JÁ DEU INICIO EM NAMPULA A FEIRA DA CAPULANA NA PRAÇA DO DESTACAMENTO FEMININO, EM HOMENAGEM AO DIA 8 DE MARÇO DIA INTERNACIONAL DA MULHER ONDE POR CENTO E CINQUENTA METICAIS SE PODEM ADQUIRIR DUAS CAPULANAS.ACABOU DE SER TRANSMITIDA UMA REPORTAGEM DA TVM TELEVISÃO DE MOÇAMBIQUE.
quinta-feira, 7 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
LINHA DE SENA CAMINHOS DE FERRO MOATIZE BEIRA ENCONTRA-SE EM FUNCIONAMENTO
"Ferrovia de Sena reabre ao tráfego após paralisação de duas semanas
A linha de caminho-de-ferro do Sena reabriu ao tráfego duas semanas após o encerramento devido a cheias, permitindo o regresso à actividade dos grupos mineiros brasileiro Vale e anglo-australiano Rio Rinto, informou a estatal Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique.A linha, que estabelece a ligação entre a província de Tete e o porto da Beira, na província de Sofala, foi encerrada ao tráfego no dia 12 de Fevereiro na sequência de cheias e um descarrilamento, obrigando tanto a Vale como a Rio Tinto a declararem motivos de força maior para suspenderem contratos, no caso da primeira e parar a actividade mineira no caso da segunda.O director do projecto de reparação da linha do Sena, Sancho Júnior, disse segunda-feira à agência financeira Reuters que na passada semana foi enviada uma carta aos exportadores de carvão informando sobre a data de reabertura da linha mas que até à data ainda não foi enviada qualquer composição.
Leia aqui: Carvão de Tete começará a ser exportado através de Nacala em 2014
Leia aqui: Reparação duradoura das linhas de Sena e Limpopo custa 263 milhões de dólares
Leia aqui: Vale adia expansão em Moçambique por um ano
Quando anunciou a impossibilidade de cumprir os contratos, o grupo brasileiro Vale informou ir deixar de exportar pelo menos 250 mil toneladas de carvão.Em declarações ao jornal moçambicano O País, o presidente da Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique, Rosário Mualeia, disse que os problemas com a linha do Sena advêm do facto de quando se iniciou a sua reconstrução o transporte de carvão não fazer parte da equação.“A carga máxima prevista era de 3 milhões de toneladas por ano estando nós a agora a tentar fazer com que aceite 5 milhões de toneladas de carga por ano e mesmo mais, o que vai exigir a revisão dos trabalhos de reparação da base onde a via assenta”, disse ainda Mualeia. (rm/macauhub)"
Ter, 05 de Março de 2013 12:16
A linha de caminho-de-ferro do Sena reabriu ao tráfego duas semanas após o encerramento devido a cheias, permitindo o regresso à actividade dos grupos mineiros brasileiro Vale e anglo-australiano Rio Rinto, informou a estatal Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique.A linha, que estabelece a ligação entre a província de Tete e o porto da Beira, na província de Sofala, foi encerrada ao tráfego no dia 12 de Fevereiro na sequência de cheias e um descarrilamento, obrigando tanto a Vale como a Rio Tinto a declararem motivos de força maior para suspenderem contratos, no caso da primeira e parar a actividade mineira no caso da segunda.O director do projecto de reparação da linha do Sena, Sancho Júnior, disse segunda-feira à agência financeira Reuters que na passada semana foi enviada uma carta aos exportadores de carvão informando sobre a data de reabertura da linha mas que até à data ainda não foi enviada qualquer composição.Leia aqui: Carvão de Tete começará a ser exportado através de Nacala em 2014
Leia aqui: Reparação duradoura das linhas de Sena e Limpopo custa 263 milhões de dólares
Leia aqui: Vale adia expansão em Moçambique por um ano
Quando anunciou a impossibilidade de cumprir os contratos, o grupo brasileiro Vale informou ir deixar de exportar pelo menos 250 mil toneladas de carvão.Em declarações ao jornal moçambicano O País, o presidente da Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique, Rosário Mualeia, disse que os problemas com a linha do Sena advêm do facto de quando se iniciou a sua reconstrução o transporte de carvão não fazer parte da equação.“A carga máxima prevista era de 3 milhões de toneladas por ano estando nós a agora a tentar fazer com que aceite 5 milhões de toneladas de carga por ano e mesmo mais, o que vai exigir a revisão dos trabalhos de reparação da base onde a via assenta”, disse ainda Mualeia. (rm/macauhub)"
ASSUNÇÃO CRISTAS MINISTRA DA AGRICULTURA DO MAR E DO DO AMBIENTE E ORDENAMENTO DO TERRITORIO DE PORTUGAL ESTÁ HOJE NA PROVINCIA DE SOFALA MOÇAMBIQUE, NESTE MOMENTO ENCONTRAMO-NOS NUM ENCONTRO NA ACB ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DA BEIRA
TEMAS COMO O ARROZ, O ANANAS DE MUXUNGUÉ, O PARQUE NACIONAL DA GORONZA, A ORLA COSTEIRA E OUTROS ESTÃO A SER TEMAS DE APRESENTAÇÂO E DEBATE NESTE FORUM PROMOVIDO COM O APOIO DA AIP.
