quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

ILHA DE MOÇAMBIQUE PARAISO NA TERRA PESSOAS, HOSPITALIDADE, BELEZA ÚNICA, IGUARIAS NO PALADAR, CARIL DE CARANGUEJO COM MANGA SECA E OUTRAS ESPECIARIAS...



19 DE DEZEMBRO 2012, SAIR PONTUALMENTE DA BEIRA NUM VOO DA LAM LINHAS AEREAS DE MOCAMBIQUE ATERRAR EM NAMPULA E RUMAR ATE A ILHA DE MOCAMBIQUE ALOJAMENTO NO ESCONDINHO, SER RECEBIDO PELA SIMPATIA DE MARIA QIUQIU - MARIA VAZ,  NO RESTAURANTE PALADAR COM UM DIVINAL CARIL DE CARANGUEJO, VENHAM DAI, POR ONDE ANDAIS GENTES, ONDE CAM\OES TAMBEM VIVEU!
 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

BRASIL BELO HORIZONTE ENCONTRO DE NEGÓCIOS DA CPLP

"ECONOMIA

A SEMANA :

"Encontro de Negócios na Língua Portuguesa” em Minas Gerais 17 Dezembro 2012

Estreitar os laços empresariais, económicos e culturais entre o Brasil, Portugal e os restantes países da lusofonia. Este é o propósito da 7ª edição do "Encontro de Negócios na Língua Portuguesa", que vai acontecer na capital de Minas Gerais, em Abril de 2013.

De periodicidade bianual, o encontro ocorrerá nos dias 22 e 23 em Belo Horizonte, capital estadual de Minas, onde nasceu, há duas décadas, o movimento de revitalização das câmaras portuguesas de comércio no Brasil. O Encontro de Negócios na Língua Portuguesa, argumentam as entidades organizadoras, surgiu "como uma plataforma para a troca de conhecimentos, experiências e desenvolvimento de negócios entre o Brasil e Portugal, passando posteriormente a incorporar representações dos estados integrantes da Comunidade de Língua Portuguesa (CPLP)".Nesta edição, os empresários e representantes de entidades públicas e privadas dos países da CPLP - Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste - vão discutir os desafios económicos e empresárias diante do cenário actual. Para isso, estão previstas rodadas de negócios, uma feira de exposições, debates sobre acordos regionais de comércio e investimento, as oportunidades e desafios da nova ordem política e económica, a renascença africana, a cooperação sul-sul e as parcerias para o desenvolvimento sustentável.Recursos naturais e energias renováveis; mercado imobiliário; infra-estrutura, construção e logística; empreendedorismo social – educação, cooperação técnica e desenvolvimento tecnológico; turismo, hotelaria, alimentação e lazer; agro-negócios; tecnologia da informação e comunicação serão alguns dos temas em discussão durante o "Encontro de Negócios na Língua Portuguesa", em Belo Horizonte" Fonte JORNAL  A SEMANA DE CABO VERDE.

NIASSA ASFALTAGEM DE ESTRADAS VAI INVESTIR USD 240 MILHÕES

"Niassa: Asfaltagem de estradas vai consumir Us$240 milhões
No Niassa, estão garantidos cerca de 240 milhões de dólares, equivalentes a mais de sete biliões de meticais, para a asfaltagem do troço Cuamba/Massangulo, na estrada nacional número treze, que liga Lichinga a Cuamba.O director geral da Administração Nacional de Estradas, disse tratar-se de um montante disponibilizado pelo Banco Africano de Desenvolvimento, BAD, para a asfaltagem de duzentos e trinta quilómetros, dos trezentos e vinte, da estrada Lichinga/Cuamba.Cecílio Grachane disse que a execução das obras será dividida em três troços, nomeadamente Cuamba/Muita, Muita/Massangulo e Massangulo/Lichinga.Segundo Cecílio Grachane, nos princípios do próximo ano será lançado o concurso para a asfaltagem dos troços Cuamba/Muita e Muita/Massangulo, este último avaliado em cento e cinquenta milhões de dólares norte-americanos.Quanto ao troço Massangulo/Lichinga, Cecílio Grachane disse que o projecto vai ser levado á discussão junto dos parceiros, por forma a que no próximo ano seja assegurado o financiamento.A estrada Lichinga/Cuamba é determinante para o desenvolvimento do Niassa, uma vez que dá acesso ao Porto de Nacala, principal ponto de aquisição de produtos comercializados na província." FONTE RÁDIO MOÇAMBIQUE.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

