sexta-feira, 3 de maio de 2013

TETE RECURSOS MINERAIS GERAM CRESCIMENTO DE 40% DA ECONOMIA DA PROVINCIA

"Recursos minerais geram crescimento de 40% da economia da província de Tete
A província de Tete registou em 2012 um crescimento do produto estimado em 40%, impulsionado principalmente pelo desenvolvimento da actividade mineira, de acordo com o director da banca de particulares, pequenas e médias empresas do Standard Bank.No decurso de um encontro organizado pelo banco na cidade de Tete para promover soluções de financiamento e parcerias direccionadas pêra as pequenas e médias empresas, Chuma Nwokocha previu que o crescimento económico registado em 2012 irá ter continuidade este ano.Denominado Standard Bank Expresso, o encontro centrou-se nas implicações das transformações económicas no contexto global e das políticas macroeconómicas sobre os negócios particularmente naquela região de Moçambique.Citado pelo matutino Notícias, de Maputo, Chuma Nwokocha adiantou que este encontro, “iniciado em Tete por ser a província com o desenvolvimento económico mais acentuado”, vai ser alargado a outras cidades, sendo em cada um dessas reuniões será divulgada informação económica sobre a província respectiva.
(rm/macauhub)" FONTE RADIO MOÇAMBIQUE.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

CONVERSA DE TRABALHO 10 ERROS A EVITAR

"Uma conversa pode passar facilmente de difícil a impossível e para que isto não aconteça deve preparar-se, simplificar, e manter-se positivo

10 erros que não devia cometer numa conversa de trabalho

Consulte o Guru
A série 30 rock
D.R.
29/04/2013 | 11:52 | Dinheiro Vivo
As conversas são como as cerejas, por isso mesmo é preciso ter cuidado para não as estragar. Não tenha uma atitude guerreira, simplifique, concentre-se e, acima de tudo, prepare-se. Pode fazê-lo começando por ler este texto.Erro nº1: Entregar-se a uma atitude de combate
Muitas vezes, quando as conversas difíceis se tornam tóxicas, foi porque cometemos um erro básico: entregámo-nos a uma atitude de combate. Isto permite que a conversa se torne num jogo sem equilíbrio, com um vencedor e um perdedor. Mas a verdade é que quando permitimos que as conversas sigam esta direção – principalmente na empresa – ficam todos mal no retrato e, pior, ficam todos a perder.
O inimigo verdadeiro não é o seu parceiro de conversa, mas a atitude de combate em si. Mas poderá derrotá-la, com estratégia e habilidade.
Erro nº2: Tentar simplificar o problema
Se o assunto da sua discussão fosse simples, o mais provável é que não o estivesse a discutir. Como é assustador tentar resolver vários problemas de uma só vez, poderemos sentir-nos tentados a tentar reuni-los todos num só problema menos complexo. Mas a existência deste monstro é frequentemente uma ilusão. Para evitar simplificar demais, lembre-se que se o problema não fosse complexo, provavelmente não seria tão difícil de discutir.
Erro nº3: Não respeitar suficientemente a conversa
A solução para evitar simplificar demais é respeitar o problema que está a tentar resolver. Para evitar uma atitude de combate, precisará de ir mais longe – terá de respeitar a pessoa com quem está a falar, e de se respeitar a si próprio.
Certificar-se que responde de uma forma de que mais tarde se poderá sentir orgulhoso, impedirá que não se desvie do seu rumo se o seu colega estiver a ser abertamente hostil.

