segunda-feira, 3 de setembro de 2012

CABO VERDE HOTEIS TIVERAM MAIS HOSPEDES DO QUE EM IGUAL PERIODO DE 2011

ECONOMIA. A SEMANA : Estabelecimentos hoteleiros receberam 110.281 hóspedes 02 Setembro 2012

Os estabelecimentos hoteleiros de Cabo Verde acolheram neste segundo trimestre 110.281 hóspedes, mais 2,2 por cento do que o período homólogo de 2011. Em termos absolutos, entraram nos estabelecimentos hoteleiros mais 2.344 turistas do que em igual período do ano transacto, informa o Instituto Nacional de Estatística.

Estabelecimentos hoteleiros receberam 110.281 hóspedes
Os estabelecimentos hoteleiros registaram 694.192 dormidas, representando um aumento de 19,7 por cento, ou seja, mais 114.101 dormidas. No acumulado, entre Janeiro e Junho, registaram-se nos hotéis 249.615 hóspedes, que contabilizaram 1,6 milhões de dormidas, movimentos que se traduzem em acréscimos de 14 e 28,4 por cento, respectivamente.Os hotéis continuam a ser mais procurados pelos turistas, representando 84,4 por cento do total das entradas. Seguem-se as residenciais com 5,6 por cento e as pensões com 5,1 por cento. A ilha da Boa Vista ultrapassou a ilha do Sal em termos de acolhimento, registando 36,7 por cento do total das entradas. Sal contabilizou 34,7 por cento e Santiago 14,7 por cento.Por países, os residentes em Cabo Verde totalizaram 10,6 por cento das entradas e 5,2 por cento das dormidas. Mas o principal mercado emissor de turistas continua a ser o Reino Unido (22,8 por cento), seguido de Portugal, Alemanha e França, com 15,3 por cento, 13 por cento e 11,6 por cento, respectivamente. Inglaterra também lidera o ranking das dormidas com 35 por cento do total, seguido de Alemanha (15,5 por cento), Portugal (12,3 por cento) e França (8,4 por cento).A maioria dos turistas provenientes do Reino Unido ficou na Boa Vista (64,5 por cento) e Sal (35,1 por cento) e escolheram como local de acolhimento os hotéis - 99,8 por cento. Os alemães também escolheram a ilha das dunas (49,6 por cento) e do Sal (47,6 por cento). Já os franceses inverteram esta lógica ficando na sua maioria no Sal (47,5 por cento) e Boa Vista (24,2 por cento).
Os visitantes ingleses permaneceram 9,5 noites em Cabo Verde, os alemães 7,3 noites, os dos Países Baixos e da Itália 7,2 e 6,9 noites, respectivamente. Enquanto que os cabo-verdianos ficaram apenas 2,9 noites nos estabelecimentos hoteleiros.Em média, a taxa de ocupação-cama a nível geral, foi de 49 por cento, contra os 51 por cento registados no trimestre homólogo. As ilhas da Boa Vista e do Sal tiveram as maiores taxas de ocupação – cama com 69 por cento e 46 por cento, respectivamente e os hotéis foram os estabelecimentos com maior taxa de ocupação-cama, com 56 por cento. As residenciais aparecem a seguir com 23 por cento, os aldeamentos turísticos (21 por cento) e os hotéis-apartamentos (18 por cento)." Fonte Jornal A SEMANA DE CABO VERDE.