ESTRADAS EM MOÇAMBIQUE MAIS ESTRADAS PODERÃO A VIR A SER CONCESSIONADAS A PARTIR DE 2013


"A partir do próximo ano: Mais estradas concessionadas. POUCO mais de dois mil quilómetros de estradas pavimentadas passarão a ser geridas por privados, na modalidade de rodovias com portagem, em que o concessionário se responsabilizará pela gestão e manutenção, soube-se recentemente junto de fonte autorizada. Maputo, Segunda-Feira, 17 de Dezembro de 2012:: Notícias Trata-se dos troços da N1, de Maputo a Macia (149 Km), Macia-Xai-Xai-Chidenguele, compreendendo a um total de 143 quilómetros, Chidenguele/Quissico/Lindela (com 149 Km), Lindela/Massinga/Pambara (263Km), Save/Muxúnguè/Inchope (259 Km), Namacurra/Nampevo (151 Km), Nampevo/Alto Molócuè/Rio Ligonha (223 Km) e Pemba/Metoro (93 Km).Outras estradas que estão a ser consideradas para serem geridas no mesmo sistema são a N2, no troço Matola/Boane (19 Km), Vanduzi/Changara, na N7 (269 Km), Matambo/Chitima (com 111 quilómetros), Nampevo/Ile/Gúruè (com 120 Km), Sunate/Macomia, na N380 (com 119 Km, Namialo/Monapo/Nacala (114 Km), Monapo/Ilha de Moçambique (47 Km) e Lichinga/Maniamba (77 Km).Para a concretização deste objectivo, o Ministério das Obras Públicas e Habitação, através da Administração Nacional de Estradas, acaba de lançar um concurso público para apurar operadores que garantam a gestão e manutenção da rede viária com cobrança de taxas de portagem.Segundo o Ministro de tutela, Cadmiel Muthemba, para além destas rodovias, cujo concurso está a ser lançado agora, já está em implementação a concessão de 700 quilómetros de estradas asfaltadas, na província de Tete, na qual está inclusa a construção da nova ponte sobre o rio Zambeze.A adjudicação destes troços, a maior parte dos quais recém-reabilitados, enquadra-se no âmbito da política de estradas, que considera a reabilitação como uma actividade prioritária para valorizar e rentabilizar os investimentos realizados.
Na referida política prevê-se o envolvimento do sector privado no processo de gestão e manutenção de rodovias no quadro das parcerias público-privadas.     As estradas a serem concessionadas, estão sub-divididas em seis lotes e deverão ser adjudicadas a empresas ou consórcios nacionais que podem associar-se com estrangeiros. Nas regras estabelecidas nenhuma empresa deverá ter direito a mais que dois troços.Fazem parte do lote 1 os troços Maputo/Macia, Matola/Boane, Save/Inchope, Pemba/Metoro e Metoro/Montepuez.No lote 2 estão agrupados os troços Macia/Chidenguele, Vanduzi/Changara e Sunate Macomia. No Lote 3 está enquadrada Chidenguele/Lindela, Matambo/Chitima e Nampula/Namialo. Os troços Lindela/Pambara, Namacurra/Nampevo, Namialo/Nacala e Monapo/Ilha de Moçambique fazem parte do lote 4.«No 5 está o troço Nampevo/Guruè e Lichinga/Maniamba e por fim no 6 está a via Nampevo/Alto-Molócuè/Rio Ligonha com uma extensão de 223 quilómetros.  Para estes lotes as obras públicas estão a considerar contratos válidos por um período de cinco anos renováveis em função do desempenho das empresas.
Informações obtidas dão conta que as primeiras adjudicações poderão ser conhecidas ainda no primeiro semestre do próximo ano."Fonte Jornal NOTICIAS.

sábado, 15 de dezembro de 2012

CPI CENTRO DE PROMOÇÃO DE INVESTIMENTOS DE MOÇAMBIQUE APROVOU ESTA SEMANA QUATRO PROJECTOS DE MAIS DE 23 MILHÕES DE USD PROPORCIONANDO 334 POSTOS DE TRABALHO NAS PROVINCIAS NAMPULA, SOFALA E MAPUTO, CONSTRUÇÃO, SERVIÇOS E TRANSPORTES.

