sábado, 25 de agosto de 2012

MICROFINANÇAS CONFERENCIA EM MAPUTO A 12 A 14 DE SETEMBRO 2012

"CONFERÊNCIA - Maputo acolhe seminário sobre micro-finanças


A CAPITAL moçambicana, Maputo, vai acolher de 12 a 14 de Setembro o VI seminário temático de finanças rurais em África, subordinado ao tema “Provisão de metodologias de finanças rurais e eficazes para o incremento da produtividade”, disse em Maputo uma fonte oficial.
Maputo, Sexta-Feira, 24 de Agosto de 2012:: Notícias
O evento é organizado pelo Ministério da Planificação e Desenvolvimento em coordenação com o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA), a Parceria para a Gestão do Conhecimento em Finanças Rurais (“Rural Finance Knowledge Management Partnership”), o Centro Cooperativo Sueco (CCS) e Aliança Cooperativa Internacional (ACI).Deverão participar neste encontro cerca de 170 delegados oriundos de 31 países da África sub-sahariana, representantes do FIDA e instituições governamentais associadas, parceiros de cooperação internacional, coordenadores dos projectos e programas, entre outros.Estão agendadas visitas aos projectos financiados pelo FIDA e por entidades privadas nos distritos de Namaacha, Boane, Moamba, Marracuene e Manhiça, província de Maputo, a fim de verificar o grau de execução e o impacto dos programas na vida das comunidades locais.Os anteriores encontros tiveram lugar respectivamente no Uganda (2007), Madagáscar (2008), Ruanda (2009), Zâmbia (2010) e Malawi (2011). " Fonte Jornal NOTICIAS.

RUBY MINNING ARRANCA COM PRODUÇÃO EM NAMANHUMBIR MONTEPUEZ CABO DELGADO MOÇAMBIQUE

"Arranca exploração industrial de rubi em Namanhumbir. Arrancou, há dias, a exploração industrial de rubi de Namanhumbir, no distrito de Montepuez, província de Cabo Delgado. A actividade está a ser liderada pela concessionária Montepuez Ruby Mining, Lda., uma “join venture” constituída pela moçambicana Mwiriti, Lda., e a empresa britânica da área de mineração denominada Gemfields.
Maputo, Sábado, 25 de Agosto de 2012:: Notícias . A operação iniciou depois de um processo longo e sinuoso de legalização e sensibilização das comunidades locais, que também reivindicavam a área mineira.Foi uma cerimónia que consistiu na entrada em acção da vasta maquinaria adquirida pela empresa e que chegou a Namanhumbir a 3 de Abril passado, depois do momento oficial, dirigido pelo director provincial dos Recursos Minerais e Energia, Ramiro Nguiraze, que cortou a fita para o acesso à primeira área a ser lavrada pelas máquinas da empresa exploradora.Nguiraze confirmou na oportunidade, à nossa reportagem, que se tratava, na verdade, da entrada da fase de exploração, a partir da qual o Governo começa ao mesmo tempo a fazer o competente controlo, de modo a informar-se, permanentemente, sobre a actividade daquela indústria mineira.O director dos Recursos Minerais e Energia garantiu ao nosso jornal que todos os aspectos de ordem ambiental estão acautelados, não havendo de momento o perigo de uma alegada degradação do ambiente em resultado da lavra que acaba de iniciar.“Depois de fazerem a exploração desta área, terão a responsabilidade de minimizar os danos ambientais causados, principalmente na floresta, enquanto estiverem a trabalhar na área seguinte. O que não se vai fazer é tapar o buraco, porque isso significaria fazer um outro buraco”, explicou Nguiraze.Ramiro Nguiraze aproveitou a oportunidade para admoestar, desde já, a empresa, no sentido de ter em conta todos os pormenores ligados principalmente à legislação laboral, incluindo a disponibilização e uso, pelos seus trabalhadores, dos meios e instrumentos da sua própria defesa, visando a segurança no trabalho.A área que foi escolhida como a primeira a ser explorada, de 50 por 50 metros, coincide com aquela cobiçada pelos garimpeiros ilegais, que a haviam apelidado de “maningue nice”, pondo assim em definitivo goradas as expectativas dos fora-da-lei em relação à sua continuidade na exploração do minério.O director do projecto, Sanjay Kumar, pediu na oportunidade as autoridades para colaborarem com a sua empresa, principalmente no que aos aspectos ligados à legislação diz respeito, alegadamente porque é sua intenção ver o empreendimento abraçado no seio das comunidades locais, bem assim sem desentendimentos de qualquer espécie com o Governo.
Enquanto isso e segundo a nossa reportagem constatou, continua a montagem de infra-estruturas de apoio à actividade mineira naquilo que há menos de um ano era uma mata fechada, vendo-se blocos de residências, parques de diverso equipamento, vias internas de acesso e uma miscelânea de cidadãos de várias nacionalidades. Pedro Nacuo. FONTE JORNAL NOTICIAS.

