terça-feira, 2 de outubro de 2012

MOCIMBOA DA PRAIA CABO DELGADO MOÇAMBIQUE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DO MUNICIPIO CONTA COM O APOIO DO GOVERNO AUSTRALIANO E DO BANCO MUNDIAL PARA A SUA REABILITAÇÃO

"Mais Água para o Município de Mocímboa da Praia

INHAMBANE CONSTRUÇÃO DA PONTE NA BAIA DE INHAMBANE VAI SER UMA REALIDADE


INHAMBANE - BAÍA DE INHAMBANE: Reactiva-se projecto da construção da ponte na baía de Inhambane


DEPOIS de considerar contraproducentes as exigências dos investidores chineses para a construção da ponte sobre a baía de Inhambane, o governador provincial, Agostinho Trinta, enviou há dias uma delegação do seu governo à República Popular da China, para renegociar a cobertura orçamental para a execução daquele projecto, orçado em cerca de 60 milhões de dólares norte-americanos.
Maputo, Terça-Feira, 2 de Outubro de 2012:: Notícias Depois de um largo período de silêncio e de aparente abandono do projecto, o governador de Inhambane, Agostinho Trinta, voltou a retomar a iniciativa lançada há tempos pelo Primeiro-Ministro, Aires Ali, quando era governador desta região do país, enviando a sua assessora, Benilde Macuamule, à frente de uma delegação constituída por quatro membros do governo provincial, para ir tentar convencer os investidores chineses a rever as exigências que colocaram inicialmente. O governo provincial entende que a construção da ponte sobre a baía de Inhambane não só poderá propiciar uma rápida mobilidade de pessoas e bens entre as duas margens, como também impulsionar um rápido desenvolvimento das cidades capital provincial e da Maxixe.De acordo com as informações do governo provincial, uma empresa chinesa não identificada terá solicitado, em troca da construção da ponte sobre a baía de Inhambane, a concessão de vastas áreas nos distritos de Govuro, Mabote, Funhalouro e Massinga para a exploração florestal. A referida empresa, também teria exigido a exploração de uma portagem projectada na Estrada Nacional nº1 (EN-1), nomeadamente em Zandamela e/ou no Save, por um período não superior a 50 anos e a concessão de uma área no centro da cidade da Maxixe, mais concretamente na zona do Campismo, para a construção de uma instância turística de cinco estrelas.Esta proposta dos chineses, que inclusive já visitaram o local da projectada ponte, não mereceu, na ocasião, uma apreciação favorável das autoridades governamentais provinciais de Inhambane, razão pela qual, o projecto saiu, momentaneamente, das prioridades do Executivo de Agostinho Trinta. O director provincial de Plano e Finanças, Júlio Muocha, um dos integrantes da delegação que se encontra na China para renegociar o projecto, disse à Imprensa que, para além de “namorar” parcerias para a construção da ponte vão também tentar interessar investidores para a execução de outros empreendimentos e promover as potencialidades de Inhambane, através da participação da província na Feira Internacional de Comércio de Xiamen, cuja linha de parceria foi aberta pelo actual Primeiro-Ministro, Aires Ali, quando dirigiu a província de Inhambane. Círculos económicos na província censuram a maratona diplomática de Agostinho Trinta em busca de investimento, pois nos princípios do presente ano, escusou-se de receber o grupo de embaixadores de Apoio Programático do Orçamento de Estado, durante o retiro que realizou na capital provincial de Inhambane.Para alguns analistas, o governador deixou uma das melhores oportunidades para junto dos embaixadores, “vender” os seus projectos. O governador de Inhambane não integrou a delegação que se deslocou à China porque esteve a supervisar a visita da Primeira-Dama da República, Maria da Luz Guebuza, que se realizou recentemente. Victorino Xavier" Fonte Jornal NOTICIAS.