Erro nº4: Atacar – ou desligarReceio, raiva, constrangimento, atitude defensiva – qualquer série de sentimentos desagradáveis pode assolar-nos durante uma conversa que preferíamos não ter. Algumas pessoas reagem confrontando o colega mais agressivamente; outras, apressando-se a acalmar as coisas.
Poderemos até hesitar entre os dois polos contraproducentes. Em vez disso, passe para o meio: diga o que realmente quer. As emoções fortes não se evaporarão, mas com a prática, aprenderá a focar-se no resultado que deseja em vez de nos sentimentos.
Erro nº5: Reagir a manobras de distração
Mentir, ameaçar, obstruir, chorar, sarcasmo, gritar, silêncio, fazer acusações, mostrar-se ofendido: as conversas difíceis podem apresentar um arsenal de manobras de diversão. (Só porque você está a tentar ultrapassar a atitude de combate, não significa que o seu colega também o esteja a fazer.)
Mas você também terá uma série de respostas possíveis, que podem ir de passivas a agressivas. De novo, a mais eficaz é a equilibrada: desarme a jogada, abordando-a diretamente. Por exemplo, se o seu colega deixou de lhe responder, poderá dizer-lhe: "Não sei como interpretar o teu silêncio."
Erro nº6: Deixar-se ser "atingido"
Todas as pessoas têm um ponto fraco. E quando alguém descobre o nosso – seja inadvertidamente, com uma seta perdida, ou porque espera atingir-nos – torna-se ainda mais difícil mantermos a atitude de combate ao largo.
Talvez o seu esteja relacionado com o seu trabalho – você sente, por exemplo, que o seu departamento não tem o respeito que merece. Ou talvez seja mais pessoal. Mas seja o que for, perca algum tempo a perceber o que pode fragilizar. Saber onde é vulnerável ajudá-lo-á a manter o controlo da situação quando alguém o atingir.
Erro nº7: Ensaiar
Se temos a certeza que uma conversa vai ser difícil, é instintivo ensaiar o que vamos dizer. Mas uma conversa difícil não é uma atuação, com um ator e um público. Depois ter iniciado uma discussão, o seu colega poderá reagir de qualquer maneira – e ter um "guião" em mente dificultará a sua capacidade de ouvir eficazmente e reagir em conformidade.
Em vez disso, prepare-se perguntado a si próprio: 1. Qual é o problema? 2. O que é que o meu colega dirá que o problema é? 3. Qual é o meu resultado preferido? 4. Qual é a minha relação de trabalho preferida dom o meu colega? Também poderá pedir à outra pessoa para fazer o mesmo antes da vossa reunião.

Erro nº8: Fazer suposições sobre as intenções dos colegas
Os otimistas têm tendência para assumir que todos os desacordos são só um mal-entendido entre duas pessoas bem-intencionadas; os pessimistas poderão achar que as diferenças de opinião são, na realidade, ataques mal-intencionados. No nevoeiro de uma conversa dura, tendemos a esquecer que não temos acesso às intenções de ninguém a não ser as nossas.
Lembre-se que você e o seu colega estão ambos a lidar com esta ambiguidade. Se tiver dificuldades, uma frase útil a recordar é: "Estou agora a perceber enquanto falamos que não compreendo bem a forma como vês este problema." Admitir o que não sabe poderá ser uma maneira poderosa de conseguir que a conversa volte a encarrilar.
Erro nº9: Perder o objetivo de vista
A chave em qualquer conversa difícil é manter sempre à vista o objetivo. Ajude a impedir que este se perca, indo para as conversas com um resultado claro e realista preferido; conhecimento de como quer a sua relação de trabalho com o seu colega seja; e tendo refletido cuidadosamente sobre quaisquer obstáculos que possam interferir com ambos. (Lembre-se, "vencer" não é um resultado realista, pois é provável que o seu colega aceite um resultado de "perder.")
Se fez o exercício descrito no Erro nº 7, isto deverá ser mais fácil. E será menos provável que seja desviado do seu caminho por manobras de diversão ou pelos seus próprios sentimentos.
Erro nº10. Não use um tom exaltadoQuando somos apanhados desprevenidos, é mais provável que recorramos aos hábitos antigos e ineficazes como a atitude de combate. Se não for você a iniciar uma conversa difícil, ou se um problema surgir do nada, fique-se por estes princípios: mantenha clara a sua mensagem, use um tom neutro e uma linguagem moderada.
Terá mais probabilidades de conseguir um resultado produtivo – e sair com a sua reputação intacta.
As conversas são como as cerejas, por isso mesmo é preciso ter cuidado para não as estragar. Por isso prepare-se bem" FONTE www.dinheirovivo.pt

CONSELHO DE MINISTROS DE MOÇAMBIQUE SESSÃO DE 30 DE ABRIL DE 2013

"O Conselho de Ministros realizou, no dia 30 de Abril de 2013, a sua 12.ª Sessão Ordinária.
O Conselho de Ministros apreciou:
- A Situação de Emergência tendo decidido a desactivação do Alerta Laranja Institucional actualmente em vigor .