FACIM 2012 MAIS DE 1800 EXPOSITORES NACIONAIS E ESTRANGEIROS

"Presentes mais de 1800 expositores: FACIM concorrida MAIS de mil e oitocentos expositores nacionais e estrangeiros confirmaram já a sua participação na 48ª Edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM/2012), a decorrer entre os dias 27 de Agosto e 2 de Setembro próximo, em Ricatla, distrito de Marracuene, sob o lema “Expandindo o horizonte dos seus negócios, optimizando as sinergias”. Maputo, Sábado, 25 de Agosto de 2012:: Notícias


 Ainda ontem, era visível o movimento de vários expositores tentando finalizar a montagem dos seus stands. Segundo apurámos no local, o Presidente da República, Armando Guebuza, irá, na próxima segunda-feira, proceder a abertura do certame, que nesta edição conta com a participação oficial de 19 países, designadamente África do Sul, Alemanha, Brasil, China, Egipto, Emiratos Árabes Unidos, Espanha, Indonésia, Itália, Macau, Malawi, Namíbia, Polónia, Portugal, Qatar, Quénia, Suazilândia, Turquia e Zâmbia.O presidente do Conselho de Administração do Instituto para a Promoção de Exportações (IPEX), João Macaringue, disse ontem, em conferência de imprensa em Ricatla, que a organização do evento prevê que mais de 62000 pessoas visitem a FACIM/2012.Segundo Macaringue, durante o período da feira, prevê-se a vinda de três missões empresariais de Portugal, Kwazulu Natal e Argentina, respectivamente, bem como a realização de seminários sobre vários temas, programas culturais e infantis. “Teremos também um conjunto de bolsas de contactos para além da celebração do dia dos países participantes na feira”, disse.Ainda na próxima segunda-feira, se vai assinalar o Dia do Exportador Moçambicano, onde serão premiadas as empresas que melhor se distinguiram no exercício de promoção das exportações nacionais em 2011.“Superamos as nossas expectativas em termos de participações, quer no que respeita ao número de empresas, pois estamos a falar, neste momento, de 1100 empresas nacionais e 700 estrangeiras, bem como no que se refere a potenciais visitantes”, afirmou. João Macaringue mostrou-se convicto que à medida em que os expositores forem montando os stands, sobretudo a nível das províncias, o número de participantes tenderá a crescer.“As províncias começam a fazer a montagem hoje (ontem) e amanhã (hoje) e só no final de cada montagem é que temos a plena certeza de quantos expositores existem. Elas em princípio apresentaram números indicativos, mas na prática esses números são muitas vezes ultrapassados, porque há sempre registos de última hora”, explicou.O presidente do Conselho de Administração do IPEX afirmou ainda que existem cerca de 100 empresas na lista de espera a aguardar uma eventual desistência de última hora e que para assegurar a tranquilidade da movimentação de pessoas para a feira, a organização do evento obteve garantias de transporte de passageiros da FEMATRO – Federação Moçambicana dos Transportadores Rodoviários.
Entretanto, o músico Moreira Chonguiça, que também esteve presente na conferência de Imprensa, disse que o programa cultural terá início na sexta-feira, com a apresentação de músicos que exploram os estilos “pandza” e “hip-hop”; no sábado será a vez da música ligeira moçambicana; enquanto que o domingo, último dia do certame, está reservado à música jazz, tendo como cabeça de cartaz o conceituado músico camaronês Manu Dibango." Fonte JORNAL NOTICIAS.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

KENMARE RESOURCES AUMENTARAM RECEITAS EM 95% PRIMEIRO SEMESTRE AREIAS PESADAS DE MOMA NAMPULA MOÇAMBIQUE ESTÃO NA RAZÃO DO SUCESSO

"No primeiro semestre Receitas da Kenmare aumentaram 95%. As receitas da Kenmare Resources aumentaram 95% para 109 milhões de dólares no primeiro semestre, tendo os resultados antes de juros, impostos e amortizações crescido 182% em termos homólogos para 55,5 milhões de dólares, informou a empresa em comunicado quarta-feira divulgado. O principal activo da empresa irlandesa cotada nas bolsas de valores de Londres e de Dublin é a exploração de depósitos de areias pesadas de Morna, na província de Nampula, em Moçambique. For seu turno, o lucro conseguido nos primeiros seis meses do ano cresceu para 55 milhões de dólares, um aumento de 218% relativamente aos 17,3 milhões de dólares conseguidos no período homólogo de 2011. O director geral MchaeI Carvill afirmou no comunicado que a melhoria dos resultados decorreu do aumento dos preços dos minerais extraídos em Morna bem como do termo dos contractos mais antigos. A empresa, que procedeu a um aumento de capital no montante de 60 milhões de dólares, a ser basicamente utilizado na segunda fase do programa de expansão para aumentar a capacidade produtiva em 50%, previu ainda um aumento significativo da produção de ilmenite e zircão no decurso da segunda metade do ano. No primeiro semestre, a Kenmare Resources produziu 276 mil toneladas de ilmenite e 23600 toneladas de zircão." FONTE JORNAL PONTO CERTO.
 