ALGODÃO DE MOÇAMBIQUE PROCURA EM ALTA NO MERCADO INTERNACIONAL




Fibra do algodão moçambicano atrai mercados no estrangeiro


A fibra do algodão produzido em Moçambique lidera a linha das preferências dos potenciais compradores daquela matéria-prima sobretudo para a indústria têxtil, nas principais praças internacionais, facto que fica a dever-se ao aperfeiçoamento contínuo por parte do sector produtivo familiar, das técnicas de produção focalizadas principalmente para sementes de alto rendimento e o maneio da cultura nas várias fases de seu desenvolvimento.Maputo, Terça-Feira, 2 de Outubro de 2012:: Notícias . António Alberto que desempenha as funções de delegado regional norte do Instituto de Algodão de Moçambique, referiu que as sementes usadas na produção de algodão são das variedades que melhor desempenho tem registado nas regiões produtoras do chamado “ouro branco” em quase todas províncias, influenciada sobretudo pelas excelentes condições agro-ecológicas locais.
Apontou a semente de algodão que tem a denominação CA-324 em uso, neste momento, em diferentes pontos como sendo aquela que tem a característica de conseguir alto rendimento no campo em termos de produtividade. Por outro lado, a sua fibra é caracterizada por um cumprimento e resistência superior as restantes variedades de sementes facto que a torna dominante no que concerne a preferência por parte dos industriais do ramo têxtil para alimentar as suas unidades.A CA-324 é uma semente tolerante as pragas sobretudo em relação as jacidas que atacam a planta do algodão nos primeiros 40 dias de vida e por isso tem sido uma opção privilegiada pelos produtores do sector familiar. O país usa também a semente da variedade denominada albar, que se adapta ao clima de algumas regiões produtoras de algodão no país sendo que a sua fibra é igualmente valiosa em razão do seu cumprimento pois, satisfaz as exigências e atinge o grau de preferência por parte dos potenciais compradores no mercado internacional” - disse António Alberto.Para manter o alto valor comercial das fibras de algodão no mercado internacional, o subsector vai continuar a apostar na investigação e colocar os resultados dos trabalhos a disposição do sector produtivo. A região norte conta com um centro de investigação de algodão localizado na vila de Namialo, distrito de Meconta, o qual presta apoio às províncias do norte, nomeadamente Nampula e Cabo Delgado consideradas maiores produtoras da cultura incluindo as de Niassa e Zambézia.Algumas empresas fomentadoras da cultura de algodão no país estão a investir nas novas tecnologias de processamento visando garantir o descaroçamento do produto de forma mais eficiente e célere com baixos custos de operação. António Alberto disse tratar-se de uma atitude louvável por parte das empresas pois, alguns dos equipamentos em uso estão no próximo de atingir o limite de vida útil.Sublinhou, no entanto, que a investigação continua a ser a chave para a obtenção de algodão de qualidade por parte das empresas fomentadoras da cultura, bem como a transmissão dos novos pacotes tecnológicos aos produtores do sector familiar como principais actores que são na cadeia de produção." FONTE JORNAL NOTICIAS.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