"CPI aprova quatro projectos avaliados em 23 milhões de dólares

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

CHISSANO ANTIGO PRESIDENTE DA REPUBLICA DE MOÇAMBIQUE IRÁ MEDIAR CONFLITO NO LAGO NIASSA ENTRE MALAWI E TANZANIA

"Lago Niassa: Chissano no diferendo entre Tanzania e Malawi
Joaquim-chissano-malawi-tanzaniaO antigo presidente moçambicano, Joaquim Chissano, vai mediar o conflito fronteiriço entre o Malawi e a Tanzania em torno do lago Niassa, que também banha Moçambique.Para a concretização dessa possibilidade, delegações dos dois países chegam próxima semana a Maputo para convidar o ex-estadista moçambicano na sua qualidade de Presidente dos antigos chefes de Estado da Sadc a mediar a crise.O facto foi revelado pelo ministro malawiano dos Negócios Estrangeiros e Cooperação Internacional, Ephraim Mganda Chiume.
Chiume afirmou que o convite será entregue a Chissano na próxima quinta-feira em Maputo pelos representantes dos dois países.Inicialmente, o convite deveria ter sido entregue há duas semanas atrás, mas tal não aconteceu porque a Tanzania ainda não tinha concluído a sua parte.
“Vamos enviar os nossos representantes a Maputo para se reunir com o antigo presidente de Moçambique para lhe entregar um convite que preparamos em conjunto com a Tanzania”, afirmou o chefe da diplomacia malawiana.Chiume sublinhou que Chissano vai dirigir uma equipa de antigos chefes de estado da Sadc que vai mediar a disputa entre o Malawi e a Tanzania sobre a linha divisória do lago Niassa.Ele recordou que depois dos dois países terem falhado um acordo sobre a matéria, Lilongwe e Dar-es-Salam decidiram solicitar a mediação dos antigos chefes de estado da Sadc para ajudar na resolução da crise.Em caso de falhanço da mediação regional, o assunto será remetido ao Triobunal internacional de Justiça.Ao abrigo do acordo colonial de 1890, o Malawi reivindica totalidade do lago Niassa, mas a Tanzania exige que este deve ser dividido ao meio.Depois de várias rondas negociais, Malawi e Tanzania não chegaram a nenhum entendimento sobre o assunto e decidiram remetê-lo a aos antigos estadistas da Sadc, que serão assessorados por juristas de renome internacional.O Malawi pretende que o caso seja resolvido em definitivo ao longo do próximo ano.No entanto, persistem dúvidas sobre o cumprimento deste prazo tendo em conta as divergências existentes entre as duas partes sobre a pertença do lago, potencialmente rico em petróleo e gás natural.Há cerca de cinquenta anos que o Malawi e a Tanzania estão envolvidos em disputas fronteiriças sobre o lago Niassa, e este ano alguns responsáveis aventaram a possibilidade de uma guerra para a solução do problema, mas o presidente Jakaya Kikwete garantiu que o uso da força está fora de hipótese.
O governo de Lilongwe também advoga a solução pacífica do caso.Recorde-se que ao longo dos últimos anos, o antigo estadista moçambicano, considerado politico com credenciais diplomáticas de gabarito, tem estado a mediar várias conflitos regionais, em particular no continente africano.Em 2009, Joaquim Chissano foi nomeado mediador da Sadc para a crise malgaxe, cargo que ocupa até agora.Situado na costa de Moçambique, na região austral da África, o Madagascar, com cerca de vinte milhões de habitantes, mergulhou numa crise política resultante da disputa entre o deposto presidente Marc Ravalomanana e Andry Rajoelina, ex-edil da cidade capital, Antananarivo, que se auto-proclamou líder do país.Por Faustino Igreja, em Blantyre" FONTE RÁDIO MOÇAMBIQUE.

