segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

NIASSA, MUEMBE, MECULA E MAVAGO CENTRAIS SOLARES NESTES TRÊS DISTRITOS DE MOÇAMBIQUE

"Centrais solares para três distritos do Niassa


TRÊS distritos do Niassa, nomeadamente Muembe, Mecula e Mavago, passarão a ser iluminados com base em energia solar, com o arranque, ainda este ano, da construção de igual número de centrais fotovoltáicas nas respectivas sedes distritais.Maputo, Segunda-Feira, 4 de Fevereiro de 2013:: Notícias .O projecto representa um investimento global na ordem de 32 milhões de dólares norte-americanos financiados no âmbito da cooperação entre os Governos de Moçambique e da Coreia do Sul. Na semana passada, teve lugar, em Maputo, a assinatura do memorando de entendimento entre o  Fundo Nacional de Energia (FUNAE), dona da empreitada, e o consórcio sul-coreano Hyosung e Daewoo, responsável pela implementação do projecto, numa cerimónia presenciada, entre outros, pelo Ministro da Energia, Salvador Namburete.As três centrais terão uma capacidade global para gerar 1,3 mW, sendo 500 quilovolts em Mavago, enquanto Muembe e Mecula irão produzir 400 quilovolts cada. No seu todo, as infra-estruturas irão beneficiar mais de 29 mil pessoas, para além de estabelecimentos de ensino, hospitais e pequenas unidades industriais.
Actualmente, os três distritos são alimentados com base em geradores a diesel, os quais funcionam quatro horas por dia. Concretizada a empreitada, elevar-se-á o período de fornecimento de energia para 24 horas e será poupado dinheiro da compra de combustível.Intervindo momentos após a assinatura do memorando, o Ministro da Energia começou por agradecer o gesto do Governo sul-coreano para depois referir que a materialização do projecto enquadra-se no plano estratégico das energias novas e renováveis aprovado pelo Executivo moçambicano.Segundo Salvador Namburete, a produção descentralizada de energia eléctrica permitirá responder eficazmente ao principal desafio que se coloca no âmbito da expansão do acesso à energia caracterizado pelo binómio extensão territorial “versus” baixa densidade populacional na maioria das regiões do nosso país. Dos 38 por cento de pessoas que têm acesso à energia eléctrica em Moçambique, 13 por cento representam a electrificação com sistemas isolados baseados fundamentalmente em painéis solares fotovoltáicos.
Entretanto, quer a Presidentes do Conselho de Administração do FUNAE, Mequelina Mezes, quer o gestor da Hyosung, Heung Keon Paik, comprometeram-se a desenvolver todas as acções para que o projecto seja bem sucedido." Fonte Jornal NOTICIAS.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

CABO VERDE SANTA MARIA AVENIDA DOS HOTEIS JÁ MOVIMENTA CENTENAS DE TURISTAS

"ECONOMIA

A SEMANA :

Avenida dos hotéis repleta de turistas dia e noite 01 Fevereiro 2013

Quatro meses após a sua inauguração, a Avenida dos Hotéis em Santa Maria já movimenta diariamente centenas de turistas. A obra, que custou 584 mil contos aos cofres do Estado, é um espaço urbano, moderno, com dois sentidos de circulação, quatro pistas de rodagem, separadores, passeios pedonais, ciclovia, espaços lúdicos, áreas de estacionamento e espaços verdes. Tem 1,7 km de extensão, e é totalmente iluminada. Características que trazem os turistas para fora dos hotéis e, assim, levam-nos a ter mais contacto com a realidade local. É só dar uma pequena volta pelas ruas de Santa Maria para confirmar como cresceu o número de veraneantes que agora por lá circulam.

Avenida dos hotéis repleta de turistas dia e noite
A inauguração da Avenida dos Hotéis, em Setembro de 2012, foi a concretização de um sonho não só para os operadores turísticos como também para toda a sociedade salense, que queria ver os turistas nas ruas a conviver com o povo, a consumir produtos genuinamente cabo-verdianos. E o que se previu vai-se concretizando aos poucos. Hoje, os turistas já não ficam confinados aos hotéis. Eles saem, passeiam, fazem ginástica matinal e vespertina e até caminham por Santa Maria.Na cidade a movimentação é grande. Os cafés, gelatarias, restaurantes, bares, casas nocturnas, boutiques, lojas de souvenir e comércio agora geral abarrotam de estrangeiros, que conversam com as crianças, jovens, adultos e comerciantes, trocam ideias com os nacionais e estrangeiros residentes. E assim vão descobrindo um pouco do que se faz por aqui, da tradição crioula e da nossa miscigenação.Os efeitos positivos estão à vista, comenta o presidente da Câmara do Turismo, Gualberto do Rosário. “A Avenida é um investimento que tem o privilégio de integrar o que antes se encontrava dividido. Ela trouxe a integração efectiva de toda a Santa Maria, acabou com a separação entre a comunidade turística e a comunidade residente e os hotéis passaram a fazer parte da cidade. Do ponto de vista social possibilitou esta convivência sadia, harmoniosa. É seguramente uma das consequências mais positivas deste investimento”, elogia.Gualberto do Rosário também destaca os ganhos para a economia local. “Esta estrada também facilita ainda a vida aos operadores e turistas que hoje podem aceder aos serviços. E a tendência é para o crescimento económico. Com os turistas na rua, o mercado tornou-se mais atractivo. As pessoas vão passar a investir mais e a oferta, que era um dos maiores problemas do sector turístico em Santa Maria, vai crescer ainda mais”, afirma GR.