PORTO DE SINES PORTUGAL E A PCA LIDIA SEQUEIRA

A mulher do leme

"A mulher do leme


por Catarina Pires Fotografia de Gerardo Santos/Global Imagens


Em seis anos, a presidente do Conselho de Administração do Porto de Sines reduziu a zero uma dívida de 78 milhões de euros, modernizou a gestão e garantiu as certificações de qualidade, ambiente e segurança. E ainda expandiu o negócio, fechando 2011 com lucros de oito milhões e fazendo deste o maior porto exportador do país e número um em carga movimentada. Galardoada com o prémio de Líder na Gestão de Empresa Pública, Lídia Sequeira quer agora pôr o porto de Sines no seu devido lugar: o centro do mundo. O aperto de mão é firme, o olhar direto, o discurso claro e pausado. A meia hora concedida para a conversa triplica, pelo entusiasmo que o assunto lhe merece - a administração do porto de Sines ocupa quase toda a vida de Lídia Sequeira. E apesar de as greves no setor portuário não estarem no horizonte no início do verão, quando falámos, provavelmente não as comentaria, como não as comenta agora.Nascida há 67 anos em Viseu, «zona de sequeiro», o mar sempre a fascinou. Durante os muitos anos que viveu em Lisboa, os sábados de manhã eram ritualmente passados à beira-mar. «Primeiro com os miúdos, depois sem eles, porque crescem e cada um tem o seu programa. Mas aquela manhã de sábado sempre foi preciosa, um bálsamo sobre o stress da semana.» O ritual passou a ser diário desde que, em 2005, trocou Lisboa por Sines. Ao fim do dia, mesmo quando o cansaço pede tréguas, não claudica, calça os ténis que tem sempre no gabinete e lança-se numa hora de caminhada junto ao mar. «Garanto-lhe que é retonificador. O mar é uma coisa absolutamente fantástica.»A hora a que o dia acaba não é certa. Pode chegar às dez da noite. «Trabalho até acabar. Não gosto de deixar coisas para o dia seguinte.» Será esse um dos segredos da gestão de Lídia Sequeira ao leme do porto. Se alguém imaginou que o cargo de presidente de conselho de administração era para exercer à distância e de forma honorífica, enganou-se. «Comigo isso é impossível, aqui ou em qualquer lugar. Penso que temos de ter uma relação de proximidade com as questões. Tenho de ter uma informação muito detalhada sobre tudo e estou sempre lá. Nunca fujo a um problema.» Quando assumiu a liderança da Administração do Porto de Sines, em 2005, tinha uma dívida de 78 milhões de euros. Reduziu-a a zero em 2011. No contexto atual, parecerá uma proeza, mas a gestora relativiza. «Se tivéssemos começado mais tarde teria sido mais difícil. As coisas foram feitas no momento certo. Antes da crise já tínhamos iniciado o saneamento financeiro da empresa. No primeiro ano, vendemos um conjunto de ativos que não estavam diretamente ligados à atividade portuária, alguns imóveis que não se justificava manter, e fizemo-lo numa altura em que o mercado imobiliário estava ainda muito interessante. Foi à custa dessas receitas extraordinárias que conseguimos um primeiro ano com resultados positivos.»
A partir daí foi arregaçar mangas e tomar medidas estruturais para garantir que o porto deixasse de dar prejuízos e passasse sustentadamente a dar lucros. «Procedemos também logo no início à concessão do terminal de granéis líquidos, que tínhamos sob exploração direta, abrindo um concurso público internacional e fizemo-lo igualmente numa excelente altura. Além disso, foram renegociados contratos e delineadas estratégias para reduzir a despesa e aumentar a receita. No segundo ano, já fruto do desenvolvimento da atividade, passámos a ter resultados líquidos positivos. Finalmente, estávamos em condições de fazer o grande investimento de construção do molhe leste, que ficará concluído no fim de agosto e dará proteção à obra de ampliação desenvolvida pela PSA [Port of Singapure Authority], concessionária do terminal XXI [de contentores] que passará a ter uma capacidade de um milhão de TEU [unidade de carga], quatro vezes mais do que a atual. Um investimento de quarenta milhões de euros sem recurso ao orçamento de Estado.» . Hoje, normalizados os rigorosos procedimentos que garantem as certificações de qualidade, ambiente e segurança, este porto de águas profundas afirma-se como a porta atlântica da Europa, principal ativo energético nacional, líder em carga movimentada, pertencendo ao número restrito de infraestruturas que recebem os maiores navios, e maior porto exportador do país, operando com equipamentos de última geração e instrumentos de gestão portuária modernos - como a Janela Única Portuária ou o Cartão Único Portuário - que simplificam os processos, reduzem custos, aumentam a produtividade e a operacionalidade, colocando-o entre os melhores e mais competitivos do mundo. «Neste momento, vou a portos estrangeiros em relação aos quais ficava extasiada há sete anos e agora posso dizer que já estamos mais à frente.»Formada em Economia, quando eram poucas as mulheres a seguir o caminho dos números, escolheu trabalhar no setor público por convicção. A aspiração era mudar o mundo. E em certa medida mudou. «Sim, tinha essa ideia e, onde tenho chegado, tenho mudado sempre alguma coisa. Naquela época [1972], muita gente escolhia o setor privado porque se ganhava mais. Fui a várias entrevistas, mas quando cheguei à Direção-Geral de Transportes Terrestres (DGTT) pensei "é isto mesmo que quero". Os transportes são um setor transversal da nossa economia e lidar com este setor é lidar com o que é essencial para a vida das pessoas e para a economia nacional. Sempre me senti muito realizada com a minha opção de vida.» Entre os diversos cargos de topo que ocupou ao longo da carreira na DGTT, incluindo o de subdiretora-geral, um dos primeiros foi particularmente gratificante: a coordenação da equipa para a Planificação e Implementação das Redes de Transporte Escolar, entre 1977 e 1984. «Foi um trabalho que considerei extremamente importante. Mostrou-me uma realidade deste país que as pessoas estão longe de conhecer. Não imagina o que foi fazer o recenseamento de todas as crianças que não iam à escola por não terem transporte e depois encontrar, planeadamente, a forma mais eficiente e ao mais baixo custo de as levar, estivessem onde estivessem, e assim permitir que todas as crianças portuguesas tivessem oportunidade de ser escolarizadas até ao nono ano, que era o ensino obrigatório. Foi muito interessante.» Não é a primeira vez que o seu trabalho é reconhecido publicamente - em 1990 recebeu das mãos do presidente da República Mário Soares a condecoração de Oficial da Ordem do Mérito - mas este ano foi agraciada com o prémio Líder na Gestão de Empresa Pública (Business Leader Awards), o que traz à baila o tão debatido setor empresarial do Estado que afinal até pode dar lucro.