SOARES DA COSTA VAI RECUPERAR AEROPORTO DE PEMBA CABO DELGADO MOÇAMBIQUE

"O contrato de adjudicação assinado no fim-de-semana entre a empresa pública Aeroportos de Moçambique e a Soares da Costa prevê que a empresa portuguesa faça a remodelação e expansão do aeroporto em oito meses.  De acordo com Manuel Veterano, presidente do conselho de administração da Aeroportos de Moçambique, as obras, avaliadas em 10 milhões de euros, vão consistir na reparação das aéreas operacionais, da pista, do caminho de circulação, ampliação da placa de estacionamento, terminal de passageiros e na construção de um novo parque de estacionamento.
A ampliação e remodelação do aeroporto de Pemba visa responder às atuais exigências do tráfego de passageiros e dos operadores turísticos que têm estado a crescer nos últimos anos, justificou Manuel Veterano."O aeroporto de Pemba regista actualmente um tráfego anual de cerca de 100 mil passageiros, número que está muito além da sua capacidade. Agora estamos a trabalhar para satisfazer esta demanda nos próximos cinco anos", disse Veterano.No âmbito deste contrato, o terminal de passageiros será todo remodelado e ampliado para o dobro da área actual, criando um circuito para passageiros em trânsito e ampliadas as áreas de 'chek-in', embarque, desembarque e 'hall' público."Decidimos reabilitar esta infra-estrutura em fases, e a primeira terá a duração de oito meses e estará a cargo do empreiteiro Soares da Costa", disse Manuel Veterano." Fonte NEWS BRIEF/CORREIO DA MANHÂ.

JINAN YUXIAO GRUPO CHINÊS VAI EXPLORAR ZIRCÓNIO E TETÂNIO NA ZAMBÉZIA MOÇAMBIQUE

"Grupo chinês Jinan Yuxiao vai explorar zircónio e titânio na Zambêzia
TitanioMoçambique está a viver um aumento da actividade mineira sem precedentes na sua história e o grupo chinês Jinan Yuxiao é dos mais activos no terreno, procurando beneficiar das oportunidades existentes.
A Africa Great Wall Mining, subsidiária do grupo, obteve do governo moçambicano, no final de Julho, uma licença de prospecção de zircónio e titânio (na imagem), aquela que é a terceira licença mineira obtida por empresas chinesas em Moçambique, de acordo com o Departamento Económico e Comercial da Embaixada da China em Moçambique.
 A licença, segundo a mesma fonte, abrange a maior área concessionada pelo Ministério dos Recursos Minerais de Moçambique para prospecção de minérios.
 A mina localiza-se na província de Zambeze, perto do porto de Quelimane, com uma área total de 231 quilómetros quadrados, abrangendo as zonas de Chinde, Inhassuge e Nicoadala, incorporando uma zona de costa com 50 quilómetros.O grupo Yuxiao detém ainda uma sociedade com o empresário Chuanyou Cong, com participações de 80 e 20% respectivamente, a Africa Yuxiao Mining Development Company, que foi registada em Moçambique em 2008 e dedica-se nomeadamente a actividades de pesquisa e exploração de recursos minerais, incluindo o processamento industrial.A sociedade procurava desde 2009 assegurar a prospecção e pesquisa de ilmenite, titânio e outros minérios no distrito de Inharrime, província de Inhambane, sul de Moçambique.Para além do distrito de Moma, zona costeira da província de Nampula, há ocorrência de areias pesadas em outros pontos de Moçambique, sendo de destacar o distrito de Chibuto.Estas, no entanto, não têm valor comercial, o que ditou o afastamento de alguns investidores como a BHP Billiton, empresa que controla a Limpopo Corridor Sands.
 Em Moma, concretamente em Topuito, a irlandesa Kenmare Resources explora o depósito de Namalope, que contém 21 milhões de toneladas de concentrado de minerais pesados, tendo também identificado um outro depósito com um potencial de 140 milhões de toneladas.
 Já antes de assegurar a concessão agora atribuída, a Africa Great Wall Mining obteve do governo de Moçambique autorização para construir uma fábrica de cimento em Magude, a par de outras empresas como a Cimentos da Beira (Sofala), S and S Cimento (Matola), e China Mozambique – Cement and Mining Development (Cheringoma).De acordo com a Economist Intelligence Unit, Moçambique deverá receber nos próximos anos investimentos avaliados em 90 mil milhões de dólares para projectos nos sectores energético e mineiro, cerca de sete vezes o valor actual da economia do país.Do valor de investimento, que inclui projectos em curso ou nas fases iniciais, perto de 21 mil milhões de dólares destinam-se à geração de energia e 68 mil milhões ao desenvolvimento de gás natural na província de Cabo Delgado, incluindo 18 mil milhões de dólares da norte-americana Anadarko Petroleum e 50 mil milhões da italiana ENI.
“O montante de investimento é enorme para Moçambique ou para qualquer outra economia”, adianta o relatório.Embora alguns dos projectos não tenham ainda um calendário preciso, espera-se que a maioria avance nos próximos 10 anos.(rm/macauhub)" Fonte Rádio Moçambique.