- O Balanço da Estratégia da Comercialização Agrícola dos
anos 2000-2004 (ECA - I) e anos 2006-2009 (ECA II) e perspectivas.
- Os Mecanismos de Gestão de Silos.

- O Sistema de Recolha de Preços de Produtos Agrícolas
(SIRPPA) via SMS e WEB.
- As comemorações do 1º de Maio." FONTE PORTAL DO GOVERNO DE MOÇAMBIQUE.

LOPES DE CASTRO, DR JOSE MANUEL LOPES DE CASTRO PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA NORPRINT, EM "GESTÃO GLOBAL, MARÇO/ABRIL, REVISTA MENSAL #7, JORNAL PUBLICO PARCERIA COM PORTO CANAL

" É HOJE CAPA DA REVISTA, GESTÃO GLOBAL, MARÇO ABRIL 2013, DISTRIBUIDA PELO JORNAL PUBLICO, EDITADA EM PARCERIA COM PORTO CANAL, JOSE MANUEL LOPES DE CASTRO, LICENCIADO EM GESTÃO DE EMPRESAS, EXECUTIVO MBA EM GESTÃO DE INTERNACIONAL, PRESIDENTE DO CONSELHO ADMINISTRAÇÃO DA NORPRINT ARTES GRAFICAS, PRESIDENTE ( DERN), APIGRAF - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS E TRANSFORMADORAS DE PAPEL, ADMINISTRADOR DA INTERGRAF - FEDERAÇÃO EUROPEIA DA IMPRESSÃO E COMUNICAÇÃO DIGITAL, BRUXELAS, DIRECTOR DO MUSEU DA IMPRENSA DO PORTO, SÓCIO DO VARZIM SPORT CLUB".
PERSONALIDADE SEMPRE DISPONIVEL EM APOIAR INICIATIVAS SOCIAIS EM MOÇAMBIQUE E EM INICIATIVAS DE MOÇAMBICANOS EM PORTUGAL.HOMEM SOLIDÁRIO.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

INCOMPETENTES E PREGUIÇOSOS, COMO LIDAR COM ESTE TIPO DE PESSOAS, DIZ-NOS O www.dinheirovivo.pt

"Não assuma que sabe exatamente porque é que o seu colega está a cometer erros. Fale com ele. Ofereça ajuda. Se nada funcionar, proteja-se

Está rodeado de incompetentes e preguiçosos? Um guia para lidar com eles

Incompetente
Do site explodingdog.com
D.R.
29/04/2013 | 11:59 | Dinheiro Vivo
Não deve haver ansiedade maior no emprego do que aquela que se instala quando a incompetência de um colega nos afeta diretamente. É o mesmo que esperarmos por alguém que não nos passa o testemunho numa estafeta e saber que perderemos a corrida por isso. Fale com o seu colega, seja direto, mas nunca culpe, ajude. Não fulanize, ou a corrida acaba aí mesmo.Numa tentativa de funcionar neste mundo cada vez mais complexo, as organizações estão elas próprias a tornarem-se também cada vez mais complexas. Estão alicerçadas em parcerias colaborativas, linhas pontilhadas e matrizes, sendo que todas elas significam que cada vez mais o seu trabalho depende do trabalho de outra pessoa. Quando um colega comete erros, esta interligação pode ser sentida como um grande obstáculo.
Mas um emprego em que não se interage com outros é quase impossível de encontrar, já para não mencionar que é algo entediante. Por isso, precisa de saber o que fazer para que as relações funcionem. Todos os especialistas em gestão concordariam que relações de trabalho positivas são essenciais para se fazer as coisas. E então o que é que faz quando um colega não está a fazer a sua parte e está a afetar o seu trabalho? Felizmente, lidar com os erros de um colega de uma forma produtiva poderá não só ajudar a remover obstáculos como também ajudar essa pessoa, e a si, a adquirir novas competências.

O que dizem os especialistas
O tipo de erros que o podem afetar variam muito. Um colega pode não cumprir prazos, não fazer o trabalho exigido, cometer erros nos cálculos ou até dar-lhe informações falsas. Isto poderão ser tudo erros inocentes alimentados por falta de conhecimento, experiência ou consciência, mas sem mais informação não poderá ter a certeza e não será capaz de agir.