«Em Portugal, temos portos com uma excelente saúde financeira e Sines é um deles. Da última distribuição de resultados [oito milhões de euros], cinquenta por cento ficaram como resultados transitados, que reforçam a capacidade de investimento da empresa, e os outros cinquenta foram distribuídos para o acionista Estado.» Trata-se pois de onde quer a sociedade colocar o azimute.
Um dos azimutes que se abriu com a chegada de Lídia Sequeira ao porto de Sines foi o de género. Num ambiente ainda muito dominado pelos homens, a entrada de uma mulher, e logo como presidente do conselho de administração, provoca mudanças. Onde não havia sequer uma diretora, hoje há duas. «As coisas estão a mudar e penso que daqui a vinte anos já será tudo diferente. Se forem aos terminais, verificarão que já não é a força física que determina um excelente operador portuário. Tudo está altamente mecanizado e comandado à distância e portanto não é difícil para uma mulher desempenhar esse tipo de função.» O que não significa que não exista resistência: «Uma senhora teve a ousadia» de concorrer a essas funções e ficar classificada, para logo a seguir ver levantado o problema de não existirem balneários femininos. «São dificuldades que se resolvem. Hoje, temos mulheres na segurança, domínio-chave num porto desta natureza, que trabalha com matérias perigosas. E no terminal de contentores há senhoras a guiarem os drive ins, uma tarefa que implica seguir muito rigorosamente o planeamento da operação que está instituído e que exige muita concentração. Mas nisso as mulheres são excelentes. Incentivo sempre as senhoras a considerarem-se aptas para este tipo de tarefas. Claro que têm um regime de turnos, mais complicado de conjugar com a vida familiar, que inevitavelmente recai sempre mais sobre a mulher, mas nós entendemos isso com um sentido de grande responsabilidade. O êxito ou inêxito dos filhos recai sempre sobre nós e assumimo-lo plenamente.»Lídia Sequeira sabe do que fala. Os filhos e os netos estão sempre presentes na sua vida e percebe-se que não é só através das fotografias, que ocupam lugar central na secretária de trabalho. Também não foi fácil para a gestora, quando os filhos eram pequenos, conciliar carreira e vida familiar. «Era impossível assumir determinado tipo de funções. Por exemplo, quando trabalhei nas negociações com a Comunidade Europeia na área dos transportes, que me exigiam uma deslocação quase permanente a Bruxelas, só pude fazê-lo porque os miúdos já tinham 9, 10 anos e um mínimo de autonomia. Ninguém deixa um miúdo de 3 anos dois dias esta semana e outros dois na semana seguinte... Depois ganham autonomia e a dada altura já nem querem saber de nós. Isso é ótimo porque quer dizer que a nossa missão está cumprida.» E isso não a impediu de chegar onde chegou profissionalmente. Na opinião de Lídia Sequeira existem diferenças na liderança quando são as mulheres que estão à frente. «Penso que há uma maior proximidade das pessoas e dos problemas por parte das mulheres. Se tenho alguém que tem um problema familiar e que me diz que durante os próximos dois meses vai ter dificuldades em termos de assiduidade, por exemplo, não consigo alhear-me de que aquele problema existe quando penso naquela pessoa, e pergunto com frequência como estão as coisas, genuinamente. Acho que esta preocupação é uma caraterística feminina, porque já passámos por isso e sabemos que não é fácil de gerir.»Talvez por isso, se tivéssemos ido almoçar ao refeitório do porto de Sines, provavelmente encontraríamos lá a presidente do conselho de administração, entre os restantes trabalhadores. «Sempre gostei muito, não é só aqui, de ir almoçar aos refeitórios, porque ali consegue conviver com as pessoas, há uma relação de ombro a ombro... Há quem diga que eu devia andar mais pela casa, mas não tenho tempo, além de que não resolvo absolutamente nada, é um pouco de show off. Mas se almoçar todos os dias com as pessoas, consigo aperceber-me de um conjunto de coisas, problemas ou não, que de outra forma não perceberia.»Outro hábito que tem, nem sempre visto com bons olhos, é o de receber os trabalhadores com questões que querem colocar à administração. Depois das seis da tarde, quando os telefones tocam menos e a maioria das pessoas já saiu, Lídia Sequeira dispõe-se a ouvir todos os problemas. E a dar-lhes resposta, seja ela qual for. «Há coisas que você fica a saber e não sabia antes, com o simples facto de receber uma pessoa às seis da tarde. E esse é também um importante instrumento de gestão.»Com uma visão estratégica e a capacidade de mobilizar e galvanizar equipas, aquilo que na sua opinião distingue um líder, Lídia Sequeira está prestes a concluir a implementação do Plano Estratégico herdado do Conselho de Administração (CA) que a precedeu e que tinha como horizonte o ano de 2014. O cunho pessoal foi colocado na forma de o pôr em prática. «Seria um disparate perder-se um trabalho que levou dois anos a fazer pelo CA anterior. O que fiz foi definir a metodologia para a sua implementação, que neste momento está praticamente concluída. Agora há que fazer outro, com mais ambição.»" FONTE DIÁRIO DE NOTICIAS.