sábado, 1 de setembro de 2012

NACALA CONSTRUÇÃO CIVIL EVOLUÇÃO REFLECTE-SE EM TERMOS DE RECEITAS FISCAIS

"Economia. Zona económica especial de Nacala: Sector de construção já se reflecte no Tesouro.A QUANTIDADE de obras de construção civil em curso ou concluídas para a implantação de empreendimentos económicos e sociais, na cidade de Nacala, província de Nampula, está já a reflectir-se no aumento da receita para o Estado. Com efeito, no primeiro semestre do corrente ano foram colectadas receitas na ordem de um milhão de meticais, resultante da extracção de areia e pedra de construção. Maputo, Sábado, 1 de Setembro de 2012:: Notícias . Aquele montante não incluiu, no entanto, outras receitas que no mesmo período entraram nos cofres do estado, em Nacala, nomeadamente o imposto sobre a produção que totalizou 214 mil meticais.As perspectivas do Governo de Nacala relativamente ao incremento do volume de receitas na área de extracção mineira naquela região são boas, o que vai contribuir para o incremento do investimento público com vista ao melhoramento da qualidade de vida da população, sobretudo nas questões mais prementes como o abastecimento de água, reabilitação de vias de acesso e expansão das redes escolar e sanitária.Dados do Governo de Nacala apontam que o arranque das actividades de extracção de calcário e argila pela empresa de cimentos local, visando abastecer-se em matéria-prima vai significar o aumento na cobrança de impostos.Adicionalmente, serão cobrados impostos de superfície que incide sobre o exercício de actividades de prospecção e pesquisa de calcário e argila em curso na costa marítima de Nacala.A actividade de extracção de pedra e areia para alimentar a indústria de construção civil era vista como pouco rentável. Actualmente, o governo de distrital de Nacala exerce um controlo cerrado sobre aquela actividade, como forma de assegurar que nenhuma empresa possa operar sem se pagar impostos ao Estado.De acordo com o director do sector de actividades económicas em Nacala, existem mecanismos estabelecidos para que as empresas de construção civil que operam na zona económica especial de Nacala não escapem do licenciamento.No entanto, soubemos junto do director provincial dos Recursos Minerais e Energia em Nampula, Moisés Paulino, que o seu sector se prepara para revogar algumas licenças de prospecção e pesquisa de calcário e argila em Nacala, por haver sinais de falta de clareza em relação as actividades que estão a desenvolver no terreno neste momento.Carlos Tembe" FONTE JORNAL NOTICIAS.

TAILÂNDIA MINISTRA DO INVESTIMENTO EXTERNO NALINEE TAVEESIM VISITA MOÇAMBIQUE E É RECEBIDA PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

"Tailândia pretende cooperação bilateral . O GOVERNO tailandês deseja estabelecer relações de cooperação com Moçambique em diversas áreas, sobretudo nas que aquele país asiático tem mais experiência e perícia.

Maputo, Sábado, 1 de Setembro de 2012:: Notícias
Esta informação foi revelada ontem, em Maputo, pela ministra responsável pelo investimento externo no Gabinete do Primeiro-Ministro tailandês, Nalinee Taveesin, no final de uma audiência concedida pelo Presidente Armando Guebuza. A exploração de hidrocarbonetos foi um dos assuntos de destaque no encontro entre Guebuza e Taveesin, uma vez que a empresa tailandesa “PTT Exploration and Production Plc” está num processo muito avançado da aquisição de acções da companhia britânica Cove Energy na Bacia do Rovuma." Fonte JORNAL NOTICIAS.