domingo, 3 de março de 2013
TRITON GOLD AUSTRALIANA INICIA EXPLORAÇÃO DE GRAFITE EM CABO DELGADO MOÇAMBIQUE
"Australiana Triton Gold inicia exploração de grafite em Cabo Delgado
A mineira australiana Triton Gold contratou a empresa de Perth Jigsaw Geoscience a fim de iniciar a primeira fase da exploração de grafite nos blocos Ancuabe e Balama, no norte de Moçambique, anunciou terça-feira a Triton Gold em comunicado divulgado pela Bolsa de Valores da Austrália. Nos termos do contrato, a Jigsaw Geoscience vai apoiar a Triton Gold nos trabalhos de cartografia, recolha de amostras de solo e programa de escavações com a ênfase inicial na licença Balama Norte e no âmbito desta nas zonas já identificadas como contendo grafite.No comunicado, a Triton Gold adianta que este programa inicial de exploração permitirá uma melhor compreensão da estrutura geológica subjacente e do minério potencialmente existente.Permitirá igualmente ajudar a melhor preparar o programa de realização de furos que deverá ter início ainda este ano.A Triton Gold dispõe de cinco licenças mineiras para a exploração de grafite, ficando a de Balama Norte a apenas 3 quilómetros do imenso depósito de grafite de Balama Este, a ser explorado pela também australiana Syrah Resources.Um relatório efectuado no ano passado pela empresa sul-africana Geo-Consult International sustenta a ideia de que as licenças oferecem boas perspectivas à descoberta de novos depósitos de grafite, apresentando estruturas geológicas favoráveis ao aparecimento daquele minério”.(rm/macauhub)" Fonte RÁDIO MOÇAMBIQUE.
Sáb, 02 de Março de 2013 00:32
A mineira australiana Triton Gold contratou a empresa de Perth Jigsaw Geoscience a fim de iniciar a primeira fase da exploração de grafite nos blocos Ancuabe e Balama, no norte de Moçambique, anunciou terça-feira a Triton Gold em comunicado divulgado pela Bolsa de Valores da Austrália. Nos termos do contrato, a Jigsaw Geoscience vai apoiar a Triton Gold nos trabalhos de cartografia, recolha de amostras de solo e programa de escavações com a ênfase inicial na licença Balama Norte e no âmbito desta nas zonas já identificadas como contendo grafite.No comunicado, a Triton Gold adianta que este programa inicial de exploração permitirá uma melhor compreensão da estrutura geológica subjacente e do minério potencialmente existente.Permitirá igualmente ajudar a melhor preparar o programa de realização de furos que deverá ter início ainda este ano.A Triton Gold dispõe de cinco licenças mineiras para a exploração de grafite, ficando a de Balama Norte a apenas 3 quilómetros do imenso depósito de grafite de Balama Este, a ser explorado pela também australiana Syrah Resources.Um relatório efectuado no ano passado pela empresa sul-africana Geo-Consult International sustenta a ideia de que as licenças oferecem boas perspectivas à descoberta de novos depósitos de grafite, apresentando estruturas geológicas favoráveis ao aparecimento daquele minério”.(rm/macauhub)" Fonte RÁDIO MOÇAMBIQUE."MOÇAMBIQUE DEVE SER UMA VERDADEIRA PLATAFORMA LOGISTICA" AFIRMOU ALBERTO VAQUINA PRIMEIRO MINISTRO POR OCASIÃO DA 7ª CONFERENCIA DOS PORTOS E LOGISTICA DO OCEANO INDICO REALIZADA NA BEIRA
""País deve ser uma verdadeira plataforma logística" - Alberto Vaquina
O Primeiro-Ministro, Alberto Vaquina, afirma que o governo está empenhado em adoptar políticas visando desenvolver o sector ferro-portuário de forma a contribuir na transformação de Moçambique numa verdadeira plataforma logística.