Diagnostique o problema
O primeiro passo para lidar com o comportamento do seu colega é compreender o que se está a passar verdadeiramente. Tente determinar se o problema é de curta duração, como um problema pessoal em casa, uma carga de trabalho especialmente pesada ou um problema de saúde — ou de longa duração, como falta de competências ou uma adequação cultural fraca à organização. Como Allan Cohen, Professor Emérito de Liderança Global da Cátedra Edward A. Madden no Babson College e autor de Influence without Authority assinala: "O que não sabe é se a pessoa está a ter o apoio adequado de outros, se surgiu um problema não relacionado com trabalho ou se a pessoa possivelmente não compreende a questão como você." Este diagnóstico pode ser feito procurando indícios corroboradores de outros colegas e verificando se as suas ideias sobre a questão alinham com as deles. Deborah Ancona, Professora Emérita de Gestão da Catédra Seley na MIT Sloan School of Management e autora de X-Teams: How to Build Teams that Lead, Innovate, and Succeed, avisa que é importante "ser cuidadoso porque você não vai querer que todos vejam o problema se ainda não o viram."

Aborde o seu colega diretamente
A melhor abordagem é ir à fonte — falar com o seu colega diretamente. Esta conversa deve ter lugar num ambiente informal e privado e você deve seguir sempre as boas regras do feedback. Não acuse nem culpe o seu colega. Use exemplos concretos para explicar o que está a ver e o impacto que tem em si.
Richard Hackman, Professor de Psicologia Social e Organizacional da Cátedra Edgar Pierce na Universidade de Harvard e autor de Leading Teams: Setting the Stage for Great Performances diz: "Temos tendência para atribuir o que se está a passar de errado a um individuo e especificamente a algo que tenha a ver com a sua disposição." Isto é perigoso porque estará assim a atacar a pessoa — e não o seu comportamento. Mais importante ainda, para encontrar pontos em comum com o seu colega, discuta o problema no contexto de objetivos mútuos. "Você vai querer perguntar: 'O que podemos fazer para alcançar os nossos objetivos?' e não dizer: 'Estragou tudo de novo,'" explica Hackman.
Não assuma que sabe exatamente porque é que o seu colega está a cometer erros. Como Hackman sublinha: "Precisa de estar aberto a saber que está errado sobre a situação." Use um modo de inquérito e faça perguntas como "Passa-se alguma coisa?" e "Estou a ver ou interpretar mal a situação?" Na realidade, poderá descobrir que o seu colega não tinha consciência dos erros ou de como as suas ações eram encaradas pelos outros.

Ofereça ajuda e apoio
Se um problema de curta duração está a provocar os erros, como um momento difícil em casa ou uma doença na família, deve oferecer-se para ajudar. Poderá até considerar proteger a sua retaguarda como forma de desenvolver uma relação positiva. Como Ancona diz: "Este mundo tem tudo a ver com ligações e você não só não quer pôr em perigo a relação, como deseja desenvolvê-la." Proteger a sua retaguarda poderá significar ficar com trabalho extra, passar tempo a reverificar o seu trabalho ou oferecer-se para explicar aos outros colegas o que se está a passar. Mas não significa que deva mentir em nome do seu colega, nem uma mudança permanente nas responsabilidades profissionais. E só deve protegê-lo se tiver um acordo explícito de que a situação é temporária até às circunstâncias mudarem.
Se perceber que a fonte dos erros é um problema de longa duração, como falta de competências, poderá oferecer-se para ajudar a debater soluções. Talvez o seu colega possa encontrar um curso que o ajude a desenvolver as suas competências, ou dirigir-se ao chefe para pedir ajuda.
Raramente é boa ideia deixar que o colega continue a cometer erros. Cohen diz: "Em empresas muito competitivas, a tentação é deixar as pessoas morrerem pela própria espada. Mas nesses ambientes, valorize-se ainda mais quando não se deixa que as pessoas caiam." Ao ser generoso agora, está a fazer com que o seu colega incorra na obrigação de o ajudar no futuro. Esta reciprocidade é muitas vezes a base das fortes relações profissionais.