OAM - "MIL MEMBROS ESTARÃO INSCRITOS NA ORDEM DOS ADVOGADOS DE MOÇAMBIQUE ESTE MÊS"

"Mil membros estarão inscritos na Ordem dos Advogados de Moçanmbique este mês

A Ordem dos Advogados de Moçambique (AOM) vai contar com cerca de mil advogados a partir Setembro próximo, mês em que aquela organização vai fazer a entrega de novas carteiras profissionais a 158 novos causídicos.A cerimónia vai acontecer no dia 14 de Setembro durante a semana do advogado que neste ano decorre de 9 a 15 de Setembro. Com aquele universo, Gilberto Correia, bastonário da AOM, acredita que a assistência jurídica aos cidadãos que buscam a justiça vai melhorar, embora o número não fosse, ainda satisfatório.
Os préstimos dos advogados são importantes, sobretudo para dirimir conflitos complexos opondo cidadãos, organizações e o Estado. Porém, além de serem poucos profissionais na praça os seus serviços são bastante caros.Aliás, é tendo em conta este facto que foi criado o Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ). A instituição oferece assistência grátis sobretudo aos cidadãos com limitações financeiras.De acordo com Correia, o rácio entre o número de advogados e a população, estimada em pouco mais de 20 milhões de habitantes, ainda é limitado. Porém, não há dúvidas que o país está num bom caminho. Basta recordar que, em 2008 existiam, apenas, cerca de 400 advogados em Moçambique.Durante a semana do advogado, a OAM vai realizar o primeiro Congresso para a Justiça sob o lema “A qualidade e a celeridade da justiça: Todos Juntos por uma Justiça de Qualidade, mais célere e mais Credível”. O evento está previsto para ter lugar entre os dias 13 e 14.Na ocasião, serão discutidas questões atinentes à celeridade processual e à qualidade das decisões judiciais, tendo em vista uma justiça que responda aos anseios da sociedade. Por outro lado se espera que sejam debatidas as formas através das quais se pode alcançar maior qualidade das decisões proferidas pela administração da justiça.No entender do bastonário, há muitos aspectos que devem ser melhorados no sistema judicial tal é o caso da formação dos agentes da Polícia de Investigação Criminal, do Ministério Público, juízes e advogados" FONTE RÁDIO MOÇAMBIQUE.

MOÇAMBIQUE E AS EMPRESAS PORTUGUESAS PERPECTIVA DE WWW.DINHEIROVIVO.PT

"Os quatro voos semanais da TAP chegam cheios. O país está na moda, mas nem tudo são vantagens - a começar no crédito