NIASSA MOÇAMBIQUE NA ROTA DO DESENVOLVIMENTO E CRESCIMENTO GRAÇAS À MELHOR ELECTRIFICAÇÃO DE MAIS QUATRO DISTRITOS


"ELECTRIFICAÇÃO - Não mais geradores a diesel em mais 4 distritos do Niassa


A energia eléctrica da rede nacional (da Hidroeléctrica de Cahora Bassa) que tanta falta faz à prossecução de empreendimentos económicas e sociais e para a vida doméstica da população já está à caminho de mais quatro distritos da província do Niassa, num investimento estimado em 25 milhões de dólares norte-americanos financiados pelo Exim Bank da Índia.Maputo, Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2012:: Notícias Os distritos beneficiários são Majune, Mavago, Ngauma e Muembe, actualmente alimentados por geradores a diesel, uma operação bastante onerosa se se considerar que, nalguns casos, o combustível tem que ser adquirido a uma distâncias de 200 quilómetros ou mais, porque quase todos não dispõem de bombas.Nos distritos beneficiários, quer os agentes económicos quer os governos distritais estão ávidos de receber a corrente eléctrica da rede, sobretudo porque há projectos de investimento cuja implementação está muito dependente de energia. Entre tais empreendimentos destacam-se indústrias florestal, agro-processamento e turismo.Em Chiconono, por exemplo, um posto administrativo do distrito de Muembe, há um projecto florestal – New Forest - já em curso, mas que, nos próximos anos vai precisar de energia fiável para a sua viabilização. O mesmo tem uma componente industrial cuja laboração, pela sua envergadura, não pode depender de grupo gerador, tal como acontece actualmente para o funcionamento dos escritórios.Na área social a chegada de energia vai contribuir para a melhoria da qualidade de serviços na educação, com a possibilidade de introdução do regime pós-laboral, enquanto na saúde a vantagem está na dispensa do uso da luz de vela ou do celular na assistência sanitária.Para já, Overeseas Infraestructure Aliance, empresa indiana responsável pela implementação da empreitada, assegurou ter já mobilizado para os seus estaleiros, na cidade de Lichinga, mais de 70 porcento dos materiais e acessórios necessários para a construção da linha. Apenas falta importar transformadores.O arranque das obras estava prevista para finais do mês passado, com duração de pouco mais de um ano, devendo consistir na construção de 500 quilómetros de linha de média tensão (33 kv); 30 quilómetros de baixa tensão (0,4 kv), para além da montagem de mais de 20 postos de transformação.As previsões avançadas pela Electricidade de Moçambique, dona do projecto, indicam que o mesmo tem potencial para beneficiar aproximadamente três mil consumidores em todos os distritos beneficiários.

Energia vai atrair agro-processamento - Ana Ismael, administradora de Muembe Maputo, Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2012:: Notícias


Muembe, com 33520 habitantes, é um dos distritos da província do Niassa que está na expectativa de receber uma energia eléctrica sustentável para prossecução de diversas actividades sócio-económicas.
Pelo facto do distrito ter um grande potencial agrícola, tendo conseguido, na campanha finda mais de 20 mil toneladas de produtos diversos, com destaque para batata-reno e cereais, a respectiva administradora, Ana Ismael acredita que a chegada de energia eléctrica da rede poderá contribuir para atracção de investidores para o agro-processamento, para conferir mais valia aos produtos.A chegada de energia vai tornar cada vez mais visível o impacto do Fundo de Desenvolvimento Distrital (sete milhões), na medida em que, de acordo com a administradora, os beneficiários passarão a ser mais ambiciosos, implementando projectos de média dimensão. Este ano foram aprovados 164 projectos, dos quais foram financiados 94 empreendimentos de geração de rendimento.“A expectativa é muito grande porque vamos poder combater o analfabetismo, porque poderemos ministrar cursos de alfabetização e tantas outras coisas em prol do desenvolvimento do distrito de Muembe”, referiu Ana Ismael, numa entrevista concedida à nossa Reportagem.Para Ana Ismael, “enquanto a energia não chega no distrito, o nível de desenvolvimento do distrito também vai se retardado. Estamos satisfeitos porque nos primeiros meses do próximo ano teremos energia de painéis solares e mais tarde, em Dezembro, a energia de Cahora Bassa”.Entre os projectos que se vão beneficiar da chega de energia eléctrica ao distrito, a administradora citou o projecto New Forest, um empreendimento florestal localizado em Chiconono.“Para que a madeira da Nwe Forest seja vendida terão que ser montados equipamentos aqui no distrito e isso vai depender de energia”, frisou Ana Ismael, referindo que o uso de grupo gerador é muito caro.