Proteja-se
É possível que descubra que o seu colega está a cometer erros intencionalmente para o prejudicar ou ficar com os louros do seu trabalho. "Estas situações políticas são muito mais difíceis de resolver," refere Ancona. Mas felizmente também são muito mais raras. Cohen conta que só conheceu um pequeno grupo de pessoas durante a sua carreira que são "verdadeiras serpentes." O seu conselho: "A última hipótese a considerar deve ser a de que o colega está a cometer erros deliberadamente."
Ancona propõe: "Poderá tentar confrontar a pessoa diretamente, na esperança de que isso o faça recuar." Se isso não resultar, poderá usar as seguintes táticas:
Torne o seu trabalho visível. Evite gabar-se. Use a voz ativa em vez da voz passiva. Por exemplo, tente dizer: "Preparei estas análises que mostram onde devemos investir recursos" em vez de "Estas análises mostram onde devíamos estar a investir recursos."
Ofereça-se para liderar uma apresentação em que houver trabalho em conjunto para partilhar. As pessoas pensam frequentemente que a pessoa à frente da sala é a líder, ou pelo menos uma das participantes mais ativas num projeto.
Fique com os créditos quando os merecer. Isto não significa que se gabe. Em vez disso, mostre o seu envolvimento ou diga ao seu chefe exatamente que parte do projeto é o resultado do seu esforço.
Nestas situações políticas, não diga mal do seu colega. Os comentários negativos refletem-se muitas vezes tão nocivamente em si como na pessoa de quem está a falar.

Quando o problema continua...
Apesar de todos os seus esforços e cuidado a lidar com a situação, é possível que os erros continuem. Isto não será apenas um inconveniente, já que poderá prejudicar a sua carreira. Os especialistas sugerem que adote algumas medidas para preservar a sua reputação. Se possível, evite trabalhar com essa pessoa no futuro. Se isso não for possível, poderá empregar algumas das mesmas táticas mencionadas acima se a pessoa estiver a compromete-lo. Também deve considerar abordar o seu chefe. Explique o que fez até à data e peça conselhos. Deixe claro que não está a pedir que ele intervenha.
Os especialistas concordam que a situação terá de ser muito grave como, por exemplo, o projeto em que está a trabalhar estar destinado ao fracasso, antes de se dirigir ao chefe do seu colega. Mas existe um grande risco de poder alienar o seu colega e danificar a relação permanentemente. Em muitas culturas organizacionais, falar com o chefe de uma pessoa poderá ser entendido como de uma pessoa que não gosta "de trabalhar em equipa."
Ser direto e enfrentar a situação sem rodeios é o primeiro passo para ultrapassar o problema" FONTE www.dinheirovivo.pt

ÁGUAS DAS PEDRAS UNICER QUER VENDER 500 MIL LITROS DE ÁGUA DAS PEDRAS NO BRASIL AINDA ESTE ANO, www.dinheirovivo.pt

"Entrada em força neste mercado representa investimento de 600 mil euros e vai colher impulso no Mundial 2014 e Olímpicos 2016