FACIM ITÁLIA REGRESSA À FEIRA INTERNACIONAL DE MAPUTO MOÇAMBIQUE ESTE ANO COM 70 EMPRESAS

"Itália volta à FACIM com mais de 70 empresas
A Itália volta à Feira Internacional de Maputo (FACIM) com mais de 70 empresas que constituirão o segmento italiano da exposição, organizado pela Embaixada da Itália em Maputo e pela Agência para a promoção e para internacionalização das empresas italianas (ICE) de Joanesburgo. A FACIM, agora na sua 48ª edição, decorrerá de 27 de Agosto até ao próximo dia 2 de Setembro. A grande presença italiana é um sinal de um interesse evidente do "Sistema Itália" relativamente às oportunidades de investimento numa das economias mais promissoras da África Subsaariana e, em geral, da vontade em reforçar as relações com Moçambique. A participação italiana insere-se na rota traçada pela recente visita a Maputo, no passado dia 4 de Maio, do Ministro italiano dos Negócios Estrangeiros Giulio Terzi, que, acompanhado por uma delegação de empresários, reafirmou a determinação em fortalecer os laços tradicionais de amizade com Moçambique, com enfâse na sua dimensão económica. As recentes e importantes descobertas de gás natural no norte do País reforçam esta perspectiva. As empresas italianas que estarão presentes na FACIM operam em vários sectores: infra-estruturas, turismo, agro-indústria, serviços, energias renováveis, transportes. Algumas delas estão presentes no País há vários anos mas a maior parte contactam pela primeira vez o mercado moçambicano. As empresas estão têm em comum a vontade de instaurar relações de colaboração com parceiros moçambicanos e, graças à sua consolidada experiência e know-how, contribuir para o desenvolvimento do País. O programa das empresas italianas prevê, entre outros, uma reunião como Embaixador da Itália em Maputo, Roberto Vellano, no dia 26 de Agosto e um evento de networking com as principais instituições económicas moçambicanas, durante o 'Dia da Itália' a ter lugar na FACIM na tarde de 28 de Agosto." FONTE JORNAL PONTO CERTO.

