinesa no país, que já causou alguns problemas.

A Costa do Marfim já foi a jóia da África Oeste. Recupera-se agora de uma desastrosa guerra civil e mantém uma paz frágil. Se o país conseguir reconstruir a sua economia tem potencial para renascer e provavelmente mais rápido do que muitos países nesta região.
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As descobertas de petróleo trazem uma certa confiança no que toca ao investimento estrangeiro. O Banco Africano de Desenvolvimento, outrora uma das âncoras da economia do país vai voltar a instalar a sua sede na Costa do Marfim, o que pode atrair outras instituições financeiras.

Apesar de não ser tão óbvio quantos os outros, o Ruanda consta da lista pela sua forte influência nos eventos políticos e económicos numa das regiões mais voláteis de África.

O Ruanda tem um dos sistemas de planeamento de desenvolvimento nacional melhor pensados em África, em grande parte, através do Conselho de Desenvolvimento Ruanda.
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A agricultura, o turismo, o optimismo do povo (um dos mais optimistas de África) e a possibilidade de vir a ser um grande centro de serviços para a região, colocam o país numa boa posição para ser um dos melhores.

Contudo, o calcanhar de Aquiles do Ruanda é a incapacidade de se entender com a sua história. Ainda não se conseguiu entender se o país precisa mais de um líder forte ou de um conciliador, um pacifista."
FONTE: VOZ DA AMÉRICA, VOA MOÇAMBIQUE. 

MOÇAMBIQUE E ANGOLA SÃO OS PAISES COM MAIOR PERSPECTIVAS DE CRESCIMENTO DA ÁFRICA SUBSAHARIANA, SEGUNDO O BANCO MUNDIAL, NESTE E NOS PRÓXIMOS ANOS, PERSPECTIVAS ECONÓMICAS GLOBAIS, DIXIT!

"Banco Mundial: Moçambique e Angola vão crescer à volta de 8% até 2016
Benga carvaoMoçambique e Angola são dois dos países da África subsahariana que mais ter mais crescimento económico neste e nos próximos anos, prevê o Banco Mundial no relatório sobre as Perspectivas Económicas Globais, hoje divulgado.De acordo com os números hoje divulgados, Angola deverá ter crescido 5,1% em 2013 mas, neste ano, vai acelerar para os 8% e depois abrandar para 7,3 e 7% nos dois anos seguintes, ao passo que Moçambique acelera de 7% em 2013 para 8,5% neste e no próximo ano."O crescimento na região subsahariana deverá ser impulsionado quer pelos países com recursos naturais, quer pelos outros. Os países exportadores de petróleo, liderados por Angola, deverão crescer 6,4%, em média, entre 2014 e 2016", refere o relatório.Esse "crescimento deverá também permanecer robusto em muitos países exportadores de minerais, incluindo Gana, Moçambique e Tanzania, alicerçado nos fluxos de Investimento Direto Estrangeiro no sector dos recursos naturais e por um aumento de produção nos projectos em andamento", pode ler-se no relatório na parte que analisa a África subsaariana.Nesta região, a economia deverá continuar a crescer, recuperando dos 3,5% de 2012 e dos 4,7% do ano passado, para uma média de 6% este ano, excluindo a África do Sul, que puxa os valores para baixo, nota o documento, que sublinha que apesar de um terço dos países abaixo do Sahara terem crescido mais de 6% no ano passado, as desigualdades continuam grandes e o desemprego mantém-se alto."As perspectivas de crescimento a médio prazo são fortes. O PIB regional deve fortalecer-se para 5,3% este ano, melhorando face aos 4,7% de 2013, aumentar para 5,4% em 2015 e atingir os 5,5% em 2016", lê-se no relatório, que explica que "a procura interna, associada aos investimentos em infraestruturas e ao consumo das famílias, vai continuar a ser o maior motor do crescimento económico na maioria dos países desta região".As dificuldades, sublinha o relatório, são já esperadas quando se fala no desenvolvimento de África: "embora o PIB [Produto Interno Bruno] real em muitos países desta região deva permanecer mais elevado que noutras regiões em desenvolvimento, a fraca infraestrutura física limita o crescimento potencial - geração instável de energia e más estradas vão continuar a impor custos altos aos negócios, reduzir a eficiência e impedir o comércio regional", pode ler-se no documento.Os riscos ao panorama positivo que o relatório do Banco Mundial apresenta centram-se num "declínio acentuada dos preços dos bens e matérias-primas [commodities] motivado por uma procura mais branda ou produção excessiva, e efeitos secundários da restrição das condições monetárias por causa do fim dos estímulos financeiros da Reserva Federal norte-americana", mas também em factores internos, como "agitação política, problemas de segurança e choques provenientes de choques climatéricos".Num cenário de forte redução do preço das 'commodities', o relatório afirma que Angola seria um dos países mais afectados, devido à sua forte dependência do petróleo: "Os exportadores de petróleo, especialmente os com economias menos diversificadas, como Angola e o Gabão, seriam os mais afectados, com o PIB a decrescer 3,8 pontos percentuais relativamente às previsões e com o défice a piorar em 10,8 pontos percentuais".
Este risco, conclui o relatório, sublinha a necessidade de implementar "reformas estruturais que fomentem a diversificação económica"."
FONTE: RÁDIO MOÇAMBIQUE.