Avenida precisa de gestão

Apesar desses efeitos positivos, a Avenida dos Hotéis já demonstra alguma fragilidade. A estrada e toda a infra-estrutura de base não foi objecto de manutenção alguma. É que desde que foi inaugurada a rodovia não foi entregue a nenhuma instituição para gestão. As plantas para embelezar os 1,7 quilómetros de estrada estão a secar, dando uma imagem de abandono.Um cenário que incomoda os operadores turísticos bem como os moradores de Santa Maria, que apelam a quem de direito no sentido de intitular uma entidade para cuidar da nova via urbana, evitando assim a morte prematura da jóia da coroa do turismo salense. “Esta avenida mudou todo o perfil urbanístico da cidade de Santa Maria. Temos uma cidade mais bonita, mas se deixarem as plantas morrer acabará todo o seu encanto”, lamenta um agente turístico.Mais, dizem os operadores, a Avenida dos Hotéis ainda não oferece todos os serviços prometidos. “Ela foi desenhada tanto para a circulação de veículos como para as pessoas. Anunciaram que ao longo da avenida iam ser implantados quiosques para promover o empreendedorismo e aumentar o movimento. Já está na hora de se lançar concursos para que no Verão tenhamos estes serviços para oferecer aos turistas. As receitas arrecadadas ajudariam na manutenção da estrada”, sugerem.A mesma opinião partilha-a o presidente da Câmara do Turismo, para quem toda a área que não está sob a alçada do município do Sal deve ser gerida urgentemente por uma instituição privada, “para que não haja mais uma vez o enforcamento do sector”. Entretanto, GR defende que a solução deste e de outros problemas da cidade turística desaparecerão quando for criado o município de Santa Maria. Os problemas de Santa Maria, de sua praia e da Avenida em particular seriam resolvidos e passaríamos a tirar mais e melhor proveito do turismo" Fonte JORNAL A SEMANA DE CABO VERDE.

MONDLANE, EDUARDO CHIVAMBO MONDLANE PRIMEIRO PRESIDENTE DA FRELIMO FOI ASSASSINADO A 3 DE FEVEREIRO DE 1969

"A LUTA PELA INDEPENDÊNCIAA opressão secular e o colonial fascismo português acabaria por obrigar o Povo moçambicano a pegar em armas e lutar pela independência. A luta de libertação Nacional, foi dirigida pela FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique). Esta organização, foi fundada em 1962 através da fusão de 3 movimentos constituído no exilo, nomeadamente, a UDENAMO (União Nacional Democrática de Moçambique), MANU (Mozambique African National Union) e a UNAMI (União Nacional de Moçambique Independente). Dirigida por Eduardo Chivambo Mondlane, a FRELIMO iniciou com a luta de libertação Nacional a 25 de Setembro de 1964 no posto administrativo de Chai na província de Cabo Delgado. O primeiro presidente da FRELIMO, Eduardo Mondlane, acabaria por morrer assassinado a 3 de Fevereiro de 1969. A ele sucedeu Samora Moisés Machel que proclamou a independência do País a 25 de junho de 1975. Machel que acabou morrendo num acidente aéreo em M'buzini, vizinha África do Sul acabou sendo sucedido por Joaquim Alberto Chissano, que por sua vez foi substituido pelo actual Presidente Armando Emílio Guebuza." FONTE PORTAL DO GOVERNO DE MOÇAMBIQUE.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