Falando na abertura da sétima Conferência dos Portos e Logística do Oceano Índico que decorre desde Quarta-feira na Cidade da Beira, capital da província central de Sofala, Vaquina falou dos vários projectos em curso nas regiões sul, centro e norte do país para aumentar a capacidade logística dos sistemas-ferro portuários.Por exemplo, disse o Primeiro-ministro, no Sistema Ferro-Portuário Sul desenvolve-se o projecto de aumento da Capacidade do Porto de Maputo que inclui o projecto de desenvolvimento do Complexo Portuário de Techobanine, em Matutuine, província de Maputo, entre outros.“O Complexo Portuário de Techobanine visa a construção, de raiz, de um porto de águas profundas para navios de grande calado, complementando o Porto de Maputo, bem como construir uma linha férrea ligando Techobanine ao Botswana, via Chicualacuala e Zimbabwe, e um complexo industrial”, disse o governante.Referiu que este Complexo Portuário, cujo porto natural de águas profundas tem uma capacidade de tráfego projectada de 100 milhões de toneladas por ano, poderá constituir uma importante reserva estratégica regional de combustíveis e uma infra-estrutura ideal para a exportação de minerais diversos de países como o Botswana, África do Sul, Zimbabwe, entre outros.Vaquina disse igualmente que, considerando que cerca de 30 por cento do tráfego marítimo internacional se realiza através do Canal de Moçambique, pode-se concluir que este megaprojecto irá impulsionar o desenvolvimento económico regional.Ainda na sua intervenção, o governante falou de projectos ferro-portuários nas regiões centro e norte do país virados essencialmente para resolver os problemas logísticos de carvão, para o caso da região centro, e gás, no norte do país.“Temos consciência de que ainda há muitos desafios pela frente com vista a melhorarmos as condições logísticas em Moçambique”, disse o Primeiro-ministro, acrescentando que “porém, a garantia que gostaríamos de dar é que para cada desafio procuraremos com determinação e até encontrarmos a solução mais adequada”.Esta conferência junta dirigentes e trabalhadores do sector ferro-portuário de diversos países, incluindo África do Sul, Zâmbia, Zimbabwe, República Democrática do Congo, Namíbia, Nigéria, Quénia, Malásia, França, Reino Unido, Alemanha bem como da região autónoma de Hong Kong.O encontro visa encontrar os melhores caminhos para o transporte intermodal e as soluções logísticas nos Corredores de Desenvolvimento regionais e nos fluxos marítimos internacionais.(RM/AIM)" Fonte RÁDIO MOÇAMBIQUE.
Qui, 28 de Fevereiro de 2013 19:00
O Primeiro-Ministro, Alberto Vaquina, afirma que o governo está empenhado em adoptar políticas visando desenvolver o sector ferro-portuário de forma a contribuir na transformação de Moçambique numa verdadeira plataforma logística.Falando na abertura da sétima Conferência dos Portos e Logística do Oceano Índico que decorre desde Quarta-feira na Cidade da Beira, capital da província central de Sofala, Vaquina falou dos vários projectos em curso nas regiões sul, centro e norte do país para aumentar a capacidade logística dos sistemas-ferro portuários.Por exemplo, disse o Primeiro-ministro, no Sistema Ferro-Portuário Sul desenvolve-se o projecto de aumento da Capacidade do Porto de Maputo que inclui o projecto de desenvolvimento do Complexo Portuário de Techobanine, em Matutuine, província de Maputo, entre outros.“O Complexo Portuário de Techobanine visa a construção, de raiz, de um porto de águas profundas para navios de grande calado, complementando o Porto de Maputo, bem como construir uma linha férrea ligando Techobanine ao Botswana, via Chicualacuala e Zimbabwe, e um complexo industrial”, disse o governante.Referiu que este Complexo Portuário, cujo porto natural de águas profundas tem uma capacidade de tráfego projectada de 100 milhões de toneladas por ano, poderá constituir uma importante reserva estratégica regional de combustíveis e uma infra-estrutura ideal para a exportação de minerais diversos de países como o Botswana, África do Sul, Zimbabwe, entre outros.Vaquina disse igualmente que, considerando que cerca de 30 por cento do tráfego marítimo internacional se realiza através do Canal de Moçambique, pode-se concluir que este megaprojecto irá impulsionar o desenvolvimento económico regional.Ainda na sua intervenção, o governante falou de projectos ferro-portuários nas regiões centro e norte do país virados essencialmente para resolver os problemas logísticos de carvão, para o caso da região centro, e gás, no norte do país.“Temos consciência de que ainda há muitos desafios pela frente com vista a melhorarmos as condições logísticas em Moçambique”, disse o Primeiro-ministro, acrescentando que “porém, a garantia que gostaríamos de dar é que para cada desafio procuraremos com determinação e até encontrarmos a solução mais adequada”.Esta conferência junta dirigentes e trabalhadores do sector ferro-portuário de diversos países, incluindo África do Sul, Zâmbia, Zimbabwe, República Democrática do Congo, Namíbia, Nigéria, Quénia, Malásia, França, Reino Unido, Alemanha bem como da região autónoma de Hong Kong.O encontro visa encontrar os melhores caminhos para o transporte intermodal e as soluções logísticas nos Corredores de Desenvolvimento regionais e nos fluxos marítimos internacionais.(RM/AIM)" Fonte RÁDIO MOÇAMBIQUE.