Unicer quer vender 500 mil litros de Água das Pedras no Brasil ainda este ano

Entrevista com António Pires de Lima
António Pires de Lima, pres. da Unicer
Leonel de Castro
01/05/2013 | 04:18 | Dinheiro Vivo
António Pires de Lima quer vender 500 mil litros de Água das Pedras no Brasil, ainda este ano. Vencidos os “pretextos legais” que impediram a entrada neste mercado, o acordo entre a Unicer e a brasileira Barrinhas será assinado sexta-feira e oficializa o investimento de 600 mil euros da empresa portuguesa, que arrancou no final do ano passado. "Começámos a vender Água das Pedras no Brasil há sete meses mas só agora, vencidos os trâmites administrativos, vamos oficializar a entrada, com a assinatura da parceria com uma empresa local”, disse ao Dinheiro Vivo António Pires de Lima, presidente da Unicer. “O mercado brasileiro é muito protecionista. Houve anos de pretextos legais, alegadamente por razões de saúde, que nos impediam de comercializar a marca no Brasil e finalmente foram vencidos no último trimestre do ano passado. Tivemos de convencer as autoridades brasileiras que a Água das Pedras até faz bem – e isso demorou uns três ou quatro anos”, conta o presidente da Unicer.
O momento escolhido para formalizar a internacionalização foi a Essência do Vinho - Rio de Janeiro, mostra do sector que decorre nos dias 2 e 3 de maio. A Unicer quer ainda levar a Pedras para os Estados Unidos e o Canadá, relançando-a “com um posicionamento premium de grande prestígio”. Mesmo porque se trata de uma “água com gás natural”, ou seja, sai da nascente – na Fonte do Vale das Pedras, em Trás-os-Montes – já com as bolhinhas, uma característica apenas presente em 0,5% de todas as águas do mundo. E apesar de a produção estar “limitada ao que a natureza nos dá”, o objetivo é vender “400 a 500 mil litros já este ano”, chegando a “1 milhão de litros no Brasil e mais 1 milhão nos Estados Unidos e no Canadá em 2015/2016”.
O total de Água das Pedras exportado em 2012 ascendeu a 3 milhões, o que significa que os novos objetivos passam por vender para fora mais dois terços em apenas dois ou três anos. Ainda assim, o presidente da Unicer não pretende massificar o consumo. A ideia passa antes por colocar o produto em locais muito selecionados dos principais centros urbanos daqueles países, à semelhança da estratégia que tem sido seguida em Espanha, França e na Suíça, mas também Angola e Moçambique. “Não queremos massificar o consumo de Água das Pedras, mas colocá-la em espaços e eventos de referência, como a Essência do Vinho Brasil”, que começa amanhã, no Rio de Janeiro. Rio e São Paulo, Toronto, Nova Iorque, Boston e Washington foram as cidades escolhidas para lançar as tradicionais garrafas de 0,33l, 0,5l e 0,75l, “em campanhas muito seletivas que decorrerão em espaços de grande sofisticação. Queremos que a marca seja vista como trendy, exclusiva, única”, explica Pires de Lima ao Dinheiro Vivo.
A apresentação da Água das Pedras passará, por isso, também pelo casamento com a gastronomia. No Brasil, a loja gourmet Casa Santa Luzia foi uma das poucas escolhidas para vender Água das Pedras, que estará também em alguns dos melhores restaurantes, como os paulistas D.O.M. (eleito esta semana o sexto melhor do mundo) e Tasca da Esquina e os cariocas Fogo de Chão e Quadrucci. É que, “além de ser uma bebida refrescante, natural e sem calorias, um dos grandes potenciais da Água das Pedras é acompanhar muito bem as refeições”, esclarece o presidente da Unicer. Justamente um potencial que a empresa quer desenvolver. E para isso conta com a ajuda de alguns chefs famosos, como o português Vítor Sobral e o pernambucano César Santos – que fizeram uma demonstração de cozinha em São Paulo, em dezembro, escolhendo, a par dos melhores vinhos portugueses, a Água das Pedras para acompanhar os pratos de bacalhau, na Tasca da Esquina. Para já, a exportação vai centrar-se apenas na Pedras original.
O timing desta entrada em força no mercado brasileiro não é inocente. O Mundial de Futebol 2014 e os Jogos Olímpicos 2016 são uma “oportunidade muito interessante” que a Unicer quer aproveitar. Além do desenvolvimento que o Brasil tem registado, estes dois eventos “vão transformar o país numa montra para o mundo”. Conquistar o mercado brasileiro vem, portanto, com um bónus: além de apelar aos brasileiros, naturalmente recetivos a produtos portugueses de grande qualidade, “vamos poder aproveitar a atenção dos milhões de turistas que vão passar pelas zonas de maior referência no Rio e em São Paulo”. E aqui a SuperBock – que já vende cerca de 30 mil litros/ano naquela região – também terá um papel de relevo. Mesmo sem a concretização da instalação da fábrica no Brasil. O projeto que a Unicer alimenta há já um par de anos, mantém-se adiado.
A fábrica da SuperBock no Brasil “é uma hipótese que continuamos a estudar, mas não é fácil encontrar um parceiro local que nos garanta a produção com as características e qualidade que exigimos”, explica Pires de Lima. “Não desistimos, estamos a trabalhar, mas para já é um cenário hipotético.”  
Parceria com a distribuidora local Barreirinhas é assinada sexta-feira, no Rio de JaneiroEntrada em força neste mercado representa investimento de 600 mil euros e vai colher impulso no Mundial 2014 e Olímpicos 2016