PORTUGUESES EMPRESÁRIOS RENDIDOS PERANTE A PUJANÇA DA ECONOMIA DE MOÇAMBIQUE

"Portugueses rendem-se ao
“boom" da economia moçambicana

Os empresários portugueses estão rendidos ao “boom" da economia moçambicana. Acreditam que possa vir a ser uma oportunidade consistente e uma alternativa aos mercados tradicionais visados pela economia portuguesa.A economia moçambicana apresenta uma grande pujança, uma dinâmica aparentemente imparável e, pelas grandes oportunidades que são noticiadas tem sido alvo de grande interesse por parte de grandes, médios e pequenos investidores. Na verdade, o país aparece cada vez mais na rota dos fluxos internacionais de capitais e é palco de inúmeras manifestações de interesse que vão surgindo um pouco por todo o mundo. Segundo dados registados pelo Banco de Moçambique, em 2011 o IDE (Investimento Directo Estrangeiro) atingiu os USD 2,1 mil milhões e o CPI - Centro de Promoção de Investimentos de Moçambique, espera atrair nos próximos três anos, investimentos na ordem dos USD 17 mil milhões. Moçambique e a sua economia vivem hoje uma forte pressão por parte dos grandes investimentos, impulsionados, sobretudo, pelos grandes "players" internacionais na área da extracção de carvão, que preparam a exploração de grandes concessões de carvão mineral, designadamente a brasileira Vale, a anglo-australiana Rio Tinto / Riversdale, a indiana Jindal e dezenas de empresas chinesas, checas, japonesas, inglesas, etc. A Vale e a Rio Tinto já começaram a extrair e exportar carvão através do porto da Beira. A Jindal espera iniciar a exportação de carvão ainda este ano. A linha ferroviária do Sena, que liga Moatize (Tete) ao porto da Beira, disporá de uma capacidade máxima de 6,5 milhões de toneladas (t) por ano quando as obras de reconstrução ficarem concluídas. O porto da Beira deve ficar saturado aos 20 milhões de (entre 5a 10 anos). O escoamento do carvão é, pois, um problema por resolver. O potencial de produção da bacia carbonífera do Zambeze é enorme e há já estimativas que colocam, dentro de 10 anos, a fasquia nos 100 milhões de t por ano, o que exige grandes investimentos no sector dos transportes, nomeadamente caminhos-de-ferro e portos. Com financiamento da Vale, encontram-se já em fase de projecto os empreendimentos de ligação de Moatize à linha férrea de Nacala, através do Malawi por onde poderão, depois de modernizada a linha férrea, vir a ser escoados cerca de 40 milhões de toneladas por ano, o que implica a construção de um porto de águas profundas em Nacala.Quando o porto de carvão de Nacala atingir o seu máximo será necessário encontrar soluções/investimento para escoar os restantes 40 milhões de t de carvão. Para garantir a colocação do carvão no mercado internacional, especialmente na China, India e Brasil, cuja tonelada esta a ser transaccionada a cerca de USD 400 (há 4 anos oscilava pelos USD 90), estes grandes operadores estão dispostos a montar a logística necessária através do financiamento de pesadas infra-estruturas de transporte. Sem pretender antecipar tendências, poderá passar por ai o financiamento das referidas soluções o que, a verificar-se, abrirá espaço para o lançamento de grandes concursos e/ou convites, direccionados especialmente ao sector da engenharia e Obras Públicas. Avaliados em mais de USD 2 mil milhões cada um, estes investimentos estão circunscritos à escala de grandes multinacionais. No entanto, é mais do que evidente o efeito multiplicador que estes projectos têm na economia do país e daí a criação de condições para o aparecimento de oportunidades para inúmeras actividades paralelas e nalguns casos complementares, em que se destaca o cimento, o coque, o alumínio e as ferro-ligas. A dinâmica que estas operações estão a gerar na economia local pressiona fortemente a oferta de habitação, centros de saúde, escolas e creches. Actividades complementares como a indústria hoteleira, o comércio, os transportes públicos a agricultura e a pecuária estão também sob forte pressão. As cidades de Tete, Beira e Nacala têm, a curto prazo, de se transformar em plataformas logísticas eficientes onde não faltarão oportunidades de negócio nas áreas das acessibilidades, equipamento urbano e sectores de apoio como consultoria, serviços de informática, transportes rodoviários e comunicações. Os investimentos referidos e a futura dinâmica de exportação de gás natural, carvão, energia eléctrica e titánio serão determinantes no crescimento da economia e, seguramente alteraram já e virão a alterar muito mais a estrutura económica deste país já em evidente processo de transformação." Fonte JORNAL PONTO CERTO.
 
 



RIO TINTO MINERADORA BENGA MOATIZE TETE MOÇAMBIQUE DÁ FORMAÇÃO A MAIS 60 MAQUINISTAS DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DO CARVÃO PARA O PORTO DA BEIRA


"Rio Tinto vai treinar 60 maquinistas
A Rio Tinto Coal Moçambique vai reforçar o treino de maquinistas moçambicanos para as suas operações de transporte de carvão da mina de Benga para o Porto da Beira. Até ao momento, já foram treinados 14 maquinistas e 30 maquinistas assistentes, que asseguram o transporte de carvão a partir da Bacia de Moatize para o Porto da Beira.A companhia indica em comunicado enviado a nossa Redacção que, até meados de 2013, este número vai crescer até um total de 60, sendo 30 maquinistas e 30 maquinistas assistentes. Prevê-se que alguns dos maquinistas assistentes passem para o nível de maquinista. O treino a arrancar brevemente vai ser feito através da contratação daTRANSCOM - Sociedade de Formação, Consultoria e Auditoria em Transportes e Comunicações, uma empresa privada de direito moçambicano, que tem como accionistas a Fernave, a TDM, a Visabeira Moçambique, a mCel, o Entreposto Moçambique, a LAM e a Aeroportos de Moçambique. Ao abrigo deste contrato, 12 maquinistas instrutores portugueses vão ministrar, ao longo de cerca de um ano, para além de conteúdos teóricos, uma formação prática ao longo da linha férrea. O treino dos maquinistas faz parte de um programa intensivo de formação e treino de Moçambicanos rias mais diversas áreas, levado a cabo pela Rio Tirito Coal Moçambique. Com efeito, para além dos referidos maquinistas formados ria cidade da Beira, a Rio Tirito Coal Moçambique já formou rio seu centro de formação profissional, em Tete, mais de 2450 pessoas rias mais diversas áreas, incluindo operação de equipamento pesado, serralharia, mecânica, engenharia eléctrica. Um programa de pós-graduação também está sendo desenvolvido, tendo já sido formados em 2008-2010, dezassete geólogos." Fonte JORNAL PONTO CERTO.