SÓ BOLOS BEIRA SOFALA MOÇAMBIQUE, DELICIOSOS, ÚNICOS NO MUNDO PASTEIS DE MANDIOCA

1 DE OUTUBRO 2012, A Dª LINDA, PROPRIETÁRIA DESTE EX - LIBRIS DA CIDADE DA BEIRA, ONDE PONTUAM OS PASTEIS/BOLOS DE MANDIOCA, QUE TAL UMA GEMINAÇÃO ENTRE OS PASTEIS DE NATA DE BELEM E OS PASTEIS DE MANDIOCA DA SÓ BOLOS????

LICHINGA NIASSA MOÇAMBIQUE RECEBE CIDADES CAPITAIS DE LINGUA PORTUGUESA

AS DELEGAÇÕES DAS CIDADES CAPITAIS DE LINGUA PORTUGUESA ENCONTRAM-SE REUNIDAS EM LICHINGA, ANUNCIOU ESTA MANHA O REPORTER LOCAL DA TVM1 TELEVISÃO DE MOÇAMBIQUE. ENTRETANTO SOUBE QUE A DELEGAÇÃO PORTUGUESA ATÉ ONTEM AINDA NÃO TERÁ CHEGADO. ESTA MANHÃ HÁ UM PASSEIO AO LAGO NIASSA, À TARDE INICIAM-SE OS TRABALHOS. AS DELEGAÇÕES ENCONTRAM-SE ALOJADAS NO HOTEL GIRASSOL.

COMBOIO VOLTA A APITAR NO SUL DE ANGOLA

A TVM1 TELEVISÃO DE MOÇAMBIQUE NO SEU NOTICIARIO DAS 6H00M DE HOJE ANUNCIOU O FACTO DA LINHA DE CAMINHOS DE FERRO DO SUL DE ANGOLA TER ENTRADO EM FUNCIONAMENTO TRANSPORTANDO TAMBEM PASSAGEIROS EM EXCELENTES CARRUAGENS COM CONFORTO E COMODIDADE ENTRE O NAMIBE E CUANDO CUBANGO O QUE NÃIO ACONTECIA DESDE HÁ VINTE ANOS.