Empresas portuguesas em Moçambique duplicaram

Vista da baía de Maputo, onde todos os dias chegam centenas de portugueses
Vista da baía de Maputo
Paulo Barata
01/09/2012 | 00:00 | Dinheiro Vivo
Moçambique já é o sétimo destino de investimento direto português no estrangeiro; no ano passado era o 15.o. São 51,5 milhões de euros investidos, no primeiro semestre deste ano (em 2011 somou 74,7 milhões), por 2039 empresas, um número que quase duplicou nos últimos cinco anos - dados divulgados pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) ao Dinheiro Vivo. Apesar de um bilhete custar, em média, 1500 euros, os quatro voos semanais da TAP para Maputo, ao domingo, segunda, terça e quinta-feira, já são curtos para a quantidade de portugueses que chega diariamente a Moçambique. "Há cada vez mais passageiros, por isso duplicámos a frequência da rota antes do verão", confirma fonte oficial da TAP. A razão? "Angola já não é o Eldorado e, com o agravamento da crise, muitas empresas portuguesas viraram-se para aqui", diz Inaete Merali, presidente do Moza Banco - instituição moçambicana de que o BES África é o segundo maior acionista, com 21,1%. "Nos últimos 12 meses tem havido um aumento exponencial de entradas de empresas portuguesas em Moçambique e isso reflete-se também no sistema financeiro", com os pedidos de crédito a aumentarem.   A crescer cerca de 8% ao ano e com uma classe média que começa a ganhar poder de compra, "há entusiasmo em relação a Moçambique, e não é passageiro. É um entusiasmo seguro num país que também olha para Portugal como um mercado de oportunidades", garante o presidente da AICEP, Pedro Reis.  "É o país da moda", confirma o CEO da Sociedade para o Financiamento do Desenvolvimento (Sofid), Diogo Araújo. "Mas também porque o governo moçambicano soube aproveitar as oportunidades que surgiram, tornando-se muito competitivo". A crise dos pagamentos às construtoras em Angola, por exemplo, assustou muitas empresas, que decidiram virar-se para um mercado mais previsível, com regras mais definidas. "A perceção é de que em Moçambique se respira um ambiente favorável aos negócios. A estabilidade política, e uma gestão macroeconómica e financeira prudente têm permitido ao país obter reconhecimento por parte das instituições internacionais", concorda Pedro Reis.Nos primeiros seis meses do ano, Portugal vendeu mais 31% para o país africano do que de janeiro a junho do ano passado, com as exportações a atingirem 184 milhões de euros. "Há oportunidades sólidas e um clima favorável para as empresas portuguesas", diz o secretário de Estado da Economia, Almeida Henriques, que esta semana esteve na Feira Internacional de Maputo.A própria AICEP está a planear reforçar a sua presença com delegações no norte do país, onde estão as explorações de minério, a quarta maior reserva de gás natural do mundo e um potencial turístico considerável. "Moçambique foi, é, e continuará a ser um parceiro essencial. E é um mercado de aposta para as empresas portuguesas, como se verifica por investimentos" como o da Portucel, diz Pedro Reis. A empresa prevê investir 2,3 mil milhões de dólares até 2025, criando 7500 empregos diretos em produção florestal, de energia e pasta de papel.  Energia e infraestruturas são áreas especialmente atrativas, mas há oportunidades de negócio em quase todos os sectores, incluindo agricultura, saúde e educação, consultoria e novas tecnologias de informação e comunicação. "Porém, é errado pensar que Moçambique serve para todos", alerta Diogo Araújo. "Se um empresário está em dificuldades em Portugal, o pior que pode fazer é ir para lá, até porque, para se lançar, precisa de ter uma almofada financeira para sustentar a empresa, pagar salários, etc., até começar a ter retorno." Depender do crédito local é meio caminho andado para as coisas darem para o torto. Apesar de o metical estar entre as moedas africanas mais fortes, "a taxa de juro final para as empresas é superior a 20%", diz o CEO da Sofid, que acredita que o Banco de Moçambique terá de rever a taxa diretora - agora nos 11,5%.  "O sector financeiro moçambicano é muito saudável e líquido, mas os juros são altos", confirma o presidente do Moza Banco. Mais aconselhável é os investidores terem o crédito aprovado em Portugal, ou pelo menos levar daqui as garantias.Inaete Merali confirma a chegada de muitas PME portuguesas a Maputo, principalmente construtoras, mas diz que o país também atrai mão-de-obra qualificada. "Há muita falta de especialistas, o que constitui um grande potencial a explorar por jovens profissionais", numa altura em que se antecipam grandes investimentos - com efeitos em toda a economia. Moçambique tem muito potencial, mas é essencial "que as empresas que queiram ir para lá encarem o mercado como uma aposta de longo prazo", idealmente estabelecendo parcerias locais, conclui Pedro Reis.
Até junho, Portugal vendeu mais 31% para Moçambique do que em 2011. Cada vez mais portugueses estão a investir no país" FONTE www.dinheirovivo.pt