EDUARDO WHITE VENCEDOR DO PRÉMIO BCI DA LITERATURA

"Eduardo White vencedor do Prémio BCI de Literatura
O poeta Eduardo White é o vencedor do prémio BCI de Literatura. O anúncio foi feito ontem em Maputo e acontece depois de uma avaliação de um júri constituído pelo docente e especialista em literatura Aurélio Cuna, em representação do patrono, o escritor Ungulani Ba Ka Khosa e ainda os também autores Jorge de Oliveira, secretário-geral da
Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO), e Aurélio Furdela.Eduardo White foi consagrado pelo livro no género dramático “O Liberto da Miséria”, que foi apresentado em peça por um grupo de actores quer inclui Adelino Branquinho, Mário Mabjaia e Graça Silva e os músicos João Cabaço, Chico António e Rufus Maculuve.“O Liberto da Miséria” traz um poeta, um louco e uma miséria, que traçam um itinerário dramático e ao mesmo tempo quimérico de um homem que procurando ser puro na sua humanidade encontra uma outra que lhe é contrária e questiona-a apresentando o grito da miserabilidade ante à luxúria da riqueza e como a violência da primeira acaba sendo a necessidade vital à sobrevivência da segunda." Fonte RÁDIO MOÇAMBIQUE.

UEM UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE REALIZA A 15 DE FEVEREIRO A CERIMÓNIA DE ABERTURA DO ANO ACADÉMICO 2013, TEMA: "O LIMITE ENTRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO DE UM PAIS COM MUITO POTENCIAL EM RECURSOS NATURAIS"

"Abertura do ano académico na UEM


A UNIVERSIDADE Eduardo Mondlane realiza a 15 deste mês a sua cerimónia solene de abertura do ano académico 2013, num acto a ter lugar no Centro Cultural Universitário.Maputo, Sábado, 2 de Fevereiro de 2013:: Notícias . A cerimónia terá a tradicional Oração de Sapiência, este ano com o tema “O Limite entre o Desenvolvimento e o Crescimento de Um País com Muito Potencial em Recursos Naturais”, que será proferida pelo Prof. Doutor Salvador Mondlane, docente do Departamento de Geologia, da Faculdade de Ciências daquela universidade." Fonte Jornal NOTICIAS.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

NACALA OBRAS NO PORTO FINANCIADAS PELO JAPÃO 250 MILHÕES DE DÓLARES

"Governo do Japão financia reabilitação do porto de Nacala

ASAE DE PORTUGAL E A INSPECÇÃO NACIONAL DAS ACTIVIDADES ECONOMICAS DE MOÇAMBIQUE ASSINARAM HOJE ACORDO DE COOPERAÇÃO EM MAPUTO MOÇAMBIQUE

"Portuguesa ASAE vai formar e capacitar quadros moçambicanos

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) portuguesa vai formar e capacitar, a partir deste ano, quadros moçambicanos da Inspecção Nacional das Atividades Económicas (INAE) de Moçambique, no âmbito de um acordo hoje assinado em Maputo.As duas instituições formalizaram na capital moçambicana a criação de uma Comissão de Gestão do Protocolo de Cooperação, que vai executar e coordenar as suas atividades no domínio de técnicas de fiscalização, visando criar um bom ambiente de negócios para os agentes económicos que operam em ambos países.O memorando rubricado pelo inspector-geral da ASAE, António Nunes, e o inspector-geral do INAE, José Rodolfo, foi testemunhado pelo vice-ministro moçambicano da Indústria e Comércio, Kenneth Marizane, e pelo embaixador português em Moçambique, Mário Godinho de Matos.O vice-ministro da Indústria e Comércio de Moçambique afirmou que ao abrigo do acordo "a ASAE e INAE poderão, em concertação, proceder ao intercâmbio de oficiais de ligação para, nos termos da Comissão de Gestão do Protocolo, se fazer o acompanhamento das atividades e programas que venham a desenvolver em comum". "Olhando para o nível das relações entre Moçambique e Portugal, torna-se imperioso que no domínio de indústria, comércio e serviços criemos mecanismos que assegurem a execução de negócios naqueles ramos de atividades, que sejam feitos em conformidade com as leis, quer no processo de importação, quer na comercialização a nível do mercado doméstico", considerou Kenneth Marizane. O governante apontou como alguns desafios da INAE a "consolidação, expansão de qualidade em todo o país e tornar independente" a instituição criada em 2009. Apesar das restrições orçamentais na administração pública portuguesa, que também abrangem o órgão de polícia criminal, o inspetor-geral da ASAE garantiu que "tem todas as condições" para desenvolver o protocolo hoje assinado em Maputo."Espero que a curto prazo, quer inspetores de Moçambique possam estar a fazer cursos de aperfeiçoamento e melhoramento em Portugal, quer formadores portugueses da nossa organização possam estar aqui em Moçambique a fazer as suas ações de formação e a transmitir os conhecimentos técnicos por forma a que as ações possam ser feitas com metodologias adequadas", disse António Nunes.(RM/Lusa" Fonte RÁDIO MOÇAMBIQUE.