Electricidade é crucial para nossa actividade - Jon Mukumbira, New Forest


Maputo, Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2012:: Notícias No posto administrativo de Chiconono, em Muembe, está a ser implementado um projecto florestal que consiste no plantio de pinheiros e eucaliptos, numa área de pouco mais de 19 mil hectares.O projecto emprega actualmente mais de 400 trabalhadores, maior parte dos quais recrutados localmente, para se dedicarem à plantação, limpeza dos campos, bem assim a irrigação dos viveiros.Segundo Jon Mukumbira, um dos gestores do projecto, até ao momento tem plantados 4353 hectares de pinho e 1125 de eucaliptos, representando um investimento de cerca de nove milhões de dólares norte-americanos.O funcionamento dos escritórios da empresa e do sistema de irrigação dos viveiros está dependente de um grupo gerador a diesel, o que, conforme explicou, tem custos bastante elevados, sobretudo porque o combustível só pode ser comprado na cidade de Lichinga, porque localmente não há bombas.“Por enquanto estamos a fazer muito esforço para continuar com o projecto, mas estaremos muito aliviados quando a energia da HCB for estendida até Chiconono, porque sem energia fiável teremos muitas dificuldades para trabalhar”, referiu Jon Mucumbira, numa breve conversa com “Notícias”.Em termos de responsabilidade social a empresa aloca, anualmente, à disposição da comunidade de Chiconono, pouco mais de 20 mil dólares norte-americanos, a razão de um dólar por cada hectare ocupado pelas plantações. O dinheiro é aplicado para a implementação de vários projectos na zona, particularmente nas áreas de saúde e da educação.A chefe do posto de Chiconono, Juliana Alik vê na New Forest uma grande oportunidade para empregar parte dos 8659 habitantes da zona, sendo que nas suas palavras, a chegada de energia seria o garante da viabilidade do projecto.O próprio edifício do posto administrativo não tem electricidade, sobretudo porque o único gerador que foi recentemente alocado, quando da visita do Chefe de Estado, nem sequer chegou a funcionar, ainda que com aspecto novo. “Por falta de energia não se pode usar computador nem carregar telefones celulares. Depois do pôr do sol não há nenhum trabalho urgente que pode ser adiantado”, lamentou Juliana Alik, acrescentando que a única saída eram os painéis solares, mas que há muito deixaram de funcionar.


Empreiteiro acautelou condições do terreno


Maputo, Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2012:: Notícias
O director da Área de Distribuição de Lichinga, na Electricidade de Moçambique, Luís Elias Salomão, explicou que a execução do projecto, também designado Niassa e Manica vai ser implementado em fases, sendo que a primeira será Lichinga – Mandimba, a segunda Lichinga – Majune e a terceira Muenbe – Mavago.Luís Elias Salomão explicou que a conexão daqueles distritos à rede nacional se enquadra no âmbito do programa de electrificação rural, que preconiza a ligação de todas as sedes distritais do país até 2014.Há receios de que o arranque das obras possa ser afectado pela época chuvosa, um cenário, entretanto, afastado pelo director da Área de Lichinga, para quem o empreiteiro acautelou todas as situações do terreno.“O empreiteiro está ciente disso. O arranque das obras estava previsto para Julho, mas houve constrangimentos de diversa ordem, particularmente a abertura das vias de acesso e mobilização do material da linha, maioritariamente importado da Índia, frisou a fonte.Tranquilizou referindo que “neste momento temos 70 porcento do material mobilizado. Portanto, já estão criadas as condições para o arranque das obras”.Uma das novidades deste projecto tem a ver com o facto dos postes que vão suportar a linha serem metálicas, o que vai contribuir para a mitigação dos efeitos das queimadas descontroladas.Instado a comentar se os postes metálicos constituem ou não uma nova abordagem dos projectos da EDM, Luís Elias Salomão disse: todo o material vem da Índia e coincidentemente quase todos os distritos beneficiários são muito propensos às queimadas descontroladas.Em relação à viabilidade económico do projecto referiu que nesta fase não há registo de grandes clientes, acreditando-se que este segmento de mercado vai aparecendo à medida que o empreendimento vai ganhando terreno. “Neste momento os consumidores são as moageiras, e em termos de indústria ela só existe em Lichinga e Cuamba”, referiu.
A áreas de Lichinga de 120 mil clientes, 120 mil dos quais no sistema pré-pago.

Projecto vem responder ao anseio da população - David Marizane, governador do Niassa


Maputo, Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2012:: Notícias “Estamos todos esperançados que o projecto de electrificação dos quatro distritos se inicie”, palavras do governado da província do Niassa, David Marizane, momentos após visitar os estaleiros do empreiteiro indiano.Recordou que quando da sua visita ao distrito de Muembe uma das preocupações apresentadas pela população está relacionada com a falta de corrente eléctrica para a viabilização de projectos de investimento que poderiam assegurar postos de emprego.Chamou a atenção sobre a necessidade do cumprimento dos prazos da entrega das obras, para não defraudar as expectativas da população. “Os que estão à frente deste projecto devem assumir a responsabilidade de cada dia que passa estarem em sintonia com as autoridades que devem ser informados sobre o estágio das obras”.Apelou à população beneficiária para ser vigilantes em relação às acções de vandalização do material eléctrico.Pediu à EDM no sentido continuar a beneficiar as comunidades compreendidas no trajecto da linha." Fonte Cadernos de Economia do Jornal NOTICIAS.