Unicer quer vender 500 mil litros de Água das Pedras no Brasil ainda este ano

Entrevista com António Pires de Lima
António Pires de Lima, pres. da Unicer
Leonel de Castro
01/05/2013 | 04:18 | Dinheiro Vivo
António Pires de Lima quer vender 500 mil litros de Água das Pedras no Brasil, ainda este ano. Vencidos os “pretextos legais” que impediram a entrada neste mercado, o acordo entre a Unicer e a brasileira Barrinhas será assinado sexta-feira e oficializa o investimento de 600 mil euros da empresa portuguesa, que arrancou no final do ano passado. "Começámos a vender Água das Pedras no Brasil há sete meses mas só agora, vencidos os trâmites administrativos, vamos oficializar a entrada, com a assinatura da parceria com uma empresa local”, disse ao Dinheiro Vivo António Pires de Lima, presidente da Unicer. “O mercado brasileiro é muito protecionista. Houve anos de pretextos legais, alegadamente por razões de saúde, que nos impediam de comercializar a marca no Brasil e finalmente foram vencidos no último trimestre do ano passado. Tivemos de convencer as autoridades brasileiras que a Água das Pedras até faz bem – e isso demorou uns três ou quatro anos”, conta o presidente da Unicer.
O momento escolhido para formalizar a internacionalização foi a Essência do Vinho - Rio de Janeiro, mostra do sector que decorre nos dias 2 e 3 de maio. A Unicer quer ainda levar a Pedras para os Estados Unidos e o Canadá, relançando-a “com um posicionamento premium de grande prestígio”. Mesmo porque se trata de uma “água com gás natural”, ou seja, sai da nascente – na Fonte do Vale das Pedras, em Trás-os-Montes – já com as bolhinhas, uma característica apenas presente em 0,5% de todas as águas do mundo. E apesar de a produção estar “limitada ao que a natureza nos dá”, o objetivo é vender “400 a 500 mil litros já este ano”, chegando a “1 milhão de litros no Brasil e mais 1 milhão nos Estados Unidos e no Canadá em 2015/2016”.
O total de Água das Pedras exportado em 2012 ascendeu a 3 milhões, o que significa que os novos objetivos passam por vender para fora mais dois terços em apenas dois ou três anos. Ainda assim, o presidente da Unicer não pretende massificar o consumo. A ideia passa antes por colocar o produto em locais muito selecionados dos principais centros urbanos daqueles países, à semelhança da estratégia que tem sido seguida em Espanha, França e na Suíça, mas também Angola e Moçambique. “Não queremos massificar o consumo de Água das Pedras, mas colocá-la em espaços e eventos de referência, como a Essência do Vinho Brasil”, que começa amanhã, no Rio de Janeiro. Rio e São Paulo, Toronto, Nova Iorque, Boston e Washington foram as cidades escolhidas para lançar as tradicionais garrafas de 0,33l, 0,5l e 0,75l, “em campanhas muito seletivas que decorrerão em espaços de grande sofisticação. Queremos que a marca seja vista como trendy, exclusiva, única”, explica Pires de Lima ao Dinheiro Vivo.
A apresentação da Água das Pedras passará, por isso, também pelo casamento com a gastronomia. No Brasil, a loja gourmet Casa Santa Luzia foi uma das poucas escolhidas para vender Água das Pedras, que estará também em alguns dos melhores restaurantes, como os paulistas D.O.M. (eleito esta semana o sexto melhor do mundo) e Tasca da Esquina e os cariocas Fogo de Chão e Quadrucci. É que, “além de ser uma bebida refrescante, natural e sem calorias, um dos grandes potenciais da Água das Pedras é acompanhar muito bem as refeições”, esclarece o presidente da Unicer. Justamente um potencial que a empresa quer desenvolver. E para isso conta com a ajuda de alguns chefs famosos, como o português Vítor Sobral e o pernambucano César Santos – que fizeram uma demonstração de cozinha em São Paulo, em dezembro, escolhendo, a par dos melhores vinhos portugueses, a Água das Pedras para acompanhar os pratos de bacalhau, na Tasca da Esquina. Para já, a exportação vai centrar-se apenas na Pedras original.
O timing desta entrada em força no mercado brasileiro não é inocente. O Mundial de Futebol 2014 e os Jogos Olímpicos 2016 são uma “oportunidade muito interessante” que a Unicer quer aproveitar. Além do desenvolvimento que o Brasil tem registado, estes dois eventos “vão transformar o país numa montra para o mundo”. Conquistar o mercado brasileiro vem, portanto, com um bónus: além de apelar aos brasileiros, naturalmente recetivos a produtos portugueses de grande qualidade, “vamos poder aproveitar a atenção dos milhões de turistas que vão passar pelas zonas de maior referência no Rio e em São Paulo”. E aqui a SuperBock – que já vende cerca de 30 mil litros/ano naquela região – também terá um papel de relevo. Mesmo sem a concretização da instalação da fábrica no Brasil. O projeto que a Unicer alimenta há já um par de anos, mantém-se adiado.
A fábrica da SuperBock no Brasil “é uma hipótese que continuamos a estudar, mas não é fácil encontrar um parceiro local que nos garanta a produção com as características e qualidade que exigimos”, explica Pires de Lima. “Não desistimos, estamos a trabalhar, mas para já é um cenário hipotético.”  
Parceria com a distribuidora local Barreirinhas é assinada sexta-feira, no Rio de Janeiro"FONTE www.dinheirovivo.pt