sábado, 2 de março de 2013
NACALA CARVÃO DE MOATIZE TETE ESCOADO A PARTIR DE NACALA EM DEZEMBRO DE 2014
"Economia

Carvão de Moatize escoado a partir Nacala-a-Velha em 2014
O terminal multiusuário de carvão tem como objectivo a construção de um porto
para o escoamento deste minério explorado em Moatize com uma capacidade de
atender por ano 18 milhões de toneladas de carvão que para o efeito terá que
contar com material portuário com a capacidade de manusear estas
quantidades.É assim que o CLIN projecta a construção de vagões com capacidade de manusear
4.800 toneladas por hora, aquisição de empilhadeiras com a mesma cubicagem,
recuperadoras e carregadores de navios com 5.100 toneladas por hora,
respectivamente.No parque de estocagem está projectada uma capacidade de 1.450.000 toneladas
de carvão mineral e para o seu manuseamento para os navios, a infra-estrutura
portuária terá viradores de vagões rotativos duplos com a função de descarregar
o produto numa operação que se estima desembaraçar 4.800 toneladas em apenas uma
hora, transportados em vagões de 60 toneladas. Estes viradores de vagões terão
uma operacionalidade de descarga de 95 segundos em cada carruagem.Para além da implantação do terminal de carvão em Nacala-a-Velha o CLIN vai
intervir na ferrovia com uma extensão de 912 quilómetros que parte da mina
carbonífera de Moatize, passando pelo vizinho Malawi e na província de Nampula,
onde serão reabilitados 684 quilómetros da actual linha e construídos 228
quilómetros de novos trechos até ao porto de carvão na ponta Namuachi, na baía
de Nacala.A linha de caminho-de-ferro a ser construída terá uma capacidade de 40
milhões de toneladas por ano, 30 milhões dos quais reservados para a Vale que
assim disporá de um transporte adicional para escoar o carvão extraído em
Moatize, sendo a restante capacidade colocada à disposição de outras empresas ou
particulares.
As actividades da ferrovia, segundo foi avançado na ocasião envolvem a limpeza, desmatação, aterros, colocação de novos aquedutos, valetas de drenagem, para além da recuperação da plataforma da via nos pontos necessários.Ambos os empreendimentos, a serem construídos de raiz, exigirão um esforço financeiro estimado em 1,5 mil milhões de dólares a ser garantido pela CLIN, parceria entre a subsidiária do grupo brasileiro Vale, a Vale Moçambique, que terá uma participação de 80 por cento e a empresa estatal Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) com os restantes 20 por cento." Fonte Jornal NOTICIAS.
As actividades da ferrovia, segundo foi avançado na ocasião envolvem a limpeza, desmatação, aterros, colocação de novos aquedutos, valetas de drenagem, para além da recuperação da plataforma da via nos pontos necessários.Ambos os empreendimentos, a serem construídos de raiz, exigirão um esforço financeiro estimado em 1,5 mil milhões de dólares a ser garantido pela CLIN, parceria entre a subsidiária do grupo brasileiro Vale, a Vale Moçambique, que terá uma participação de 80 por cento e a empresa estatal Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) com os restantes 20 por cento." Fonte Jornal NOTICIAS.
sexta-feira, 1 de março de 2013
ASSUNÇÃO CRISTAS MINISTRA DA AGRICULTURA PORTUGUESA VISITA MOÇAMBIQUE, EXPORTAÇÕES PORTUGUESAS PARA MOÇAMBIQUE TRIPLICARAM
"Exportações portuguesas para Moçambique triplicaram
Sex, 01 de Março de 2013 09:59
As exportações de Portugal para Moçambique mais do que triplicaram entre 2008 e 2012, atingindo os 288 milhões de euros no ano passado, dos quais 31 milhões correspondem ao sector agro-alimentar, segundo as estatísticas do INE.A ministra da Agricultura portuguesa, Assunção Cristas inicia, na segunda-feira, uma visita a Moçambique, que foi, em 2012, o 22º cliente de Portugal, subindo quatro posições relativamente a 2011, levando consigo empresários de várias áreas para promover contactos locais.As exportações para Moçambique cresceram quase 33% em 2012 (de 217 para 282 milhões de euros), contrastando com a quebra de 61% nas importações no ano passado, que passaram dos 42 milhões de euros registados em 2011 para 16 milhões de euros."FONTE RÁDIO MOÇAMBIQUE.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