MOÇAMBIQUE ZIMBABWE LINHA FERREA DO LIMPOPO EM PLENO FUNCIONAMENTO

"Para o Zimbabwe: Ferrovia do Limpopo desimpedida
Comboio cfm amareloA linha férrea do Limpopo, que liga Moçambique ao vizinho Zimbabwe, foi reaberta ao tráfego no último fim-de-semana, depois de cinco dias de interrupção na sequência do descarrilamento de um comboio no Km-272, na região de Chókwè, província de Gaza.Fonte da Direcção de Engenharia da Empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) é citado pelo “Notícias” a dizer que depois de concluído o trabalho de desobstrução da via a mesma foi declarada parcialmente livre a meio da tarde de sexta-feira, o que permitiu que transitasse o primeiro comboio de passageiros.Na tarde do dia seguinte, sábado, segundo a fonte fonte do jornal, a linha-férrea do Limpopo foi declarada completamente livre para operação, sem restrições, tendo a partir daí sido retomada a circulação de comboios de carga de e para o Porto de Maputo.A reabertura da linha ao tráfego foi precedida de um trabalho de estabilização do balastro na zona onde ocorreu o descarrilamento, uma operação destinada a conferir maior consistência à estrutura da ferrovia.Entretanto, não foram divulgados os resultados do inquérito instaurado para apurar as causas do descarrilamento do comboio, uma composição de 26 vagões transportando açúcar proveniente do Zimbabwe para exportação através do Porto de Maputo. Na sequência do sinistro oito vagões descarrilaram e outros doze tombaram nas bermas da linha, despejando parte considerável da carga.Dados equacionados na altura pela empresa consideravam o incumprimento das restrições de velocidade por parte da tripulação do comboio como tendo sido a causa do acidente, mesmo admitindo que a região onde se deu o sinistro é de solos movediços, que inspiram cuidados adicionais na circulação de comboios, sobretudo após a queda de chuvas.A linha-férrea do Limpopo é a maior do sistema ferroviário sul, que integra as linhas de Ressano Garcia, que liga à África do Sul; da linha de Goba, que liga ao vizinho Reino da Suazilândia e ainda o ramal de Salamanga. Trata-se de uma via com grande importância estratégica para vários países do “Hinterland” da África Austral, principalmente o Zimbabwe, país que tem naquela via a sua mais viável rota para as suas exportações e importações através do Porto de Maputo.Além do Zimbabwe, a linha do Limpopo serve outros países com interesse crescente de se relacionar com diversos mercados através do Porto de Maputo, a exemplo do Botswana, que vem equacionando a utilização daquela infra-estrutura para o transporte de suas mercadorias de importação e exportação.No plano interno a linha do Limpopo joga um papel relevante na ligação entre a capital do país e as várias comunidades, nomeadamente Manhiça, Magude, Chókwè, Mabalane, Mapai e Chicualacuala, localizadas ao longo do seu traçado, tradicionalmente dependentes do comboio para se abastecer de bens de primeira necessidade."
FONTE RÁDIO MOÇAMBIQUE.