ARMANDO EMILIO GUEBUZA PRESIDENTE DA REPUBLICA DE MOÇAMBIQUE IMPRESSIONADO COM A CAPACIDADE EMPREENDEDORA DOS JOVENS DO DISTRITO DE ANGOCHE PROVINCIA DE NAMPULA

"“Jovens de Angoche fazem a diferença” - Guebuza
Armando-guebuza-australiaO Presidente moçambicano, Armando Guebuza, está impressionado com a visão estratégica a nível social e económica dos jovens do distrito de Angoche, na província nortenha de Nampula. “São jovens que fazem a diferença. O combate a pobreza faz-se trabalhando e não de mão estendida”, disse Guebuza.O governante reagia ao relatório de actividades dos jovens de Angoche, apresentado num encontro que teve lugar no Domingo, inserido na presidência aberta e inclusiva de cinco dias a Nampula e que oficialmente terminou Terça-feira da semana corrente. O relatório demonstra que os jovens tiveram um desempenho excepcional na implementação de seus projectos financiados com os fundos cedidos localmente. No âmbito do empreendedorismo e elaboração de projectos, o Conselho Distrital da Juventude de Angoche (CDJA) assistiu, em 2012, um total de 45 projectos juvenis submetidos para a obtenção de financiamentos a partir do Fundo de Desenvolvimento Distrital (FDD), vulgo “Sete Milhões”.O informe refere que daquele número foram financiados 33 projectos orçados entre 30 e 200 mil meticais (um dólar equivale a cerca de 30 meticais ao câmbio corrente).Seis destes projectos são de produção de comida, cinco para criação de gado, um para a criação e venda de frangos, 17 para comercialização de produtos diversos, dois para aquisição e gestão de igual número de moageiras, um para pesca e outro para carpintaria.Foram, igualmente, financiados dois projectos pelo Fundo de Apoio as Iniciativas Juvenis (FAIJ). Os projectos pertencem as associações Força da Mudança, no valor de 25 mil meticais, e Força da Mudança de Sicua, no valor de 29 mil meticais. Estas duas associações estão baseadas no Posto Administrativo de Boila – Namitoria. A Associação Força da Mudança de Sicua, que obteve o financiamento necessário em Fevereiro de 2012, conta hoje com 12 hectares de canavial, dois de hortícolas, um de arroz, dois de gergelim, para além de três bovinos, 12 caprinos e dez ovinos.
Um total de 120 postos de trabalho foram criados pelas associações financiadas, garantindo a renda para igual número de famílias. Para o ano corrente foram elaborados 15 projectos dos quais seis foram enviados a Direcção Provincial da Juventude e Desportos de Nampula.
Deste número, seis foram aprovados e aguardam financiamento do FAIJ e os restantes nove foram submetidos para financiamento no âmbito do FDD. Os jovens de Angoche aproveitaram o encontro para apresentar ao estadista moçambicano algumas preocupações relacionados com as modalidades de atribuição dos fundos, incluindo a descentralização do FAIJ e sua representatividade nos Conselhos Consultivos Locais, que são os órgãos de consulta sobre questões de desenvolvimento local." FONTE RÁDIO MOÇAMBIQUE